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Pai e Filho - Sentimentos Incestuosos (Episódio 01)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2533 palavras
Data: 15/08/2026 20:24:38

Olá leitores, vou contar um pouco da minha história, aos vinte e dois anos eu era um rascunho mal feito. No interior de São Paulo, cercado pela expectativa sufocante da minha família para que eu assumisse os negócios de contabilidade da casa, eu me afogava em festas, bebidas e encontros casuais. Ficava com homens e mulheres sem me apegar a ninguém, usando o caos para não encarar quem eu era de verdade.

Quando a notícia da gravidez de uma garota que estava ficando veio a tona, o chão sumiu. Eu era imaturo, assustado e incapaz de assumir a responsabilidade de ser pai. Escolhi a fuga. Deixei a criação do Dantas nas mãos da mãe e dos meus pais, que arcaram com os custos, e me mudei para o centro da capital sob o pretexto de terminar a faculdade e trabalhar.

Os anos passaram em saltos frios. Vi o Dantas aos cinco anos, rapidamente aos dez, e depois fui afastado pelo novo marido da mãe dele. Quando ele completou quinze anos, trocamos algumas mensagens distantes, mas o abismo do abandono era largo demais.

Agora no presente, aos quarenta e um anos, estabilizado, morando em um apartamento aconchegante na capital e finalmente resolvido com a minha homossexualidade — algo que aceitei tarde, após anos tentando me encaixar num padrão —, o telefone tocou. Era o Dantas. Com dezenove anos, aprovado com bolsa numa faculdade a poucas ruas do meu prédio, ele não sabia como enfrentar a reação da mãe religiosa para vir morar na metrópole.

Mexi os meus paus. Conversei com a mãe dele, engoli as críticas merecidas sobre o meu passado e ofereci o meu segundo quarto, que funcionava como escritório. Reformei o espaço inteiro: comprei uma cama confortável, um guarda-roupa espaçoso e preparei o ambiente para que ele se sentisse acolhido. Era a minha única e última chance de tentar ser pai.

A espera na plataforma da rodoviária fez o meu peito apertar. Quando o ônibus encostou e os passageiros começaram a desembarcar, reconheci o olhar antes de qualquer coisa.

O Dantas vinha caminhando com uma mochila nas costas e uma mala grande. Ele não parecia em nada com a criança das poucas fotos antigas. Era um jovem alto, de ombros largos, porte atlético, pele clara e os mesmos cabelos castanho-claros e olhos cor de mel que eu encarava no espelho todos os dias.

Assim que os nossos olhares se cruzaram, um sorriso contido surgiu no rosto dele. Ele se aproximou e me abraçou. Foi um abraço demorado, firme, onde senti a hesitação e a necessidade de um contato que levou dezenove anos para acontecer. O cheiro de perfume suave e o calor do corpo dele me fizeram tomar dimensão da responsabilidade.

— Bem-vindo à capital, Dantas — falei, rompendo o abraço e pegando a mala dele.

— Obrigado, pai... A cidade é bem maior do que eu imaginava — ele respondeu, com a voz grave, pigarreando.

O trajeto no carro até o apartamento foi dominado por um silêncio denso. A culpa do passado pesava do meu lado do volante, enquanto ele olhava pela janela, absorvendo os prédios e o ritmo da metrópole.

Chegando ao apartamento, apresentei a casa e mostrei o quarto dele. O Dantas olhou a arrumação, a cama feita e os detalhes que preparei, deixando escapar um suspiro de alívio.

— Ficou excelente, pai. De verdade... obrigado por me receber.

— O espaço é seu, filho. Pode se acomodar.

Nas primeiras semanas, a rotina foi marcada por passos cautelosos. Eu dividia os dias entre o trabalho presencial e o home office, e o Dantas começava a se adaptar às aulas da faculdade. Jantávamos juntos, mas as conversas raramente passavam de perguntas burocráticas sobre o curso e o trânsito.

