Eu sou uma puta casada.
E o que aconteceu naquele motel de Paulista com a minha amiga de Maceió ainda faz meu cu latejar só de lembrar. Veja em meu perfil como baixar minhas fottos e viddeos.
Ela mora no Tabuleiro, em Alagoas, com os pais. Tem cara de universitária certinha, tira nota boa, fala baixo. Ninguém na família, ninguém na faculdade e nenhum vizinho imagina que quando ela some de Alagoas falando que vai a “congresso”, na verdade ela está vindo pra cá pra ser arrombada. Ela adora. Ela precisa. Quanto mais grossa a rola, quanto mais machos, quanto mais tempo, melhor. Ela já me disse várias vezes: “Em Maceió eu não acho homem que me foda de verdade. Aqui com você eu sei que vou voltar com o cu destruído.”
Naquele dia eu marquei seis. Seis machos pro dia inteiro. Manhã e tarde.
Chegamos cedo. Meu corno já estava com duas câmeras e o celular. Eu e ela entramos, trancamos a porta e tiramos a roupa. Ficamos só de fio dental amarelo. Eu puxei o dela pro lado e enfiei o dedo médio no cu dela até o fundo. Ela estava quente e apertada.
— Porra… você sempre me deixa molhada só de tocar — ela falou, rebolando no meu dedo.
Eu virei de costas, apoiei as mãos na mesinha de granito e abri as nádegas o máximo que consegui. O fio dental amarelo sumia no meio do meu cu. Ela se ajoelhou atrás de mim e abriu com as duas mãos. O corno começou a fotografar e filmar de todos os ângulos.
— Olha isso — eu disse. — Olha como meu cu fica quando tá pedindo pau.
Ela ficou olhando, admirada de verdade.
— Caralho… como um cu fica desse tamanho? Parece uma boca. Tá todo estufado pra fora. O meu nunca chegou nesse ponto.
Eu ri e enfiei dois dedos no cu dela ao mesmo tempo. Ela gemeu alto. Ficamos quase duas horas só nisso. Eu e ela nos beijando de língua, lambendo o pescoço, chupando peito, enfiando dedo no cu e na buceta uma da outra. Eu puxava o fio dental dela, aproximava o nariz e cheirava fundo. O cheiro de cu dela era mais suave que o meu, mas já estava azedinho de tesão. Ela fazia o mesmo comigo. Várias vezes ela enfiou a língua no meu cu e chupou. Eu retribuí. O corno filmava calado, só respirando pesado e se masturbando de vez em quando.
Ela já estava tremendo.
— Pelo amor de Deus, chama os machos. Eu preciso de pau agora.
Mandei mensagem pros dois primeiros.
Eles chegaram em menos de vinte minutos. Dois casados, uns 36 e 41 anos. Entraram, viram a gente de quatro na cama com o fio dental ainda enfiado e já tiraram a roupa. O primeiro (o mais grosso) veio direto no meu cu. Cuspiu duas vezes, posicionou a cabeça e empurrou. Eu gritei.
— Ai, filho da puta! Devagar! Tá muito grosso!
Ele não foi devagar. Meteu até o saco e começou a meter com força. Ela do meu lado já estava levando do outro. A gente se beijava enquanto os paus entravam e saíam. Eu sentia o pau abrindo meu cu e ao mesmo tempo a língua dela na minha boca. O corno se aproximou com a câmera e abriu ainda mais minhas nádegas com a mão livre.
— Olha o cu dessa puta casada engolindo tudo — o macho falou. — A mulher em casa não me dá nem de quatro direito. Aqui eu arrombo à vontade.
Eu peidei no pau dele. Alto e molhado. Ele riu e meteu mais forte. Ela também peidou e soltou uma risada no meio do gemido. As duas se olhando, suadas, se xingando e se beijando.
Depois de uns vinte minutos trocamos de pau. O que estava no meu cu foi pro dela. O dela veio pro meu. Eu senti imediatamente o cheiro e o gosto da bunda dela no pau que entrava em mim. Ela sentiu o meu. A gente se beijava ainda mais suja.
— Sente o gosto do meu cu, puta — eu falei na boca dela.
— Tô sentindo… tá gostoso pra caralho — ela respondeu.
Os outros quatro foram chegando de dois em dois.
Quando entrou o terceiro e o quarto, a putaria ficou séria. Eu de quatro, um pau no cu e outro na boca. Ela na mesma posição do meu lado. Os machos trocando de buraco sem cerimônia. Um gozava na boca dela e já enfiava o pau ainda sujo de porra no meu cu. Outro tirava do meu cu e mandava ela cheirar e chupar antes de meter nela.
