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Noite na República - Parte 4

Um conto erótico de Just Sad
Categoria: Grupal
Contém 2582 palavras
Data: 17/08/2026 00:00:55

Dani cavalgou o orgasmo enquanto Thiago diminuía o ritmo, aparentemente satisfeito com o esforço de fazê-la gozar. Deus, tinha funcionado bem demais. Ela se sentia nas nuvens.

Quem diria que ter um pau em cada uma de suas extremidades seria tão incrível?

Thiago retirou o pau completamente de Dani, e ela também se afastou do de Matheus. De repente se sentiu quase vazia.

Isa roubou sua atenção, puxando Dani para um beijo profundo. Os lábios e a língua dela eram tão gostosos, tão decadentes. Dani podia derreter naquela boca.

Isa se afastou e olhou para Matheus com um olhar safado.

— “Fica atrás de mim, gostoso”, disse ela. Não era um pedido, era uma ordem — e Matheus obedeceu de bom grado.

Era engraçado ver a ruiva normalmente tímida assumir tanto o comando. Normalmente os papéis eram invertidos. Mas com a confiança e o conforto que Isa demonstrava, Dani não se importava de deixar ela no papel mais dominante.

Dani escorregou da cama para dar espaço a Matheus. Foi até a outra cama e se recostou contra a parede, pernas abertas. Desceu uma mão até a virilha, tocando e circulando o clitóris hiper-sensível bem devagar, ainda sentindo alguns tremores tardios do orgasmo.

A cena se desenrolou na frente de Dani, deixando-a no papel de voyeur.

Isa se virou de costas para Matheus, que agora estava de joelhos atrás dela. O namorado permaneceu onde estava, agora posicionado na boca de Isa.

Thiago se moveu primeiro, aproximando-se e deixando Isa engolir o pau. Ela chupou tudo rápido, sentindo o gosto dos sucos dela e de Dani no pau.

Aquele pensamento mandou um formigamento gostoso pelo corpo de Dani. Ela estava apreciando a visão de voyeur.

Matheus agiu, avançando e usando uma mão na bunda de Isa para estabilizá-la. Guiou o pau e deslizou para dentro da fenda molhada e bagunçada dela.

Duas horas atrás ele era virgem, e agora estava dentro da segunda menina da noite. Dani sorriu, sabendo o quanto de diversão eles tinham dado a ele.

Os dois homens levaram um minuto para encontrar um bom ritmo, mas logo sincronizaram, balançando Isa para frente e para trás. Começaram devagar. Dani observava as bolas de Matheus baterem na buceta de Isa a cada estocada. Ela chupava o pau de Thiago com tudo o que tinha.

Mais uma vez, Isa parecia absurdamente confortável sendo fodida entre dois caras. Muito como se já tivesse estado nessa posição antes.

Dani não teve muito tempo para ficar pensando nisso antes do ritmo acelerar. Isa estendeu a mão para trás e brincou com o próprio clitóris enquanto Matheus bombava cada vez mais fundo e mais rápido. O barulho da carne batendo era alto, abafando os engasgos de Isa no pau de Thiago.

Isa tinha diminuído o ritmo no pau do namorado, claramente sucumbindo às sensações maravilhosas entre as pernas. O corpo tremia e se tensionava, as bochechas ficando bem vermelhas. Pelo jeito que o quadril subia, Dani percebeu que ela estava perto.

Para compensar, Thiago basicamente fodia a boca de Isa, enfiando fundo até o fundo da garganta. Isa engolia cada centímetro com maestria.

Enquanto isso, Matheus também parecia perto. Dani sabia que ele já estava na beira, e não imaginava que ainda tivesse muita munição. As sobrancelhas franzidas, a barriga tensionando.

Por sorte, ele não precisou aguentar muito mais. Isa não aguentou e gozou entre os dois. O corpo inteiro tremeu e se contorceu, os choques do orgasmo a dominando. Era tão gostoso assistir a colega de quarto gozar. A reação visceral, carnal do corpo dela.

O clímax de Isa disparou o de Matheus. Ele grunhiu e os dedos cravaram fundo na carne de Isa. Com uma última estocada, enterrou-se completamente na buceta dela e gozou.

