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A Sobrinha Vascaína: Minha Maior Inimiga

Um conto erótico de Bayoux
Categoria: Heterossexual
Contém 6079 palavras
Data: 16/08/2026 11:56:58
Última revisão: 19/08/2026 15:48:38

Permitam-me transportá-los ao início do magnífico ano de 2011.

Não que houvesse muito para comemorar, há pouco tempo a Seleção decepcionara na Copa da África do Sul, todo o mundo só queria ouvir Justin Bieber cantando “baby, baby, baby” e a Presidenta Dilma acabara de tomar posse.

Depois de tanta bizarrice, era natural que buscássemos fugir da realidade com um pouco de alienação. No meu caso, fiquei ainda mais doido por futebol do que já era. E o Flamengo…

Ah, nosso time começou o ano dando muitas alegrias, ganhando tudo no cariocāo. Ronaldinho Gaúcho era nossa maior estrela, se o adversário vacilasse o “bruxo” ia lá metia gol, sem piedade.

Minha família começou a ir pro estádio, era uma grana que não tínhamos, mas e daí? O que valia era torcer pelo Mengão.

Eu, Celeste, Guta e Tavinho descíamos o morro rumo ao Maracanã, desesperados, sofrendo e suando, mas comemorando toda semana.

Aquele era um laço entre nós, uma coisa de família, inquebrantável, algo para lembrarmos pelo resto da vida. Até que…

Um cunhado nosso rodou lá em Cantagalo e foi parar em Bangú IV por tráfico. Para piorar, a irmã de Celeste foi implicada e esperava julgamento, presa no Talavera Bruce.

Como desgraça pouca é bobagem, minha esposa ficou com pena da Clarinha, sua sobrinha, e quis recebê-la em casa.

– Mas Celeste, a gente não tem grana. Como vamos alimentar mais uma boca?

– Vadão, onde comem quatro, comem cinco. É nossa sobrinha, temos que ajudá-la!

– Sobrinha? Sua irmã nunca vem aqui, nunca fui com a cara do marido dela, e vamos ter que sustentar a filha deles?

– É família, amor. Não posso deixar a pobrezinha abandonada! Se for preciso, paramos de ir no Maraca.

– Aí, tá vendo? É disso que estou falando! Vamos cortar o único prazer que a gente tem por causa de uma garota que nem conhecemos direito?

– Relaxa, Vadão. Logo minhã irmã pega condicional, daí a Clarinha volta pra casa – ela encerrou o assunto.

No dia seguinte, não tinha nem saído pro batente, quando ela chegou. Abri a porta e vi uma branquinha de maria-chiquinha comprida, magrelinha dos peitinhos meio grandes e pernas finas, usando um shortinho justíssimo, quase estourando os botões.

Confesso que na hora nem prestei atenção, porque a garota estava usando uma camisa do… Vasco!

Ah não! Minha casa era o ninho do urubu, ali só dava Mengão! Como receberíamos uma infiltrada do Vasco, nosso rival histórico?

Contudo, ninguém parecia se importar, só eu! Celeste se desdobrava em atenções, Guta estava alegre porque ganhara uma “irmãzinha” e Tavinho tinha os olhos vidrados naqueles peitos como se estivessem pintados com cocaína. Não precisava ser um gênio pra saber que ia dar merda!

Nos dias que se seguiram, a garota fazia questão de desfilar debaixo do meu nariz naqueles shortinhos estrinicados com uma coleção de camisas do Vasco e foi ocupando espaço, sorrateiramente, sem que ninguém percebesse.

Abro o armário da cozinha, encontro uma caneca com uma caravela estampada. Entro no quarto de hóspedes, tem bandeiras do Vasco na parede. Vou tomar banho, há calcinhas minúsculas com a Cruz de Malta penduradas. Saio no pátio, no varal existem tantas camisas do nosso rival que até parece o vestiário de São Januário.

Mas ficaria muito pior. Lá pelo quinto dia da invasão Cruzmaltina, chego em casa, e o que vejo? A Guta, sentadinha no sofá, esperando a prima vestindo uma camisa do… Vasco!

– Filha, que porra é essa?

– O que foi, pai? Parece que viu um fantasma!

– Perdeu a noção? Tira já essa camisa horrenda da minha frente! Anda, vai se trocar!

– Ah, isso? Combinei com a prima de irmos no baile funk usando roupa igual, coisa de melhores amigas. Foi ela quem me deu a camisa!

Subo as escadas correndo para denunciar aquilo à Celeste, mas no corredor encontro o Tavinho espiando pela fresta do banheiro e batendo punheta. Ao me ver, o garoto tomou um susto e saiu correndo.

Fui olhar o que ele estava observando e me deparo com Clarinha só de camisa do Vasco, com uma perna sobre o vaso e uma tesoura na mão, aparando displicentemente a xereca, desenhando uma Cruz de Malta nos pentelhos.