A virada aconteceu em um fim de noite de sexta-feira. Encontrei o Dantas sentado no sofá da sala, com a televisão ligada num volume baixo e o olhar fixo no vazio, visivelmente incomodado.

Sirvo duas cervejas, sentei ao lado dele no sofá e entreguei a garrafa:

— Você tá muito quieto hoje, Dantas. Aconteceu alguma coisa na faculdade?

Ele segurou a garrafa com as duas mãos, olhou para o chão e hesitou por longos segundos antes de falar:

— Não é a faculdade, pai... É que eu tô guardando uma coisa há muito tempo. A minha mãe vive me pressionando no interior, fazendo perguntas... Eu sou gay, pai. E eu não tinha coragem de dizer isso pra ninguém lá por causa da igreja e da família.

Olhei para o meu filho e vi o mesmo pavor que me paralisou na juventude. A sensação de inadequação e o medo da rejeição.

Aproximei-me e passei a mão pelas costas dele, puxando-o para um abraço firme:

— Olha pra mim, Dantas. Você não precisa ter medo de nada aqui dentro. Ninguém vai te julgar nesta casa. E se serve de consolo... você não tá sozinho nisso. Eu também sou gay.

O Dantas se afastou devagar, surpreso, com os olhos cor de mel arregalados:

— Você, pai...?

— Sim. A minha saída do interior e a minha distância do passado também tiveram a ver com isso. Eu precisei de anos pra parar de me reprimir. Então, se tem uma pessoa no mundo que vai te apoiar incondicionalmente a ser quem você é, essa pessoa sou eu.

A partir daquele momento, a armadura entre nós ruiu. A convivência ganhou uma leveza imediata. O Dantas passou a se sentar ao meu lado na sala para assistir a filmes, encostando a cabeça no meu ombro com a naturalidade de quem finalmente encontrou um porto seguro. Ele se sentia à vontade para conversar sobre os relacionamentos e a liberdade de estar longe do interior.

À medida que os meses passavam, a independência do Dantas começou a se consolidar. Ele passou a frequentar a academia da região, definindo o físico, e começou a criar o seu próprio círculo de amigos na faculdade.

Uma noite de sábado eu estava assistindo televisão na sala, Dantas tinha saído com seus amigos, até que vejo chegando.

- Filho voltou cedo, você não ia pra balada com os seus amigos?

- sim, pai. Percebi que eu estava deixando de ficar perto de você pra sair com os meus amigos.

- Filho, não pense assim, você é jovem, tem mais que curtir a vida, não se preocupe comigo, mas.. obrigado pensar em mim, senta aqui e vamos assistir aquele filme que a gente combinou de assistir.

Ele foi no quarto tirou a calça jeans e colocou um short, veio pra sala sem camisa, eu também estava apenas de short, ao decorrer do filme ele deita no meu ombro, e passa a mão por cima das minhas costas, com suas mãos indo pro meu peitoral, aos poucos ele foi encostando os seus dedos no meu peito, até que ficou acariciando meus pelos dos peito, de início não via nada de mais, quando fomos dormir ele aparece no meu quarto.

- o que foi filho?

- posso dormir com o senhor? Não tô conseguindo dormir.

- tudo bem filho, deita aqui com o pai.

Ele deitou do meu lado, até que.

- filho, deita aqui no peito do pai.

Falei sem pensar, não sabia bem o que estava acontecendo, apenas deixei fluir, dormimos assim abraçados, de manhã cedo acordamos, como era domingo fomos fazer uma corrida juntos, assim que chegamos em casa suados e ofegantes, tiramos a camisa que já estava encharcada de suor, sentamos no sofá da sala.

- filho você vai primeiro tomar um banho, depois eu vou.

- pai sente esse cheiro, cheiro de macho.

