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Noite na República - Parte 2

Um conto erótico de Just Sad
Categoria: Grupal
Contém 3525 palavras
Data: 15/08/2026 11:27:09

Os lábios dele roçaram a orelha de Dani, mandando faíscas pelo corpo dela.

— “Hmm… é”, ela respondeu, ainda sem saber exatamente como argumentar. “Confia em mim, acho que vai dar certo.”

Dani apertou a coxa do encontro como se quisesse reforçar o ponto. Matheus não pareceu reclamar, e o resto do caminho de volta foi em silêncio.

O quarteto chegou até a república, era uma república muito simples, na sala não havia sofás, apenas uma mesa que as meninas usavam para jantar. Eles subiram até o quarto das meninas, iluminado apenas pela luminária macia que mudava de cor. Thiago e Isa se jogaram imediatamente na cama de Isa, cada um com um braço em volta do outro.

Dani subiu na própria cama e fez sinal para Matheus a seguir. O garoto sentou ao lado da loira, os dois de costas para a parede.

— “Então… qual é o plano?”, Matheus sussurrou para Dani enquanto Thiago e Isa começavam a conversar e rir baixinho. “Eles vão embora?”

— “Não”, respondeu Dani, sentindo o coração acelerar.

Isa provavelmente tinha razão: homem é homem, e Matheus não ia recusar uma oferta de sexo só porque não teriam o quarto só para eles. Ela ainda precisava se convencer de verdade, e convencer Matheus significava se convencer também. —

— “Eles não podem ir para outro lugar. Vão ficar na cama deles, a gente usa a nossa.”

Dani observou o rosto de Matheus atentamente, tentando decifrar a reação. Infelizmente, a expressão dele permaneceu neutra. Ele seria ótimo no pôquer.

— “Ah… tá, ok”, murmurou ele depois de um segundo.

— “Tá tudo bem?”, Dani sussurrou de volta, movendo a mão para a coxa dele para persuadi-lo.

— “É, claro”, disse Matheus. “Tá de boa.”

— “Ok.” Se Matheus estava topando, ela definitivamente tinha que topar também. Dani fortificou os nervos. “Bom.”

Os dois ficaram ali sentados em silêncio por alguns instantes. Os olhos de Dani voaram para o outro lado do quarto, onde a mão de Thiago já acariciava o quadril de Isa e a boca dele beijava suavemente o lado do pescoço dela.

Dani se virou de volta para Matheus, mas não conseguia se livrar da imagem de Isa e o namorado a poucos metros de distância. Estava nervosa, quase intimidada na frente de uma plateia. Especialmente de pessoas que, estranhamente, pareciam relativamente confortáveis naquela situação.

Com as palmas tremendo, Dani quase se sentia como se fosse a primeira vez de novo. Mas canalizou todos aqueles pensamentos, os nervos, em excitação, e se empurrou para frente, aproximando o corpo do de Matheus.

Ele entendeu o recado, os olhos saltando para o outro casal. Mas o olhar voltou rapidamente para Dani, e os dois se inclinaram para um beijo.

Os olhos de Dani se fecharam enquanto as bocas se exploravam, mais sensuais e pausadas do que na pista de dança do bar. Eles tinham tempo, podiam apreciar e curtir um ao outro. As mãos dela percorriam suavemente a coxa e o lado dele. Os lábios se moldavam aos contornos da boca de Matheus, as línguas logo trabalhando para intensificar o beijo.

Dani gostava do gosto dele, da sensação do beijo. Empurrou um pouco mais apaixonadamente. Estava pegando o que queria, levando a noite exatamente para onde desejava.

Colocou uma mão no peito de Matheus e o guiou para baixo, deitando de costas na cama. A cama de casal pressionada contra a parede reduzia um pouco a liberdade de movimento, mas Dani fez funcionar e terminou por cima do encontro.

O rabo de cavalo longo balançava sobre o ombro, fazendo cócegas no peito de Matheus, e ela se inclinou para outro beijo. Dani se entregou ao beijo, curtindo o corpo quente debaixo dela, beijando de volta, acendendo o fogo entre as pernas.

Com as mãos de cada lado da cabeça de Matheus, começou a depositar beijos nas bochechas, nas pálpebras, nas orelhas. Matheus beijava bem, mas ela queria mais. Queria explorar mais.

Dani mordiscou os lóbulos das orelhas dele, beijou e lambeu o pescoço acima da gola. Justo quando se sentou para começar a desabotoar a camisa de Matheus, ouviu um gemido do lado e notou o olhar dele se mover. Olhou para a direita e, embora não estivesse necessariamente surpresa, ainda assim foi um choque visual.

