A bela ruiva, jogadora do time de vôlei, sequestrada por seus fãs por apreciarem seus potentes saques
Conto n.º 242 de Marcela Araújo Alencar
Tema: Sequestro, clube do sexo, estupro, grupal, escrava sexual, violência, covardia extrema
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Helena e Luís saíram do restaurante já passando das 22:00. O jantar foi em comemoração do aniversário de segundo ano de casados. Luís, um próspero homem de negócio, atuando no mercado de compra e venda veículos utilizados, que ele e Fernando, seu sócio, na oficina reformam. Luís tem 38 anos e Helena 24. Ele, um moreno de 1,79 m, de mãos grossas pelo trabalha na oficina e ela, uma ruiva de cabelos vermelhos forte, coisa rara de se ver; maçãs do rosto cobertas de sardas e um corpo de curvas perfeitas, que atraí olhares de homens e até de mulheres, motivados por sua esplêndida beleza, de 1,91 de pura formosura. Doze centímetros mais que Luiz.
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Sua esposa é a famosa atleta, a “Ruiva” do principal time de vôlei da cidade, a jogadora dos seios, coxas e bunda perfeitas, que deixa os torcedores babando, e que fora das quadras é a feliz senhora Helena Stuart castanheiros.
O casal saí de mãos entrelaçadas, caminhando felizes, para o estacionamento, ao lado do restaurante. Não notam que todos os seus passos, há dias, estão sendo observados por olhos cheios de malícia.
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Chegam em casa e entram na sala, é quando veem, horrorizados, seis homens, três sentados no sofá, e os outros nas poltronas.
Três deles portando revólver. Um branco grandalhão, se ergue e lhes fala:
— Estamos à espera de vocês. Não reajam, pois será muito pior. Vamos ser civilizados.
— O que querem?
— Calma, senhor. Tudo ao seu tempo. Sente nesta poltrona e você, ruiva, naquela lá. Fiquem calmos e ninguém será machucado.
Dois deles, um armado e o outro portando uma ampola metálica, tipo lança-perfume, com o revólver apontado para a cabeça de Luís. Esparza um gás em seu rosto. Ele não teve como reagir e em pouco tempo, tombou a cabeça, desacordado sob efeito do gás, para desespero de Helena.
Os mesmos dois homens se aproximaram dela e com outra ampola, fizeram Helena dormir.
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Helena foi despertando aos pouco, bastante confusa, com os olhos, boca e nariz ardendo, mas o que mais a assustou é que não podia ver nada, mas lentamente os efeitos do gás foram se dissipando e pôde perceber que está deitada numa cama, com um colchão, bastante duro. Seus Braços estão presos, nas extremidades da cabeceira e seus tornozelos também, bastantes afastados nas extremidades dos pés da cama.
Compreendeu que está nua, ficou apavorada, por entender da razão de estar assim imobilizada e isso se confirmou ao escutar a voz de um homem:
— Ruiva, seja bem-vinda ao clube do sexo. Somos os responsáveis pelo teu sequestro, mas não necessitas ficar assustada, pois em poucos dias nós te soltaremos. Vou explicar o porquê de tua captura.
Um grupo de homens, importante de nossa cidade, solicitou que a garota do mês fosse você, a “Ruiva” gostosa do time de vôlei da cidade, a ponteira de coxas e bunda perfeitas. Nós te capturamos por solicitação de alguns dos teus fãs, todos torcedores ricos.
Mas antes de te apresentar a eles, nós que somos os criadores do clube, desejamos tirar uma provinha deste teu famoso corpo. Cremos de que não se importará de te desejar também, pois também somos teus fãs.
— Cada um de nós, terá oportunidade para ficar com você quarenta minutinhos.
Depois, serás liberada aos outros.
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Helena, ficou aterrorizada ao tomar conhecimento do que aquele bando de psicopatas queriam fazer com ela. Em total desespero, forçou ao máximo seus músculos para se libertar das cordas que a prendiam à cama. Inútil seus esforços, as amarras são grossas e o que fez, foi ferir sua carne com o atrito das cordas.