Ao perceber que a espiava, a diaba ainda teve a pachorra de arquear a cintura pra frente, e ficar balançado, com um sorrisinho sacana nos lábios e um olhar provocante. Aquele símbolo vascaíno feito com pentelhos… nunca tinha visto algo tão medonho! Isso era coisa de… de… putinha vascaína!

E o pior era que conhecia meu filho, o desmiolado era bem capaz dele virar casaca só pra traçar a prima!

Merda, Clarinha não estava brincando, ela vinha com tudo pra cima do nosso time e metia uma goleada! A diaba ia converter nosso ninho da Urubuzada numa filial da Guerreiros do Almirante, a torcida mais barra pesada do nosso rival!

Saio correndo atrás de Celeste, aflito com a ameaça que a menina representava. Aquela vascainazinha tinha que sumir rapidinho, pelo bem de todos!

Encontro minha esposa no quarto e peço para termos uma conversa séria. Tinha certeza de que, se conseguisse ver as coisas desde minha perspectiva, ela mudaria de ideia.

– Mulher, essa garota aqui não vai dar certo. Você não percebe o que está acontecendo? Aquela vascanainazinha está corrompendo o nosso lar!

– O que é isso? Relaxa, Vadão, a menina é um amor!

– Ela anda esparramando coisas do Vasco pela casa! Está ocupando o território!

– Acho legal ela fazer isso pra se sentir um pouco mais à vontade. Pobrezinha, passou por tanta coisa… Além disso, a garota é muito útil, me ajudou em casa o dia inteiro!

– Então ela não tem nada pra fazer. Você sabe, mãos vazias são a oficina do diabo!

– Oficina do diabo o caralho, ela até me confessou que ainda é virgem!

– Virgens não vão ao baile funk. Ela está arrastando a Guta para aquele antro de perdição. Vai dar ruim. Essa garota até fez nossa filha usar uma camisa do time dela!

– Eu sei, vi quando combinaram de se vestir igual. Acho bonitinho, é coisa de melhores amigas!

Merda, não estava dando certo. Celeste já começava a se exaltar e parecia aferrada à ideia de acolher a semente do mal em nossa casa. Contudo, mesmo correndo o risco dela brigar comigo, eu deveria insistir.

– Não é só isso, tem o Tavinho também. Você já reparou como ele olha pra ela?

– Deixa de ser bobo. Se ele fica olhando, é só porque ela é lindinha. Mas é tudo na ingenuidade, nosso filho nunca comeria a própria prima!

– O garoto tá na idade de meter pica até em melancia. Depois tua sobrinha aparece grávida e daí já viu, você vai ser avó.

– Avó? Mas porque você acha que eles fariam isso?

Fiquei gaguejando, sem responder. Como poderia contar à minha esposa que a garota tinha aparado os pentelhos com o símbolo do Vasco só pra provocar nosso filho? Não, Celeste era cega, mas não era idiota. Se revelasse que vi a sobrinha exibindo o penteado da buceta no banheiro, ela ia desconfiar de mim, não do nosso filho.

– Tá vendo só? Nem existe um motivo real pra cismar com a garota, ela é uma moça direita!

– Moça direita? Sinceramente, você reparou que essa menina é vascaína, não é?

– Ah, lá vem você com isso de rivalidade. E o que tem de mais? Na casa dela todos eram Vasco, assim como aqui todo mundo é Flamengo. Relaxa, Vadão, deixa de ser preconceituoso!

– Nunca conheci um vascaíno que fosse do bem. É tudo bandido, canalha, mau caráter. E que vascaína de vinte anos ainda é virgem hoje em dia? Conta outra!

– Ah, me poupe. Vai implicar com ela por causa de futebol?

– Não é por isso, é pelo bem da nossa família. Depois a Guta vira a putinha do funk e o Tavinho engravida essa demônia disfarçada de virgem, e daí vai ser tarde demais!

Celeste ficou fora de si. Tentei alertá-la daquele desastre, mas ela achava que tudo era só por causa do futebol. Eu estava arriscando a harmonia do nosso casamento, mas não podia me eximir de tomar uma atitude! Resolvi partir pro tudo ou nada.

– Olha Celeste, nunca apelei com você, mas vou colocar as coisas bem claras: Ou ela, ou eu. Não vou deixar isso aqui virar uma baderna!

– Então, se é assim, escolho a Clarinha.

– Como é que é?

– Isso mesmo. Pode pegar a coberta e o travesseiro, que o senhor vai dormir na sala. Não vai ter xoxota até mudar de idéia. Está decidido!

Que beleza, me fudi. Agora, além de ter que aturar a garota, ver como ela desencaminhava a Guta e provocava o Tavinho exibindo a xoxota pra ele, eu também teria que aguentar uma greve de sexo.

Estão vendo só? Perceberam como eu tinha razão?

Em menos de uma semana, a vascainazinha dos infernos já tinha virado minha casa de pernas para o ar! Passei a noite em claro, dando voltas no sofá. Não sou idiota, sei quando meu time está perdendendo - e estávamos tomando o maior chocolate da Clarinha.

