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Troca de chuveiro paga com juros

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2046 palavras
Data: 15/08/2026 11:55:32

Olá, leitores e leitoras. Mais um conto que aconteceu nos idos de

Eu morava em Canoas, no Rio Grande do Sul, região metropolitana de Porto Alegre. Movimentada, mas os serviços nem sempre eram tão acessíveis. Naquela época, o Google ainda não resolvia tudo como hoje, e serviços de manutenção elétrica e predial costumavam ser encontrados por indicação de conhecidos. Na hora do almoço, servi-me e sentei em uma mesa que ainda não tinha ocupantes. Uma colega se aproximou e sentou-se.

— Oi, Júnior, tudo bem?

— Oi, Mari, tudo e tu?

— Ah, não tá muito bom, não.

— Ué, que foi, guria!?

— Bah, eu tô tomando banho gelado há uns 2 dias... e nessa época do ano não tem como não!

Era setembro, ainda bem frio.

— E por que tu não me dissestes antes?

— Ah, a gente que trabalha com avião às vezes quer resolver sozinha as coisas... mas não deu, tenho medo de tomar choque. E sabe quanto me cobraram pra trocar a resistência do chuveiro?

— Não sei, Mari...

— Cinquenta pila! Aí resolvi comprar um mais potente, e o cara falou que pra instalar era cento e vinte!

Trabalhávamos juntos no aeroporto: ela como mecânico júnior, recém iniciada, eu com 5 anos de empresa e uma boa experiência na área. Quanto aos serviços de manutenção de casa, eu dava meu jeito, com o aprendizado que tive ajudando meu pai nos consertos que ele fazia em nossa casa.

— Bah! Que absurdo! Isso é exploração!

— Pois é, entendeu porque eu tô tomando banho gelado?

— Entendi. Mas, se tu tivesses me falado antes, eu teria ido lá trocar pra ti.

— Tu entendes dessas coisas?

— É simples, Mari. Quando tu puder me avisa que eu vou lá e troco pra ti.

— Hoje, depois do trabalho! - respondeu, de supetão.

— Combinado.

Terminamos nosso trabalho, batemos o ponto e fomos para a estação Aeroporto. Aguardamos o trem naquele frio de 14 graus. A composição chegou, lotada. Conseguimos entrar e Mari ficou bem apertada, ao meu lado. Sentia sua coxa apertando a minha.

— Bah! Que frio! - reclamou ela, quando o trem se movimentou e entrou vento frio pela janela.

— Quer um abraço?

Ela não respondeu de imediato. Apenas se virou e se encaixou na minha frente, deixando o corpo apoiado contra o meu enquanto o trem balançava. Passei os braços ao redor dela, inicialmente com a desculpa de protegê-la do frio. Depois percebi que nenhum dos dois parecia ter pressa de desfazer aquele abraço. Meu pau endureceu por baixo da calça do uniforme. O perfume dela chegava até mim. Mari levantou o rosto por um instante e nossos olhos se encontraram. Ela sorriu de leve, mas não disse nada. Também não se afastou. Ficamos daquele jeito até a estação Canoas, próximos demais para que eu conseguisse continuar fingindo que aquilo era apenas uma gentileza entre colegas.

— Vamos rápido, tá bem frio. Esse uniforme não esquenta e eu não trouxe o meu casaco hoje.

Andamos rapidamente pelo calçadão e entramos em um prédio pouco depois. Subimos de elevador. Ela abriu a porta do apartamento, revelando um espaço pequeno, mas aconchegante. A primeira coisa que fez foi ligar o ar quente.

— Pronto, esse freezer logo vai ficar um forno.

Rimos juntos. Ela me trouxe o chuveiro novo, de 7.000 Watts.

— Nossa, esse aqui dá pra ferver a água pro chimarrão!

— Ah, chega de frio nessa casa! - disse ela, me guiando até o banheiro e entregando-me uma caixa com ferramentas diversas. Como não tínhamos multímetro, era melhor garantir e desligar tudo! Fui até a cozinha, desliguei os disjuntores e ficamos na semiescuridão. Voltei ao banheiro e Mari tinha acendido uma luz de emergência, que iluminava bem.

Fiz a troca do chuveiro, conferi o isolamento dos fios e pedi para ela ligar os disjuntores. Desliguei a luminária de emergência e permaneci no escuro por um ou dois minutos, sozinho, sentindo o cheiro dela no ar, imaginando seu corpo nu. A luz acendeu, me arrancando do devaneio. Ouvi seus passos macios, voltando pelo corredor.

