É curioso como nós seres humanos somos. Essa história nasceu de uma interação despretensiosa, mas que rendeu muitos prazeres.
Na quarta-feira eu amanheci decidida a dar um tapa no visual. Queria ficar mais bonita, arrumar os cabelos, as unhas, enfim, me produzir, nunca tinha o feito desde a mudança. Como não conhecia ninguém, fui até o Instagram procurar, mas todas eram caríssimas e não tinham horários para a semana. Então mandei mensagem para o meu marido, para que sondasse alguma colega que pudesse me recomendar alguém.
Pouco tempo depois, veio o número. O contato de uma moça chamara Ilda, que tinha um salão discreto, mas super aconchegante e bem perto da minha casa.
Consegui um horário ainda pela manhã e fui toda animada. Chegando lá, fui bem recebida por ela, tomei um cafezinho e me sentei para ser cuidada. Entre um serviço e outro, dezenas de conversas entre nós e as demais moças. Coisas leves, fofocas amenas, até chegar em sexo.
Apesar de ser bem interessada no assunto sempre, eu estava apenas como ouvinte no momento, até que uma frase me chamou atenção:
- Meu marido vivia falando que estava faltando picancia no casamento. Fiz uma espanhola no safado e ele só quer saber disso agora.
Me mantive quieta, mas isso me fez pensar no assunto e ter uma ideia ótima.
Assim que cheguei em casa, mandei mensagem pra minha peituda favorita.
"Amiga, me ajuda?"
"O que você deseja?"
"Apimentar a relação kkkk"
"O casamento já está definhando? Kkk"
"Claro que não. É que uma moça no cabeleireiro falou de ter feito uma espanhola no marido pra apimentar a relação. Infelizmente eu não consigo:("
"E acha que eu sou o que? Uma puta pra satisfazer os seus desejos e do seu marido?"
"Exatamente kkkk diz seu preço, vai?"
"Quero que você deixe o Carlos comer meu cuzinho, enquanto você me chupa"
"Aceito com o maior prazer kkkk além de putinha, ainda cobra barato"
"Tá bom. Passa seu endereço certinho que eu chego daqui umas horas aí."
E foi dito e feito, a safada chegou pouco antes do horário do meu marido chegar. Isso me surpreendeu, apesar de ser pouca a distância entre SP e minha cidade, ela ainda deu sorte de não ter nenhum percauço no caminho.
Eu estava super animada para a recepção que iriamos promover. Eu tinha me produzido bem, estava me sentindo linda, minha melhor amiga estava comigo. Tudo pronto pro meu homem.
E quando ele chegou, deu de cara com nós duas aos beijos no sofá. Não era a primeira vez que aquilo acontecia, mas ele sempre vai ter a mesma reação, um sorriso aberto e o pau enrigecendo enquanto caminhava até nós.
Um beijo gostoso de retorno pra casa na esposa, outro de "como vai?" na nossa visita e logo estávamos nos pegando gostoso. Sempre brinco que nós três seríamos o trisal perfeito, parece que tudo funciona para o nosso desejo.
Depois do aquecimento, fui direta ao ponto com Carlos.
- Amor, trouxe a Marcinha aqui por um motivo.
- Qual?
- Quero ver ela fazer uma espanhola em você.
Assim que disse isso, enfiei a mão em sua calça e punhetei de leve o pau duro que estava guardado ali. Ele olhou e deu um beijo em Marcinha, que se levantou e começou a tirar a blusa. Ao mesmo tempo, desabotoei e abri o zíper do meu marido, fazendo seu pau pular para fora, já duro. Me abaixei e dei um beijo molhado na cabecinha, depois o ofereci a minha amiga que, já ajoelhada, abocanhou.
Eu fiquei sentada ao lado do meu marido, beijando sua boca, pescoço, dorso, assistindo suas reações deliciosas e vendo aquela delícia de mulher abraçando aquele pau gostoso com os lindos peitos. E dando beijos longos de língua nele.
Marcinha é uma mestre do sexo, sabe o que fazer com cada parte do corpo, sabe envolver, é sexy, dominante, um deleite. Enquanto ia esquentando Carlos com a boca e os seios, ela o tocava entre as pernas, nas costas, babava bem e se lambuzava, deixando tudo ainda mais gostoso visualmente. Meu marido ia gemendo cada vez mais alto e mexia de leve o quadril para ajudar Marcinha.
- Não segura tá, amor? Quero te ver encher essa cadela de porra.
Nem precisava ter pedido. Foi o empurrão final que ele precisava. Marcinha engoliu os primeiros jatos, mas depois deixou o esperma banhar seu rosto e seus peitos, com um sorriso safado e um olhar firme.
Ela se levantou e sentou no meu colo, fazendo questao de esfregar a porra que a melava na minha cara. Eu fiquei com um pouco de dó do meu cabelo, mas não resisti e me deletei mamando ela e me lambuzando também.
Ficamos uns minutos nos pegando, enfiei a mão na calcinha de Marcinha e ela estava prontinha, mas não era ali que entraria o meu macho.
- Levanta, amiga, parece que nosso homem já está no ponto outra vez.
Ela obedeceu e ficou de pé, eu a ajudei a ficar completamente nua e ela retribuiu. Afastamos a mesa de centro para termos mais espaço e eu me deitei de costas no chão. Marcinha veio por cima, aproximando-se aos poucos até se sentar no meu rosto. Ela rebolou um pouco na minha língua, ficando ainda mais úmida, depois arqueou até ficar com a bunda empinada e exposta. Parei de lamber e esfreguei sua bucetinha. Com o dedo melado do seu líquido, esfreguei seu cuzinho e dei um recado a Carlos.
- Mete aqui, amor. Essa cadela quer dar o cuzinho hoje.
Dali debaixo, só via meu marido meio pela metade, mas deu pra ver nitidamente enquanto ele se aproximava de nós. Ficou de joelho e segurou firme o pau, encostou delicadamente em Marcinha e foi fazendo força.
Ela começou a gemer, mas logo ficou sem silêncio pondo a língua na minha bucetinha. Pronto, estávamos todos do jeito certo a partir dali.
Acompanhando ela, eu voltei ao meu trabalho de chupar. Enterrei a língua na sua xaninha e senti sua respiração mais profunda a cada movimento meu. Meu tesão foi a mil sentindo ela daquele jeito, mal conseguindo me lamber direito tamanho o prazer que sentia.
Enquanto eu a chupava, meu marido ia aumentando o ritmo na sua bundinha, o que me ajudava também, já que o vai e vem fazia seu corpo se esfregar mais intensamente contra meu rosto.
Quando as coisas chegaram ao ápice, Marcinha não conseguia fazer mais nada comigo, parou de chupar e gemia copiosamente, mais e mais alto.
Junto as metidas, Carlos comecou a dar tapas na bunda dela, fazendo ela delirar de prazer.
- Marcinha, não vou aguentar muito mais.
- Só mais um pouquinho, gatinho... mete mais forte que eu gozo também.
Quase sem conseguir responder isso, Marcinha pareceu firmar o corpo e se preparar para a força maior que ela tinha pedido. Carlos meteu mais firme, era tanta força que eu tinha dificuldade pra manter minha boca na buceta da minha amiga. E nesse ritmo forte e delirante, Marcinha gozou... e Carlos também. Meu marido ainda fez a gentileza de arrancar da bundinha dela pra jogar um pouquinho em mim, o que eu achei maravilhoso, claro.
Depois dessa, ele e Marcinha precisavam recarregar um pouco. Fomos todos para o banho e minha amiga prometeu ficar mais aquela noite conosco.
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