Thiago e Isa estavam sentados um ao lado do outro, se beijando profundamente. Thiago estava esticando o braço e tinha erguido o vestido de Isa, expondo a virilha. Dani confirmou pela primeira vez que Isa era ruiva de verdade: um triângulo de pelos laranja graciosamente sobre a fenda rosada. Que naquele momento estava sendo explorada por um dos dedos de Thiago.

Enquanto isso, Isa também tinha as mãos ocupadas. A calça de Thiago estava aberta na frente, e a mão de Isa pescava dentro da cueca para masturbá-lo.

Dani ainda não conseguia ver o pau de Thiago, mas via o movimento ritmado da mão da colega de quarto. Era hipnotizante, cativante. Sexy, quase. Ter uma visão tão pessoal de um momento tão íntimo. Dani sentiu o formigamento na virilha se intensificar.

Voltando à tarefa, Dani desabotoou habilmente todos os botões da camisa de Matheus e a abriu. Inclinando-se de novo para beijá-lo, ajudou a tirar a camisa completamente, passando as mãos pelos braços dele.

Enquanto continuava a beijar Matheus, sentiu o corpo dele tremer um pouco, as mãos quase vibrando sobre a pele exposta da cintura dela.

— “Tá tudo bem?”, perguntou Dani, notando o olhar de Matheus saltar para o show de Thiago e Isa e depois voltar.

— “É, tô bem”, respondeu Matheus com um sorriso. “Tá gostoso.”

— “Bom”, respondeu Dani num sussurro no ouvido dele. Ao mesmo tempo, deslizou uma mão pelo torso, sentindo a barriga e descendo até a cintura da calça. “É só me avisar se quiser que eu faça alguma coisa específica. Ou se quiser ir mais devagar, qualquer coisa.”

— “Não, tá bom”, respondeu Matheus. “Tô bem.”

Dani sentia que ele ainda estava um pouco nervoso, mas imaginou que era natural, e ele parecia estar curtindo mesmo assim. O objeto duro pressionando a parte interna da coxa dela parecia confirmar isso.

As mãos de Matheus encontraram as costas do corpete de Dani e ele começou a puxar levemente os fechos. Mas eram particularmente complicados, e ele não parecia muito experiente.

Dani se ergueu depois de alguns segundos de luta.

— “Deixa eu te ajudar com isso”, riu ela, e alcançou as costas para desfazer o corpete, deixando-o cair dos ombros e no chão.

Os olhos de Matheus imediatamente absorveram o tronco nu de Dani, percorrendo a curva das clavículas, o volume dos seios pequenos, a barriga firme. Dani também olhou para baixo, notando como os mamilos pequenos já estavam inchados.

“Hmm, sim…”, ouviu um gemido baixo do outro lado do quarto. Olhou; Thiago e Isa estavam praticamente na mesma posição, só que o pau de Thiago agora estava completamente para fora. Dani observou a mão de Isa se mover ritmicamente, apertando e relaxando enquanto subia e descia. Observou os pequenos vislumbres da cabeça do pau nos movimentos de descida.

Isa tinha sido quem gemeu, e os olhos dela estavam fixos diretamente no corpo de Dani, nos peitos expostos.

Outra onda passou por Dani, e ela sentiu os mamilos endurecerem ainda mais. Porra, por que aquele olhar de Isa era tão excitante?

Dani rapidamente voltou o olhar para Matheus e se inclinou para continuar o beijo.

Havia movimento no canto do olho depois de um minuto, mas Dani estava demais focada na sensação dos peitos nus pressionados um contra o outro, a boca de Matheus na dela.

Dani desviou o beijo para o rosto e o pescoço de novo, mas agora sem a camisa no caminho, a boca desceu mais baixo. Sobre os peitorais, os mamilos. Pela barriga, pelos quadris. Ao encontrar a cintura da calça, desfez o cinto rapidamente e começou a puxar a calça de Matheus.

Ele ergueu o quadril para facilitar depois de um momento, e Dani puxou a calça completamente, deixando o encontro totalmente nu.

A recompensa veio na forma do pau duro de Matheus apontando para cima. Dani rastejou entre as pernas dele e se curvou, começando a beijar as coxas. Aventurou-se mais para cima, até sentir as bolas roçando o queixo.

Dani apreciava o pau, era um belo pau de uns 17cm, relativamente grosso, a cabeça rosada totalmente exposta classica de um pau circuncidado, os pêlos bem aparados.

Virou um pouco e beijou o saco de Matheus, depois a base do pau. Depois subiu pela parte de baixo até a cabeça.

