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UM PÉSSIMO ANFITRIÃO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1187 palavras
Data: 15/08/2026 10:10:38

Noite de chuva intermitente, pancadas líquidas fortes. Fui assistir a uma peça teatral, participante do festival de teatro da minha cidade. Amei o monólogo. Bom texto, ator excelente (além de lindo), técnica impecável – acho que vai abiscoitar alguns prêmios, essa companhia. Terminada a apresentação, houve o debate, em que o ator, muito seguro de si, demonstrou amplo conhecimento sobre os temas abordados. Fiquei maravilhado. Cumprimentei o artista com um abraço gostoso em seu corpo fresco do banho. Gostei.

Ao final de tudo, fui procurado pelo coordenador do evento, aflito com um problema que surgiu de última hora: o hotel em que reservaram a diária do ator daquela peça informou que houve um bug no sistema e a reserva não foi efetivada. O pior é que não havia mais vaga nem neste nem nos demais hotéis da cidade. O festival trouxera muita gente de fora. O coordenador me perguntava se eu poderia fazer alguma coisa. Falei que relaxasse, que este problema era mínimo; eu levaria o rapaz para o meu apartamento, sem crise. O cara agradeceu imensamente, só faltou me endeusar por tê-lo tirado dessa situação constrangedora.

O ator chama-se Everardo Macena. Vinte e alguns anos, bonito como todo jovem dessa idade é, simpático, falador, pensador. Vestia uma regata bem folgada e calção de tecido também folgado, deixando à mostra generosos lances da acetinada pele quase sem pelo. No caminho para casa não paramos um minuto de conversar. Eu estava cada vez mais encantado com ele.

Chegando no condomínio, enquanto deixava o carro no estacionamento e nos dirigíamos ao apartamento, resumi-lhe as regras da casa: “Moro sozinho, não recebo visitas, portanto não sei receber, não sou um bom anfitrião. Quando eu digo ‘sinta-se à vontade’, não é apenas uma força de expressão. Além do mais, não pretendo alterar minha rotina em nada, que eu lutei muito para ter este espaço e quero aproveitá-lo intensamente sempre. O apartamento é pequeno e funcional, você fica onde quiser, come o que quiser (quase falei “come quem quiser”, mas me contive), dorme onde quiser – só não espere paparico de minha parte.” Ele exultou: “Que massa! Já amei!”

Adentramos no ap, mostrei-lhe onde ficava o básico, perguntei-lhe sobre os seus horários no dia seguinte. Ele pegaria o ônibus às oito horas. Disse-lhe que às cinco eu saía para caminhar, mas ele podia ficar dormindo de boa. Quando eu fosse para o trabalho, deixaria ele na rodoviária. Essa conversa rolando e eu, na maior naturalidade, tirando a camisa e a calça, expondo minha tanga fio-dental transparente; notei que ele deu uma olhada básica, mas nada comentou, e o assunto trivial continuou.

Tomando algumas providências domésticas, enxugando alguns respingos da chuva que entrara por uma janela que ficara aberta, eu circulava para lá e para cá, a pica remexendo-se na minha roupa íntima, e eu gostando da situação. Ele perguntou onde dormiria, já que vira apenas uma cama de casal no quarto. Falei que escolhesse: havia o sofá, que não era confortável; o chão, que era menos confortável ainda; e a cama, que era grande, cabia muito bem nós dois. “Ah, massa! Valeu!”

O assunto enveredou pelo monólogo que ele apresentara. Fiz algumas considerações que não expuseram no debate, a que ele respondeu e comentou. Eu pegara duas maçãs na geladeira, ofereci-lhe uma e comecei a comer a outra. Ele estava sentado na extremidade do sofá, eu me acomodei sobre o braço, bem ao lado dele.

Comemos a fruta do paraíso, em meio a altos papos sobre teatro e o próprio festival. Enquanto falávamos, ele “displicentemente” colocou o braço sobre minha coxa, sem alterar o ritmo da prosa, como se fosse um gesto qualquer. Senti um arrepio bom e minha rola cresceu sob a renda transparente, mas continuei me mostrando concentrado na conversa, embora tenha percebido que ele viu o movimento da minha rola.