— Cheira o cu da sua amiga — um mandou.
Ela cheirou fundo, lambeu e enfiou a língua. Eu fiz exatamente o mesmo com ela. O cheiro estava forte, misturado com porra, saliva e suor. O corno filmava de tão perto que às vezes a câmera batia na minha nádega.
Quando os seis estavam no quarto, virou uma bagunça gostosa.
Eu sentada no colo de um, pau enterrado no cu, enquanto outro abria minha buceta e metia. DP completa. Ela do lado na mesma posição, gemendo e chorando ao mesmo tempo. A gente se beijava, se puxava o cabelo, se xingava.
— Arromba esse cu, porra! Mais fundo! — eu gritava.
— Tá doendo… tá doendo mas não para, pelo amor de Deus não para! — ela gritava.
Os machos falavam sem parar:
— Olha o corno filmando a mulher e a amiga sendo destruídas.
— A esposa em casa não dá o cu nem no aniversário. Aqui a gente enche de porra.
— Abre mais esse rabo. Quero ver o pau sumir inteiro.
— Grita mais alto pra o corno ouvir.
Eu sentava de frente olhando na cara do macho, depois virava de costas e olhava direto pro corno enquanto o pau entrava e saía. Ela fazia a mesma coisa. A gente se ajudava o tempo todo: uma segurava a bunda da outra bem aberta, outra enfiava dois dedos junto com o pau, outra cuspia.
Fomos pra varanda. Eu de quatro em cima da mesinha de granito, ela do meu lado. Dois machos metendo ao mesmo tempo, os outros se masturbando e esperando. O corno deitado no chão filmando de baixo, ângulo bem perto dos nossos cus. Eu peidava, ela peidava, o barulho molhado ecoava no corredor do motel. Em um momento um dos machos tirou o pau do meu cu e enfiou direto na boca dela. Ela chupou sem hesitar.
— Sabor de cu de puta casada — ela falou, rindo com a boca suja.
Depois foi pra piscina. Água rasa. Eu sentada no pau de um dentro d’água, ela no de outro. Os outros dois esperavam a vez, se masturbando na beira. A gente se beijava com gosto de cloro, porra e cu. Eu rebolava sentindo a água bater nas minhas nádegas enquanto o pau subia e descia dentro de mim.
No quarto de novo. Depois na sauna. O calor deixou a gente ainda mais suada e fedida. O cheiro de cu e de buceta ficou pesado. Eu enfiei a cara na bunda dela e chupei o cu enquanto um metia nela por baixo. Ela retribuía com vontade. Várias vezes um macho tirava o pau de dentro de uma e enfiava na boca da outra pra gente sentir o gosto.
Teve momento de frango assado: eu deitada com as pernas dobradas, um pau no cu e outro na buceta, e ela chupando minhas tetas e me beijando. Teve momento em que ela estava de quatro e eu segurava a cabeça dela com força enquanto um gozava na boca dela e outro metia no cu sem parar.
Os machos gozavam, descansavam dez minutos e voltavam. Eu e ela também. O dia inteiro. Manhã e tarde. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Perdi a conta de quantas vezes peidei na pica. Perdi a conta de quantas vezes chorei de dor e de tesão ao mesmo tempo.
No final da tarde eu estava deitada de lado, o cu completamente aberto, latejando, escorrendo porra de vários homens. Ela do meu lado, na mesma situação, com o fio dental jogado em algum canto do quarto. A gente se beijava devagar, trocando o gosto de porra, de cu e de suor.
Eu olhei pro corno, que ainda filmava com a mão trêmula, e falei:
— Grava tudo. Sem corte. Quero que vejam o cu de puta casada e o cu da amiga de Maceió sendo arrombados o dia inteiro por seis machos.
Ela, ainda ofegante, completou:
— E pode falar que a universitária do Tabuleiro veio de novo… só que não foi pra congresso nenhum. Foi pra levar rola até não aguentar mais.
Eu beijei a boca dela com força e sussurrei:
— Quando você aguentar de novo, é só inventar outro congresso. Eu marco quantos machos você quiser.
Ela assentiu, ainda com o cu piscando e escorrendo.
O corno continuou filmando.
Eu e ela continuamos nos tocando devagar.
E o motel de Paulista ficou fedendo a sexo, a peido, a porra e a cu aberto até a gente conseguir levantar e ir embora.
Esse foi só mais um dia.
E ela já está perguntando quando é o próximo “congresso”.