Já havia tentado ir na raça e na coragem pra cima da Celeste, mas só tinha dado bola fora. Se quisesse empatar com aquela garota, precisava mudar de tática. Na manhã seguinte fui procurar uma maneira de negociar com ela.

– Olha só, preciso que você pare com isso.

– Isso o quê, tio?

– Não se faça de tonta. Vou deixar nossas diferenças de lado, se você recolher toda essa tralha vascaína e não se meter mais com meus filhos.

– E porque eu faria isso, se a Guta e o Tavinho já estão na minha mão?

– Pra poder continuar morando aqui.

– Fala sério! É mais fácil o senhor ser expulso de campo do que eu! Você até já está no banco de reservas! – ela disse apontando pro sofá.

– Papo reto, garota, o que você quer pra deixar os meus filhos em paz?

Nesse momento, Clarinha pareceu estar pensando. Isso era bom, sinal de que havia espaço para negociar. Se conseguisse chegar num acordo, evitaria que o Mengão perdesse dois torcedores para o Vasco da Merda - e salvaria minha família da ruína.

– Tem uma coisa sim, mas duvido que o senhor aceite.

– Vamos ver. Diz pra mim, o que é?

– Quero ver o jogo do Vasco neste domingo. Estou com saudade de São Januário. Sempre ia com meus pais, antes deles serem presos.

– Só isso? Não tem problema, compro o ingresso amanhã!

– Mas não posso ir sozinha. Mulher desacompanhada no estádio vira marmita.

– Não tem nenhum marginalzinho vascaíno pra te acompanhar?

– Não, quero ir com o senhor, vamos ver o jogo no meio da torcida organizada.

– Essa é boa! Só tenho duas palavras para isso: nem fudendo!

– Relaxa, tio, estou sendo razoável, pedi uma coisa que só depende de você. Depois não reclama quando ver a Guta e o Tavinho torcendo pro Trem da Colina amassar o Flamerda.

A imagem dos meus filhos com o uniforme do Vasco no meio da torcida veio à minha cabeça. Guta tinha a cara pintada como uma puta, enquanto o Tavinho usava uma peruca de viadinho negra e branca e segurava no alto uma miniatura de caixão rubro-negro.

E seria culpa minha, porque não cedi aos caprichos da garota. Não, jamais conseguiria conviver com a culpa de ter jogado meus filhos na vascainidade por causa do meu orgulho.

Que se foda! Como um jogador lesionado em final de carreira, chamado pelo técnico aos quarenta e cinco do segundo tempo, eu iria pro sacrifício, aceitaria aquela proposta indecorosa e entraria em campo pra salvar nosso time!

Me apressei a comunicar à Celeste que entrei num acordo com a sobrinha e tinha topado levá-la ao jogo em São Januário, como um gesto de paz. É certo que estava agindo sob coação, mas ela não precisava saber deste detalhe.

Minha esposa ficou orgulhosa de mim, achando que eu vencera o preconceito e aceitaria uma vascaína na família. Voltei para nosso quarto na mesma noite, Celeste vestiu uma lingerie rubro-negra com o escudo do Mengão e tomei a maior surra de buceta desde a nossa lua de mel.

Era meio canalhice de minha parte, descia o ferro na Celeste em tudo que era posição com a mulher me achando o melhor homem do mundo, enquanto lá no fundo eu queria matar a Clarinha e fodia minha esposa com força só por conta da revolta que carregava.

Após uma noite de sexo, estava um pouco mais resigando. Aquilo valeria à pena. Celeste voltou a ser a mesma e tudo o que precisava fazer para manter a paz era passar duas horas entre um bando de marginais vascaínos chorando, enquanto o time deles tomava uma chulapa.

Confesso que deu até um certo prazer, imaginar que o Vasco ia sofrer uma goleada e eu iria presenciar aquilo ao vivo, ao lado de Clarinha. Seria uma ótima vingança!

Daí, estávamos nos preparando para sair em direção à São Januário quando ela apareceu trazendo uma camisa do Vasco para mim. Tavinho começou a rir, Guta estava incrédula e Celeste ficou séria na mesma hora, medindo minha reação.

– Obrigado, mas não precisa, vou de camiseta branca mesmo.

– É melhor o senhor ir de camisa do Vasco. O pessoal da organizada pode desconfiar se não estiver usando nosso manto sagrado.

– Mas eu sou Mengão, não fica bem vestir a camisa de outro clube, entende?

– O que não fica nada bem é o senhor apanhar feito um urubu sem dono. Se for lá sem a camisa, vai dar confusão. Só estou pensando no seu bem.

– Mas…

– Ela tem razão, Vadão! É para sua segurança! O que tem de mais vestir uma camisa igual à dela? Por acaso você tem problema com isso? – Celeste questionou em tom ameaçador.