— E aí, deu certo? - perguntou ela, me olhando com um olhar curioso.

— Não sei, vamos testar agora - respondi, fixando meu olhar no dela.

Entrei no box e movi a posição do chuveiro para "frio", a fim de não queimar a resistência, e abri a água. O volume de água foi forte, molhando minha roupa. Desliguei, coloquei na posição mais potente e liguei. Fez até barulho! Quando a água esquentou, Mari soltou um suspiro de alívio, como se eu tivesse acabado de resolver o maior problema do mundo.

— Pronto, seu fervedor de água está funcionando! - respondi, saindo do box com a roupa molhada. Tremi de frio.

Rimos os dois. Guardei as ferramentas, joguei fora os lixos e coloquei o chuveiro velho em uma sacola de lixo.

— Obrigada! Quanto te devo?

— Olha, pra colega de trabalho é mais barato, R$ 100,00! - falei sério, tremendo.

— Bah! Tá loco! Você disse que viria me ajudar!

— Mas eu vim mesmo, só não disse que seria de graça, ué.

— Bah, Júnior, sério mesmo? Não acredito! - disse Mari. Não sabia se ela tinha entrado no jogo ou se estava indignada.

— Não, Mari, não vou cobrar nada.

— Então vou tomar um banho. Fica aqui comigo, tenho medo de tomar choque.

— Tá, eu fico, vou ali na sala.

— NÃO! É pra ficar aqui comigo! Qualquer coisas você me socorre, desliga o disjuntor. Se eu tomar choque não vou nem conseguir gritar!

— Pra quê esse medo, guria!

— Ah, já tomei choque em outros lugares que morei... - respondeu ela, saindo do banheiro.

Momentos depois ela retorna trazendo um pijama dobrado e uma calcinha branca de renda dobrada sobre o pijama.

— Vou sair. Encosta a porta, guria, e me chama quando terminar, assim não vou te ver sem roupa.

— Para de bobagem! Sua camiseta já tá transparente e eu já te vi suado no trabalho - disse ela, apontando para minha roupa.

Segurei a barra da camiseta, mas antes que pudesse tirá-la, Mari se aproximou e segurou o tecido também. Ficamos por um instante frente a frente, próximos o bastante para perceber a respiração um do outro. Havia um sorriso tímido no rosto dela, mas seu olhar já não tinha nada de inocente. Ela puxou minha camiseta para cima e eu a ajudei a tirá-la. Quando nossos olhos se encontraram novamente, Mari segurou a própria camiseta e a retirou devagar. O silêncio entre nós dizia muito mais do que qualquer provocação. Mari era branca, de cabelos pretos e um olhar que mesclava timidez e desejo. Tinha um par de seios pequenos e um corpo curvilíneo, extremamente atraente. Era daquelas baixinhas encorpadas que preenchem a mão. Ela tirou a calça, exibindo coxas grossas. Quando baixou a calcinha, revelou uma bucetinha peluda e bem desenhada.

— Nossa, você tem um corpo legal! - elogiei. Ela estava arrepiada. Eu também. De frio!

— Legal!? Pra não me chamar de acima do peso né... - disse ela, colocando as mãos na cintura e me olhando com olhar de repreensão.

— Acima do peso nunca. Tu é gostosa na medida certa — respondi, sem pensar.

— Gostei da resposta. Vou entrar logo debaixo dessa chaleira porque tô tremendo de frio.

Ela abriu o chuveiro e entrou embaixo da água quente, dando um grito.

— Que foi, Mari? - gritei, abrindo a porta do box, preocupado!

— Eu me queimei aqui, água super quente! - disse, mostrando a pele toda vermelha.

Foi impossível não ficar de pau duro! Ela molhada parecia ainda mais gostosa!

— Não vou dividir o chuveiro com você, mas assim que eu terminar você vai tomar banho.

Entendi o recado e já fui tirando a roupa. O vapor esquentou o banheiro e o aquecedor no quarto deveria ter deixado o ambiente propício para uma transa gostosa.

Mari saiu arrepiada, se secando rápido.

— E esse pau duro? - disse ela, pegando e sentindo a rigidez.

— Pra você pagar a conta! - respondi, entrando no box e ligando o chuveiro. Realmente, esquentava muito. Tomei um banho rápido enquanto ela buscava a toalha.

— Oi, a toalha tá aqui - disse ela, pendurando a toalha no box e saindo.

