Capítulo 1: O Fogo
Meu nome é Ruth. Ruth mesmo, como a da Bíblia, a que seguiu a sogra e virou ancestral de rei. Mas eu não sou santa nenhuma. Hoje eu sou Ruth a Putona, Ruth que abre as pernas pra câmera e goza gritando pros assinantes pagarem mais. Tenho 32 anos, moro em São Paulo, gravo pornô todo dia e vivo melhor do que nunca. Mas pra entender como cheguei aqui, preciso contar do começo. E contar sem frescura, porque foi assim que vivi: com tesão latejando na buceta.
Nasci em Serrana, uma cidadezinha no interior de São Paulo, em 1993. Meu pai era pedreiro, daqueles que construía igreja de graça pros irmãos. Minha mãe costurava saias e vestidos para as crentes e orava de joelho no chão de terra. Assembleia de Deus puritana: culto três vezes por semana, saia até o tornozelo, cabelo sem corte, nada de maquiagem ou joia. "O corpo é templo do Espírito Santo", eles martelavam. Mas o meu templo sempre quis ser profanado.
Desde pirralha, eu sentia. Aos 12 anos, brincando de casinha com as primas, eu roçava a boneca entre as pernas e ficava quente. Aos 15, deitada na cama, eu apertava o travesseiro contra a xoxota e rebolava devagar, imaginando um menino da escola me pegando. Gozava baixinho, depois pedia perdão a Deus. "Senhor, tira esse demônio de mim", eu sussurrava. Mas o demônio ficava.
Na adolescência, piorou. Os peitos cresceram, a bunda arredondou, e os olhares dos irmãos da igreja vinham. Eu usava as blusas mais justas que minha mãe permitia, sentava no banco da frente no louvor pra sentir o tecido roçando nos bicos duros. Uma vez, durante o sermão sobre adultério, eu cruzei as pernas forte e quase gozei ali, no meio do "Aleluia", mas me descobri, sim descobri meu corpo e principalmente meu grelinho, o botão do prazer é passei a me tocar, me masturbava constantemente, sempre que possível, no banheiro da escola, em casa sozinha e até no banheiro da igreja durante o sermão.
Aos 18, conheci Silas. Ô, ele era o bonitão da igreja: alto, barba aparada, olhos verdes, tocava violão como se fosse anjo, era forte e parecia ter um pauzão que eu sonhava iria me destruir na cama. Todas as moças queriam, mas ele era "homem de Deus", sério, obreiro. Namoramos seis meses: só beijo no rosto, às vezes um selinho, mãos dadas no máximo. Eu tentava avançar; uma vez, no carro depois do culto, enfiei a mão na coxa dele e apertei. Ele pulou: "Ruth, não! Isso é tentação do inimigo. Vamos orar". Eu ficava frustrada, buceta molhada, mas obedecia, depois descontava na siririca até gozar. Casámos aos 19. A noite de núpcias foi uma decepção: esperava uma cena de filme porno das que via escondida às vezes, mas ele entrou seco, meteu três vezes, gozou e virou pro lado. "Foi abençoado, amor". Eu fiquei acordada, tocando o clitóris devagar, pensando no que faltava.
Mudamos pra Ribeirão Preto por causa do emprego dele numa fábrica. Casa alugada, vida de casal crente: culto quarta e domingo, leitura da Bíblia à noite. Mas o tesão não parava. Silas fodia uma vez por semana, missionário, rápido, sem graça. Eu queria ser arrombada, chupada, ter meu cu preenchido e ficar coberta de porra na cara. Comecei a me masturbar sozinha, no banho, com o dedo no cu imaginando mais e as vezes enfiava um frasco de desodorante na buceta como consolo gozando em segredo.