— “CARALHOOOO... QUE BUCETA GOSTOSAAAA…”, gemeu ele, tremendo enquanto o próprio orgasmo o tomava. Dani observou os dois cavalgando os tremores dos respectivos clímaxes, Thiago tendo diminuído as estocadas na garganta de Isa.

Eventualmente, tanto Thiago quanto Matheus se retiraram, e Matheus caiu de costas na cama. Isa, ainda recuperando o fôlego, foi até Thiago e o beijou profundamente, puxando-o de volta para a cama e se aconchegando nele.

Dani se sentia um pouco acumulada. Não tinha percebido o quanto tocar o clitóris tinha sido gostoso, o quanto o show maravilhoso a tinha excitado. Mas estava escorrendo de novo.

Infelizmente, parecia o fim da noite — pelo menos para Matheus.

Dani voltou para a própria cama e puxou o encontro original para um beijo. Ele respirava fundo.

— “Bom date?”, perguntou ela com um sorriso.

— “O melhor”, respondeu ele com uma risada. “Com certeza espero que a gente tenha um terceiro.”

Dani olhou para o pau de Matheus, que já diminuía, e se curvou para chupar a última gota de porra que ainda adornava a ponta.

— “Com certeza, acho que você mereceu”, Dani o beijou de novo. Os dois ficaram ali por um minuto, se banhar no abraço um do outro, antes de Matheus se mexer.

— “Eu provavelmente deveria voltar pra casa.”, anunciou. “Já tá bem tarde.”

— “É, faz sentido”, respondeu Dani. “Quer que eu te acompanhe?”

O outro casal se mexeu com as palavras de Matheus. Ele começou a se vestir enquanto os outros três observavam.

— “Não, tudo bem”, disse ele com um sorriso. “Não é longe, é só do outro lado da faculdade.”

Sinceramente, Dani ficou um pouco aliviada. Não queria realmente vestir roupa de novo e ir e voltar.

Ela escorregou da cama e abraçou Matheus de novo, puxando-o para um beijão.

— “Ok, então me manda mensagem quando chegar. A gente se vê de novo em breve?”, disse Dani enquanto caminhavam até a porta.

— “Com certeza”, respondeu ele. “Foi… ahn… muito bom conhecer vocês”, acrescentou Matheus um pouco constrangido para Isa e Thiago. Como se despedia numa situação dessas?

— “É, igualmente”, respondeu Thiago, levantando da cama para apertar a mão de Matheus. O contraste entre a forma vestida de Matheus e o corpo completamente nu de Thiago era engraçado.

“Tenho certeza que a gente se vê de novo”, acrescentou Isa. Ela se despediu de Matheus de forma mais calorosa, com um beijo profundo nos lábios. Dani não conseguiu deixar de admirar o absurdo da situação toda enquanto se separavam. Mas, porra, tinha sido insanamente divertido.

— “É… com certeza”, respondeu Matheus. “Beleza, te mando mensagem.”

Ele e Dani trocaram mais um beijo rápido antes de ele escorregar pelo corredor e sumir.

Os três restantes ficaram ali na luz suave, ainda nus.

Dani continuava bem excitada. E o pau de Thiago certamente ainda estava em atenção plena. Ela não achava que ele tinha gozado de novo, mas não tinha certeza. Isa, por outro lado, parecia bem esgotada do segundo orgasmo, então Dani não sabia o que o futuro reservava.

— “Então… e agora?”, perguntou ela aos outros dois.

— “Eu tô destruída”, respondeu Isa, sentando de novo na cama de Dani. “Mas parece que vocês dois ainda têm assunto pendente.”

Dani olhou de forma tímida para o pau ereto de Thiago. Ainda era estranho receber permissão explícita da colega de quarto para cuidar do pau do namorado dela. Mas não estranho o suficiente para impedir Dani de fantasiar com aquele pau dentro dela de novo. Já a tinha feito gozar uma vez.

— “Bem, eu tô pronto pra terminar o assunto se você estiver”, disse Thiago com um sorriso de lado.

Dani se aproximou, descendo a mão para envolver e masturbar o pau dele.

— “Eu tô pronta”, respondeu. A cabeça dele desceu e os lábios se encontraram em outro beijo.

As línguas rodopiaram uma na outra. Os braços de Thiago envolveram Dani e o casal caiu juntos na cama.