Enfim, uma hora depois, muito a contragosto, entrava em São Januário com a camisa do Vasco ao lado de Clarinha. Aquilo queimava na minha pele, era uma tortura!

A essa altura, já sabia todas as músicas que a torcida cantava no estádio, a garota veio no ônibus fazendo questão de me ensinar, tudo para não notarem que eu torcia para o maior rival deles.

Quando vi a estátua do Romário, me deu até ânsia de vômito.

O maior ídolo do Vasco, para mim, era um traidor. Ele foi um dos grandes jogadores do Flamengo, fez mais de duzentos gols com nossa camisa, mas depois brigou e, só de picuinha, voltou para o Vasco da Merda, onde marcou mais de trezentas vezes.

Mal entramos, a garota fez questão de passar no camarote “para cumprimentar uns tios”. Era a diretoria do clube, estavam todos lá, inclusive o Roberto Dinamite, seu presidente. Caralho, queria esmurrar todo mundo - menos o Dinamite, que era gente boa apesar de vascaíno.

– Tio Roberto! Há quanto tempo! – Ela disse pendurando-se em seu pescoço.

– Querida! Como estão seus pais? Ainda na cadeia?

– Infelizmente sim. Hoje vim com meu tio, outro vascaíno doente! Tio Vadão, cumprimenta o Roberto! – ela disse e foi falar com outras pessoas, me deixando com ele.

– Vadão, não é? Bem-vindo à São Januário, se é da família da Clarinha, é porque é vascaíno raíz!

– É… Pra dizer a verdade, nós não somos parentes. E nem sou tão doente assim, Roberto. Ela está exagerando, sabe como é, garotas.

– Ô, sei bem, essas novinhas são fogo! Mas me conta, como é o lance entre vocês? Já tá pegando a putinha, ou está só na vontade?

– Não, imagina, eu e ela… Nossa, nem pensar, estamos longe de…

– Entendo. Vou te dar uma dica, de vascaíno para vascaíno. Hoje o Trem da Colina está encaixado e os jogadores do Bangú devem estar cansados. Pagamos umas cachorras pra fazer suruba na sede deles ontem.

– Ah, que legal - respondi sem entusiasmo. – Mas porque está me contando isso, quer dizer, da suruba no Bangu?

– Porque a gente vai golear, a putinha vai ficar toda excitada, no ponto. Daí, é só levar pro almoxarifado depois da partida e… Cara, você vai se dar bem, não tem nada como uma vascaínazinha feliz!

Merda, eu queria que o Vasco se fudesse só pra rir da Clarinha, mas o Dinamite tinha razão. Seus jogadores voavam em campo parecendo um foguete, enquanto os do Bangu se arrastavam como lesmas.

Fiz o possível pra disfarçar em meio à horda de bandidos da União Vascaína, dava uns gritos de vez em quando e me esforçava pra não xingar quando marcavam gol, acho que até cantei algumas das canções que a garota havia me ensinado.

O Vasco goleou. Todos em volta pareciam sofrer um orgasmo coletivo, Clarinha abraçava qualquer marginal ali, enquanto eu me sentia aliviado porque meu suplício terminaria. Podia voltar pra casa, tomar um banho e tirar aquela nhaca vascaína de cima. Ou ao menos isso eu achava…

No caminho da saída, em meio à massa cruzmaltina enlouquecida, Clarinha me puxou por uma portinha. Era o almoxarifado que o Dinamite mencionou.

A garota parecia possuída. Veio me prensando contra a parede, me apertando com aquelas mãozinhas de unhas pintadas de preto e branco, beijando meu pescoço e se esfregando.

– Mas o que é isso? Te aquieta, menina!

– Você deu sorte pra gente, o Vascão goleou! Tô com um puta tesão!

– Até parece! Anda, vamos embora que tô louco pra tirar essa camisa!

– Relaxa, Vadão! Vamos comemorar nossa vitória!

– Comemorar é o cacete! Não tem nada pra comemorar! Nem sou vascaíno, porra!

– Mas vai ser! Depois que me comer gostosinho, duvido que você não mude de time!

– Te comer? Mas você não andava dizendo que era virgem?

– Eu sou virgem! Mas só na frente… Hoje, você vai descobrir o que uma verdadeira vascaína é capaz de fazer para honrar seu time!

– Ôpa, peraí, deixa ver se entendi bem… Estamos falando de…

Então era isso, aquela história de ver o jogo, de precisar ir comigo, me apresentar o Dinamite, tudo aquilo, na verdade, era só um plano da vascainazinha para me fazer virar casaca!

Contudo, por mais que soubesse que era uma armadilha, resultava bem difícil resistir com a garota ajoelhada na minha frente, puxando meu pau e colocando na boca, dando beijinhos no bicho e mamando até o fundo, enquanto a puxava pelas maria-chiquinhas.