Aí veio o vizinho. Jorge, 40 anos, solteiro, mecânico, morava na casa ao lado. Ele era o oposto: barba por fazer, tatuagem no braço, fumava no quintal ouvindo moda sertaneja alto. Quase toda noite, eu ouvia. Ele trazia mulheres diferentes pra casa; putas, namoradas, sei lá. As paredes eram finas. Eu deitava na cama, Silas roncando do lado, e escutava: gemidos, tapas na bunda, "mete mais forte, caralho!" “Isso, me arromba, safado!” “Da leite pra puta, da!”. Minha buceta inchava e melava. Eu enfiava a mão na calcinha, dedilhava o clitóris com o máximo de força que conseguia sem acordar Silas, imaginando ser eu ali, sendo fodida como a vadia que eu queria ser. Gozava mordendo o lençol, viciada. Fazia isso toda semana, ouvindo ele arrombar aquelas vagabundas.
Em um domingo de muito sol e calor, Silas foi pra vigília na igreja. Eu tava sozinha em casa, coloquei um shortinho jeans e uma blusa fina e fui lavar o quintal, calor de Ribeirão derretendo tudo. Quando Jorge apareceu no muro do quintal, forte, bronzeado, lata de cerveja na mão, cara de mal. Tomei um susto, mas meu grelinho vibrou de tesão, meu cuzinho ainda virgem chegou a piscar.
— Quente hoje! — Comentou quase com desde. — Você está um pecado hoje em? — Falou após um gole na cerveja, senti minha buceta melar, lembrando das mulheres gemendo e gritando no pau daquele safado, sabia exatamente o que ele queria e eu queria muito mais. Precisava ser possuída, profanada, violada, só de lembrar minha buceta molha ainda hoje.
— Que bom te ver, — disse dissimulada, meu marido foi para a igreja, — continuei quase distraída, mas com a buceta pulsando, louca pra gozar naquela rola, — estou com um vazamento aqui em casa, você põe me ajudar? — conclui com voz quase chorosa.
— Claro Ruthinha, porque não. — respondeu rápido se apressando em dar a volta e entrar em minha casa, quase cai de boca no pau dele ali mesmo.
— Vem, entra, vou te mostrar o vazamento. — falei chamando ele para dentro de casa, eu entrei primeiro e sem que ele visse fui desabotoando o short, ao entrar na sala eu baixei ele junto com a calcinha e subi no sofá me mostrando por completa. — aqui seu Jorge, — disse abrindo minha bunda pra mostrar melhor minha buceta completamente melada, — olha como está toda molhada, — continuei olhando pra trás, ele ainda estava parado na porta, mão no rosto, cara de quem não acreditava no que estava acontecendo.
— Porra Ruthinha, esse é mesmo um problema que aquele frouxo do seu marido não vai resolver, — comentou agora sim vindo pra cima de mim, — deixa eu ver isso com mais calma, — falou se abaixando atrás de mim, passou a mão na minha buceta, com dedos calejados, grossos de macho e caiu de boca na minha buceta, caralho que delicia, naquele momento o capeta tomou de vez meu corpo, então um tapa, sim um tapa, Jorge me aplicou um senhor tapa na bunda, ardeu, doeu e quase gozei. — vai precisar de pau Ruthinha, você quer pau? —perguntou apertando minha bunda.
— Sim, eu preciso, mas tem que ser com força, ela precisa ser judiada seu Jorge, — falei sem olhar pra trás, mas senti ele se preparando pra me foder, — aquele frouxo do meu marido não sabe judiar dela, ele não mete com força, não Me arromba. — expliquei com voz pidona.
— Pode deixar comigo Puta safada, — Senti ele esfregando a cabeça do pau na entrada da buceta melada.
Jorge empurrou seu pau duro e grosso pra dentro da minha xotinha. Senti ele entrando cada centímetro me abrindo, preenchendo toda minha buceta. Gemi e pedindo mais e ele obedeceu e começou a bombar com força, estocadas fortes, violentas seguidas de tapas na bunda. Não demorou e gozei, gozei forte, gozei como jamais tinha gozado antes.
