2. O BRONZEADOR
... continuação
1. SINOPSE GERAL
Todas as quintas-feiras, o som do filtro da piscina anuncia a chegada de Clóvis.
Para quem olha de fora, ele é apenas o piscineiro de corpo vigoroso e mãos calejadas. Para Evelyn, uma loira escultural de 26 anos, ele é o protagonista de fantasias inconfessáveis que nascem atrás das cortinas de sua casa luxuosa.
Enquanto o marido, André, se ausenta, o desejo acumulado por semanas transborda em um plano de sedução milimetricamente calculado, onde uma microssaia azul e a ausência de sutiã são apenas o convite para um jogo de luxúria sem volta.
O que começa com um simples pedido de bronzeador sob o sol escaldante do jardim evolui para uma entrega visceral, onde o contraste da pele alva de Evelyn com o vigor monumental de Clóvis revela fetiches que desafiam a moralidade do casamento.
Entre o suor do jardim e os lençóis do quarto principal, Evelyn descobre o prazer de ser possuída por um macho gostoso que não conhece limites, enquanto a sombra de um segredo compartilhado começa a pairar sobre a residência.
Quando o portão da garagem se abre e André retorna, o que deveria ser o fim de uma traição revela-se o início de uma dinâmica ainda mais depravada.
O cheiro do sexo alheio e a visão da esposa marcada pelo prazer de outro homem despertam um tesão doentio que transformará o segredo do casal em um espetáculo de voyeurismo e submissão.
Prepare-se para uma narrativa onde a fidelidade é trocada pelo êxtase, e a promessa de um novo amanhecer traz consigo a certeza de que algumas piscinas nunca foram feitas para serem limpas.
Sinopse Capítulo 2:
Um pedido inocente de ajuda com o bronzeador torna-se o gatilho para o primeiro contato físico proibido. Enquanto as mãos calejadas de Clóvis exploram as curvas da patroa e se perdem no sulco de sua bunda maravilhosa, Evelyn abre as pernas para o perigo. O roçar da pica dura contra seu ventre é apenas o começo de uma tarde que promete incendiar o jardim.
"Clóvis, você pode passar o bronzeador nas minhas costas? Eu não alcanço", ela pediu, deitando-se de bruços na espreguiçadeira.
Ele se aproximou, as mãos trêmulas de antecipação.
O toque começou nos ombros, descendo pela coluna, mas logo a luxúria tomou conta.
As mãos grandes e escuras de Clóvis desceram para a bunda maravilhosa de Evelyn.
Ele apertou as nádegas redondas e firmes com gosto, sentindo a maciez da pele lisa.
Com os polegares, ele separou as nádegas, deslizando-os pelo sulco profundo, roçando a entrada da xoxotinha por cima do fio dental úmido.
Evelyn gemeu baixo de tanto tesão, sentindo o calor das mãos dele.
- "Caralho, dona Evelyn, que rabo perfeito... nunca vi nada igual", ele sussurrou, a voz rouca.
- "Passa devagar, Clóvis... sente como minha pele tá quente pra você", ela respondeu, virando-se de frente.
Agora, as mãos dele cobriam os seios dela, os bicos durinhos e protuberantes saltando entre os dedos dele, os mamilos intumescidos pelo tesão.
Ele desceu para o abdômen e para a parte interna das coxas, macias e ferventes.
Evelyn abriu bem as pernas, revelando a virilha e os grandes lábios carnudos que se entreabriam sob o biquíni.
O mel dela já escorria, encharcando o tecido.
Clóvis estava montado por cima dela, e Evelyn sentia o volume colossal da pica dele, a haste grossa e a pulsação visível através do jeans, esfregando-se contra o seu ventre.
- "Isso... roça mais... sente como eu tô melada pra você", ela implorou.
- "Tá uma delícia, quero sentir esse mel na minha boca", ele disse, a pica dura pressionando o clitóris dela.
- "Nossa, Clóvis... você tá com muito tesão... esse pau parece enorme... e muito gostoso... estou feliz por deixa-lo tão tesudo, feito um cavalo manga larga", ela finalizou, sentindo o coração disparar.
Comente, vote, faça contato.
evelyneandre100@hotmail.com
Continua ...