Quando ela abaixou o shortinho e a cruz pentelhuda apareceu, num momento de lucidez eu quis sair correndo, ir ajoelhado até o ninho do urubu para apagar aquela imagem, mas ela se apoiou na parede com a bundinha virada pra mim e arrebitou o traseiro…

O pau estava babado, pulsando e com veias saltando pra todo lado. Por mais que quisesse ir para a porta, meu corpo não me obedecia. Terminei indo na direção contrária, para junto da tentação…

Aproximei o bicho daquela bundinha magra, redonda e durinha. O rombudo contrastava com o traseirinho pequeno, seria uma covardia, ia arrombar a garota, deixá-la acabada de tanto tomar no furico, estourar até a última preguinha do seu cuzinho, eu ia…

Caralho, eu ia me vingar daquela vascainazinha arrebentando seu traseiro em São Januário! Isso era o sonho de qualquer flamenguista, foder o cu de uma vascaína dentro da casa do inimigo até ela pedir arrego!

Agachado atrás daquele rabinho, comecei a lamber a bundinha e passar a língua pelo reguinho de cima a baixo. Clarinha gemia e rebolava na minha cara, cheia de excitação, chegava a empurrar a cintura para trás quando eu estava bem sobre o cuzinho, implorando pra ser enrrabada.

Quando levantei e passei a rola entre suas nádegas, todos os pelos de seu corpo se arrepiaram, ela se inclinou pra bundinha abrir mais ainda e espalmou as mãos na parede, ansiosa pelo que estava por vir. Putinha. Safada. Vascaína!

Dei uma cusparada no olhinho do bicho e fui apontando o cacete, forçando as preguinhas, até fazer a cabeça inchada do pau desaparecer lá dentro.

Clarinha se crispou toda, acho que bateu um momento de arrependimento sentindo o calibre do bicho invadindo seu cuzinho, mas agora já era tarde, o apito inicial da partida fora dado, ia entrar com bola e tudo na pequena área da garota e meter mais gol que o Romário!

Segurando sua cinturinha, meti de uma vez e a garota começou a dar gritinhos e se contorcer toda. A trepada estava tão intensa, eu fodia com tanta vontade, que ela até desarmou e quase caiu no chão, só não desabou porque a segurei por trás, puxei seu tronco e segui fustigando entre suas nádegas sem sair de dentro.

Ela escorria desde a bucetinha de tanto tesão a cada golpe em suas preguinhas já sem resistência, quando decidi provocar.

– Qual o melhor time do Rio? Diz, putinha, é o Mengão! – Falei apertando seu pescocinho.

– Vasco! Caralho! Vasco!

– Diz que é o Mengão, porra! Senão vou arrebentar esse cuzinho! – Rosnei em seu ouvido.

– Filha da puta! É o Vasco! Vasco até morrer! – Ela respondia com a cara vermelha, resfolegando, mas sem arregar.

– Mengão, piranha, é Mengão nas cabeça! – Gritei com a rola entalada no fundo do seu cu.

– Vascão, safado, é o Vascão! – Ela gritava de volta.

Gozamos com as pernas bambas, foi doido e ao mesmo tempo foi a trepada mais sensacional que já dera. Ela podia ser vascaína, uma marginalzinha filha da puta, mas sabia dar o cu de uma maneira que deixava a gente transtornado, tenho que reconhecer.

No trajeto de ônibus voltando para casa, não trocamos uma palavra. Bateu uma certa vergonha, aquilo podia ter sido muito bom, mas ao mesmo tempo fora muito errado - e esse era um sentimento mútuo.

Antes de entrarmos em casa, a única coisa que ouvi de sua boca foi: “Merda, onde eu estava com a cabeça? Não acredito que dei a bunda em São Januário para um mulambo!”

Já eu, estava tão zonzo lembrando do furico da Clarinha espetado no pau, que nem conseguia pensar em nada. Entrei, caí na cama e dormi até o dia seguinte.

Durante semanas, além de aguentar a gozação dos meus filhos por ter ido a São Januário, e da vergonha que sentia por ter comido o cu de nossa sobrinha, ainda tive que aturar Celeste tirando sarro porque dormi uma noite toda com a camisa do Vasco.

Não vou perder tempo falando das vezes em que me peguei pensando em quando estourei o cu da menina. Nem vou ficar falando de quando nos cruzávamos pela casa, com ela colocando a mão no traseiro e dando um sorrisinho sacana pra mim.

O que importa saber é que a garota não perdia a oportunidade de me provocar, mesmo na frente dos demais, dizendo que eu era um vascaíno enrustido, que fiquei todo feliz celebrando a vitória do Vascão e que devia agradecê-la por ter me levando lá.

Todo mundo ria da minha cara, já que ninguém sabia o que realmente aconteceu. A fedelha estava tirando onda com minha família, sentindo um prazer mórbido, e ninguém percebia!

O tempo ia passando e aquilo estava chegando no limite, quando chegou a semana da final. A decisão, é claro, seria entre Flamengo e Vasco. Faltando uns dias para o jogo, ela me pegou no cantinho e começou a tramar seus planos.

