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O segredo do meu padrasto. - Segundo capítulo.

Um conto erótico de Pedro Pass.
Categoria: Gay
Contém 2503 palavras
Data: 17/08/2026 09:29:15

Faltavam poucos meses para eu completar vinte anos. E, de certa forma, eu já vivia como casada. Fazia um ano que eu havia assumido meu papel inteiramente naquela casa, dois anos desde que a mãe arrumou as malas e o silêncio pesado que deixou foi sendo preenchido por uma nova rotina, por novos sons. O impacto psicológico daquela troca era completo: eu não era mais o enteado que observava às escondidas; eu era o centro daquele universo doméstico. O padrasto, o macho da casa, só gozava agora em mim. Em meu cu, sempre ansioso para recebê-lo, ou em minha garganta, sempre quente e disposta a engolir tudo. Éramos uma unidade, selada por segredos e porra, uma família redefinida.

As manhãs começavam com o cheiro de café que eu fazia para ele. Enquanto a cafeteira chiava, eu estava no balcão da cozinha, vestindo só uma camiseta velha dele e um fio dental branco, o tecido fino já marcando na pele. Ele descia, sempre de calça social e torso nu, e se sentava à mesa. Não dizia nada, apenas me observava. Eu sentia seu olhar queimando minhas costas, percorrendo a linha da minha cintura até parar no rabão empinado. Eu me virava lentamente, pegando a caneca de café, e o oferecia com um sorriso leve. Nossos dedos se tocavam, uma faísca elétrica no ar da cozinha. Ele me puxava para seu colo, e eu sentava, o corpo se ajustando ao dele, o pauzão já duro pressionando minha bunda através da calça. Ele beijava meu pescoço, sussurrando palavras sujas, promessas do que faria depois do trabalho. Mas não fazia nada ali. Era só aquele calor, aquela tortura deliciosa que durava até ele se levantar, dar um tapa firme na minha bunda e dizer "até mais, putinha".

As tardes eram minhas. Eu cuidava da casa, mas cada movimento era uma provocação. Passava o pano nos pisos de porcelanato de quatro, sempre me abaixando de costas para ele, caso ele passasse pela sala. Uma vez, ele estava no sofá da sala principal, lendo alguns documentos do negócio, e eu estava arrumando as estantes de livros do outro lado da sala. Subi na pequena escada, o shortinho de Lycra todo atolado subindo comigo, terminando de expor o bundão quase todo e o fio dental bem marcado. Eu sabia que ele estava me olhando. Senti o peso do seu silêncio. Quando desci, ele me chamou com um gesto de cabeça. Fui até ele. Ele me puxou pelo braço, me fazendo ajoelhar no tapete felpudo entre suas pernas. Abriu o zíper, tirou o pauzão já duro, veiudo, e o ofereceu a mim. Eu não precisei de ordens. Engoli a cabeça, a língua rolando pela chapeleta, e desci devagar, sentindo o mastro preenchendo minha garganta. Ele não me forçou, apenas colocou a mão na minha nuca, os dedos enrolando no meu cabelo, enquanto eu subia e descia, o barulho molhado do boquete preenchendo o silêncio da sala. Quando gozou, foi com um gemido baixo, a porra quente escorrendo pela minha garganta. Eu engoli tudo, limpando o último vestígio com a ponta da língua. Ele me arrumou o cabelo, me deu um tapa no rosto e disse "bom menino". Eu me levantei e voltei a arrumar os livros, o gosto dele ainda na minha boca.

Minha vida tinha virado este delicioso jogo de prazeres entre os dois. Eu provocava, andando pela casa sempre de calcinhas atoladas, as peças mais safadinhas que eu encontrava, com rendas, laços, e, às vezes, um "me fode" em letras de metal fincadas no fio, bem acima do meu prêmio. Meter com ele e ser a sua putinha dedicada me deixava cheio de um fogo que só crescia. Só de pensar naquele mastro, que ele era meu, que eu era o único a sentir seu gosto, seu volume, já era o bastante pro cu piscar sozinho e a pele inteira ficar arrepiada.

