✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Sou CASADA, do Rio de janeiro e me entrego no ANAL, na frete do CORNO.

Um conto erótico de CLICA AQUI E BAIXE TUDO MEU
Categoria: Grupal
Contém 1193 palavras
Data: 15/08/2026 15:38:55

**Maria Luísa – Rio de Janeiro**

Eu sou Maria Luísa.

Moro no Rio de Janeiro.

E eu adoro dar o cu. Clicaem meu nome ou vai noperfil, para ler o caminho para meus viddeos e fottos.

Não é da boca pra fora. Eu realmente adoro. Adoro sentir o pau entrando com força, adoro o esticamento, adoro o barulho molhado, adoro peidar na pica e, principalmente, adoro quando a vontade de cagar aparece bem no meio da foda. A maioria das mulheres trava. Eu não. Eu me entrego. Se for pra sair merda, que saia. Se for pra sujar o pau do macho, que suje. Eu gosto do melado, gosto do cheiro, gosto da cara de nojo misturada com tesão que alguns fazem. Meu marido sabe de tudo. Ele é corno assumido e adora filmar. Foi ele quem gravou o vídeo que vocês viram, onde eu falo olhando pra câmera com o colarinho de couro no pescoço e o óculos torto de tanto gemer.

Ontem foi um daqueles dias.

Eu tinha combinado com dois amigos. Casados os dois. As esposas deles não dão o cu, mal dão a buceta. Então eles vêm aqui. Meu marido abre a porta, cumprimenta, prepara a câmera e se senta numa cadeira no canto da sala com o pau na mão. Eu já estava de lingerie preta com detalhes neon amarelo, meia-arrastão e o colarinho. O cabelo loiro solto, o batom vermelho, o óculos de aro grosso. Eu gosto de parecer a professora puta.

O primeiro a chegar foi o Ricardo. Entramos direto no assunto. Eu me ajoelhei no sofá, de quatro, e ele puxou a calcinha de lado. Cuspiu no cu e enfiou. Eu soltei um gemido alto logo de cara.

— Porra, Ricardo… entra devagar, caralho. Tá grosso hoje.

Ele riu e meteu até o saco.

— Você sempre fala isso e sempre engole tudo, Maria Luísa.

Eu rebolei pra trás, sentindo o pau abrir. O marido filmava de perto. Eu olhei pra câmera e falei, ofegante:

— Viu, Selma e amigos? Eu gosto de dar meu cu pros amigos. Moro no Rio e meu marido faz o vídeo. É bom demais receber as rebaixadas de todo jeito e deixar entrar tudinho mesmo.

Ricardo começou a meter com força. Eu peidei. Alto. Ele não parou. Meteu mais fundo. Eu ri no meio do gemido.

— Vai cagar, né? — ele perguntou, rindo.

— A vontade sempre aparece nessas horas — eu respondi, olhando pra câmera de novo. — Mas eu tô nem aí, sabia? Se é pra cagar, eu me entrego mesmo. E aquele meladeiro do caralho… é uma podridão só.

Ele riu mais alto e meteu ainda mais forte. Eu sentia o pau entrando e saindo com aquele barulho sujo. O cheiro começou a subir. Eu peidei de novo, dessa vez mais molhado. Ricardo tirou o pau, olhou, e enfiu de volta sem limpar.

— Porra, Maria… tá sujo pra caralho.

— Então mete mais — eu respondi. — Eu gosto.

O segundo amigo chegou, o André. Ele já veio sem roupa. Meu marido continuou filmando enquanto os dois se revezavam. Um no cu, o outro na boca. Eu chupava o pau que tinha acabado de sair do meu cu, sujo, com gosto forte. André puxou meu cabelo e meteu fundo na garganta.

— Olha a cara dela — ele falou pro meu marido. — Sua mulher é uma porca mesmo.

Meu marido só assentiu, batendo punheta mais rápido.

Passamos para o sofá. Eu deitada de lado, uma perna levantada. Ricardo enfiou de novo e começou a meter em ângulo, batendo fundo. Eu gritava, peidava, e a vontade de cagar veio forte. Eu não segurei. Saí um pouco. Ele sentiu, olhou pra baixo e continuou.