Ele esticou o braço colocando sua axila perto do meu nariz, senti um cheiro que me fez arrepiar, suor de macho é algo que me dá um tesão da porra, tentei disfarçar empurrando ele, caímos na gargalhada, ele foi pro banheiro tomar banho, deixou a sua camisa no sofá, peguei a sua camisa e comecei a cheirar, não sei o que tinha me dado, mas eu gostei daquele cheiro, uma mistura de perfume com suor, naquela noite fomos dormir cada um no seu quarto, algo dentro de mim estava diferente, eu sentia uma vontade de dormir abraçado com o Dantas.

No dia seguinte, cheguei do trabalho e ouvi vozes vindo da cozinha. Ao caminhar pelo corredor, encontrei o Dantas acompanhado de um colega da faculdade, um rapaz barbudo chamado Igor.

— Pai, esse aqui é o Igor, da minha turma — apresentou o Dantas, ajeitando a postura.

— Prazer, Igor. Fiquem à vontade — cumprimentei, mantendo a cordialidade.

Eles se recolheram para o quarto do Dantas e trancaram a porta. Fiquei na sala assistindo à televisão, experimentando uma sensação estranha e inédita: a transição entre o papel do pai protetor que acabou de se reaproximar, e a percepção de que o meu filho agora era um homem adulto, com a sua própria vida privada.

Mais tarde, quando o rapaz foi embora, chamei o Dantas para conversar na cozinha sobre os limites de convivência e o respeito ao espaço compartilhado no apartamento, garantindo que ele tivesse liberdade, mas mantendo o cuidado paterno.

— Eu só quero que você se cuide e tenha responsabilidade, Dantas. Você é jovem, tá descobrindo a vida na capital agora, e o meu papel aqui é garantir que você esteja seguro.

O Dantas sorriu, aproximando-se e me dando um abraço apertado pela cintura:

— Eu sei, pai. Obrigado por ser o cara mais parceiro que eu poderia ter do meu lado. O aniversário de vinte anos tá chegando semana que vem e eu fiz questão de reservar um lugar pra gente passar juntos. Não quero comemorar com mais ninguém, só com você.

Olhei para o meu filho, sentindo o peso dos anos de ausência se dissolverem naquela cumplicidade. A nossa jornada de reconstrução estava apenas começando, fincada na honestidade de dois homens que aprenderam a se reconhecer como família.

Naquela noite voltei a conversar com o meu ex, ele queria muito uma rapidinha comigo, falei que meu filho estava morando comigo e não tinha como ele ir de madrugada no meu apartamento, depois que ele mandou uma foto da bunda dele, e do pau dele, perguntei se ele estava afim de entrar no estacionamento do meu prédio, pra gente transar dentro do carro, ele topou na hora, meu tesão estava a mil, até que ele chegou, fui pro estacionamento, tudo vazio, sem ninguém por perto, entrei no carro, ele já estava pelado de pau duro no banco de trás, cai de boca naquele pau, tirei a roupa ficando pelado, ele já foi chupando o meu pau, peguei uma camisinha do bolso do short e coloquei no meu pau, ele já ficou de quarto, comecei a bombar naquele cu, pra não chamar a atenção o carro estava desligado, sem ar condicionado, já começamos a suor, sentei no banco, ele sentou no meu colo e começou a quicar no meu pau, ele gemia, e eu urrava de tanto tesão, até que ele começou a jorrar vários jatos de porra no meu peito, senti seu cuzinho apertando o meu pau, logo comecei a gozar, enchendo a camisinha de porra, comecei a beijar sua boca, ainda ofegantes e suados, ele continuou sentado no meu pau, voltei pro meu apartamento.

Até que chegou o grande dia do aniversário do Dantas, completando 20 anos, por ser sexta-feira pedi um dia de folga do trabalho pra viajarmos pro clube que ele tinha feito a reserva, fui até o seu quarto deitei do lado dele na cama e comecei a cantar a música de parabéns, ele se assustou ao me ver.

- pai você não vai trabalhar hoje?

- não filho, pedi folga hoje.

- obrigado pai, gostei de acordar com música de parabéns.

Ele me abraçou deitando no meu peito.

