Na sexta-feira seguinte ao nosso dia delicioso na piscina, eu fui à casa de tia Dália e tio Caio, onde Mauro, Marcelo e Maurício aguardavam a mim e aos nossos outros primos. Jonas e Bento chegaram logo em seguida. Cumprimentamos nossos tios, que nos receberam com bastante alegria, e tratamos de ir para o quarto de Mauro assistir ao filme que Victor escolhera e não parava de comentar. Com o tempo, nos dispersamos um pouco e engatamos um bom papo enquanto o filme se passava de fundo. Comentávamos sobre as atuações e detalhes do enredo. Marcelo e Bento estavam atentos aos furos de roteiro e Maurício retrucava sempre que eles acrescentavam algum defeito. Por volta das onze e meia, tio Caio nos interrompeu abrindo parcialmente a porta:
— Meninos, estamos indo dormir. Qualquer coisa, vocês podem bater na porta e nos chamar, beleza?
— Certo, tio Caio — respondemos.
— Certo, pai — disseram nossos primos.
— Tá certo então. Fiquem à vontade e não baguncem muito — disse ele antes de fechar a porta.
— Obrigado por terem me convidado pra vir aqui — disse eu, me referindo a Mauro, Marcelo e Maurício. Eles me sorriram e Mauro respondeu:
— A gente que agradece por você ter vindo.
— Ah, e à gente vocês não agradecem não? — Disse Bento.
— Mas Bento, você e o João são de casa já! — Respondeu Maurício.
— É, vocês vêm aqui direto quase. — Completou Marcelo. — O Theo é que raramente vinha aqui.
— Ai, foi só uma brincadeira! — Disse Bento novamente. — Eu também tô feliz que o Theo finalmente veio passar um tempo com a gente.
— É, Theo, você só dá moral aos primos do sítio — disse Marcelo.
— Que, aliás, nunca vêm aqui — concluiu Maurício.
Concordamos com algumas coisas a mais que Maurício falou sobre nossos primos da fazenda e continuamos assistindo o filme. Nesse meio tempo, rolava sempre uma mão boba. Antes de dormirmos, acabei chupando todos eles. Um por um, eles foram gozando na minha boca e me deixando de estômago cheio com esperma. Nossa noite do pijama foi uma delícia.
No domingo à noite, por volta das nove horas, eu já estava quietinho em meu quarto vendo um episódio de um anime. Me preparava para o dia seguinte, em que eu teria aula pela manhã. Meu pijama era nada mais que um shortinho curto, folgado e transparente. Devido eu não usar cueca por baixo, o tecido permeava minhas entradas e marcava bastante minha bunda.
Subitamente, se pôde ouvir a voz do meu pai com outras três vozes familiares na sala de estar. Eram tio Carlos, Cássio e Caio. Pelo que ouvi, eles estavam chegando do futebol. Tinham ficado para jogar com o pessoal do turno da noite.
— Então, Dimas, a gente veio só tomar uma água mesmo e já vamos embora. — Disse Carlos.
— Pra quê essa pressa, Carlos? Fiquem à vontade! — Disse papai. Em seguida, ouvi o tilintar dos copos e o som da água sendo despejada. Presumi que eles estavam tomando água na cozinha e fui espiá-los na ponta dos pés para não provocar barulho. Primeiro, meu pai: estava todo de branco, usando uma camiseta regata e um short de tecido fino. Era possível ver a marca de sua cueca slip branca. Papai não usava cueca boxer para jogar futebol porque dizia que as pernas embolavam e ficava mais difícil de correr. Aquela roupa marcava todo o seu corpo, inclusive o volume que tinha no meio das pernas. Ele ficava uma delícia! Já tio Carlos estava todo de preto, com short e regata iguais aos de papai. Podia jurar que estava sem cueca porque sua bunda estava muito bem desenhada no short e, quando se virou, vi algo se mexendo à sua frente, que com certeza era o seu pau. E que pau! Se mole era daquele tamanho, duro então... Tio Cássio estava igualmente gostoso, vestindo um shortinho vermelho e camiseta branca. O tecido fino permitia ver seu peitoral desenhado pelos treinos da academia e seus mamilos durinhos. Também usava uma slip e possuía um volume invejável. Imaginei que seu saco devia ser grande e pesado, e pensei nos seus irmãos automaticamente, já que eram gêmeos. Tio Caio, o mais introspectivo dos três, estava com um short azul claro e uma regata branca, e também parecia não usar cueca. Quando dei por mim, já estava de pau duro espiando meu pai e meus tios na cozinha. O cheiro de homem exalava e, de vez em quando, algum deles mexia no próprio pau, como se o acomodasse dentro da roupa.