Desliguei a água, peguei a toalha deixada por ela e me sequei rapidamente. O ar quente do quarto já tinha deixado a casa aconchegante. Entrei no quarto e a encontrei deitada sobre as cobertas, nua e me esperando. Aquele corpo baixinho, cheio de curvas e gostoso era um convite irresistível. Deitei ao seu lado, puxando-a para mim e já deslizando a mão entre suas coxas macias.

— Você tem camisinha, guria?

— Vai dizer que não anda preparado?

— Não é todo dia que se come alguém sem combinar.

— Vai ter que gozar fora e assumir o filho, caso eu engravide.

Nem respondi. Afastei as pernas dela e comecei a chupá-la vigorosamente. O cheiro de pele úmida do banho, seu perfume, tudo me excitava. Logo Mari gemia. Sua buceta começou a escorrer um líquido transparente, indicando que estava lubrificada e pronta para ser comida.

Deitei-me sobre ela e a beijei gostoso. Nos perdemos um nos lábios do outro. Meu pau roçava a entrada dela e quando menos ela esperou entrei de uma vez, fazendo-a gemer alto e me apertar.

— Vai, me fode gostoso! -pediu ela.

Aumentei o ritmo e seus gemidos acompanhavam cada estocada. Mari agarrava meus ombros com força, totalmente entregue. Antes de estocar mais fundo dei uma pequena pausa, de propósito, só para ver a reação dela. Ela reclamou baixinho, puxando meu quadril de volta para o dela.

— Não vai parar agora, né? — perguntou, recuperando a mesma ousadia que vinha mostrando desde que decidira transformar aquela simples visita para consertar o chuveiro em algo completamente diferente.

Aprofundei as estocadas. Após um tempo saí de dentro dela e a virei de bruços, puxando seu quadril para cima e metendo fundo por trás. Ela soltou um gemido alto, empinando a bunda em um ângulo perfeito. Depois de um tempo no ritmo forte, me deitei de costas e ela montou em mim. Sentou devagar no meu pau e começou a rebolar com um rebolado lento e gostoso, jogando a cabeça para trás enquanto eu apertava seus seios gostosos. A visão daquele corpo gostoso se movimentando em cima de mim era pura provocação.

— Cara, come meu cu, goza dentro de mim! — pediu, em êxtase. Ela desmontou de mim, virou-se de bruços na cama e empinou o quadril, me olhando por cima do ombro com o olhar em chamas.

Ajoelhei atrás dela, passei bastante lubrificante no meu pau e nos meus dedos. Comecei a massagear a entrada do cu dela com o polegar enquanto beijava suas costas, sentindo o músculo ir cedendo aos poucos. Ela gemeu, sinalizando que estava pronta. Alinhei a cabeça do meu pau na rodinha apertada e fui empurrando devagar, sentindo a resistência gostosa até entrar todo.

— Nossa, guria, tu é muito apertada! — exclamei, segurando sua cintura.

Comecei num vai e vem cadenciado, até que ela mesma começou a empurrar o quadril contra o meu. Segurei firme na cintura dela e passei a estocar com força, fazendo minhas bolas baterem na bunda macia dela. Sentindo o clímax chegar, puxei o pau pra fora no último segundo e gozei forte sobre as nádegas dela, jorrando porra quente por toda a sua bunda.

Ainda esfuziante, Mari se virou de frente, olhou para o meu pau melado de porra e piscou.

— Deixa eu terminar de pagar esse serviço... — disse, puxando meu quadril e abocanhando meu pênis com vontade.

A sensibilidade do pós-gozo era quase insuportável de tão gostosa. Urrei de prazer sentindo a língua dela trabalhando firme, limpando cada gota do gozo quente do meu pênis. Quando ela terminou, subiu pelo meu corpo e colou seus lábios nos meus, dividindo o sabor do nosso gozo em um beijo quente.

— Serviço pago com juros — sussurrou Mari, satisfeita.

— Porra, e que juros... — respondi, abraçando-a e sentindo o coração desacelerar.

Sorriu daquele jeito provocador que eu ainda não conhecia nela e se deitou sobre meu peito. Eu afaguei seus cabelos, enquanto sentíamos os efeitos da onda de hormônios liberados recentemente. Naquele momento, ficou difícil imaginar como voltaríamos a agir normalmente quando nos encontrássemos no trabalho.

Eu tomei um banho rápido e tomamos um café juntos, antes de eu ir embora.

Na manhã seguinte, quando nossos olhares se cruzaram no trabalho, bastou um sorriso discreto para que nós dois lembrássemos exatamente do que havia acontecido naquele apartamentoNão se esqueça de avaliar o conto dando estrelas. Obrigado pela leitura!

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 50Seguidores: 25Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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