Quando chegou na ponta, Dani girou a língua, provocando a cabeça sensível. Matheus estremeceu um pouco, e Dani olhou para cima e viu os olhos dele acompanhando cada movimento, cada toque.

Dani estendeu a língua mais, lambendo ao redor de toda a cabeça rosada, antes de abrir a boca completamente e engolir a ponta do pau.

Ela já tinha feito isso mais de algumas vezes e sabia se virar com o pau de um homem. Dani desceu, engolindo metade. Passou a língua ao redor e subiu de novo, voltando a chupar a cabeça antes de mergulhar outra vez.

Começou a desenvolver um ritmo consistente, subindo e descendo. O pau de Matheus pulsou e tremeu em resposta, pequenos suspiros e gemidos escapando da boca dele.

Dani engoliu mais, mergulhando mais fundo. Queria o pau inteiro. E fez rápido: abriu a garganta e se forçou mais para baixo até o nariz se esmagar contra a virilha de Matheus. Segurou a posição por um segundo antes de voltar para cima em busca de ar com um grande suspiro.

Matheus sorriu para ela enquanto Dani recuperava o fôlego, e ela desceu a mão para masturbar o membro encharcado.

Dani sentia a puxada da outra cama na mente. Queria olhar, mas manteve a atenção firmemente em Matheus. Aquele era o momento deles, e apesar do olhar de Isa mais cedo, ela não queria ser estranha ou qualquer coisa do tipo por ficar assistindo. Por mais que o pensamento a excitasse.

Curvou-se de novo, lambendo e chupando suavemente as bolas de Matheus enquanto masturbava o pau. Depois de arrancar mais alguns gemidos, voltou a trabalhar no membro, lambendo e beijando antes de engoli-lo inteiro de novo.

Dani sentia o pau de Matheus latejar e pulsar com mais intensidade enquanto continuava a chupá-lo. Mas ela era gananciosa: precisava senti-lo dentro dela antes de deixá-lo gozar.

Então se afastou, deixando o pau escorregar da boca. Virou-se e empurrou a saia e a calcinha para baixo num movimento só, sem perder tempo em montar de novo em cima de Matheus.

Dessa vez os dois estavam completamente nus. E o pau dele não estava mais só roçando a coxa: estava pressionado diretamente contra a fenda dela. Implorando para entrar.

Dani deslocou o quadril um pouco para frente e desceu a mão para posicionar o pau de Matheus. Ele, porém, a puxou para o peito, beijando-a de novo.

— “Espera”, sussurrou Matheus. “É a minha primeira vez.”

Dani sentiu um golpe de surpresa, mas deixou passar. Isso explicava um pouco da timidez e do nervosismo. Mas não significava que ela precisava mudar nada. Só esperava estar lhe dando uma experiência memorável.

— “Tá tudo bem”, sussurrou Dani de volta, e beijou a testa dele. “Vai ser bem gostoso. Confia em mim.”

Matheus balançou a cabeça quase imperceptivelmente, e Dani balanceou o quadril para trás. Direcionando o pau para a fenda, sentou-se e sentiu a cabeça deslizar pelas dobras encharcadas. Ela já estava escorrendo, e a buceta praticamente implorava para ser fodida.

Sem resistência, o pau de Matheus deslizou para dentro, se acomodou dentro dela.

Matheus soltou um suspiro fundo, e Dani poderia jurar que ele já parecia mais relaxado. Apoiou as mãos no peito dele e girou o quadril para baixo, empurrando o pau cada vez mais fundo até ficar completamente cheia.

A buceta estava viva, latejando. Já estava tão gostoso. O clitóris também doía de vontade de ser tocado.

— “Tá bom assim?”, perguntou Dani para Matheus, embora o sorriso que se alargava no rosto dele parecesse responder a pergunta.

— “É, tá ótimo.”

— “Bom.”

— “A gente não deveria estar usando camisinha?”

Um pouco tarde demais agora. “Você tem alguma?”

— “Não.”

Dani tinha uma caixa de 12 no guarda-roupa. Mas não achava que conseguisse sair daquele pau gostoso, ou não senti-lo na forma natural.

— “Eu tomo anticoncepcional e tô limpa”, explicou. “Tá tudo bem. Só deita e curte.”

Matheus obedeceu, a cabeça afundando um pouco mais no travesseiro.

Os quadris de Dani se ativaram de novo, começando a cavalgar o pau de Matheus lentamente, fazendo-o acertar os pontos mais profundos. As ranhuras roçavam nas paredes, estimulando todos os nervos. Dani mordeu o lábio e não conseguiu evitar fechar os olhos.

