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Gisa Parte 2: Buquê, Anatomia e a Primeira Lição Completa

Categoria: Heterossexual
Contém 1054 palavras
Data: 17/08/2026 13:45:05
Assuntos: Heterossexual

Continuando a serie "Gisa"

Hoje, quase aos 50, ainda lembro do cheiro de rosa molhada misturado com o perfume barato de estudante que Gisa usava. Eu tinha 19 anos, corpo magro de quem dividia o tempo entre a universidade, o estágio e as aulas particulares. O pau gordo de 15 e poucos centímetros já tinha conhecido boca e, na noite da chuva e da lanterna, a primeira buceta quente e apertada. Mas o coração, esse sim, estava engatinhando mais rápido que o corpo.

Na segunda-feira de manhã, bem cedo, mandei um buquê de rosas vermelhas para o apartamento dela. No cartão, escrevi à mão:

“Gisa,

Ainda sinto o gosto da chuva e o calor da sua pele naquela madrugada. Obrigado por me ensinar, com tanta doçura e paciência, o que é ser homem de verdade. Você transformou um nerd tímido em alguém que finalmente sabe o valor de um beijo demorado e de um corpo que responde.

Com carinho (e com saudade),

Seu aluno particular de Anatomia Prática.”

Quando a vi no RU (restaurante universitario), o rosto dela estava iluminado. Os olhos castanhos brilhavam. Almoçamos juntos, trocamos beijos demorados entre uma colherada e outra. Já éramos um casal. No fim da tarde fui para o apartamento dela. Conheci a irmã mais velha, um clone quase perfeito, só um pouco mais alta e com o sorriso um pouco mais sarcástico. Jantamos os três. Depois a irmã saiu com o namorado para o shopping e ficamos sozinhos.

No sofá, a televisão ligada em volume baixo. Mãos explorando. Eu por cima da calça dela, ela por cima da minha. Em poucos minutos estávamos deitados de lado, em 69. Gisa, a bióloga quase formada, virou professora de verdade.

Ela me ensinou com a voz baixa, científica e safada ao mesmo tempo:

-O clitóris não é só aquela cabecinha que aparece. Ele tem raízes internas, como um pequeno iceberg de nervos. Não esfrega feito louco. Começa suave, com a língua larga e plana, de baixo para cima, como se estivesse lambendo um sorvete que derrete. Depois, quando ela inchar e ficar mais sensível, usa a ponta da língua em círculos leves ou movimentos de vai-e-vem bem curtos. Alterna pressão. Respira. Deixa ela sentir o ar quente. O prazer feminino é acumulativo. Você constrói, não explode de uma vez.

Enquanto falava, ela abria as pernas mais e empurrava meu rosto contra a buceta já molhada. Eu segui à risca. Língua larga primeiro, depois pontinha. Senti o clitóris crescer sob a língua. Ao mesmo tempo, ela me orientou o dedo médio:

-Agora o ponto G. É uns quatro ou cinco centímetros para dentro, na parede de cima, aquela regiãozinha que parece esponjosa ou rugosa. Não é enfiar e sair. Faz o movimento de “vem cá”, como se estivesse chamando alguém com o dedo. Pressão firme, rítmica, enquanto a língua continua no clitóris. Quando ela começar a tremer ou a empurrar o quadril, acelera um pouco, mas nunca perde o contato.

Fiz exatamente isso. Em poucos minutos o corpo dela arrepiou inteiro. As coxas apertaram minha cabeça. Ela gozou com um gemido longo, a buceta pulsando no meu dedo e o clitóris latejando na minha língua. Fiquei ali, lambendo devagar, bebendo tudo, enquanto ela ainda tremia.

Tomamos banho juntos. A água quente escorrendo pelos corpos. Ela se ajoelhou no box e me chupou de novo: lenta, profunda, engolindo quase tudo, a língua brincando nas bolas. Eu quase gozei ali mesmo, mas ela parou a tempo.

Na cama, ela me ensinou a “pincelar”: passar a cabeça do pau molhado pelo clitóris, descer devagar pela fenda, entrar só a cabecinha, sair, voltar a roçar o clitóris. Sem camisinha no começo, só a pele quente. Depois ela mesma pediu:

- Agora coloca a camisinha. Segurança sempre.

(Nos anos 90 as camisinhas eram mais grossas, é verdade. Hoje existem opções bem mais sensíveis. Mas a regra continua a mesma: use. Sempre.)

Encaixei e meti com gosto. Fundo, ritmado, mamando os seios generosos dela enquanto ela gemia no meu ouvido. Gozei fundo, sentindo ela apertar em volta.

Depois, deitados, conversando baixo, ela soltou a frase que fez meu pau reagir imediatamente:

— Nunca me comeram o cu... nunca dei...

Eu lembrei das lições do Holanda (e da fita VHS que inventei na hora dizendo que havia assistido). Expliquei que precisava de lubrificante. Ela foi ao quarto da irmã e voltou com um tubo de KY. Depois foi ao banheiro fazer a chuca, seguindo as instruções que a amiga tinha dado. Fiquei na porta, olhando, o coração batendo forte.

Quando voltou, deitou de bruços, a bunda em formato de coração levantada. Passei o KY generosamente no anel, massageando as pregas, o esfíncter. Um dedo devagar. Ela deu um “ui” e eu parei. Continuei só por fora até ela relaxar. Depois dois dedos, bem lentos, abrindo, massajando. Ela gemeu, mas não pediu para parar.

Coloquei a camisinha, besuntei tudo de novo e encostei a cabeça. Forcei com cuidado. Ela pediu para parar no começo. Massageei as costas, beijei a nuca, esperei. Quando ela pediu de novo, a cabecinha passou. Metade. Comecei a bombear bem devagar. Apertadíssimo, quente, diferente de tudo. Ela dizia que doía, mas que tinha prazer. Eu metia com paciência, sentindo cada centímetro.

Foi quando a porta do apartamento abriu. Gozei de nervoso, fundo no cu dela, mordendo o ombro para não gemer alto.

Ficamos em silêncio. A irmã e o namorado foram direto para o quarto. Logo o barulho da cama rangendo e os “oh, oh” abafados preencheram o apartamento. A vontade voltou. Gisa sussurrou que queria de novo. Não tinha mais camisinha e o KY estava no quarto “ocupado”. Ela insistiu:

— Vai sem. Quero no cu no pelo.

Besuntei o que restava de lubrificante e entrei de novo. Ela reclamou da dor. Continuei um pouco, mas parei quando pediu. Voltei a mamar os peitos dela com calma, até ela dizer que estava com sono e que era melhor eu ir.

Me vesti, beijei a boca dela e saí. No corredor ainda ouvia o ranger da cama do outro quarto. Na rua, o ar da madrugada batia no rosto quente.

Naquela noite eu tinha sido aluno e, de certo modo, também professor. Gisa me devolveu o corpo e a confiança em doses generosas. E eu ainda estava só no começo daquela temporada de descobertas.

(Tem parte 3. Acompanhe.)

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