Foi numa dessas noites, em que estávamos jogando PS5 juntos no sofá da sala principal, que ele começou. A tela gigante refletia nossas faces concentradas, mas a tensão entre nós era mais real do que qualquer jogo. Ele pausou, jogou o controle no tapete e se virou para mim, o corpo todo virado na minha direção.

"— Já vai fazer um ano que te arrombei toda," disse ele, a voz baixa e rouca, como se estivesse revelando um segredo. "Comi esse cu gostoso depois de anos só na punheta, só desejando."

Um calor percorreu minha espinha. Eu me lembrei da dor, do prazer, daquele dia que mudou tudo.

"— Foi delicioso sentir essa tora me arrebentando toda," falei, sentindo o sangue subir e o cu morder o fio dental atolado que eu usava. "O melhor dia da minha vida."

Ele sorriu, um sorriso de predador que me fez tremer. "-- Quero fazer algo especial pra nós," continuou, a mão subindo pela minha coxa. "E aproveitar pra te dar aquele presente que me pediu." Notei seu caralho inchar, criando um volume firme e delicioso sob a bermuda de linho clara.

Meu coração disparou. "-- Vamos ao motel, sério?" perguntei, tão excitado que mal conseguia ficar sentado, dando pulinhos no sofá como uma criança. "Quando, meu aniversário?"

"— É, putinha," ele confirmou, a mão agora apertando minha coxa com força. "Vou te levar naquele que passamos voltando daquela viagem, lembra? Aquele que te animou do lado de fora, mas não pudemos parar."

Eu lembrei. Perfeitamente. O nome "Garden" em neon rosa, a promessa no ar. "-- Na saída da cidade... eu topo," falei, a voz trêmula. "Se prometer me arregaçar como sua vadia... vai me fazer gritar nesse pauzão?"

Ele riu, um som profundo e satisfatório. "-- Vou te fazer perder a voz, sua putinha. Vou te foder até você não aguentar mais. Fica combinado então. Nosso aniversário."

Nosso aniversário. A frase ecoou na minha cabeça pelos dias seguintes. A casa inteira parecia vibrar com a expectativa. Cada toque, cada olhar, cada beijo roubado na cozinha era um prefácio para aquela noite. Eu me pegava várias vezes durante o dia, a mão descendo até o cu, o dedo roçando o anel, imaginando como seria, em um lugar onde poderíamos ser barulhentos, sem medo de nada.

E então, o dia fatídico chegou.

Acordo na manhã do nosso aniversário, e o primeiro lugar que procuro com a mão é a cama ao meu lado. Está vazia e fria. Abro os olhos, um pingo de decepção me atingindo, mas o cheiro de café quente preenche o ar. Na minha cabeceira, sobre o criado mudo, estava uma bandeja com uma caneca fumegante, um croissant recém-saído do forno e um pequeno envelope branco.

Meu coração bate mais forte. Sento-me na cama, o lençol caindo sobre minhas pernas, e pego o envelope. Dentro, um bilhete com a letra dele, grande e firme.

"Vou ter de viajar mas já deixei tudo preparado 'minha vadiazinha gostosa', vou chegar a tempo de te pegar pro jantar e depois motel. Gozei forte vendo tu com essa calcinha, quase te arrombei dormindo mas quero esse cu bom pra hoje!"

Gozei só de ler. O bilhete tremia entre meus dedos. A imagem dele, se punhetando ao meu lado, enquanto eu dormia inconsciente, me fez um calor tão intenso que meu corpo inteiro ardeu. Eu gozei de novo, só de saber que ele ainda me desejava com aquela fome antiga, só de olhar, só de fantasiar.

No chão, a prova. Uma poça quente de porra grossa, Ainda fresca no carpete ao lado da cama. Eu me ajoelhei, de quatro, e lambi até a última gota, o gosto salgado e familiar dele explodindo na minha língua. Meu cu piscava alucinado dentro da calcinha de renda, e eu respondi àquele desejo, socando dois dedos até o talo, sem preparo, sem jeito. A sensação de me alargar era boa, um alívio temporário, mas nem perto da daquele caralho tesudo. Me peguei desejando que ele tivesse me acordado, socando tudo sem dó da sua putinha, mas a promessa da noite, a promessa do motel, me alegrava. Era melhor esperar.