- acorda filão, pedi folga do trabalho pra gente ir mais cedo.

Tomamos café, arrumamos nossas bolsas e fomos, pelo endereço que o Dantas tinha colocado no Waze dava em um clube, fomos pra piscina tomar um sol, depois fomos pra academia, mais tarde fomos pro bar do clube, começamos a beber bastantes, eu já estava bem bebado, voltamos pro quarto, havia duas camas de casal, eu deitei em uma cama e chamei o Dantas pra dormir comigo, ele deitou no meu peito e dormiu, comecei a fazer um cafuné no seu cabelo até que peguei no sono.

Acordei de madrugada com pau duro querendo mijar, do nada veio uma vontade de vomitar, comecei a vomitar, o Dantas acorda e vai ver como estou, eu tento falar mas as palavras não sarem pela a ânsia de vômito que estava sentindo, volto pra cama e esqueço de vestir a cueca box, deito completamente pelado, e ainda de pau duro do xixi que tinha acumulado,

No impulso puxo o Dantas pela cintura pra voltar a dormir em cima do meu peito, até que suas pernas vem de encontro ao meu pau, ele se assusta, mas tenta manter a postura, eu ainda estava um pouco tonto, mas já estava totalmente sóbrio, Dantas começa a passar a mão no meu peito, o quarto estava escuro, mas tinha uma pequena luz que vinha de fora atravessando a janela, deixando eu ver um pouco o que estava acontecendo, suas mãos percorrem o meu corpo, senti seu pau endurecer na minha perna, eu começo a acariciar seu corpo, nossas respirações já começam a ficar ofegantes, ele tira a cueca, eu me viro ficando em cima dele, junto nossos paus e começo a sarrar nossos paus um no outro, ele me abraça segurando a minha bunda com as mãos, a gente se olha no olho um do outro enquanto fico esfregando o meu pau no dele, nossas respirações ofegantes, ele começa a chupar o meu mamilo, meu tesão vai a mil, nossos corpos começam a suar.

- como é gostoso você em cima de mim…. Ahh.. desse jeito vou gozar.

Eu fiquei calado, não tinha o que falar, estava entregue ao tesão, até que ele começa a jorrar vários jatos de porra no próprio peito, eu começo a bater um punheta, começo a jogar minha porra no seu peito, já suado e ofegante me deitou na cama, ele vem pra cima de mim e me abraça, até pegamos no sono ali mesmo suados e melados de porra.

Acordo com uma sensação horrível, de ter feito a maior burrada da minha vida, Dantas saia do banheiro já pelado.

- vai tomar banho pai, vamos perder o café da manhã.

Sai da cama completamente envergonhado do que fizemos na madrugada, fomos pro salão comer o café da manhã.

- filho… aquilo..

- pai, não precisa falar.. não vai mais acontecer.

Não tocamos mais no assunto, fomos pra piscina, um clima estranho entre nós.

- filho, a gente precisa conversar, o que a gente fez foi errado, não vou mentir que eu gosto de dormir com você, mas a gente não pode passar dos limites.

- sei pai, eu também gosto de dormir com o senhor, mas é só um carinho que sinto por você mesmo.

- vamos deitar um pouco filho? A gente escolhe um filme pra gente assistir.

Fomos pro quarto, coloquei o filme.

- vem filho, deita no peito do pai.

- posso ficar passando a mão no seu peito.

- pode sim, filho.. gosta dos pelos do pai né?

- gosto sim, vou deixar o meus pelos grandes do peito pra ficar igual o do senhor, o que acha?

- ficaria legal filho, você todo peladão.

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Comentários

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Nossa! Já gostei, amo um reencontro rsrsrs! Gosto de como Dantas parece ser um menino tranquilo de se ter por perto. Esses dois vão foder bastante rsrsrs.

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Muito gostoso esse reencontro e construção do afeto.entre pai e filho. Deixa acontecer o amor entre eles, Jackson. Eles merecem ser felizes depois de 19 anos separados um do outro.

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