— Dimas, meu amigo, o papo tá bom, mas a gente tem que ir. — Disse tio Cássio.
— De jeito nenhum! — Papai retrucou. — Não tem motivo de pressa!
— É que... Eu tenho que resolver umas coisas em casa ainda hoje. — Tio Caio falou.
— E o que é que tu vai resolver às nove e meia da noite, Caio? — Papai perguntou.
— Ah, coisa de homem, Dimas. Sabe como é. — Ele respondeu.
— Hm, e o negócio tá sério assim, é? — Papai provocou.
— Ih, cara, faz uns dias que tua irmã tá naqueles dias... — Ele começou e os irmãos riram.
— Tá naqueles dias e tá evitando sexo. — Completou tio Cássio e papai riu também.
— Ué, mas tá sério assim o negócio? — Meu pai quis saber.
— É que ela sente muita cólica nesse período. Eu até levei ela no hospital por causa disso.
— Então o negócio é sério mesmo! — Disse papai. — Ela fez exames?
— O médico passou alguns exames e já deixamos tudo marcado. Mas...
— Mas o quê, Caio? — Perguntou meu pai.
— Mas tu sabe como são essas coisas, pode demorar e tal. — Respondeu ele.
— E nesse período tu se sacia na punheta, né? — Provocou tio Cássio.
— Ué, claro, né cara!
— Claro nada! Vai dizer que tu nunca deu uma escapadinha? — Disse tio Carlos.
— Que nada! Eu lá vou trair minha mulher, cara?! — Disse tio Caio.
— Vai dizer que tu nunca sentiu vontade de provar uma coisinha diferente, Caio? — Perguntou o irmão.
— Sentir eu já senti, sim. Quem nunca? Mas fazer mesmo, eu nunca fiz e nem quero. — Ele respondeu.
— Eu concordo. Não vou procurar na rua se em casa eu tenho de sobra. — Disse tio Cássio.
— Tá muito é certo, Cássio. E além do mais, o que uma garota de programa tem é o que toda mulher tem. — Disse papai.
— E quem disse que eu tô falando de garota de programa? — Tio Carlos falou. Papai soltou uma breve risada já sabendo do que se tratava.
— Como assim, Carlos, tu quer dizer pegar homem? — Perguntou tio Cássio diminuindo o tom de voz.
— Ah, comer um cu de macho uma vez ou outra não faz mal a ninguém. — Respondeu.
— Olha, eu concordo com o Carlos. — Meu pai soltou.
— Quê isso, Dimas? Tu também? — Perguntaram os outros dois.
— Eu acho que comer um cu de viadinho uma vez ou outra não vai me fazer menos macho. Pelo contrário.
— É até bom pra manutenção da virilidade, né Dimas? — Falou tio Carlos concordando com meu pai.
— Ih, sei não, hein! — Disse tio Caio. — Tu já experimentou, Cássio?
— Eu já algumas vezes.
— O quê? — Tio Caio ficou incrédulo.
— Ué, não dá pra se contentar só com punheta não, Caio! — Respondeu o irmão.
— E você devia experimentar também. — Acrescentou papai. — Inclusive, foi por isso que eu não quis que vocês fossem embora logo. Tenho uma proposta pra vocês. — Ele diminuiu o tom de voz e lançou a proposta:
— Tem um cuzinho ali perfeito pra gente se aliviar.
— Como assim, Dimas, um cu de brinquedo? — Tio Carlos perguntou.
— Tu acha mesmo que eu ia te oferecer um cu de borracha pra tu foder e gozar, Carlos?! Claro que não, né? Um cu de verdade. — Respondeu ele.
— Fiquei curioso agora. — Tio Cássio falou alisando o pau devagar.
— Eu também fiquei. Cadê? — Perguntou tio Carlos repetindo o gesto do irmão. Depois de olhar o relógio de parede, meu pai respondeu:
— Ele deve tá dormindo agora, mas eu vou mostrar a vocês.