Uma mão deslizou pelo peito de Matheus e encontrou o clitóris. Dani cavalgava devagar, balançando o quadril, só curtindo as sensações, a onda construindo gradualmente dentro dela. Não estava com pressa, e pelo jeito que as mãos de Matheus percorriam os quadris, acariciavam os seios, ele também estava curtindo.

Enquanto Dani se acomodava, o dedo tocando o clitóris de forma celestial, os gemidos do outro lado do quarto começavam a subir. Por mais que não quisesse olhar, os olhos se abriram sozinhos.

Isa estava deitada de costas contra os travesseiros, completamente nua, pernas abertas. Os peitos grandes estavam em plena exposição enquanto ela os apertava e apertava. Dani não conseguiu impedir a onda que passou pelas coxas com a visão.

Mas o que a deixou ainda mais ligada foi o olhar de Isa. As duas colegas de quarto estavam se encarando, se banhar no prazer uma da outra, no fascínio da situação.

Enquanto isso, Thiago estava mais abaixo na cama, também completamente nu, embora o membro estivesse escondido debaixo dele, fora de vista.

Ele estava entre as pernas de Isa, lambendo ela com voracidade. Dani nunca tinha visto uma língua tão apaixonada, trabalhando o clitóris de Isa como se fosse a última coisa que ele faria na vida. Os dedos tinham aberto ela, empurrando para dentro e para fora da buceta brilhante.

Dani não conseguia desviar o olhar. Não sabia por que a visão da colega de quarto sendo chupada era tão absurdamente gostosa. Mas era. Assim como Isa assistindo o próprio hedonismo, cavalgando o pau de Matheus.

Acelerou o ritmo, girando e empurrando o quadril para baixo com mais força. O orgasmo estava construindo firmemente, ela sentia chegando. Voltou os olhos para Matheus, que ela notou também estava roubando olhares do outro lado do quarto. Admirando o peito volumoso e as coxas ruivas de Isa.

Os dois se encararam, e Dani se inclinou de novo, beijando Matheus profundamente. Nessa posição, o clitóris roçava o torso dele, mandando choques pela coluna a cada descida dos quadris.

Os dedos dela passaram pelo cabelo de Matheus; os dele brincavam com os seios, os mamilos, traçavam padrões nas costas. Mantiveram o beijo enquanto faziam amor. Os quadris de Matheus começaram a empurrar para cima ao encontro dos de Dani, acertando ainda mais fundo e bem num ponto especialmente doce. A virilha estava queimando, esquentando o corpo inteiro. Ela estava perto.

Finalmente quebraram o beijo, e Dani encarou os olhos de Matheus. Ele definitivamente parecia mais confiante, mais ávido, enquanto empurrava nela suavemente.

Sem querer, os olhos de Dani saltaram para a outra cama. Isa agora estava ajoelhada, mãos contra a cabeceira. Thiago estava fodendo ela. Forte. Fundo. Uma fisgada passou pela buceta de Dani só de olhar.

Os olhos de Isa estavam revirados, as pernas tremendo. A bunda grande quicava a cada estocada, e ela parecia prestes a gritar.

A visão era tão gostosa. A ruiva arqueava as costas, os mamilos eretos. O pau de Thiago enfiando nela. Os abdômens flexionados, os braços fortes. Os olhos dele, azuis penetrantes, encarando de volta Dani.

Ela não conseguia desviar o olhar do de Thiago. Os olhos permaneceram presos enquanto cada um fodia o respectivo parceiro, os quadris de Dani agora cavalgando Matheus com tudo o que tinha. Se construindo até a beira.

E então ela sentiu. A onda quebrando por ela, rasgando o corpo. Olhou direto para Thiago enquanto gozava, vendo-o foder Isa cada vez mais forte contra a cabeceira.

O corpo de Dani tremeu e se contorceu, e a atenção voltou para Matheus enquanto o brilho radiante a tomava. Continuou girando o quadril, cavalgando através do orgasmo, cada sensação contínua só tornando o gozo ainda mais delicioso.

Justo quando achava que não podia ficar melhor, as mãos de Matheus cravaram fundo na bunda de Dani, e ela sentiu o pau latejar e pulsar. Sabia que ele estava explodindo fundo dentro dela, enterrando porra na sua buceta.

Dani cavalgou os últimos choques do orgasmo enquanto Matheus ofegava pesadamente, desabando de volta nos travesseiros e se banhar no próprio clímax. Dani não conseguiu evitar sorrir com a visão doce.

Inclinou-se e beijou Matheus profundamente, sensual, exatamente como no começo.

— “Foi gostoso?”, perguntou ela. Ainda sentia o pau latejando um pouco dentro dela, a deliciosa mistura dos sucos dela e do porra dele mantendo-a quente.