A hora do jantar chegou. Eu estava um nervosismo, uma excitação contida. Minha lingerie era uma obra de arte: um mini body e uma calcinha fio dental, ambos de um azul celestial que contrastava com minha pele branca. Nas pernas, uma meia 7/8 de cor branca, com renda e transparente na parte superior da coxa. Salto branco, não muito alto, não queria ser maior que ele. A roupa era um vestido tubinho branco que ele me deu meses antes, justo em todos os lugares certos. Meu cabelo já estava grande, abaixo dos ombros, arrumado, fechando a imagem de uma mulher perfeita. Mesmo sem seios, meu corpo naquele tubinho arrancava suspiros. Sem maquiagem. Só eu.

No restaurante, eu o provoquei sem parar. Sentada bem à sua frente, estendi a perna por baixo da mesa e comecei a alisar seu mastro já duro na calça social com o pé. Ele não se moveu, apenas me olhou de cima a baixo, um sorriso cínico nos lábios.

"— Quanto tempo eu falei que queria que você um dia me acordasse como descreveu no bilhete?" sussurrei, rolando o pé sobre a cabeça do pau dele. "Socando tudo sem dó, me arrombando enquanto eu ainda sonhava..."

Ele engoliu em seco. "-- Cuidado, putinha," disse ele, a voz baixa. "Ou a gente não chega no motel."

Jantamos, comemos, bebemos. Comemoramos nosso aniversário sob o peso da tensão, cada toque de talher, cada gole de vinho era um prelúdio. Ele me beijou, profundo, de posse, e pagou a conta enquanto saíamos. Sua mão, a mão de quem nunca trabalhou mas forte de academia, apoiada em meu rabo, apertando de leve, me guiando pelo restaurante como um troféu.

No caminho para o carro, eu já não aguentava. Assim que ele fechou a porta, me curvei sobre o colo dele, abri o zíper da calça e engoli o pauzão. Eu já estava com o caralho até a goela abaixo, aquele barulho de molhado e baba escorrendo, olhos cheios de lágrimas enquanto ele tentava dirigir sem bater. Ele gozou fundo na minha garganta antes mesmo de chegarmos à saída da cidade, um jato quente e grosso que me fez engasgar. Eu engoli tudo, lento, e quando levantei a cabeça, com um fio de porra escorrendo pelo canto da boca, falei, bem safada:

"— Lambi tua porra gostosa do chão hoje de manhã... agora não vejo a hora de tu acabar com o meu cu. Quero sem dó mesmo."

Ele nem me olhou. Já conhecia a vagabunda que tinha em suas mãos.

O quarto do motel cheirava a limpo e a promessa. Ele me empurrou para dentro, trancou a porta e nem me deixou olhar em volta. Me dobrou sobre a cama, a bunda empinada. Ele só subiu o vestido, puxou o fio dental azul celestial para o lado e, sem aviso, sem preparo, se enterrou.

Gritei. Uma dor aguda, seca, que cortou meu gemido no meio. Ele era enorme, mais grosso do que eu lembrava, e entrou de uma só vez, até as bolas.

"— É ISSO AÍ! GRITA!" ele rosnou, já montado em minhas ancas, os pés apoiados do lado do meu quadril. Ele não deu tempo de me acostumar. Começou a martelar, estocadas brutais, fundas, que me sacudiam inteiro. A dor era insuportável e deliciosa. Eu mordia a fronha, me agarrava aos lençol, tentando aguentar, mas meu corpo reagia sozinho, se abrindo, rebolando, o bundão empinado para receber cada golpe mais fundo.

"-- RASGA ESSE CÚ, MEU MACHO GOSTOSO!" eu berrei, a voz embargada de prazer e dor. "-- É SEU! ARROMBA TUDO! ACABA COM ESSA VADIAZINHA SAFADA!"

