— “Talvez”, ele respondeu, e se virou para encarar Dani. No espaço pequeno, mal havia trinta centímetros entre os dois. Ambos nus.
Dani não soube como interpretar a resposta. Será que eles já tinham feito isso antes? Esse tipo de coisa era normal pra eles? A colega de quarto ultra-tímida era, na verdade, secretamente tão tarada assim?
Os dois ficaram de pé um de frente para o outro por um segundo, Dani sem saber exatamente o que fazer. Ela só tentava manter os olhos pra cima, desviando do pau bonito de Thiago.
Depois de um momento, Dani se virou para a porta, percebendo que ficar trancada num espaço apertado com o Thiago nu talvez não fosse a melhor ideia.
A mão dele foi até o quadril dela, firme mas gentil, impedindo-a de seguir.
— “Você deveria dar um tempinho pra eles.”
Não era um pedido; era uma ordem.
Dani obedeceu, ficando no lugar. Mas não entendia o que aquilo significava. Por que Matheus e Isa precisavam de tempo a sós? E por que a voz grossa e autoritária de Thiago mandava um arrepio pelo corpo dela?
Os joelhos fraquejaram um pouco quando Thiago se aproximou. A mão dele continuava no quadril, e agora a outra veio pousar do outro lado.
As costas de Dani estavam pressionadas contra a bancada, então não tinha pra onde ir. Nem pra onde escapar. Mas ela quase não queria. O bafo de Thiago no rosto, o calor das mãos dele nos quadris.
Por que ela estava ficando molhada??? Isso não era normal. Aquele era o namorado da colega de quarto, pelo amor de Deus!
— “Acho que a gente deveria voltar lá pra fora?”, disse Dani baixinho. “Não acho que a Isa ia aprovar isso.”
— “Não, acho que ela não se importaria”, respondeu Thiago com um sorriso. “Como eu disse, a gente deveria dar um espaço pros dois.”
O rosto de Thiago se aproximou do de Dani. Ela se inclinou levemente para trás, mas não tentou resistir. As mãos dele subiram pelas laterais do corpo, pousando nas costelas.
Dani não sabia exatamente o que Isa e Matheus estavam fazendo no quarto, mas agora tinha que imaginar que era algo parecido com o que estava acontecendo entre ela e Thiago.
Sabia que deveria parar aquilo. Que era errado, que era o namorado da colega de quarto. Mas por que era errado? Eles eram seres sexuais, e os quatro acabaram de assistir um ao outro transando. Por que seria errado ceder aos desejos carnais? Especialmente quando a buceta dela já estava escorrendo.
Os pensamentos paralisaram Dani, e ela não fez nada para impedir Thiago quando ele se inclinou completamente, plantando um beijo na bochecha. O toque era suave, os lábios um pouco ásperos. Dani sentia o corpo tremer, quase nervosa.
Mas não se impediu de se inclinar de volta no próximo beijo de Thiago, as bocas se encontrando num abraço apaixonado.
As bocas se abriram e eles se beijaram profundamente. As mãos de Dani começaram a percorrer o corpo de Thiago, sentindo os braços e o peito musculosos. As mãos dele exploravam as laterais dela, subindo até o peito para apertar os seios pequenos.
Uma onda de alívio cascateou por Dani enquanto ela se entregava. Deixou a língua de Thiago explorar a boca, deixou os dedos brincarem com os mamilos, deixou o fogo entre as pernas consumir o corpo inteiro.
Ela estava absurdamente excitada. Não fazia sentido resistir; era exatamente o que ela queria naquele momento. Não se importava se era “errado”. Porque estava tão gostoso pra caralho.
O pau de Thiago estava pressionado contra a coxa de Dani, distraindo-a dos beijos apaixonados. Ela sentia ele se mexer, crescendo de novo. A mão deslizou para baixo e envolveu o membro, sentindo o peso generoso contra a palma.
Porra, aquele parecia um pau lindo. Mesmo semi-ereto, Dani ficou impressionada. Bombeou a mão algumas vezes, curtindo a sensação do pau engrossando e endurecendo. Conseguia sentir exatamente o quanto Thiago queria foder ela.
As mãos de Thiago foram para a bunda de Dani, apertando antes de erguê-la direto para cima da bancada. Dani soltou um gritinho baixo, mas eles nem interromperam o beijo.