Quebrando o beijo, Thiago rapidamente montou em cima de Dani. Tinha um olhar voraz nos olhos, mandando borboletas para o estômago dela. Parecia que ia deixá-la dolorida no dia seguinte.

O corpo de Thiago se erguia sobre Dani, e ela sentiu o pau duro como pedra se acomodar contra a entrada. O quadril dele avançou e ele deslizou para dentro com facilidade. As paredes molhadas de Dani o acomodaram facilmente, implorando por aquela última liberação.

Thiago começou a empurrar dentro de Dani devagar. Ela fechou os olhos e deixou o corpo relaxar no colchão, só apreciando as ranhuras e o volume gostoso do pau. Porra, Thiago sabia o que estava fazendo. Ele angulava o quadril perfeitamente, acertando um ponto incrível bem fundo na buceta de Dani.

Isa estendeu a mão e pegou a de Dani, fazendo os olhos dela se abrirem. A ruiva começou a beijar o braço de Dani, subindo até o peito. Dani fechou os olhos de novo, absorvendo as sensações enquanto a colega de quarto beijava e lambia os seios pequenos, chupando os mamilos. Isa deixou mais um ou dois chupões, somando aos que o namorado já tinha feito.

A boca de Isa desceu mais enquanto Thiago mantinha o mesmo ritmo dentro de Dani. O quadril dela balançava para frente e para trás, encontrando cada estocada do pau maravilhoso de Thiago.

Dani sentiu a cama se mexer e olhou para cima, vendo Isa montar sobre ela. Imediatamente depois, sentiu a língua de Isa no clitóris.

— “Ahhhh, filhos da puta, o que tão fazendo comigo??? Meu Deus…”, não conseguiu evitar gemer. Dani tinha um pau dentro dela e uma língua no clitóris inchado. Estava absolutamente incrível. O casal trabalhava em conjunto para fazê-la gozar, a língua de Isa lambendo o clitóris no mesmo ritmo em que Thiago enfiava o pau.

Dani sabia que não ia aguentar muito mais. As sensações a estavam dominando, tornando quase impossível fazer qualquer coisa além de se deitar e deixar o prazer carnal a lavar.

Mas com Isa sentada sobre ela, Dani tinha uma visão gloriosa da fenda molhada e brilhante da ruiva.

Dani nunca tinha lambido uma buceta antes, mas a de Isa parecia boa demais para recusar agora. Quase por instinto, agarrou os quadris de Isa e puxou a virilha dela para baixo até o rosto, ficando corretamente em 69, com o pau de Thiago no meio para completar.

Dani realmente não tinha ideia do que fazer, ou como lidar com uma vulva na frente dela. Mas deixou a língua sair e lamber o clitóris protuberante de Isa. A ruiva tremeu, então Dani imaginou que estava fazendo alguma coisa certa.

Deixou a língua passar pelas dobras de Isa, sentindo o gosto dos sucos. Porra, suco de buceta tinha um gosto bem bom. Doce, mas não doce demais. Claro, Isa ainda tinha duas porras depositadas dentro dela, e Dani também sentia isso na língua.

Concentrou-se em lamber o clitóris de Isa, rodopiando a língua para cima e para baixo e em círculos, só tentando espelhar o que sempre fazia bem nela mesma.

Mas a combinação maravilhosa de pau e língua na própria fenda era demais. Thiago estava fodendo mais rápido agora, estimulado pela boca da namorada. A buceta de Dani apertava e se tensionava ao redor do pau, ordenhando cada grama de prazer possível.

A onda subia cada vez mais dentro de Dani. O corpo inteiro se tensionava, completamente na beira e pronto para o alívio.

A língua de Isa fez um caminho particularmente gostoso ao redor do clitóris de Dani, e ela teve que deixar a cabeça cair de volta na cama, abandonando a fenda linda da ruiva ainda a poucos centímetros do rosto.

— “Ai, meu Deus, que gostoso…”, gemeu Dani. O corpo formigava, os mamilos eretos. Estava tão perto.

Thiago enfiava nela, uma, duas, três vezes, o pau glorioso esticando as paredes e colocando a buceta em chamas. A língua de Isa trabalhava junto, lambendo mais rápido e vorazmente do que antes. Eles estavam fazendo tag-team nela até a beira.