– Tio, quero ver a final no Maraca. Me leva?

– Nem pensar.

– Relaxa, Vadão, vamos lá, vai ser legal. Só nós dois.

– Não quero nem chegar perto dum estádio, muito menos com você.

– Aqui entre nós… Vai dizer que não curtiu ver o jogo comigo? Que não ficou pensando na nossa comemoração? Aquilo foi… intenso pra caralho!

– Foi errado, isso sim, muito errado.

– Eu sei, não devia ter dado o cu pra um flamenguista. Me senti péssima depois daquilo, mas foi só até sacar que, na verdade, o senhor gosta do Vasco.

– Não gosto. Odeio seu time, a sua torcida e essa maldita camisa que você não tira nunca.

– Mentiroso. Vamos na final, vou fazer do senhor um verdadeiro vascaíno, mais do que o Romário!

Isso foi só o começo. Clarinha era insistente e ficava voltando com esse assunto. Uma noite enquanto víamos televisão, chegou ao cúmulo de vir na sala, sentar-se no meu colo, me abraçar e comunicar à família: “O tio prometeu me levar pra ver a final no Maraca! Tenho o melhor tiozão do mundo!”

Meus filhos riram do jeito que ela falava, mas Celeste ficou desconfiada. A partir dali, minha esposa deitou os olhos em mim e começou a fazer marcação cerrada. A todo momento, ela me questionava sobre a história de levar nossa sobrinha na final.

Eu desconversava e dizia que era invenção da garota, que ela me perseguia com isso de ir ao Maraca e que eu nunca tinha concordado, mas minha esposa parecia não acreditar. Até que Clarinha me pegou no cantinho outra vez, com uma proposta que me arrepiou.

– Vamos no Maraca. É a final do campeonato, porra, não podemos perder!

– Corta essa. Celeste já está desconfiada!

– Andei pensando, sabe? Todo bom vascaíno tem receio de ser vice, e precisa de um estímulo pra ir ao estádio.

– Não sou vascaíno, quantas vezes tenho que repetir?

– É sim, e vou provar pro senhor quando ganhar a aposta.

– Aposta? Que aposta? Não apostei nada com você!

– Ainda não, mas vai. Olha, só, se o Flamengo ganhar, mudo de time e nunca mais visto a camisa do Vasco.

– Ah é? E o que acontece na hipótese esdrúxula do seu time ser campeão?

– Se o Vasco ganhar, o senhor vira cruzmaltino. Sem volta, pra sempre!

– Até parece, nunca vai acontecer. Mas porque tenho que virar vascaíno e você não tem que virar flamenguista? Não parece justo!

– É porque tem mais coisa. Se o Vasco ganhar, você vira vascaíno e vou fazer uma loucura. Já decidi: vou dar minha virgindade pro senhor, lá no Maraca! Assim, a aposta fica nivelada!

– O quê? Você daria o cabaço pra mim?

– Viu só? Já está até cogitando, não é?

– Mas o Flamengo vai ganhar…

– Então você não tem nada a perder. O Flamengo ganha, deixo de ser vascaína. O Vasco ganha, você rebenta meu cabaço. De qualquer maneira, o senhor sai no lucro. E tudo o que precisa fazer é me levar ao jogo, só nós dois!

Fiquei doido, essa menina tinha um jeito especial de foder minha cabeça. Não sabia o que desejava mais, se era humilhar Clarinha fazendo-a desistir do Vasco, ou arrancar aquele cabacinho do qual ela se gabava.

É claro que o Flamengo ia vencer e que não existia chance de eu virar vascaíno, ou ao menos foi isso o que argumentei pra Celeste quando contei só esta parte da aposta, justificando porque decidira levar a sobrinha ao Maraca.

Ela fez menção de ir junto, mas neguei, dizendo que era “algo bonitinho entre sobrinha e tio, coisa de melhores amigos” - chupa Celeste, usei os mesmos argumentos dela, deixando-a sem palavras.

Domingo, às três da tarde, chegamos no Maraca. Achei estranho Clarinha estar vestindo uma blusa dois números maior, devia ser uma mandinga pra dar sorte. Só entendi quando ela me puxou num cantinho.

– Vamos trocar de camisa!

– Sei que você tá doidinha pra vestir minha camisa e deixar de ser vascaína, mas eu não vou assistir à final usando camisa do Vasco.

– Relaxa, Vadão. Assim, quem perder já vai se acostumando a mudar de time!

– Mas essa sua camisa é pequena pra mim, porra!

– Não vem com desculpinha não, até vesti a maior blusa que tenho!

– Me erra, nem fudendo eu troco.

– Ou troca, ou melamos a aposta!

Merda, eu não estava fazendo todo aquele esforço pra nada. E até que não era má ideia ela ir se acostumando a abandonar o Vasco. Topei. O que não esperava era que ela estivesse sem sutiã quando tirou a blusa…

Clarinha tinha uns peitos muito maiores do que imaginava. Eram dois melões branquelos pontudinhos, dos mamilos cor-de-rosa, perfeitos, sobressaindo sobre seu tronco tão fininho que até dava pra contar as costelas. Porra, pirei nos peitos da sobrinha.

