Num dos meus dias a fim de buceta, tomava uma cerveja gelada no deck da piscina do hotel, quando meus olhos encontraram uma negra linda. Um rosto divino, lábios carnudos, fartos seios empinados no top, uma tanga completamente enfiada no rabo, projetando nádegas escuras e perfeitas. A buceta decalcada na tanga parecia uma isca brilhante a fisgar o olhar de peixes ansiosos feito eu.
Deixei-me ficar admirando aquele monumento da natureza, passando disfarçadamente a mão na cabeça da minha rola. A maravilha de ébano monopolizou completamente minha atenção e meu olhar não mais tão discreto quanto deveria ser, até porque reluzente negro, musculoso, grande e de cabeça raspada estava pousado ao lado da mulher. Esta notara minha insistência e saquei quando ela disse algo ao companheiro – somente então me dei conta da zona de perigo que eu havia inadvertidamente avançado. Quando quis corrigir a rota era tarde: o homenzarrão levantou-se e caminhou até minha mesa, com a gostosa a tiracolo. Tremi nas bases, já imaginando milhões de desculpas, para evitar um escândalo ali, e principalmente para salvaguardar minha pele.
“O senhor está olhando para minha mulher… Ela está acompanhada…”
Fingi teatralmente um salto de quem fora acordado de algum transe:
“Meu amigo, mil perdões… Foi mal… Desculpe, senhora… Não quis incomodar de modo algum, imagina… Na verdade – desculpe outra vez, senhora – não era exatamente para ela que eu estava olhando…”
“Como assim, cara?” – a interrogação estampada no rosto escuro.
“Na realidade, eu prestava atenção no seu corpo, senhor… Nos seus músculos, sua barriga tanquinho, imaginava o saliente pacote entre suas coxas… Novamente peço minhas escusas, fiquei tão empolgado com sua beleza máscula que me tornei inconveniente… Vou me retirar, para deixá-los à vontade.”
Enquanto eu falava, os lábios grossos do negro abriam-se, seus olhos demonstravam tamanha admiração que eu via a hora saltarem das órbitas. E o pior (ou melhor) é que meu discurso estava tão convincente que até eu mesmo passei a prestar mais atenção naquele homem grande.
A mulher foi quem quebrou o silêncio:
“Que massa, bem! Anda arrasando corações até dos homens, hein?” – impressão minha ou percebi o pacote do negro dilatar-se, sob a sunga? “Olha só como ele olha para teu pau, Tuzinho! Ai, já está me dando uma coisa aqui por dentro…”
O negro se desarmara por completo (em termos, né?), afogou inteiramente a irritação com que me interpelara, trocando por uma expressão meio que de abobalhamento…
“Ah, mozão, tu podia chamar ele para nosso apartamento… Seria muito legal! Tua rola tá endurecendo que eu tô vendo e minha xoxota está toda alagada…” – Aí quem ficou quedado fui eu, meu coração disparado.
Para dizer alguma coisa e retomar o comando, o negro falou: “E aí… Vamos se divertir um pouquinho lá em cima?” Engoli em seco, fingi não ter escutado o erro de português, tomei de uma vez o restante da cerveja e fiz a maior cara de quenga: “Eu topo!”
No caminho para o elevador, trocamos algumas palavras, nos apresentamos (Ele era Artur – o “Tuzinho” dela –; ela chamava-se Márcia). Eu não sabia muito bem o que rolaria, se a mulher participaria da foda ou só assistiria, se ele comeria a negra (afinal, a xoxota estava derretendo de tesão, como ela falou); a única certeza é que eu abriria completamente meu cu à estrovenga daquele negão, que não parecia ser sequer mediana.
Ao adentrarmos no apartamento do casal, ela rebolou até o banheiro, enquanto ele pareceu meio sem jeito diante de mim. Mas o que eu menos queria, naquele momento, era uma brochada, depois de um climaço daquele que pintara. Eu queria tacar um beijo naqueles lábios apetitosos, mas estava inseguro em relação a sua reação. Então, em vez disso, aproximei-me, acariciei a rola por cima da sunga e notei o quanto crescia, chegando mesmo a levantar a roupa.
Enfiei a mão e apalpei aquele tronco escuro e duro, baixando em seguida a sunga, libertando-o. Puta que pariu! Era grande deveras. O imenso pau negro endureceu ao máximo e a cabeçorra mais escura pinotava. Ajoelhei-me e comecei primeiro a cheirar aquela delícia (cheiro de rola de homem excitado é tudo de bom), passei a lamber a cabeça e tentando colocar aquela tora na boca, enquanto descia a sunga até os pés. Ele gemia e forçava minha cabeça. Eu imaginava como diabos eu ia agasalhar aquela imensidão escura no meu rabo sem me rasgar inteiro.
Ele então deitou-se na cama, o pauzão para o alto. Larguei um pouco a rola dele e dei uma boa mamada nos mamilos escurecidos, o que o deixou ainda mais excitado, e voltei à pica, que essa era gostosa para além da conta. Quando retomei o boquete, eis que surge a deusa negra na porta do banheiro: Márcia, completamente nua, os belos seios tremendo, a buceta depilada babando, a perfeita bunda ocupando todo o espaço.
“Eita, que a festa tá é boa! Deixa um pouquinho pra mim, Cláudio!” – veio para a cama e passou a lamber também a pica do companheiro, que de tão grande agasalhava com folga as duas bocas que o chupavam. Mas claro que, vez em quando, nossos lábios se tocavam e ela terminou enveredando a língua por dentro de minha boca, beijando-nos com a grossa rola entre nós.
