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A Equação do Prazer: Minha Professora Deliciosa

Um conto erótico de Glorioso
Categoria: Heterossexual
Contém 1012 palavras
Data: 16/08/2026 13:44:20
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

— Se você continuar olhando para o meu decote em vez de olhar para a função de segundo grau, Carlos, você não vai passar nem com a ajuda do diabo — ela disse, com um sorriso malicioso que denunciava que ela sabia exatamente o efeito que causava.

Aquela frase, dita com a voz rouca da Ana, foi o gatilho. A gente estava na sala dela, no interior do Rio, com o calor da tarde pesando no ar. Ela tinha 45 anos, mas o corpo de uma mulher que se cuidava; os peitos eram grandes, naturais e firmes, saltando por baixo daquela blusa decotada que parecia prestes a desistir de segurar tudo aquilo.

A primeira tentativa tinha sido interrompida por uma vizinha intrometida, mas o desejo tinha ficado guardado, fermentando. No dia seguinte, o clima estava elétrico. Eu fingia resolver equações, mas meu mundo era o cheiro do perfume dela e a curva dos quadris. De repente, senti a mão dela. Não foi um toque acidental. Foi um aperto firme, possessivo, bem no centro da minha ereção que já rasgava a calça.

— Puta que pariu, Carlos... olha o tamanho disso — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria. — Você está querendo me foder, não está, seu safadinho?

Eu não consegui responder com palavras. Puxei ela pela cintura, senti a maciez daquelas coxas e a beijei com toda a vontade do mundo. Foi um beijo de língua voraz, molhado, com a urgência de quem estava com fome.

— Quero, Ana. Quero te comer inteira, sua coroa gostosa — respondi, enquanto minhas mãos apertavam aqueles peitos fartos.

Ela soltou um gemido baixo e me guiou para o sofá. A roupa dela saiu rápido, revelando um corpo escultural. Ela se ajoelhou na minha frente, olhando para mim com um desejo animal, e começou a me chupar. O boquete era delicioso, ela usava a língua com maestria, sugando cada centímetro da minha rola, fazendo barulhos que me deixavam louco. Enquanto me dava esse prazer, ela me puxou para baixo e fez aquela espanhola divina, apertando meu pau entre os peitos grandes e macios, deslizando a pele quente contra a minha, enquanto eu mamava naquela pele loira e perfumada.

— Agora eu quero sentir você dentro de mim, Carlos. Mete com força — ela implorou.

Eu a peguei no colo, sentindo o peso gostoso do seu corpo, e me sentei no sofá. Encaixei meu pau na bucetinha dela, que já estava encharcada. Quando entrei, ela soltou um grito abafado no meu pescoço e começou a rebolar com tudo, esfregando os peitos no meu rosto, me deixando cego de tesão.

— Ai, caralho! Que delícia de rola! — ela gemia, apertando minhas costas.

Eu a virei de quatro, a visão daquela bunda branca e redonda me deixou insano. Comecei a dar tapas firmes na bunda dela, ouvindo o estalo da pele, enquanto ela gemia alto, pedindo mais. Eu segurei a cintura dela com força, enterrando a rola até o fundo, socando com vontade, sentindo cada batida ecoar no quarto. Gozei a primeira vez ali mesmo, explodindo dentro dela com uma emoção absurda.

Mas a luxúria não tinha acabado. A gente se virou no sofá e entramos em um 69 frenético. Eu mergulhei a língua no clitóris dela, lambendo e sugando com vontade, enquanto ela se dedicava a me deixar duro de novo. Em dois minutos, eu estava pronto para a segunda rodada.

— Ana, eu quero experimentar algo novo com você. Deixa eu ir por trás, no lugar proibido? — perguntei, a voz trêmula de desejo.

Ela hesitou por um segundo, mas o brilho nos olhos dela era de total entrega.

— Faz isso, Carlos... me fode por onde você quiser, mas faz com carinho no começo.

Passei o dedo, lubrifiquei com a própria saliva dela e, devagar, comecei a entrar no canal anal. Foi intenso e apertado. Ana soltou um arquejo agudo, as unhas cravando nos meus braços enquanto ela sentia a invasão. Eu não tinha pressa; queria sentir cada centímetro daquela resistência cedendo ao meu tamanho. A expressão dela era uma mistura de choque e êxtase, os olhos revirados enquanto eu deslizava para dentro, preenchendo-a completamente.

— Meu Deus, Carlos... é tanto... — ela gemia, a voz quase sumindo em um sussurro rouco.

Assim que senti que ela estava adaptada, mudei o ritmo. Comecei com estocadas lentas, profundas, sentindo a pressão deliciosa daquele canal estreito apertando meu pau como se não quisesse me deixar sair. A cada batida, a cabeça dela batia contra o encosto do sofá, e os peitos balançavam freneticamente, convidando meus olhos a não desviarem nem por um segundo.

Eu a segurei pelos quadris, levantando um pouco a bunda dela para que o ângulo fosse perfeito, e comecei a socar com força. O som da carne batendo na carne era a única trilha sonora daquela sala. Ana já não conseguia mais formar frases; eram apenas gemidos guturais, pedidos de "mais" e "não para", enquanto ela rebolava tentando encontrar o ponto exato onde eu a atingia com mais força.

A tensão no meu corpo estava no limite. Eu sentia o calor emanando dela, o cheiro de sexo misturado ao perfume caro, a sensação de estar possuindo a mulher que, até poucos dias atrás, era a autoridade máxima daquela sala.

— Eu vou gozar, Ana! Vou explodir dentro de você! — gritei no ouvido dela.

— Goza, meu lindo! Goza tudo dentro de mim! — ela gritou de volta, em um clímax que a fez contrair todo o corpo.

Eu dei a última estocada, a mais profunda de todas, e senti meu esperma disparar em jatos quentes, preenchendo o canal anal dela enquanto ela mesma chegava ao orgasmo, tremendo violentamente sob meu peso.

Ficamos ali, em silêncio por alguns minutos, apenas com o som da respiração ofegante e o coração batendo no ritmo do outro. O suor grudava nossas peles. Quando finalmente me afastei, Ana se virou para mim com um olhar de completa satisfação, um sorriso malicioso brincando nos lábios enquanto ajeitava o cabelo bagunçado.

— Bom, Carlos... acho que agora você realmente aprendeu a lição — ela disse, deslizando a mão pelo meu peito, deixando claro que a aula, na verdade, estava apenas começando.

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