A partida começou e lá estávamos nós na geral, onde as torcidas se misturavam. Ela vestindo uma camisa grandona do Mengão como se fosse um vestidinho, e eu com uma tão pequenininha que parecia um viadinho vascaíno usando baby-look.

Confesso que mal olhei para o campo no primeiro tempo, vê-la usando o manto da Nação Rubro-Negra e pensar naqueles peitos show de bola me desconcentrava. Meu pau estava tão duro quanto o jogo, com ela me abraçando e pulando enquanto torcia.

No intervalo, a coisa ainda ia pelo zero a zero, mas só no gramado. Clarinha se colocou à minha frente, colando a bundinha na minha cintura e puxou minhas mãos para abraçá-la. Não resisti, era muita tentação, fui subindo as mãos e comecei a apertar aqueles peitos, com toda a geral do Maraca ao redor.

– Então, tio, tá gostando desse jogo?

– Tá uma delícia, quer dizer, a partida tá muito boa!

– Sei… mas tá difícil de prestar atenção, o senhor fica muito sexy com essa camisinha do Vasco… eu adoro camisinha do Vasco, sabe?

– Que nada… o que está me distraindo é você, ficou um tesãozinho vestindo camisa do Mengão… se ao menos não fosse vascaína…

– Quem sabe, não é? Você acha que seu time vai ganhar? Assim eu perderia a aposta e deixava de torcer pro Vascão…

– Ah, o Flamengo vai ganhar sim… e não vou ver mais você com essa roupinha, me deixando doido…

– Uma pena, porque aí o senhor também não vai ter a chance de me comer… minha bucetinha é zeradinha… toda apertadinha…

– Sério mesmo? Muito apertadinha? Nossa deve ser um gol de placa meter nela…

– Um golaço… ia entrar facinho, do tanto que ela está molhadinha com você me abraçando… e essa camisinha do Vascão…nossa, que tesão…

– É… muito tesão mesmo, ficar apertando esses seus peitos grandinhos…

– E esse seu pauzão duro batendo aqui na trave… tomara que o vasco ganhe, né?

– Ia ser ótimo, nós dois, depois do jogo… mas o Flamengo vai ganhar…

– Ou o Vasco, quem sabe… Ainda está zero a zero…

– Sim, mas no final o Mengo vai sair ganhando…

Aquela troca de provocações mexeu comigo. A partida recomeçou, mas não desgrudei de trás da garota, que ficava rebolando só pra atiçar meu pau. Assim, durante o segundo tempo, a cada lance um conflito interno crescia dentro de mim.

O Flamengo metia uma bola na trave e eu gritava, mas não sabia se era de excitação ou de alívio, porque se a bola entrasse eu ganhava a aposta, mas perdia a buceta da Clarinha. O Vasco vinha de contra-ataque e eu roía as unhas, com medo do Flamengo perder, mas torcendo pra eles meterem gol e eu poder meter na sobrinha.

Mas o tempo corria e ninguém marcava, até o tempo regulamentar terminar no zero a zero. Porra, que times de merda eram esses? Com tanta coisa em jogo, tinham que terminar empatados? Olhei para a garota e ela parecia estar tão decepcionada quanto eu.

– Tio, e agora? Deu empate!

– Complicado, né? Vai ter disputa de pênaltis. Mas com esse resultado, não sei como fica nossa aposta.

– Pois é, nem pensamos nessa possibilidade. Que brochante!

– Acho que vamos ter que esperar pra ver. No fim, só haverá um campeão.

– Ah não! Não suporto ver pênaltis, fico muito nervosa, toda ansiosinha…

– Pênaltis é igual loteria, pode dar qualquer coisa. Também não suporto essa expectativa!

– O senhor tá falando do jogo?

– Não só do jogo. Depois de hoje, seria bem capaz de virar vascaíno, só pra estreiar essa sua bucetinha zerada…

– E eu seria capaz de deixar você me foder, mesmo o Flamengo ganhando…

Nesse momento, Clarinha se virou mordendo o lábio e me abraçando o pescoço, olhando-me diretamente nos olhos enquanto colava sua cintura na minha, pressionando meu pau e sentindo como estava duro.

– Eu até mudei o corte dos pentelhos. Peguei os braços da Cruz de Malta e transformei em duas asas, e no topo eu cortei pra parecer a cabeça de um urubu…

– Você desenhou um urubu na xoxota só pra me agradar?

– Eu queria que o senhor desfrutasse ao me comer quando o Vasco ganhasse…

– Ficou legal? Posso ver?

– Mas… agora?

– Claro que sim! Quem quer ver a porra de uma disputa de pênaltis?

