Começamos o dia agradecendo a Deus pelo novo dia, mas é IMPOSSÍVEL saber como ele vai terminar. A torcida é sempre para que seja de alegria, bom proveito e, principalmente, sucesso financeiro; contudo, a vida adora promover reviravoltas. É exatamente sobre isso que quero apoiar meu relato: posso te garantir que o término desta narrativa foi surpreendente e incrivelmente delicioso.
Sou Monique, uma mulher de 40+, obviamente linda, ruiva, alta, gostosa e um pouquinho só acima do peso, mas com uma protuberância invejável. Como o povo costuma focar na minha bunda e ignorar meu belo sorriso, vamos direto ao que interessa.
Jorge e Mateus iriam fazer um show em uma casa badalada do meu estado e eu não perderia por nada. Sou muito fã dessa dupla, estava animada e convidei minhas amigas, minha irmãs. Todas, absolutamente todas, recusaram me acompanhar alegando ser dia de semana; de algumas, o marido não deixava, até entendo. Mas não havia negociação com o meu desejo de assistir aos meus cantores prediletos, que tanto amo e cujas músicas tanto embalam minha alma.
No ímpeto da alegria de uma fã desvairada, decidi ir sozinha. Afinal, eu não me perdoaria se ficasse em casa, e vá saber quando teria outra oportunidade dessas. Eu precisava curtir os dias de folga que as férias me proporcionavam.
Sozinha em meio à multidão que gritava, cantava e dançava, conheci o André: um homem simpático, educado e cortês. A princípio, mantive a desconfiança natural de um primeiro contato, mas o rapaz, sempre muito gentil e cavalheiro, me inspirou a curtir o evento ao seu lado. Já que eu me aventurara sozinha, uma companhia masculina caía bem. Os flertes aleatórios sumiram, e eu pude aproveitar o show sem toques inconvenientes ou puxões de cabelo.
Ele pagou bebidas, cantou comigo as músicas, fizemos fotos e a distância corporal era nítida. Em nenhum momento deixei transparecer a possibilidade de terminarmos o dia juntos; de fato, minha única intenção era curtir o show, falando nisso, meus ídolos deram um verdadeiro espetáculo.
No término, o acompanhei até o estacionamento do shopping e o André chamou um carro de aplicativo. Eu entrei no veículo junto com ele, mas, ao chegarmos na porta da sua casa, lembrei que não rolaria nada. A companhia dele tinha sido maravilhosa, mas em momento algum havíamos combinado algo mais íntimo. Ele não forçou a barra, explicou que a viagem terminava ali, já que aquele era o seu endereço, e saiu do veículo, me deixando sozinha no banco traseiro, sem saber muito bem o que fazer.
Fui inocente, deveria ter ido direto para casa chamando o meu próprio carro. Mas, como disse, nunca sabemos como nosso dia vai acabar, e as surpresas nos abraçam quando menos esperamos.
Não tinha reparado no motorista até então: um homem lindo, charmoso, de cavanhaque, careca, dono de um olhar penetrante e uma voz grave. Ele se virou para trás, perguntou onde eu morava e disse que iria me levar. Fiquei completamente eufórica, mas mantive a pose. Arruimei o vestido, claro que puxando um pouco mais para cima , centralizei meu corpo no banco para que ele pudesse admirar minhas pernas pelo retrovisor interno e ditei o meu endereço.
No trajeto, a tensão entre nós cortava o ar. De repente, ele parou o veículo no acostamento da rodovia, saiu da frente e entrou no banco de trás. Gentem... eu já tinha certeza absoluta do que ia rolar.
Simplesmente me arrastei para o canto para lhe dar espaço. Mal entrou e eu já o beijei vorazmente, enfiando a mão direto no seu pau. Ele estava de bermuda, e eu, tão afoita, arranquei sua roupa em segundos enquanto ele puxava o meu top. O vestido caiu perfeitamente, a situação estava totalmente a favor do desejo mutuo. Calcinha puxada para o lado, recebi uma dedada bem dada com dois dedos enquanto minha mão já o masturbava. Os dedos entravam e saíam da minha bucetinha apertada, meus seios balançando no ritmo frenético dos nossos movimentos. Ele me puxou pelos cabelos com força para eu mamar seu pau, que mal cabia na minha boca, chupei ao somos de ordens acompanhado de palavrões e insultos.
É gostoso fuder sendo xingada, assumi o controle, tomei a dianteira e sentei no seu colo.
Apoiada no banco da frente, por um segundo lembrei que estávamos no acostamento, com carros passando a poucos metros, enquanto eu quicava no pau duro de um estranho, no pêlo, implorando para ele não parar. Ele me chamava de "vadia", de "puta", e ouvir aquilo daquela voz grossa me dava um tesão indescritível, a voz dele era maravilhosa, como a voz tem poder sobre a mente das mulheres. Até que ele gozou fundo dentro de mim e eu explodi logo em seguida, soltando gemidos maravilhosos. Se eu fechar os olhos agora, ainda consigo lembrar exatamente do som do s gemidos dele... que delícia.
Limpei o que restou com a boca, nos beijamos, saí do banco de trás, ajeitei minhas roupas e fui para o carona na frente para concluirmos o trajeto.
Fiquei calada o resto do caminho até em casa; o balanço da estrada refletia a leveza que sentimos após um orgasmo arrebatador, ainda que tenha sido uma rapidinha, perfeita pela ousadia do local e pela ocasião inesperada. O esperma dele escorria quente de minhas entranhas, e eu sentia na calcinha que provavelmente havia deixado minha marca no banco do carro.
Na porta de casa, nos despedimos com um beijo gostoso e foi só aí que perguntei seu nome.
— Marcos, respondeu ele, com aquela voz grave.
Trocamos contato e, vejam só, já se passaram dois anos desde que ele virou o meu motorista particular. Nunca fomos a um motel, não sei se ele é casado ou solteiro e, sinceramente, pouco importa. O que eu mais gosto é saber que, sempre que preciso, serei atendida por um homem que sabe exatamente como me bagunçar inteira.
Qualquer dia conto como foi a história no estacionamento do hipermercado perto de casa, naquele dia quase deu BO e tudo mais.
Até a próxima.