Então, eles se encaminharam para a porta rumo ao meu quarto. Eu voltei correndo para a minha cama, desliguei a televisão, tirei o shortinho que vestia e me deitei de bruços. Uma perna mais acima e a outra esticada, empinando bem o meu rabo. De repente, a luz de acendeu. Eu lutei para manter meus olhos fechados, pois não queria que eles pensassem que eu estava acordado.
— Que é isso, Dimas, tá maluco? — Tio Caio perguntava aos sussurros. Meu pai gargalhava grave e sem volume.
— Vai dizer que não é um cu perfeito? — Disse ele se aproximando de mim e tocando um dos lados da minha bunda com a mão. A outra era usada para massagear seu membro já ereto. Meu corpo se arrepiou ao toque e eu consegui perceber um sorriso nos lábios do meu pai. Eu sentia desejo por aquela pica. O desejo de senti-la alargando as minhas entranhas me inundava por inteiro. — Vem, chega mais perto. — Ele falou se referindo a tio Caio — Coloca a mão.
— Mas ele é seu filho, cara. — Murmurou tio Caio.
— Isso mesmo, é meu por direito. Agora vamos deixar os dogmas e o falso moralismo de lado, tá bom? — Meu pai agora usava um tom mais assertivo.
Sem conseguir mais me conter, abri os olhos e chamei:
— Papai?
— Oi, filho, o papai trouxe seus tios pra te fazerem uma visitinha, tá bom?
— Tá bom, papai. — Respondi me sentando na cama.
— O tio Caio precisa se aliviar, filho. Você ajuda ele pro papai? — Ele pediu.
— Claro, ajudo sim.
Tio Caio se aproximou de mim e eu comecei a massagear e beijar seu volume por cima da bermuda, até senti-lo suficientemente crescido. Ele soltava gemidos graves, quase como murmúrios. Logo abaixei seu short, confirmando minha suspeita de que estava sem cueca.
— Hm, já veio pronto pro serviço, né Caio? — Brincou tio Carlos.
— Vai se foder, Carlos! — Disse ele. A pica de tio Caio era preta, com a cabeça avermelhada e media 25 centímetros. Ela brilhava e estava toda melada de pré-gozo, indicando o quanto estava excitado. Seu saco era pesado e grande, como eu suspeitava, e estava inchado devido aos dias que passara sem esvaziar seu leite. Eu estava extasiado com aquela visão, enquanto masturbava lentamente meu tio com as mãos. Mal conseguia acreditar no que tinha à minha frente! Jamais vira um membro tão grande e tão bonito.
— Ajuda o titio a se aliviar, ajuda Theozinho. — Ele pediu. E eu atendi. Comecei dando beijos por toda a extensão de seu membro, até chegar ao saco, onde passei a ponta da língua. Lambi descendo até sua costura e ele soltou outro gemido. Depois, voltei beijando até chegar à sua glande. Dela, saía uma gota grande do líquido seminal transparente. Passei a língua ali e provei o sabor salgado que me deixou mais excitado ainda. A glande do pau de tio Caio era totalmente exposta, portanto o caminho que eu percorreria com a língua estava livre. Circulei ali por alguns segundos, extraindo mais gemidos do meu tio. Os irmãos dele e meu pai assistiam àquilo tudo aos sorrisos. Segurei a extensão daquela pica imensa e coloquei na boca fazendo movimentos de sucção com pressão, mas lentos. Fiquei assim por alguns minutos, cada vez colocando mais na boca, sentindo até a garganta. Depois acelerei. Senti os músculos de tio Caio se contraírem ao passo que ele segurava minha cabeça, tentando foder minha garganta. Meu pai retirou aquele pau da minha boca e disse:
— Deixa ele provar o seu cuzinho, filho.
Eu então fiquei de quatro e abri a bunda com as mãos. Papai começou a chupar meu cu avidamente, como quem estava atrasado para um compromisso. Ele lambia, chupava e dedava meu cu ininterruptamente. Nesse momento, a porta do meu quarto já havia sido trancada. O cheio de homem me inebriava e meus tios já estavam completamente sem roupa. Seus caralhos eram idênticos ao de tio Caio e eu estava admirado com a beleza de seus corpos.
