Fevereiro de 2026 – Motel em Paulista
Eu acordei com o cu latejando.
Não era daquelas vontades normais. Era aquela vontade suja, pesada, que sobe pela barriga e não deixa pensar em outra coisa. Eu queria pau. Queria pau grosso. Queria o maior e mais grosso que eu conheço. Aquele que tem quase trinta centímetros e é grosso feito o meu braço. O único que de verdade me arromba. Para ver e baixar os víddeos e fottos, clica em meu nome ou no perfil.
Levantei da cama ainda de madrugada e fui direto no corno.
— Liga pra ele. Agora. E liga pra mais nove. Eu quero o dia inteiro. Seis, oito horas. Não importa quantos venham depois, mas o primeiro tem que ser ele.
O corno obedeceu, como sempre. Começou a ligar ainda de madrugada. Eu já estava no banho, me tocando, abrindo o cu com os dedos, sentindo como estava apertado e ao mesmo tempo faminto.
Chegamos no motel às sete e pouco. O de sempre, em Paulista. O corno abriu o quarto, eu tirei a roupa e fui direto pra piscina. Fiquei nua na beira, deixando o sol da manhã esquentar a pele. O cu já estava piscando sozinho de tesão.
Ele chegou às oito em ponto. O corno abriu a porta. O macho entrou ainda de cueca branca. O volume na frente era obsceno. Mesmo mole já era grande demais. Eu nem deixei ele falar. Fui até ele, me ajoelhei e puxei a cueca pra baixo. O pau caiu pesado, ainda semi-duro, grosso, veioso, a cabeça enorme.
— Eu quero sentar nisso primeiro — eu falei, olhando pra cima.
O corno já tinha puxado um colchão de um dos quartos e jogado na área aberta, onde a luz era melhor pra registrar tudo. Eu subi no colchão, de quatro por um momento, depois virei e sentei de costas pra ele, exatamente como ele gosta de ver: minha bunda na cara dele, o cu já estufado e piscando.
Primeiro eu peguei o pau com a mão e enfiei na buceta. Desci devagar. Mesmo na buceta já era um esforço. Eu olhava pro corno, que filmava de frente, e falei:
— Tá vendo isso, corno? Tá vendo o que é pau de verdade? O seu nem chega na metade.
O macho segurou meus quadris e puxou pra baixo. Eu gemendo, subindo e descendo, a buceta esticando pra aguentar a grossura. Gozei rápido, tremendo, com as unhas cravadas nas pernas dele.
Quando o tesão ficou insuportável, eu levantei, posicionei a cabeça enorme do pau bem no meu cu e comecei a tentar descer.
Sem lubrificante. Do jeito que eu gosto.
A cabeça pressionou. Doeu. Eu parei, respirei fundo e tentei de novo. O cu ardia. Eu gritava baixo:
— Porra… que porra grossa é essa… não vai caber…
O macho falou calmo, mas firme:
— Vai caber. Desce devagar. Você sempre aguenta.
Eu olhei pro corno de novo:
— Registra bem, corno. Olha a cara da sua esposa tentando enfiar esse monstro no cu. Seu pau nunca fez isso comigo.
Tentei de lado. Depois do outro. A cabeça entrava um pouco e eu tinha que parar, ofegante, suando. O cu queimava. Eu xingava:
— Filho da puta… que pau absurdo… vai me rasgar…
O macho segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo. O corno se aproximou mais com a câmera.
Finalmente a cabeça passou.
Eu dei um urro alto. O corpo inteiro tremeu. A sensação de ser invadida por aquela coisa grossa demais fez meus olhos lacrimejarem. Eu fiquei parada, só respirando, sentindo o pau pulsar dentro do meu reto, quente, grosso, enchendo tudo.
— Porra… tá dentro… tá todo grosso dentro de mim…
Comecei a descer milímetro por milímetro. Cada centímetro era uma luta. Eu gemia, peidava, xingava, e continuava descendo. O macho não empurrava com força. Deixava eu me virar. Quando consegui sentar até a metade, eu já estava suada e ofegante.
— Olha isso, corno — eu falei, a voz embargada. — Olha o pau sumindo no cu da sua mulher. Olha o quanto ele está me abrindo.
Continuei descendo. Devagar. Até que sentei completamente. O saco dele encostou na minha bunda. Eu soltei um gemido longo, quase um choro. O pau estava tão fundo que eu sentia pressão na barriga. Pulsando. Quente.
Comecei a me movimentar. Subir um pouco e descer. O movimento fazia uma sucção absurda. Toda vez que eu subia, o pau puxava as paredes do meu cu pra fora. Toda vez que eu descia, ele entrava empurrando tudo. Eu peidava sem conseguir controlar. O cheiro começou a ficar mais forte.
— Tá me cagando? — o macho perguntou, rindo baixo.
— Tô… não tem como receber um pau desse sem dar vontade… mas não para…
Eu virei o rosto e olhei pra ele por cima do ombro, ainda subindo e descendo com dificuldade.
— Mete. Agora você mete. Quero sentir você me arrombando de verdade.
Ele começou a erguer o quadril e meter pra cima. Eu gritava. O pau era grosso demais. Cada estocada me abria mais. Eu me tocava desesperada, olhando pro corno:
— Tá vendo, corno? Tá vendo como pau de verdade fode? Seu pau nunca me fez gritar assim. Nunca me encheu desse jeito.
O macho metia com mais força. Eu peidava em quase toda estocada. O colchão balançava. O som era molhado, sujo, obsceno. Eu já não sabia se estava gozando ou se estava só sendo destruída. Os dois ao mesmo tempo.
Fiquei um tempo longo só naquilo. Subindo, descendo, sendo metida com força, peidando, xingando, olhando pro corno e humilhando ele sem parar.
— Olha o cu da sua esposa, corno. Olha como está aberto. Olha a porra do pau quase do tamanho do meu braço sumindo inteiro. Você nunca vai conseguir fazer isso. Nunca.
O macho gozou fundo. Eu senti o pau latejar e o porra quente enchendo. Mesmo depois de gozar ele continuou metendo devagar, até amolecer um pouco. Quando tirou, meu cu ficou aberto, latejando, escorrendo.
Eu ainda estava ofegante, de quatro no colchão, o cu piscando e sujo, quando olhei pro corno e falei:
— Agora liga pra eles. Fala que já pode vir. Eu quero o resto do dia. Quero mais pau. Quero ser fudida até não aguentar mais.
Ele já estava ligando.
Esse foi só o primeiro.
O maior.
O mais grosso.
O que veio depois…
foram horas e horas.
Mas isso fica pra próxima.