Parecia que Artur não tinha muita experiência com homens. Márcia, sim. Ela percebeu que precisaria lubrificar meu cu, então passou para trás, enfiou a língua no meu furico, lambendo liquidamente. Eu me sentia nas alturas, com aquela negra maravilhosa me aplicando aquela chupada maravilhosa no cu, enquanto eu dava um trato na pica do marido dela, que em pouco se enfiaria em mim.
Então me coloquei numa posição que deixava claro ao negro que era o momento de ele me comer. Ele veio, aprumou a rola enorme no meu buraco e começou a se enfiar. Incomodou no começo, mas como meu rabo já se elastece, acomodando os mais grossos cacetes, só precisei me arrumar e ir recebendo a vara.
Márcia estava eufórica: beijava muito o marido, dava gritinhos de satisfação ao acompanhar a rolona sumindo-se no meu buraco; Artur gemia e estocava, enquanto acariciava a companheira. Eu senti o corpo inteiro do negro sobre minhas costas e gemia de prazer. A mulher deu um jeito e sentou-se na frente da minha cabeça, e enquanto beijava o marido, colocava a xoxota ao alcance da minha boca.
A buceta de Márcia derramava-se em lubrificação. Aproximei minha boca e passei a chupar-lhe, ela se remexendo dengosamente, grunhindo dentro da boca de Artur. Quando atingi o grelinho e passei a massageá-lo com a língua, ela se contorcia feito uma enguia, e dizia putarias, e esfregava-se na minha cara, me melando (será que eu comeria aquela buceta? – imaginava eu, desesperançado).
Senti a rola de Artur crescendo desmesuradamente dentro de mim, achei que fosse me rachar o rabo, até que explodiu fortemente, eu sentindo os jatos inundando minhas entranhas, por pouco não me saindo pelas ventas, enquanto o negão gritava com a voz rouca de tesão, e Márcia também gozava na minha boca, as coxas tremendo, a bunda feito geleia, os seios rígidos. Após o gozo do casal, caíram, exaustos sobre meu corpo, sobre a cama, e assim ficamos, tentando nos recompor, eu me deliciando com o cheiro inebriante daqueles dois corpos recém gozados.
De repente, do nada, Artur começou a rir, mas antes que ficasse constrangedor, ele explicou: “E pensar que eu fui tirar satisfações porque achava que tu tava de olho na minha mulher… E agora olhe a gente aqui, os três, pelados, nesta cama…”
“Verdade, Artur! E vocês são um casal muito, muito gostoso. Eu adorei sua pica na minha boca e principalmente no meu cu. Tu manda legal, cara! Também adorei chupar você, Márcia…” E rimos e nos abraçamos e sentimos o calor dos nossos corpos. Estávamos em tão grande intimidade, que achei que podia: “Olha, Artur, eu queria te pedir uma coisa que eu estou muito a fim…” Ele me cortou a frase: “Já sei, tu quer foder minha mulher, né? Se ela quiser, por mim tudo bem!”
Eu queria bem menos. Ia pedir para beijar aqueles lábios grossos, que desde a bronca lá em baixo, no deck, eu fiquei a fim. Mas o que ele me ofereceu sobrepujou em muito o que eu queria. E pensei: depois de comer a buceta da mulher dele, pedir um beijo a ele é o de menos. A boca que avançou sobre a minha, com a ânsia de quem desejava ser comida foi a de Márcia. Atraquei-me com ela, deixei-a novamente acesa e com a xoxota em lava ardente, lambi abundantemente seu cu, afaguei sua bunda perfeita e finalmente entrei no território que a Artur pertencia.
Márcia ganiu com minha rola estrepada dentro da sua buceta, dizia putarias, se requebrava, enquanto Artur acompanhava outro macho fodendo sua mulher ao seu lado. Sua rola começou a dar sinais de ressurreição e eu quis trazê-la novamente a minha boca. Passei a chupá-la, enxugando a gala, deixando-a brilhante, e agora era o casal de negros que gemia, uma com minha rola na sua buceta, outro com sua rola na minha boca.
E mais uma vez a negra gritou e tremeu-se o corpo, num novo orgasmo escandaloso. Não segurei a onda e explodi meu tesão dentro de sua xoxota, eu também ganindo de prazer. Artur manteve a recém conquistada dureza da rola, à custa de leve punheta. É certo que meu rabo não aguentaria aquele rolo compressor mais uma vez, então tratei de continuar a chupá-lo carinhosamente, enquanto ele rugia, a vara finalmente completamente tesa.
Então, num salto, ele agarrou a mulher, colocou-a de quatro, lambeu o cu da esposa, lubrificando bem. Sua pica enorme pulsava e chegava a encostar na sua barriga. Márcia escangalhou as pernas, o cu escuro se abriu e recebeu a tora rígida do marido; este se deliciou, no ritmo que conheciam tão bem os dois. Eu, ali perto, acompanhando o pau do negão fodendo o cu da esposa, resolvi ousar. Peguei a cabeça de Artur com as duas mãos e pendurei minha boca nos seus lábios carnudos. Ele a princípio quis resistir, mas minha língua insistiu e a dele respondeu. Que lábios macios, deliciosos! Que beijo tão gostoso. Pra ele também, que em pouco tempo senti vibrações sonoras dentro da minha boca – era Artur grunhindo, gozando loucamente no rabo de Márcia…
Nenhum pintor conseguiria produzir obra tão perfeita; dois corpos negros entremeados com um branquelo, numa cama. Todos nus, suados e lubrificados, plenamente satisfeitos, por terem se comido de todas as formas imaginadas.