A boca de Thiago começou a explorar, depositando beijos nas bochechas, orelhas, pescoço. Parou num ponto específico do pescoço e chupou com força. Dani sabia que ia ser uma dor de cabeça esconder um chupão no dia seguinte, mas não se importava nem um pouco. Amanhã era problema de amanhã, e agora ela estava cedendo a todos os desejos lascivos que tinha.
Thiago deixou mais quatro marcas no pescoço, clavícula e peitos. A língua girou ao redor dos mamilos inchados até eles ficarem completamente eretos. Por sua vez, Dani tinha uma mão na nuca de Thiago, guiando-o cada vez mais perto da buceta.
Com uma lentidão quase dolorosa, a língua de Thiago desceu pelo torso até ele estar ajoelhado entre as pernas dela, a bancada oferecendo a altura perfeita para a fenda ser apresentada a ele.
Dani sabia que estava escorrendo, e pensou de volta em quando assistiu Thiago chupar Isa. Como ele tinha sido apaixonado, como tinha parecido incrível. Deus, ela mal podia esperar para ser a próxima.
Não precisou esperar muito. Thiago envolveu as mãos nas coxas de Dani e se inclinou, lambendo um caminho longo da entrada até o clitóris.
— “Ahhh porra…”, ela gemeu em resposta. Depois de gozar uma vez, Dani sempre ficava bem mais sensível na próxima.
— “Hmmm, gostoso”, elogiou Thiago. Dani observou enquanto ele lambia o clitóris de novo, um sorriso enorme no rosto.
Dani se recostou no espelho e fechou os olhos, se entregando às sensações maravilhosas que vinham de entre as pernas.
A língua de Thiago se movia com maestria, lambendo para cima e para baixo na fenda, circulando o clitóris latejante, pressionando com força.
— “Ahh, que gostoso…”, ofegou Dani. Moveu uma mão para o peito, apertando e provocando os seios.
A língua de Thiago não parava, circulando habilmente o botão sensível. As bochechas se retraíram, chupando o clitóris enquanto a língua continuava trabalhando.
Dani girou o quadril contra a língua de Thiago, saboreando a sensação. Ele se movia deliberadamente, devagar, para construir a onda dentro dela.
Com o clitóris tão sensível, Dani sabia que não ia demorar para a onda quebrar. Especialmente com a língua de Thiago mantendo o ritmo no clitóris: para cima e para baixo, de um lado para o outro, depois circulando o botão duro.
Não conseguiu conter os gemidos que começavam a escapar. O coração acelerava, os mamilos duros como pedra enquanto ela os beliscava e provocava.
Não sabia o quão alto estavam os gemidos e não se importava. Se Isa e Matheus pudessem ouvir, melhor pra eles. Claramente estavam aprontando também.
Dani gemeu fundo quando Thiago enfiou um dedo nela. Estava encharcada, tanto dos sucos naturais quanto do resto da porra de Matheus ainda dentro, mas Thiago não pareceu se importar. O dedo entrava e saía, combinando o ritmo da língua.
Dani passou a mão pelo cabelo de Thiago, sentindo os músculos da têmpora flexionarem enquanto ele chupava o clitóris e trabalhava a língua. Porra, que gostoso. O dedo explorava as profundezas, empurrando fundo até pressionar o colo do útero. Mandou um choque pela coluna de Dani, arqueando as costas.
— “Não para”, ordenou ela. Isa era sortuda pra caralho de ter um namorado que chupava tão bem. A língua dele era incrível.
Thiago curvou o dedo dentro da buceta encharcada de Dani, sentindo as paredes até encontrar o ponto esponjoso e sensível. Dani soltou um gemido quando o dedo esfregou o ponto G, construindo-a cada vez mais perto da beira.
Ela não fez nada além de se recostar e curtir as sensações que a tomavam, sentindo o corpo se aproximar cada vez mais do alívio.
Um segundo dedo entrou, arrancando outro gemido alto. Thiago acelerou o ritmo, martelando os dedos na buceta de Dani, um barulho molhado e ensurdecedor enchendo o banheiro enquanto ele a dedava.
Dani mordeu o lábio para não gritar. Estava tão gostoso pra caralho, e ela não ia aguentar muito mais. Thiago continuava, atacando a fenda como se fosse a única missão dele no mundo.
— “Porra, tô tão perto!”, gemeu Dani. As pernas se apertaram, prendendo a cabeça de Thiago, e com mais uma estocada dos dedos, ela gozou.
— “Ahhhh, meu Deus!”, gemeu Dani, a onda quebrando completamente pelo corpo. Os quadris se sacudiram, o corpo inteiro tremeu e se contorceu. Gozou na língua e nos dedos de Thiago, banhando-o nos sucos deliciosos.
