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Diário de uma adolescente ep:7 - Primeira vez lésbica com Gisela termina em risadas

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1038 palavras
Data: 15/08/2026 18:25:31

Capítulo 7

Eu ria com o corpo inteiro, como se um júbilo divino tivesse me possuído, como se um milhão de anjos soprassem trombetas em minha homenagem. Era impossível conter.

— Gozou, foi? — perguntou ela com um tom vitorioso.

— Tenho certeza de que sim! — respondi, ainda rindo. — Se gozar for mais foda que isso, eu não quero não... porque vou morrer!

Ela gargalhou junto, enquanto eu ainda me recuperava, envolta em uma leveza absurda, como se tivesse flutuado para fora do meu próprio corpo.

Depois do banho, ela quis saber cada detalhe do que eu tinha sentido. Não rolou mais nada entre nós, mas agora eu me sentia praticamente uma especialista — capaz de dar aulas sobre como gozar! Nos trocamos, fomos até a cozinha e comemos algo, rindo e conversando sobre o que tinha acabado de acontecer. Sentadas na minha cama, o assunto continuava pegando fogo.

— Pô, a próxima vai ser sua vez — sugeri com um sorriso provocador.

— Já te falei que já fiz com o chuveirinho. — respondeu ela chateada por ter dito aquilo um milhão de vezes!

— E se tentarmos com os vibradores da minha mãe?

Ela hesitou, mas então confessou:

— Eu tenho curiosidade de colocar dentro... Deve ser bomzão enfiar o dedo ou alguma coisa.

Falar sobre "meter coisas dentro" ainda era um tabu enorme pra gente. Esse tipo de ideia logo sumiu da conversa, soterrada pelo nosso medo bobo de perder a virgindade, aquela coisa toda que eu falei de colocar culpa no cavalo, bicicleta ou absorvente interno, nem a gente acreditava tanto que ia dar certo. Com a tarde avançando, arrumamos a bagunça da casa antes que meus pais chegassem. Nada mais digno de nota aconteceu naquele dia.

Ao longo das semanas seguintes, eu nunca havia passado tanto tempo no banho com o chuveirinho ligado. Qualquer desculpa servia para me enfiar debaixo do chuveiro, sentindo a água quente batendo nela por entre as coxas. Minha mãe, sempre atenta, não demorou a perceber minhas mudanças.

— Vou desligar a água, hein! — ela gritava da sala, impaciente.

Ela nunca fora uma mãe que sentava para conversar sobre tudo. Eu morria de vergonha quando ela tocava no assunto, mas confiava mais na opinião dela do que na de qualquer outra pessoa. Quando queria me ensinar algo, recorria à minha psicóloga ou à ginecologista, delegando a elas a responsabilidade de me instruir. O que aprendi diretamente com ela sobre sexualidade resumia-se a três coisas: perder a virgindade era um erro, engravidar arruinaria minha vida e absorventes deveriam ser usados corretamente. Pelo menos, recebi alguma orientação — algumas amigas aprenderam tudo na internet.

Foram duas semanas em que minha pepeca nunca esteve tão limpa. Entre chuveiradas e conversas com Gisela, disputávamos quem tocava mais, claro, sempre exagerando nos relatos.

— Garota, eu desmaiei no banheiro hoje cedo! — mentia ela, teatralmente.

Aproveitando o assunto, eu queria falar mais sobre a gente e minha visita à minha ginecologista. A gente não tinha esses momentos sempre, sempre tinha gente ao redor e quando a gente ficava sozinha a gente fazia outras coisas sem serem relacionadas a sexo. A gente não se comportava como namoradas, as pessoas sempre nos viram agarradas o tempo todo e mesmo depois disso tudo, continuavam achando que éramos somente amigas. Sempre demos selinhos na frente de outras pessoas e por mais que a gente afirmasse na brincadeira que a gente se chupava fortemente, nenhuma das outras meninas acreditava, e até então isso não acontecia mesmo. A gente ria disso, contava resumidamente o que aconteceu de verdade, mas sempre em tom de brincadeira e convidava as outras para participar. Isso na época foi bem engraçado e todas as garotas riam com isso, a Tati não ria e me perguntou várias vezes sobre isso e nos deixou muito cabreiras. Tati será um assunto para depois.

Eu fui à minha ginecologista e comecei a perguntar sobre sexo e se ela contaria à minha mãe algo que a gente conversasse ali. Ela me disse que só poderia reportar se eu permitisse ou se eu tivesse sofrido alguma violência. Achei estranho quando ela começou a falar de abuso sexual e se alguém tinha feito algo comigo, fiquei assustada com a possibilidade disso acontecer e fiquei pensando quantas garotas ela deve receber nessas condições. Eu tenho certeza que deixei minha ginecologista estarrecida com as minhas histórias, vocês não me conhecem mesmo, eu contei tudo para ela, só não dei detalhes! Eu sou uma pessoa extremamente controladora com as coisas e preciso saber dos detalhes, eu já era assim, queria saber quais doenças eu poderia pegar e como prevenir. Eu saí de lá com umas dez camisinhas na bolsa, fiquei me perguntando se ela havia entendido que a Gisa era mulher. Esperta que eu sou, na saída ofereci as camisinhas para minha mãe:

— Mãe, ela me deu umas camisinhas, mas eu nem namorado eu tenho, a senhora quer elas?

Minha mãe deve ter achado melhor ficarem comigo, eu contei para ela, pois se pegasse nas minhas coisas ia me perguntar o motivo de eu ter aquilo e se gaguejasse, daria merda! Você deve estar se perguntando o motivo de eu querer camisinhas certo? Eu vou te contar, você certamente vai rir, mas eu vou te contar do mesmo jeito. Eu estava decidida que eu queria enfiar alguma coisa dentro de mim, como toda mulher faz, nesse hiato de tempo eu não resisti e comecei a enfiar um ou dois dedinhos dentro e achei o máximo, Gisela fez a mesma coisa. Eu queria pegar o vibrador da minha mãe para testar, mas o banheiro dela onde fica a caixa, não tem tranca. Ela tirou com medo de meu irmão se trancar e se afogar na banheira! Eu poderia pegar e devolver outro dia, mas se ela resolvesse usar aquilo eu ia ser a primeira pessoa a ser questionada! A gente já tinha pesquisado na internet várias coisas que tínhamos por perto e poderíamos usar para enfiar na gente, a Gisela tentou um pepino japonês e eu queria tentar um desodorante que tínhamos em cada, ele não era desses grossos, era mais fino e comprido.

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https://www.feminivefanfics.com.br/posts/diario-de-uma-adolescente/ep-07-primeira-vez-lesbica-com-gisela-termina-em-risadas

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