— “Foi… muito, muito gostoso”, respondeu ele com uma risada. “Obrigado.”

“Obrigada”, respondeu Dani. “Foi tão gostoso.”

Matheus a puxou de volta para um beijo, e os dois ficaram ali juntos, enrolados num abraço apertado.

Dani poderia ter adormecido abraçada com ele ali mesmo, mas um estalo rítmico a impedia de se entregar.

Sabia que era a outra cama, mas não queria olhar. Não queria se excitação com o show que estava sendo montado do outro lado do quarto.

Ergueu a cabeça de novo para outro beijo, saboreando a sensação dos lábios de Matheus. Ele não estava amolecendo dentro dela, apesar de já ter gozado. Imagina que a taxa de recuperação seria bem rápida, como um estreante entusiasmado.

Depois de alguns minutos de beijos suaves e tentando não assistir, a mão de Dani foi forçada. Os gemidos de Isa estavam ficando mais altos e mais frequentes, construindo até um clímax.

— “Ahhh porra, tô gozando!”, anunciou ela para o quarto inteiro.

Dani simplesmente teve que olhar. Teve que assistir o corpo de Isa se contorcer, tremer e convulsionar enquanto o orgasmo a atravessava, eletrificando o corpo inteiro.

A visão da ruiva gozando era indescritível. “Eu fico assim também quando gozo?”, Dani se perguntou. Era quase viciante, ver aquele nível de prazer e lascívia em outra pessoa. Poder assistir.

Não conseguia dizer se Thiago também tinha gozado, mas o ritmo deles parecia estar diminuindo, quase para a decepção de Dani. Mas com o show parando, ela percebeu o quanto precisava mijar.

— “Deixa eu ir no banheiro rapidinho”, sussurrou para Matheus e beijou a bochecha dele. “Já volto.”

Dani escorregou da cama, agora no meio do quarto entre as duas camas. Tentou desviar o olhar de Isa e Thiago. Como se os dois também não tivessem assistido ela e Matheus transarem. Mas não queria ser desrespeitosa, ou estranha.

A porta fechada do banheiro ofereceu a Dani um resquício de privacidade enquanto mijava e limpava a bagunça pastosa que escorria entre as pernas.

Levantou-se e se olhou no espelho. O cabelo e a maquiagem ainda estavam razoavelmente bons para quem já tinha feito um boquete. Um chupão pontilhava o peito pálido; ela não lembrava quando Matheus tinha feito aquilo.

Parou um segundo, puxando respirações profundas. A devassidão lá fora tinha sido divertida. Ela tinha conseguido levar para casa o cara de quem gostava, tinha transado muito bem e gozado gostoso. Mas Isa e Thiago…

Algo nisso simplesmente não saía da cabeça. Por que ela ficava tão excitada só de pensar? De assistir eles, e de ser assistida. Era quase um pouco assustador o quanto tinha sido hipnótico.

Mas tinha acabado. E, esperava, ela e Isa nunca mais precisariam usar o quarto ao mesmo tempo.

Ou talvez esperasse? Dani não sabia, estava demais conflitada. E nem sabia por que estava se sentindo contrária, ou estranha. Supunha que não havia nada de errado no que tinham feito. Foi gostoso, foi porra, sexy. Ela só nunca tinha imaginado fazer isso antes.

Perdida nos pensamentos, Dani deu um pulo quando a porta se abriu. Virou-se e imediatamente fez um movimento para se cobrir quando Thiago entrou.

— “Já tô terminando”, disse ela.

Mas Thiago não saiu; em vez disso, fechou a porta atrás de si. Trancando só os dois ali dentro.

— “Não precisa se apressar por minha causa”, disse Thiago. Dani percebeu o quanto era ridículo se cobrir na frente de Thiago, considerando o fato de que ele já tinha visto ela nua, tinha visto ela com um pau dentro.

Dani baixou os braços do peito e foi lavar as mãos. Thiago deu um pequeno assobio de admiração enquanto a olhava de cima a baixo antes de virar as costas e mijar.

— “Não fica muito empolgado. A Isa pode ficar com ciúme”, brincou Dani enquanto secava as mãos.

— “Ah, acho que não.” Thiago se sacudiu e foi até a pia lavar as mãos. “Ela não é do tipo ciumenta.”

— “Falando por experiência?”, perguntou Dani. Thiago se moveu para secar as mãos na toalha pendurada na porta, passando direto por Dani ao fazer isso. Ela tinha tentado evitar olhar para o pau semi-ereto dele, mas não conseguiu deixar de pensar no peso dele quando tocou levemente a coxa no caminho.

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