Dani cavalgou os tremores do orgasmo por um minuto enquanto Thiago diminuía o ritmo até quase parar. Os quadris dela ainda se contraíam e esfregavam contra a língua, ordenhando cada última gota de prazer possível.
— “Caralho…”, disse ela quando a respiração acalmou o suficiente para falar.
— “Gostou?”, Thiago sorriu de lado. Dani agarrou a cabeça dele e o puxou para cima, beijando-o profunda e apaixonadamente. Conseguia sentir o gosto dela nos lábios dele e saboreou aquele sabor.
— “Gostei pra caralho”, respondeu Dani com um sorriso enorme depois de um minuto de beijo. Sentia o pau de Thiago, agora completamente ereto, cutucando a coxa. “Agora é a minha vez.”
Empurrou Thiago para trás e escorregou da bancada. Antes que pudesse se ajoelhar para começar a cuidar dele, Thiago segurou o braço de Dani e a manteve no lugar.
— “Vamos ver o que eles estão aprontando”, disse ele com um sorriso.
Dani tinha praticamente esquecido de Isa e Matheus durante o orgasmo. Estava demais focada em Thiago e na língua dele.
Borboletas revoaram no peito. Não sabia por que estava nervosa de novo agora, depois de tudo o que já tinha acontecido. Mas a mão tremeu levemente enquanto Dani obedecia ao pedido de Thiago e abria a porta do banheiro.
Ela e Thiago saíram, e as suspeitas de Dani se confirmaram.
Matheus estava deitado de costas na cama, basicamente na mesma posição em que Dani o tinha deixado. Mas agora Isa também estava na cama.
A ruiva estava de quatro entre as pernas de Matheus, a fenda recém-fodida exposta e posicionada perfeitamente para Dani e Thiago verem. A visão de Dani estava um pouco obstruída, mas dava para perceber que Isa tinha o pau de Matheus na boca.
Os olhos de Matheus se abriram quando a dupla saiu do banheiro. Dani encontrou o olhar dele, tentando ler a expressão. Ele certamente não parecia infeliz. E que homem estaria, depois de perder a virgindade e agora ter outra chupando-o? Os dois trocaram sorrisos um pouco constrangidos, quase um reconhecimento de que os dois estavam de boa com o que estava acontecendo.
Thiago passou por Dani e voltou para a cama de Isa, sentando e assistindo a namorada chupar o pau de Matheus. O pau de Thiago estava ereto quase obscenamente, e ele começou a masturbá-lo devagar, como se não tivesse pressa nenhuma de gozar. Dani ficou mais hipnotizada pelo movimento do que gostaria de admitir, mas finalmente voltou a atenção para Isa e Matheus.
Rápido, porém, Dani percebeu que não sabia o que deveria fazer. Em vez de ficar parada de forma estranha, foi até a cama de Isa, pensando que talvez agora fosse a vez dela e de Thiago.
Sentou ao lado de Thiago, e a visão do outro casal ficou bem melhor. Dani tinha uma visão desimpedida da cabeça de Isa subindo e descendo no pau de Matheus, engolindo o membro inteiro como se não fosse problema nenhum.
Porra, ela nunca imaginaria que a colega de quarto era tão boa no boquete, ela chegava a fazer garganta profunda sem engasgar sequer um segundo. Embora, Dani supôs, nunca tivesse tido motivo para saber isso antes daquela noite.
Isa trabalhava o pau de Matheus devagar, uma mão estabilizando a base enquanto engolia o pau. A outra mão estava entre as pernas dele, apertando e massageando as bolas. Matheus tinha uma mão enroscada no cabelo de Isa, guiando-a para cima e para baixo.
Dani sentiu o rubor vermelho tomar o corpo de novo enquanto assistia a cena safada, o corpo se excitando novamente só de olhar.
Thiago ainda masturbava o pau ao lado dela, e com Isa agora cuidando do encontro original, Dani sentiu que era sua responsabilidade cuidar do de Isa.
Inclinou-se para frente e se curvou sobre o colo de Thiago, abaixando-se até o pau. Ele parou de masturbar para segurá-lo firme, e Dani abriu a boca, deixando a cabeça inchada deslizar pelos lábios e encher a boca.
Começou a trabalhar o pau de Thiago, a cabeça subindo e descendo caracteristicamente. A língua lambia ao redor da ponta quando ela se retirava até a cabeça, antes de lamber um longo traço pela parte de baixo do pau veiado até as bolas.