– Tem razão, eu é que não quero. Afinal de contas, isso é só um campeonato estadual…

– É, não é nenhuma Libertadores da América…

E logo estávamos no almoxarifado do Maraca, com Clarinha abrindo o shortinho botão por botão e dando uma reboladinha para abaixá-lo, enquanto eu morria de expectativa pra ver aquilo e os jogadores lá fora se preparavam para as cobranças.

Quando ela se virou, apareceu um glorioso urubu-rei de asas abertas reinando soberano sobre aquela xoxotinha zerada. Caralho, era uma obra de arte, essa garota era boa cortando pentelhos, podia ganhar uma grana fazendo aquilo!

Foi um impulso, quando vi, já estava tocando, acariciando aquele urubuzinho lindo, com o dedão esfregando o grelinho da garota e fazendo-a fechar os olhos de prazer.

Não satisfeito, quis beijar aquilo, fui descendo a boca, chupando seu clitoris todo inchadinho, lambendo sua bucetinha lacrada, fazendo-a abrir as pernas para que a língua entrasse no meio dos lábios fechadinhos.

Quando os gritos da torcida ecoaram no ar com o primeiro gol, eu já tinha a cara enfiada na xereca da Clarinha, me lambuzando todo com o gozo que escorria dali.

Uma nova onda de berros veio justo quando a garota tinha a rola entalada na boca, com lágrimas de prazer descendo de seus olhos e fazendo força pra conseguir engolir o bicho.

Não sei quantos gols comemoraram, nem fazia ideia do que estava acontecendo lá fora ou de quem ia à frente no placar, mas eu estava prestes a me sagrar vitorioso, com Clarinha de pé encostada na parede a e cintura projetada para frente, enquanto eu pincelava a cabeça do pau naquela rachinha decorada.

Eu meti devagar, com a garota arregalando os olhos e fincando as unhas nos meus ombros, até sentir a resistência da membrana cedendo aos meus golpes, quando começamos a escutar bumbos retumbando no estádio e uma gritaria geral.

Deflorei Clarinha em pé, encostada na parede, segurando-a pela cintura e vendo como ela apertava os olhos gemendo de agonia e sentindo pela primeira vez o prazer de ser penetrada por uma rola até o fundo, onde permaneci até que ela se acalmasse.

A partir daí, era só correr pro abraço. Mesmo sem saber quem havia vencido, escorregamos para o piso e Clarinha agora estava por cima de mim, inclinada para trás, indo e vindo para que eu visse o pau entrando e saindo, cavalgando e sentindo-me reagir aos seus comandos, até gozarmos abraçadinhos.

Quando saímos do estádio, as ruas ainda estavam cheias de torcedores comemorando. Deu Flamengo. Eu jamais comeria Clarinha se tivéssemos ficado para ver os pênaltis, mas ela não parecia nem um pouco arrependida. Muito pelo contrário, quando chegamos, encontramos a família na sala e a garota aproveitou para anunciar que a partir daquele dia deixava de ser vascaína, afinal, aposta era aposta!

Naquela mesma semana, a mãe de Clarinha conseguiu a condicional e ela foi embora. Fiquei triste, a garota se foi justo quando eu começava a gostar dela - e era difícil esquecer aquele urubu-rei na xereca.

Mas histórias são histórias, e acabam como acabam.

Um ano depois, quando nem pensava mais tanto naquilo, o Flamengo voltava à Libertadores e havia uma rodada decisiva pela frente. Precisávamos ganhar do Lanús e que outro time pouco expressivo, um tal de Emelec do Equador, perdesse sua partida.

Ronaldinho Gaúcho estava endemoniado, já íamos em três a zero e podíamos até sentir o cheirinho da classificação, quando chegaram Clarinha e sua mãe para nos visitar. A garota não vestia mais o uniforme do Vasco, conforme prometera.

Veio com uma camisa até parecida, azul com uma faixa transversal cinza, sei lá de qual time. Mas isso não era o que mais chamava a atenção, e sim o bebezinho de poucos meses que ela trazia no colo, chamado “Romarinho”, extremamente parecido comigo.

Justo quando percebi a semelhança, anunciaram que a merda do Emelec havia feito um gol lá no Equador - e de nada adiantava nossa goleada, pois seríamos eliminados!

Ah, sim, pra quem não se deu conta da ironia, a camisa do Emelec é azul, com uma faixa transversal cinza, exatamente igual à que Clarinha estava usando…

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Nota do autor:

Gente, depois de uns cinco anos escrevendo, lendo, comentando e participando do site, eu finalmente fiz uma assinatura! Para mim, é uma maneira de agradecer a este espaço que me proporciona lazer e diversão, que me permite criar e aprender com outros escritores, assim como conhecer mentes interessantíssimas!

Além do mais, só assim eu posso me considerar “premium” de alguma coisa, kkkkk!!!!!

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Comentários

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Da série, a loirinha tomando no... Vem aí, a vascaína tomando no...

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Como vc disse, tô com hiperfoco no… das personagens, kkkk

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