A Lena, uma grande amiga nossa, se separou do marido e ficou down. Às vésperas do verão, convidamos para que fosse conosco à praia.
Chegamos no apartamento de tarde. Um calor insuportável.
Tomamos um banho gelado, primeiro a convidada, depois a minha esposa e eu por último. Elas saíram do banheiro com roupas de dormir. Um pijama vermelho curtinho ela, e a minha esposa um bege, também curtinho.
Eu por último saí de short de pijama sem cueca, com minhas coisas balançando.
Preparamos um lanche rápido e eu abri um vinho.
Sabedor que ela é fraca, soquei vinho nas duas para ficarmos mais descontraídos
A Lena e uma morena muito, mas muito gostosa. Um metro e sessenta e cinco, morena clara, cabelos castanhos escuros, um rosto de beleza cássica. Linda.
Faz muito tempo que eu a cobiço.
Lá pelas dez da noite, sugeri para a minha esposa para deitar-se com ela porque ela estava aparentemente alta. Eu ficaria no quarto de hóspedes.
Fomos deitar.
Minha cabeça começou a movimentar as engrenagens. Como eu poderia transar com ela? Se eu provocasse um ménage à minha mulher jamais permitiria. Eu teria que tentar um "voo solo".
Quando percebi que a minha mulher tinha dormido, peguei no banheiro um punhado generoso de papel higiênico, entrei no quarto escuro pé ante pé e me deitei do lado dela.. Com cuidado, pus a minha mão direita no seio dela sobre a blusa do pijama. Encostei na bunda dela com o meu amigo mais duro que ferro. Percebi que ela sentiu mas não objetou, não retraiu.
Comecei um vai e vem sobre a calcinha.
De repente a minha mulher levanta da cama e vai em direção ao banheiro sem acender a luz do quarto.
Gelei. Meu amigo de ferro virou manteiga no sol em segundos.
Quando ela entrou no banheiro eu rapidinho fui pro quarto e deitei.
Em pouco tempo ela entra no quarto, passa a mão na minha cabeça e volta para o outro quarto para deitar-se novamente do lado dela.
Esperei quinze longos minutos e voltei.
Quando me deitei de novo do lado dela, vi que ela estava de frente agora.
Deitei devagar. Percebi que ela estava acordada. Dei um longo beijo de língua nela. Meu amigo voltou a ficar duro como pedra.
Fiz um movimento que sugeria que ela virasse de costas.
Bem sutilmente, tirei o lado direito da calcinha dela, e ela levantou o outro lado e tirou mais uma parte e assim em poucos movimentos ela ficou nua na parte de baixo.
Procurei a entrada pela meio daquela bunda maravilhosa, mas não achei. Abaixei um pouco, e novamente não consegui. Só na terceira vez eu achei. Estava morna e lubrificada a entrada da grutinha desejada. Enfiei e tirei uma duas, três, quatro vezes. De repende ela tirou e friccionou com a glande o clitóris dela. A posição que estávamos não permitia que meu membro roçasse o citoris dela e ela precisou de utilizar-se do recurso de se masturbar assim. Em pouco tempo ela se contorceu e gozou. Senti quando ela arrepiou a bunda e a perna e teve um espasmo intenso e silencioso. Eu aproveitei e liberei meu esperma que escorreu pelas entranhas dela vigorosamente. Em seguida passei o papel higiênico para ela que estancou o vazamento.
Bem devagar levantei e fui aliviado para o outro quarto.
De manhã levantei primeiro, fiz o café e pus a mesa.
As duas levantaram e apos ir ao banheiro sentaram-se à mesa.
A Lena cabisbaixa pegou a xícara de café com as duas mãos. Senti que ela estava retraída, talvez arrependida por ter sacaneado a amiga. Mas aliviada. Fazia tempo que ela não trasnava e estava precisando.
Eu para quebrar o gelo abri o assunto, dizendo que dormi muito bem. Disse que sonhei estar transando e foi uma transa maravilhosa.
A minha mulher perguntou com quem e eu respondi que não conhecia a mulher, mas era morena, bonita e muito gostosa.
Rimos, tomamos café e estou pensando em uma forma de comer a fruta de novo Afinal, quando eu terei outra oportunidade assim?