— Tá saindo, Maria.

— Eu sei. Não para.

Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu cagava aos poucos no pau dele. O cheiro tomou conta da sala. Meu marido se aproximou com a câmera e filmou de perto o pau entrando e saindo melado. Eu olhei pra ele e falei:

— Posta assim. Sem limpar. Quero que vejam.

André se posicionou na minha frente e enfiu o pau na minha boca. Eu chupava enquanto levava no cu sujo. Os dois se olhavam e riam. Eu peidava entre uma estocada e outra. Em um momento Ricardo tirou o pau completamente, mostrou o pau coberto e enfiu de novo de uma vez. Eu gritei.

— Ai, filho da puta! Inteiro!

— Aguenta, puta — ele respondeu. — Você que pediu.

Eu aguentei. Rebolei, peidei, e continuei cagando aos poucos. O sofá ficou manchado. Eu não me importei. Quando a vontade passou um pouco, eu mesma abri as nádegas com as duas mãos e mandei:

— Mete mais fundo. Quero sentir até o estômago.

Ricardo obedeceu. André gozou na minha boca e eu engoli o que consegui. Depois eles trocaram de posição. Agora André no cu e Ricardo na boca. O pau de André já estava sujo do anterior, e eu chupava mesmo assim. O gosto estava forte, azedo, de merda e de porra misturado. Eu gemia com a boca cheia.

Meu marido mudou de ângulo e filmou meu rosto. Eu estava com o óculos torto, batom borrado, saliva e porra escorrendo. Eu olhei direto pra câmera e falei, ofegante:

— É isso que eu gosto. Dar o cu, peidar, cagar se precisar. Meu marido filma tudo. E eu deixo.

Eles me viraram de quatro de novo. Agora os dois ao mesmo tempo: um no cu e o outro tentando entrar na buceta. Não cabia direito, mas eles insistiram. Eu gritava, peidava, e o cheiro estava pesado. Em um momento eu senti a merda saindo com mais força. André tirou o pau, olhou, e enfiu de volta sem limpar.

— Porra, Maria Luísa… você é nojenta.

— E você tá metendo — eu respondi, rindo. — Então cala a boca e fode.

Eles gozaram. Um dentro do cu, o outro nas minhas costas. Eu fiquei de quatro, o cu aberto, latejando, escorrendo porra e merda. Meu marido se aproximou e filmou de muito perto. Eu olhei pra ele por cima do ombro e falei:

— Limpa não. Quero que fique assim na foto.

Ele obedeceu.

Depois que os dois foram embora, eu ainda estava no sofá, de pernas abertas, o cu piscando. Meu marido ajoelhou na minha frente e começou a lamber. Eu segurei a cabeça dele e enfiei mais fundo.

— Chupa tudo — eu mandei. — Chupa a merda e a porra.

Ele chupou. Eu peidei na cara dele e ri. Ele continuou.

Ficamos assim mais um tempo. Eu me tocando, ele lambendo, a câmera ligada em cima da mesa.

No final eu olhei pra câmera de novo, ainda ofegante, o óculos torto, o cabelo grudado de suor, e falei a mesma coisa que falei no vídeo:

— Selma e amigos, vejam bem. Eu gosto de dar meu cu pros amigos. Moro no Rio e meu marido fez esse vídeo. É bom demais receber as rebaixadas de todo jeito e deixar entrar tudinho mesmo. A vontade de cagar sempre aparece… mas eu tô nem aí. Se é pra cagar, eu me entrego. E aquele meladeiro do caralho… é uma podridão só.

Sorri.

Mostrei o cu ainda aberto.

E desliguei a câmera.

Esse foi só ontem.

E já tem mais dois marcados pra semana que vem.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive habehol a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricahabeholContos: 15Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Em www.bit.ly/telemanu e https://x.com/selmarecife2024 você tem ANOS de vídeos, fotos e contos meus e de minhas amigas.

Comentários