— Vem, Caio, vem se aliviar. — Disse o meu pai se retirando do caminho. Em seguida, tio Caio começou a introduzir seu pau completamente lubrificado em meu rabo. Centímetro a centímetro ele foi colocando, e papai deixou escapar um sorriso quando ele parou na metade.
— Não vai caber!
— Vai sim, ele é o meu garoto! Não é, filho?
Fiz sinal afirmativo com a cabeça e tio Caio continuou enfiando seu imenso membro. Até que, com um gemido meu, foi sinalizado que estava tudo dentro. Ele começou a se mover, a fazer movimentos e contrair o seu pau, e eu controlava o gemido porque queria mesmo era gritar. Um caralho de 25 centímetros todo dentro do meu cu, eu jamais imaginaria isso! Sentia batendo no meu estômago. Mas a sensação de desconforto não durou muito. Após trinta segundos, meu cu se adaptara à largura e comprimento daquela pica e o recebia guloso.
— Isso! Esse é o meu garotinho! — Dizia papai enquanto eu chupava seu pau. — Venham, vocês são os próximos! — Disse ele aos meus tios. Eles se aproximaram e contribuíam para o tesão de tio Caio chupando seus mamilos e alisando sua bunda. De pé, meu tio me fodia em uma velocidade moderada, sempre mantendo o ritmo das estocadas, e eu me jogava para trás para aproveitar totalmente aquele pau. Após vinte e cinco minutos fodendo meu rabo de quatro, tio Caio gozou sem tirar.
— Vem, papai! — Eu o chamei, mas ele fez sinal negativo.
— Hoje é um presentinho pros seus tios, filho!
Depois de chupar e limpar o pau de tio Caio, continuo mamando papai. Tio Carlos vem e começa a me foder ferozmente, enquanto o esperma de tio Caio escorre do meu cu. Meu corpo se contorcia com o misto de dor e prazer sentindo aquele pau longo e grosso atingindo o mais profundo das minhas entranhas. Não demorou para papai gozar silenciosamente na minha boca, me fazendo feliz em saborear o seu mingau de pica e me distraindo da dor. Ele então se retirou para que eu fizesse o mesmo com tio Cássio, e eu me vi ali sento empalado pela frente e por trás pelos trigêmeos cunhados de meu pai. Eles gozaram dentro, como o irmão, e eu fiz questão de limpar seus paus. O leite dos três tinha sabor parecido, adocicado e amargoso. Mesmo assim, eu os saboreei. A esse ponto, eu estava habituado a aguentar ser fodido por rolas colossais e degustar seu leite.
— Caralho, cunhado, que putinho gostoso esse teu filho, hein?! — Ouvi tio Carlos dizer segurando minha cintura.
— Que boquinha de veludo ele tem! — Afirmou tio Cássio fodendo minha garganta. Os cunhados do meu pai fodiam com força e sem perder o embalo. Isso me fez recordar dos meus primos me fodendo no banheiro do clube. Que delícia de momento!
Nessa brincadeira gostosa, papai e tio Carlos fizeram dupla penetração em mim e conseguiram ejacular ao mesmo tempo dentro do meu rabo. Eu já não sentia dores, minhas pregas estavam completamente alargadas e eu tinha experiência em dupla penetração com meus tios da fazenda. Tio Cássio e tio Caio também experimentaram socar no meu cu ao mesmo tempo. Tio Caio ficou abismado com o que eu era capaz de fazer com o cu, mesmo sendo tão novo. Aquilo só os fazia sentir mais tesão. Eles usavam meu corpo como um brinquedo e se saciavam sexualmente por inteiro.
Por fim, ordenhei cada um dos meus tios duas vezes, e gozei na frente deles enquanto sentava no pau do meu pai. Me senti a pessoa mais realizada do mundo saciando os meus tios e já queria que marcassem as próximas vezes. Talvez até com os meus primos. Só de pensar em tê-los todos me usando como depósito, meu corpo começava a dar sinais.
— Puta que pariu, Dimas, esse teu filho é uma putinha mesmo! — Disseram eles quando terminamos.
— É e vocês não viram nada ainda! — Respondeu meu pai.
— Desse jeito, qualquer um fica viciado. — Disse tio Cássio. Todos riram e concordaram. Eles agradecerem ao meu pai e a mim pelo presente e prometeram voltar com os meus primos. Papai e eu deixamos as portas (e minhas pregas) abertas e eles foram embora por volta das dez e meia.