Agora os dedos se mexiam discretamente, acariciando minha coxa, e eu podia notar sua rola armando circo sob a bermuda. A minha pica endureceu, expondo-se tesa. Ao longo das carícias, sua mão desceu para a parte interna das minhas coxas e logo atingiu minha rola, apertando-a suavemente. O silêncio se fez e eu desci minha mão direto sobre a sua rola, sentindo-a rija. Passei a massageá-la sobre o tecido, como ele fazia com a minha. Rolavam discretos gemidos.

Ele puxou minha tanga, minha rola pulando fora. O ator punhetou um pouco e em seguida abaixou-se, tomando-a na boca. Ao sentir o molhado delicioso e macio de sua língua, não tive como não gemer. Como ele precisava se abaixar para me chupar, sua bermuda desceu um pouco, mostrando o cofrinho, vinco natural a chamar minha mão, que desceu por ele, encontrando seu cu e passando a massagear as beiras e a penetrar. Ele se remexeu para melhor receber meu dedo.

Nossas bocas então se encontraram, num beijo intenso. Fomos nos desnudando e em segundos estávamos pelados, nossos paus eretos, nossos corpos se roçando sobre o sofá. Ele se posicionou de forma que seu cu abriu-se inteiro para mim. Chupei-o, lambuzei-o e direcionei minha pica. Entrei com firme carinho, ele se contorcendo de prazer e engolindo meu pau, remexendo-se. Passei a estocar, sentindo o apertado de seu cu enforcando minha rola, enquanto ele gemia e se requebrava. Não demorei muito e explodi meu néctar naquela caverna de luxúria.

Depois de um tempinho para me recompor fisicamente, levantamo-nos e levei-o ao banheiro, sua rola no mais alto grau de dureza. Ajoelhei-me diante daquela santidade profana e fui engolindo seu pau delicioso, chupando-o e sentindo seu gosto de macho no cio. Meus dedos enfiavam-se no seu cu, encontrando a lagoa de sêmen que eu ali depositara há pouco, e que descia em cascata pelas coxas. Após arrancar fortes prazeres de sua rola com minha boca, posicionei-me de costas para ele, que abriu meu cuzinho pulsante e foi introduzindo a rola que eu acabara de lubrificar. Enquanto seu pau me penetrava, eu sentia um prazer divino, como se um deus estivesse me comendo. Eu rebolava escrotamente, ele estocava com frenesi, ambos gemíamos ao ritmo da foda.

Macedo mantinha forte controle sobre seu gozo, e isso me deu mais uma ideia. Fiz com que ele retirasse a rola do meu cu, voltei a me agachar e, sob a ducha forte e quente, continuei o boquete, numa intensidade crescente e sem paradas, o que o fez remexer-se e gemer cada vez mais fortemente. Ao sentir as gotas salgadinhas do pré-orgasmo, retirei sua rola da boca e direcionei-a ao meu rosto. O primeiro jato me atingiu em cheio na testa, descendo por entre meus olhos; os outros espasmos arrojavam-se em várias partes da minha face, que eu direcionava, sentindo a quentura daquele mel a me lambuzar, igual mangueira de bombeiro tentando apagar o incêndio que me consumia.

Gozados e felizes, concluímos nosso banho, enxugamo-nos e mais nos beijamos. “Então, magnífico ator e excelente amante! Alguma dúvida sobre onde vai dormir?” Ele sorriu lindamente, abraçou-me com força e nos dirigimos agarrados ao quarto, deitando-nos suavemente, sem nos soltarmos, e somente olhando pelo vidro da janela a chuva forte caindo lá fora, a natureza também feliz por tanta felicidade e prazer.

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Comentários

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Ahh Cláudio, você e as situações gosotsas! Adoraria receber um ator assim em casa! Hehehe

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Foto de perfil de alfadominador

Porra, que texto gostoso, hein? Você escreve com uma naturalidade safada que prende a gente na leitura. A cena do gozo no rosto, o jato na testa escorrendo… é das melhores que já li nesses últimos tempos. Li com a rola latejando a porra toda. Tesão pra caralho. E não vou mentir: deu uma inveja gostosa do ator.

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Foto de perfil de Claudio_New

Ai, que delícia, cara! Fiquei molhadinho com sua opinião, juro!

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Foto de perfil de Jota_

Que coisa mais incrível dois autores que eu admiro se comunicando! Hehehe

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