Mas antes que pudesse engolir o pau de novo, Thiago a guiou gentilmente para longe da virilha e a puxou para um beijo.
Dani ficou confusa por um segundo, esperando não ter feito nada de errado sem querer, antes de Thiago sussurrar a razão no ouvido dela.
— “Vai ajudar a Isa. Tenho certeza que ele vai gostar”, ordenou.
Dani olhou por cima do ombro para a outra cama, pausando um segundo antes de obedecer ao desejo de Thiago. Foi até a outra cama e se acomodou ao lado de Matheus. A cama de casal era grande o suficiente para acomodar os três.
Isa olhou para Dani, mas não interrompeu os movimentos lentos.
— “Tá gostoso?”, sussurrou Dani para Matheus enquanto assistia a colega de quarto chupar ele.
— “Caralhoo… Muito gostoso”, respondeu ele de forma simples. Dani pousou uma mão no peito dele e sentiu o nervosismo, a respiração acelerada. Não podia negar que também estava nervosa, ainda tentando navegar essas águas desconhecidas.
— “Quer ver a gente duas chupando seu pau?”, perguntou Dani, beijando a orelha de Matheus.
Ele balançou a cabeça em resposta. Dani se inclinou e o beijou nos lábios de novo, agora notando um sabor distintamente diferente na boca dele — o gloss de Isa. Aquilo mandou outra onda por Dani, sabendo que estava sentindo o gosto da colega de quarto na boca do encontro.
Dani beijou Matheus devagar, profundamente, deixando as línguas se entrelaçarem, enquanto Isa beijava as bolas e as coxas dele, prolongando a provocação. Dani desceu a mão e segurou a parte de cima do pau de Matheus enquanto Isa ainda estabilizava a base. As duas meninas se encararam e começaram a masturbar em uníssono, usando as duas mãos para dar prazer a Matheus.
— “Vem pra cá”, convidou Isa.
Dani ficou mais alguns beijos, antes de descer a boca pelo peito e torso de Matheus. Desceu pela cama e se posicionou de quatro ao lado de Isa, numa posição idêntica.
— “Oi, linda”, sorriu Isa. “Por que você não começa?”
Ela segurou o pau de Matheus ereto, e Dani aceitou o convite. Inclinou-se e engoliu a cabeça, descendo até encher a boca. Começou a subir e descer a cabeça, curtindo a sensação familiar de um pau latejando ao toque da boca.
Os lábios encontravam a mão de Isa na base, e era estranho não estar segurando o pau ela mesma. Mas Dani se adaptou rapidamente ao sistema.
Isa soltou o pau de Matheus, e enquanto Dani lambia e chupava a cabeça, a ruiva se curvou mais para beijar e provocar as bolas.
As duas se esbarraram uma ou duas vezes, mas encontraram o ritmo. Dani sentia o pau de Matheus endurecer ainda mais com as duas trabalhando juntas.
Isa se ergueu, e Dani deixou o pau escorregar da boca. As duas depositaram beijos no pau, as bocas perigosamente perto de se tocar. Dani nunca tinha beijado uma menina antes, e estranhamente aquilo parecia o mais perto que já tinha chegado, apesar de haver um pau no meio.
As duas colegas de quarto beijaram e lamberam o pau, as línguas se tocando brevemente. Isa engoliu a cabeça de Matheus enquanto Dani descia até a base, depois tomando a vez com as bolas.
Trabalhar junto com Isa para amplificar a experiência só deixava Dani ainda mais molhada. Era divertido, combinar talentos para fazer um menino gozar.
Elas fizeram tag-team no pau de novo, as línguas rodopiando uma ao lado da outra e provocando o pau de Matheus até depositarem beijos na ponta. Os olhos de Dani estavam fechados enquanto a língua dela e a de Isa se esgueiravam uma ao lado da outra, os lábios se roçando, as bocas se entrelaçando.
As duas meninas estavam se beijando de verdade, o pau de Matheus momentaneamente esquecido. A boca de Isa tinha um gosto bom, doce. Definitivamente com gosto de pau, mas mais atraente e agradável do que qualquer menino que Dani já tinha beijado. E os lábios eram tão suaves e macios. Dani podia se acostumar com aquilo.
O beijo molhado desceu de novo para que o pau de Matheus ficasse no meio, as meninas praticamente se beijando através dele.
Isa deu um sobressalto, e a atenção de Dani voltou. Ela nem tinha notado, mas Thiago tinha deixado a posição e subido no pé da cama. Agora estava atrás de Isa e tinha começado a empurrar.
