Março de 2026 – Motel em Paulista
Eu cheguei no motel às sete da manhã.
O famoso, aquele de Paulista onde eu gravo desde 2007. O corno já estava lá, com as duas câmeras carregadas e o celular na mão. Eu tirei toda a roupa assim que entrei no quarto, peguei uma toalha e fui direto pra borda da piscina. O sol da manhã ainda estava fraco, mas o calor já subia. Deitei de bruços na pedra quente, abri as pernas e deixei o sol bater direto na minha bunda. Veja minhas fottos e viddeos clicando em meu nome e no perfil, pois deixo o texto de onde você baixa tudo.
Fiquei quase uma hora assim. Suando. O corpo esquentando, a pele ficando brilhante, o cheiro natural da bunda ficando cada vez mais forte. Aquele cheiro que só aparece quando eu fico tempo demais no sol sem roupa. Azedo, quente, misturado com o suor que escorria pelo meio das nádegas e molhava o rego. Eu abria e fechava o cu de propósito, sentindo o ar entrar e o cheiro sair mais forte.
O primeiro a chegar foi o jovem. Vinte e um anos. Alto, magro, pau grande e grosso, ainda mole quando ele tirou a roupa. O corno abriu a porta, como sempre. Serve pra isso: abrir a porta pros machos, filmar e se masturbar no canto.
Eu levantei da pedra, ainda toda suada, e falei alto o suficiente pra ele ouvir:
— Vem logo cheirar essa bunda que tá do jeito que você gosta.
Ele parou, olhou, e o pau começou a endurecer na hora. Eu ri e apontei pra grade de ferro que cerca a área da piscina.
— Não vai ser aqui na cadeira não. Vou ficar na grade. Você vai começar cheirando esse rabo que tá com cheiro muito forte.
Eu subi no degrau de pedra, me apoiei com as duas mãos na grade e empinhei a bunda pra trás. O sol batia nas minhas costas. O jovem ficou de ponta de pé atrás de mim, as mãos segurando minhas coxas. Eu senti o rosto dele entrar no meio das minhas nádegas. O nariz primeiro. Depois a boca.
Ele cheirou fundo.
Muito fundo.
— Porra… — ele murmurou contra a minha pele. — Que cheiro é esse?
— É o cheiro da minha bunda suada, safado. Cheira mais.
Ele cheirou de novo, mais forte, quase se sufocando. Eu senti o ar quente da respiração dele entre as nádegas. Minha buceta começou a babar na hora. O cu, já um pouco aberto de tanto uso, piscou contra a cara dele. Eu abri mais de propósito, segurando as nádegas com as mãos.
— Enfia a língua. Roda lá dentro. Quero que você sinta o gosto.
Ele obedeceu. A língua entrou. Quente, molhada, girando. O sabor que ele descreveu depois foi exatamente o que eu esperava: amargo, azedinho, salgado do suor. Eu rebolei devagar contra a cara dele, sentindo o nariz bater no meu cu e a língua ir mais fundo.
— Isso… assim. Chupa. Sente o cheiro forte na cara. É isso que você queria, né?
Ele gemia contra a minha bunda. O pau dele já estava completamente duro, batendo na minha coxa. O corno se aproximou com a câmera, filmando de baixo, de lado, de perto. Eu olhei por cima do ombro e falei pra ele:
— Filma bem o rosto dele sumindo na minha bunda. Mostra pro Brasil como sua esposa chega no motel sete da manhã e já coloca o primeiro macho pra cheirar o cu suado.
O jovem tirou a cara só o suficiente pra falar, a voz embargada:
— Tá com um cheiro do caralho… quente pra porra.
— Então volta. Não para.
Ele voltou. Agora com mais vontade. Lambendo as nádegas, chupando o cu, enfiando a língua o máximo que conseguia. Eu peidei de leve contra a boca dele. Ele não afastou. Continuou. O corno filmava e falava baixo, quase pra si mesmo:
— Olha isso… ela nem chegou direito e já tá com a cara do cara enterrada.
Eu ri e empurrei a bunda com mais força contra o rosto do jovem.
— Meu marido gosta de ver. Por isso ele abre a porta e filma. Não é, corno? Fala pra ele.
O corno engoliu em seco e respondeu, a voz rouca:
— Gosto. Filma tudo.
O jovem começou a tentar enfiar o pau. A cabeça já estava encostando no meu cu. Eu segurei o pau dele com a mão e afastei.
— Ainda não. Hoje vão chegar mais quatro. Quero começar assim. Cheirando. Lambendo. Deixando o cheiro da minha bunda na sua cara o máximo de tempo possível.
Ele gemeu de frustração, mas obedeceu. Voltou a lamber. Eu sentia a língua entrando e saindo, o nariz esfregando, o suor misturando com a saliva. Minha buceta escorria pelas coxas. O cu piscava, pedindo.
— Abre mais — ele pediu, a voz abafada.
Eu abri. Segurei as nádegas bem abertas e deixei ele ver e cheirar tudo. O corno se ajoelhou no chão e filmou o ângulo de baixo: o cu aberto, a língua entrando, o pau do jovem balançando duro.
Passamos um bom tempo assim. Eu rebolando, ele lambendo e cheirando como se fosse a última vez. De vez em quando eu peidava de propósito. Ele engolia o peido e continuava. O cheiro estava forte pra caralho. Aquele cheiro natural de bunda suada de manhã, de mulher que ficou tempo demais no sol sem roupa.
Eu olhei de novo pro corno e falei:
— Viu como ele fica maluco? Só de cheirar. Imagina quando os outros quatro chegarem e começarem a meter. Você vai filmar tudo, né? Cada pau entrando, cada peido, cada gozada.
Ele assentiu, a mão já no próprio pau.
O jovem, ainda de ponta de pé, falou contra a minha bunda:
— Eu quero meter. Porra, eu quero meter agora.
— Vai meter. Mas primeiro quero que você chupe mais um pouco. Quero sentir sua língua bem fundo enquanto meu cu fica todo aberto pra você.
Ele obedeceu de novo. A língua entrou o mais fundo que conseguiu. Eu soltei um gemido longo e rebolei. O sol já estava mais forte. O suor escorria pelas minhas costas e descia até o rego, molhando a cara dele.
Esse foi só o começo.
O primeiro de cinco.
A manhã ainda estava começando.
E eu já estava com o cu latejando de tesão, a buceta escorrendo e o cheiro da minha bunda impregnado no rosto daquele jovem de vinte e um anos.
O que veio depois…
foram mais de oito horas.
Mas isso fica pra outra hora.