— Isso mesmo crentinha safada, goza no pau do macho. — Provocou ele cravando o pau fundo na minha gruta. — Vagabunda, dando para o vizinho enquanto aquele frouxo fica rezando. — sussurrou me segurando pelos cabelos.
— Vai, soca o pau na putinha evangélica. — Pedi arfando de tesão.
— Vira, quero meter olhando na sua cara de vadia. — Ordenou ele tirando o pau de dentro de mim, eu obedeci e me coloquei no sofá de frente pra ele com as pernas abertas para o alto. — Aposto que o corno do seu marido não chupa sua buceta. — Comentou já se ajoelhando na minha frente.
De fato nenhum homem tinha chupado minha xotinha, na verdade era uma coisa que nem esperava naquele instante. Jorge caiu de boca na minha buceta peluda e molhada, lambeu meu lábios, sugou meu grelo, enfiou a língua fundo nela e depois voltou a lamber meu grelo, gozei fácil, nunca imaginei que gozaria com um homem me chupando.
— Nossa Ruthinha, você tá mesmo precisando de pau. — Disse levantando o rosto com a boca toda melada do meu mel. — Nem precisei me esforçar muito e já gozou duas vezes?
— O meu marido não me faz gozar. — Respondi sem graça.
— Não tem problema vadia, eu vou te fazer gozar bastante. — Falou já socando o pau novamente na minha xota.
Ele recomeçou a foder forte, bombando sem dó agora agarrando meus peitos com força e olhando nos meus olhos. Sentia seu pau bater fundo no meu útero, suas bolas batiam na portinha do meu cuzinho virgem e meu grelo sentia cada estocadas. Outro Orgasmo veio chegando e ele percebeu, aumentando o ritmo.
— Vai Gozar de novo né vagabunda. — xingou me dando um tapa na minha cara. — Goza vagabunda, Goza no meu pau. — Provocou cravando o pau fundo em mim.
Gozei pela terceira vez, em mais de um ano de casada nunca tinha gozado no pau do meu esposo, agora ali com aquele homem gozei como uma cadela no cio, estava em êxtase, meu grelo dava choque, minha buceta apertava o pau dele, minhas pernas tremiam e o diabo tinha me dominado de vez.
— Agora é a minha vez cadela. — Saiu de dentro de mim. — Vem tomar leitinho vadia. — Me puxou para o chão me fazendo ficar de joelhos. — Chupa meu pau piranha.
Eu nunca tinha chupado um pau na minha vida, não fazia ideia do que fazer. Mas Jorge nem se preocupou, quando eu abri a boca ele foi logo empurrando o pau para dentro. O gosto forte, salgado de macho me viciou na hora, tenho certeza que foi ali que fiquei viciada em chupar rola.
— A putinha evangélica nunca chupou um pau antes, né? — Perguntou batendo com o pau na minha cara. — Mas fica tranquila que eu vou te ensinar. — continuou me dando um tapa na cara de leve. — Vamos abra a boca e fica quietinha pra eu foder.
Eu obedeci, abri a boca o máximo que consegui como se fosse no dentista e ele enfiou o pau na minha boca e começou a bombar devagar. Comecei a engasgar e babar e isso deixou ele louco, acelerando cada vez mais até que tirou o pau da minha boca e explodiu na minha cara, jatos e mais jatos de porra acertaram meu rosto, a minha boca, até no meu cabelo. Finalmente me senti completamente usada como a vadia que eu sempre quis ser.
Depois que gozou, Jorge se vestiu, se despediu e saiu rápido me deixando lá no chão, suja, usada, porém, satisfeita. Antes de Silas chegar eu tomei um banho demorado pra apagar as marcas do pecado e a noite fomos a igreja e depois disso em casa ele me procurou, mas eu neguei, não queria mais ele, queria ser tratada como vadia.