Isa se virou de volta para Matheus e engoliu o pau dele de novo, se enchendo nas duas extremidades. Dani quase se maravilhou com a capacidade de multitarefa dela. A essa altura, acreditaria que Isa já tinha feito quase qualquer coisa antes, e certamente parecia saber o que estava fazendo ao receber dois paus ao mesmo tempo.
Isa balançava para frente e para trás enquanto engolia o pau de Matheus de novo. Dani se afastou um pouco, só admirando o trio. As mãos de Thiago apertavam firme os quadris da namorada enquanto ele enfiava com força, enchendo-a completamente.
Dani não conseguiu evitar deixar uma mão deslizar entre as próprias pernas com a visão. Os peitos grandes de Isa balançavam provocativamente com o corpo se movendo. Dani moveu a mão livre para apertar os seios de Isa, apertando o peito generoso da colega de quarto.
O quarteto tinha encontrado um ritmo constante. Dani observava enquanto Isa continuava a dar o melhor de si no pau de Matheus, lambendo e chupando a ponta. A cabeça brilhante parecia tão atraente, e Dani se inclinou de novo para dobrar a atenção no pau de Matheus.
Dani e Isa trabalharam o pau de Matheus juntas entre as bocas, sentindo o membro latejar e pulsar.
— “Ahh, porra…”, gemeu Matheus enquanto se contraía um pouco.
— “Ainda não”, disse Isa ao retirar a boca. Dani entendeu o recado e se afastou, em vez disso estendendo a mão para apertar e massagear as bolas.
Dani olhou para a colega de quarto ao lado, notando que Isa não balançava mais.
A percepção caiu sobre Dani exatamente quando sentiu o pau de Thiago cutucar as dobras. Ele estava posicionado atrás dela agora, a fenda de Dani completamente exposta enquanto ela estava de quatro.
Dani mal teve tempo de inspirar antes de Thiago empurrar para frente e enfiar o pau dentro dela.
— “Ah, meu Deus, caralhooooo…”, gemeu Dani. O corpo reagiu involuntariamente, a buceta apertando firme ao redor do pau maravilhoso, a mão apertando as bolas de Matheus, os músculos do core tensionando.
Thiago se retirou e começou a bombar dentro de Dani. As mãos encontraram os quadris dela. Não estava fodendo rápido, mas as estocadas eram profundas, acertando tão gostoso dentro dela.
Os dedos dos pés de Dani se encolheram, e um choque ainda mais fundo cortou o corpo quando Isa desceu a mão para tocar o clitóris de Dani.
Ela estava ridiculamente sensível depois de já ter gozado duas vezes, e a estimulação extra era de enlouquecer.
Para completar, a outra mão de Isa encontrou a nuca de Dani e a empurrou gentilmente para baixo. O sinal era claro. Dani se inclinou, estabilizando o pau de Matheus com uma mão, e beijou a ponta.
Sabia que Matheus estava perto e não queria desobedecer ao desejo de Isa. Então provocou Matheus devagar, prolongando os beijos e as lambidas pequenas. Olhou para cima, encontrando o olhar dele. Ele certamente parecia estar gostando da atenção no pau e o show na frente.
Era difícil para Dani manter contato visual cada vez que Thiago empurrava nela, balançando o corpo inteiro para frente. “Porra, que gostoso”.
A boca de Dani se abriu e ela chupou suavemente a cabeça de Matheus. A cabeça estava inchada e latejando, desesperada por alívio. Mas Dani manteve Matheus na beira, só chupando de leve e passando a língua devagar pela cabeça.
Com paus nas duas extremidades, Dani se sentia quase bêbada de pau. As sensações eram avassaladoras, além de Isa tocando o clitóris. O orgasmo subia rapidamente dentro dela.
Thiago pareceu perceber. Acelerou o ritmo, martelando mais rápido dentro de Dani. Ela gemeu através do pau de Matheus, tentando o máximo que podia se concentrar no boquete apesar das sensações eufóricas que emanavam do clitóris e da buceta.
Dani não aguentou mais. A combinação de prazeres a tomou, e ela gozou. A terceira gozada na noite. Ela nunca havia gozado tantas vezes antes talvez nem em uma semana, imagina em uma só noite.
A buceta se contraiu e explodiu no pau de Thiago, os quadris se sacudindo e esfregando contra os dedos de Isa. Gemeu e gemeu fundo, o pau de Matheus ainda na boca.