Ele obedeceu. A mão dele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça para trás e o ritmo aumentou, se tornando algo animal, brutal. O pau entrava e saía com um barulho sujo de porra e saliva, meu cu já dilacerado se agarrando ao mastro a cada retirada. Eu via nosso reflexo distorcido no espelho de parede, meu corpo pequeno sendo dominado pela força dele, e aquilo só me fez querer mais.

Ele gozou socando até o fundo, o corpo inteiro latejando sobre mim. A porra saiu em jatos quentes e fortes, enchendo o meu intestino me causando um calor, ele continuou martelando, espalhando o leite grosso por dentro, me deixando sujo, marcado, completamente dele. Quando finalmente parou, ficou lá por cima, ofegante, o pauzão ainda enterrado e pulsando dentro de mim. Eu tremia incontrolavelmente, o cu latejando, ardendo, gotejando porra. Estávamos sujos, suados, e perfeitamente unidos quando eu, ainda com o pau dele enterrado fundo, forcei o corpo dele a virar de barriga para cima. Não deixei o caralho sair nem por um segundo. Girei com cuidado, o mastro girando dentro de mim, e me sentei sobre ele, as mãos apoiadas nas canelas firmes, o bundão bem aberto e exposto. Ele ficou deitado, ofegante, olhando exatamente para onde eu queria que olhasse: meu cu dilatado, vermelho, engolindo e liberando o pau veiado a cada movimento.

Comecei a cavalgar.

Devagar no início, só para sentir o volume inteiro deslizar para dentro e para fora, a porra dele ainda escorrendo e facilitando. Depois mais forte. Eu subia até quase a cabeça sair e descia de uma vez, sentando até as bolas baterem no meu rabo. O barulho era obsceno — molhado, sujo, o som de carne sendo usada. Ele gemia baixo, as mãos apertando minhas coxas, os olhos fixos no meu cu se abrindo e se fechando ao redor dele.

— Olha pra isso… — sussurrei, a voz rouca. — Olha como eu fico pra você.

Ele só rosnou, os quadris subindo de encontro aos meus. Eu continuei, o ritmo ficando mais frenético, o corpo já cansado mas insistente. Cada descida me fazia tremer. O pau dele batia num ponto fundo que me deixava tonto. Não demorou. A terceira — ou quarta, eu já tinha perdido a conta — gozada veio mais fraca, mas ainda assim deliciosa: um tremor longo que me atravessou inteiro enquanto eu me sentava até o fundo e ficava ali, contraído, sentindo cada pulsação gostosa daquele mastro grosso.

Quando finalmente parei, o corpo cedeu. Eu desabei para o lado fazendo o pau dele pular fora de meu cú e porra escorrer, rolei de lado. Ele me puxou, me acomodou sobre o peito largo, o braço forte envolvendo meus ombros. Ficamos assim, largados, o suor escorrendo, o cheiro de sexo impregnando o quarto do motel.

Minha respiração ainda estava irregular. A dor no cu era constante, latejante, uma abertura que eu nunca tinha sentido antes — como se ele tivesse me moldado ao tamanho dele. Eu deslizei a mão para baixo e toquei o anel dilatado, sentindo o excesso de porra escorrer lentamente pela minha coxa.

— Nunca fiquei aberto assim, foi delicioso… — murmurei contra o peito dele, a voz baixa e satisfeita. — A dor valeu cada segundo.

Ele só apertou meu corpo contra o dele, o coração ainda batendo forte sob minha orelha. O silêncio que se seguiu não era vazio. Era o silêncio de dois corpos que tinham se usado até o limite e, mesmo exaustos, ainda estavam unidos.

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Comentários

Foto de perfil de Mirellysub

* Delííííícia...suas experiências são incríveis e muito bem contadas. A gente fica aqui doida para ser protagonistas felizardos (assim como vc aprece se sentir) de suas estórias, e os machos querendo estar no lugar do seu macho. Nota dez

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