Uma última estocada, e Dani gozou. O corpo inteiro explodiu, como se uma onda enorme tivesse quebrado nela. O quadril se ergueu contra a língua de Isa, saboreando a sensação do pau de Thiago a empalando completamente.

Todos os sentidos de Dani se concentraram puramente no prazer maravilhoso que emanava de entre as pernas, nas ondas sucessivas do orgasmo que rolavam por ela, devagar, devagar a devolvendo ao normal.

A respiração começou a acalmar depois de um minuto, o rubor vermelho gradualmente recuando do peito.

O pau de Thiago não estava mais dentro dela, Dani percebeu. Mas ela conseguia ouvir o “glug glug” característico de um boquete, sabendo que Isa estava chupando o namorado.

Agora de repente sentindo falta da diversão, Dani cutucou Isa, e as meninas se desembaralharam. Agindo rápido, as duas se posicionaram no pau de Thiago e, sem dizer nada, mergulharam juntas.

As colegas de quarto beijavam e lambiam o pau, uma descendo até as bolas enquanto a outra engolia a cabeça. A dupla já tinha a coordenação perfeita depois de treinar no Matheus, e o pau latejante de Thiago indicava que ele não ia aguentar muito mais.

— “Goza pra gente, amor”, encorajou Isa enquanto o pau enchia a boca de Dani. “Pinta nossas carinhas com a sua porra.”

A língua de Dani trabalhava mais do que nunca, se esforçando ao máximo para extrair a porra de Thiago.

Enquanto Isa chupava as bolas também, as bocas das duas meninas provaram ser demais para Thiago resistir.

— “Porraaaa, tá vindoooooo…”, grunhiu ele fundo. O pau tremeu e latejou dentro da boca de Dani enquanto ela descia e engolia o membro inteiro fundo na garganta.

Justo quando ele sentiu que ia explodir, Isa puxou Dani para longe e agarrou o pau de Thiago. Posicionou-o bem na frente dos rostos delas, e bastou uma única estocada da mão para o namorado gozar.

A porra de Thiago jorrou nos rostos ansiosos das meninas. Dani não tomava uma gozada na cara fazia um tempo, e a sensação da porra quente cobrindo o rosto escorrendo, mandou ondas de prazer por ela.

Isa continuou masturbando enquanto Thiago depositava a porra nos rostos e línguas ávidas, eventualmente diminuindo até as últimas gotas caírem na mão dela.

A ruiva se inclinou e chupou a cabeça de Thiago até secar, depois ofereceu a Dani, que fez o mesmo. Ela não conseguia se ver, mas os lábios, o nariz e uma bochecha de Isa estavam cobertos de cordas brancas peroladas, sem contar a quantidade depositada na língua. Dani imaginou que estava igual, e não conseguiu deixar de ficar absurdamente excitada com a recompensa que ela e Isa tinham ganhado.

A colega de quarto a puxou para outro beijo, a porra de Thiago fresca nas duas línguas. Elas se beijaram, trocando a porra de um lado para o outro enquanto ela também se espalhava pelos rostos.

Finalmente, as meninas quebraram o beijo. Thiago desabou na cama, e as meninas o seguiram, uma de cada lado.

— “Porra, que diversão”, comentou Isa. Dani ainda recuperava o fôlego, o coração desacelerando depois da maratona de foda e boquete que acabara de passar. “Que noite perfeita.”

— “É, realmente foi”, acrescentou Dani com uma risada. O calor do corpo de Thiago era intoxicante, e depois de ter sido tão completamente drenada pela melhor sessão da vida, ela já sentia o sono chegando.

— “A gente tem que repetir”, disse Thiago.

— “É, o Matheus também foi bem divertido”, comentou Isa. “Você melhor ficar com ele.”

— “Acho que isso não vai ser problema”, disse Dani. Quem não ia querer fazer aquilo tudo de novo?

Isa e Thiago trocaram um último beijo, antes de Thiago se virar e beijar Dani também. Isa se sentou e se inclinou por cima de Thiago para encontrar Dani num último beijo de menina entre as duas, antes de todos desabarem de volta, corpos entrelaçados uns nos outros, e se entregarem ao sono.

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