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O peso do teu nome.

Um conto erótico de Luiza inocente
Categoria: Heterossexual
Contém 1058 palavras
Data: 17/08/2026 08:49:50
Assuntos: Heterossexual

O Peso do Teu Nome

​O frio na barriga quando ouvi a buzina do carro não era normal. Parecia que o tempo tinha voltado dez anos, que eu era uma adolescente prestes a fazer algo proibido pela primeira vez. A adrenalina corria pelas minhas veias, misturada com o pavor de o meu marido desconfiar de algo — mas a vontade de ver o Lucas atropelava qualquer juízo. Fingi que era um Uber qualquer, entrei no carro tentando respirar fundo e, no segundo em que olhei para o lado, o mundo exterior simplesmente sumiu.

​Aquele olhar azul-céu, calmo, intenso, varreu toda a minha ansiedade. O Lucas sempre teve esse poder sobre mim. Ele é a minha calmaria e o meu caos no mesmo homem. O jeito sério, a voz pausada pontuada por um sorriso de canto pra me fazer relaxar... Deus, eu tinha me esquecido do quanto o toque dele me desarmava. Nós já tínhamos uma história longa, um amor que o mundo não podia saber que existia, sufocado entre compromissos, casamentos de fachada e cidades diferentes. Mas aquele dia era especial. Eu tinha ensaiado mil falas, planejado posições, atitudes... E bastou entrar no quarto daquele motel para eu travar como uma iniciante.

​Ele foi para o banheiro. Enquanto a água caía, eu fiquei na cama, o coração martelando no peito, sentindo meu corpo inteiro esquentar. Quando a porta abriu e ele saiu, se secando lentamente com a toalha, a minha buceta já estava completamente molhada, reagindo só de ver a postura dele.

​Lucas jogou a toalha de lado. Não disse uma palavra. Veio rastejando pela cama como um predador que sabe exatamente o que a presa quer. Veio beijando a minha coxa, a minha barriga, puxando minha calcinha milímetro por milímetro com os dentes, até me deixar inteira exposta pra ele. Quando a boca dele finalmente encontrou a minha buceta, eu perdi o ar. Que boca infernal. Ele chupava, lambia, usava a língua com uma precisão que me fez estremecer da ponta dos pés até o último fio de cabelo. Eu cravava os dedos no cabelo dele, descontrolada, gemendo alto, entregue, parecendo uma cadela no cio.

​Não aguentei a distância. Puxei ele pra cima de mim pela nuca e selei nossos lábios num beijo molhado, visceral, onde o meu próprio gosto se misturou ao dele. Teve mordida, língua quente, sofreguidão. Com a mão trêmula de tesão, segurei o pau dele — quente, pulsando, estralando de duro — e comecei a pincelar a cabeça na minha entrada melada, atiçando nós dois antes de deixar que me preenchesse.

​Quando ele empurrou o caralho pra dentro de mim de uma vez só, um grito sufocado saiu da minha garganta. Que tesão absurdo.

​A calmaria do carro tinha ficado pra trás; o Lucas assumiu o controle total. Ele me tirou da cama e me colocou em pé, encostada contra o espelho frio da suíte. O contraste da minha pele quente no vidro me fez arrepiar, mas o que me enlouqueceu de verdade foi o reflexo: ver pelo espelho o rosto dele compenetrado, os olhos azuis cravados nos meus enquanto ele me comia por trás, forte, ritmado, me possuindo sem piedade como um verdadeiro predador. E quanto mais fundo e agressivo ele metia, mais eu perdia o controle da minha própria voz. Entre arranhões e gemidos altos que ecoavam pelo quarto, eu repetia o nome dele sem parar, num mantra desmesurado:

​— Lucas... ahhh, Lucas... mais, porra! Lucas!

​Falar o nome dele ali, livre, sem precisar esconder de ninguém, era quase tão excitante quanto a própria foda. Ele beijava a minha nuca, puxava meu cabelo, me segurava pela cintura com uma firmeza que me marcava a pele. Ali mesmo, com o nome dele entalado na minha garganta e vendo o corpo dele se chocar contra o meu, gozei a primeira vez, tremendo inteira enquanto ele continuava o movimento sem parar.

​Voltamos pra cama. Eu precisava sentir ele de todas as formas. Me ajoelhei e comecei a mamar aquele ksete duro ao extremo. Passei a língua por toda a extensão, desci pras bolas, lambendo e engolindo tudo, deixando o pau dele brilhando de tão babado. Ouvir o Lucas gemer baixo, no fundo da garganta, fez eu perder o resto de juízo que me sobrava. Ficamos num 69 insano, suor cobrindo nossos corpos, a entrega sendo tão física quanto emocional. Aquele amor proibido transbordava em tesão puro.

​Com o corpo em transe, guiei a mão dele até o meu pescoço. Pedi com o olhar. Ele entendeu. Ele me beijou com fúria enquanto apertava o meu pescoço, o ar me faltando e o tesão multiplicando. Ele deu um tapa estalado na minha cara, a marca quente ficando na minha pele, e rosnou no meu ouvido:

​— Você é minha.

​— Eu sou sua puta... toda sua, pra sempre! — eu escancarei, sem filtro, sem pudor.

​Ele me virou de bruços, levantou meu quadril e me fodeu ainda mais fundo, sem dó. Enfiava os dedos na minha boca, abrindo espaço, enquanto a bunda batia forte contra a minha coxa. Ele segurava meu pescoço com força, me mantendo presa no colchão, e eu, quase sem ar, pedia mais e mais. Eu não queria que o tempo passasse. Queria congelar aquela suíte, esquecer que existia marido, compromisso, relógio. Eu só queria ser possuída por ele pra sempre.

​Mas o mundo lá fora não para. O relógio avisava que o tempo tinha acabado e que eu precisava voltar pra minha vida real. Interromper aquilo foi doloroso, mas ainda tínhamos o final.

​No chuveiro, sob a água quente misturada ao nosso suor, olhei nos olhos azuis dele, ajoelhei e pedi:

​— Goza pra mim, Lucas. Goza em mim, por favor.

​Ele me puxou para cima, me encostou no azulejo e me meteu mais umas poucas vezes, ríspido, rápido, no limite do descontrole. Quando não aguentou mais, tirou o pau de dentro de mim e gozou forte, uma jorrada quente e espessa cobrindo os meus peitos e o meu pescoço. Ele encostou a testa na minha, arfando pesado, limpando o esporro com a própria mão e espalhando pelo meu corpo como se estivesse me batizando.

​Nos olhamos em silêncio por alguns segundos debaixo da água. Aquele amor que o mundo não podia ver continuava ali, selado no meu corpo, no meu cheiro e na alma. Desligamos o chuveiro, nos vestimos e voltamos pras nossas vidas paralelas — até o próximo encontro.

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Comentários

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Mais uma puta traidora dissimulada, enaltecendo e achando bonito, a covardia feita ao marido e a família.

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