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Trincou os dentes de tanto ódio ao sentir uma boca lamber sua boceta. Aquilo não podia ser verdade, era apenas um pesadelo. Mas tudo é realidade, ela estava imobilizada, nua em uma cama e tinha um desconhecido lambendo seu clitóris e o pior, ela estava sentindo canalha. Procurava, quase que em choque, se abster de sentir o que se aproximava de seu corpo, pois o conhecia muito bem. Faz parte de seu DNA, se excitar facilmente. Segredo conhecido apenas por Luís, seu marido.
Agora com sua boceta e seu clitóris, sendo manipulado de forma tão devastadora, em meia dúzia de minutos, foi inevitável, o primeiro orgasmo a tomou de assalto e os vinham em ondas sucessivas.
O miserável usou os seus 45 minutos, nos quais vinte foram a fazendo alucinar em boquete e depois utilizou seu minúsculo pênis para penetrar suas carnes, mas Helena nada mais sentiu, pois, aquela coisinha, nem cosquinha lhe fazia.
Dos outros, nenhum utilizou a boca para lhe dar prazer, como ela esparrava que fizessem, mais dois deles, por terem membros avantajados, a fizeram novamente sentir enorme prazer.
— Ruiva, agora nós já a fodemos, está na hora de conhecer os nossos sócios. Eles conhecem as regras, não poderão deixar marcas de dentes, de chupões e nem de pancadas em seu corpo. Como são muitos, virão em intervalos de duas horas. E coisa que deves saber, todos utilizarão máscaras e você como é lógico não deves perguntar quem são eles.
O homem saiu do quarto/cativeiro, e ela em desespero tenta se libertar das cordas que prendem seus braços, nas extremidades da cabeceira de ferro, mas não consegue. Só o que faz é magoar suas carnes, com o roçar das cordas.
Vê um homem entrar e se aproximar. Sabe que é o
sujeito que vem fazer sexo com ela.
Fica alerta e cruza as pernas e torce o corpo, ao sentir as mãos em suas coxas. Ele faz força, muita força, bufou para que as separasse, mas não consegue, pois a ruiva é uma atleta que faz exercícios, como suas colegas de time, para fortalecer a musculação das coxas e pernas.
Depois, cansado, desistiu, e foi solicitar ajuda para que alguém separe as coxas da Ruiva.
Helena vê três dos sequestradores chegarem e juntos conseguem prender os tornozelos, nos pés da cama e, para seu desespero, ficou com as coxas bastante separadas.
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Nada pode fazer, quando o canalha mascarado, com uma risada de satisfação, a olhou e falou, que ela iria gostar de ser lambida e chupada. Com os dedos separou bastante os grandes lábios e ficou olhando fascinado a boceta toda exposta, com um olhar de tarado.
Mas Helena ficou jubilosa em saber que aquele primeiro mascarado.
O sujeito não a penetrou. Ficou 90 minutos, somente utilizando a língua e isso foi uma fonte enorme de prazer para a Ruiva, que depois uns minutinhos, mergulhou num tsunami de orgasmos que a fizeram a “miar” como uma gata no cio.
Mas mesmo com capacidade incrível de ter gozo com facilidade, 90 minutos na mesma toada, após 40 minutos, em múltiplos orgasmos, Helena capotou. Depois ele foi embora, ela ficou, por muitas dezenas de horas vendo o amanhã, com todo sistema nervoso central em farrapos.
Em seguida, um a um eles vieram e cada qual abusou dela a sua maneira. Helena foi penetrada, pela boceta, cu e boca e lambida, por dezenas de homens desconhecidos. Mas ela nada podia sentir, pois sua mente já estava longe de seu corpo.
Não sabe quanto tempo depois despertou de sua letargia, mas ainda continuo como que paralisada, extremamente abatida e chocada, se sentindo como se estivesse num leilão, enquanto vários homens faziam comentários sobre suas coxas roliças, sua boceta sem nenhuma penugem, de seu rosto, lábios, seios e mamilos.
Ela se sentia como uma peça de carne pendurada num gancho de açougue para venda a possíveis compradores.
Entretanto, para seu espanto, desamarraram seus braços e tornozelos, por estranho que possa parecer, se sentiu quase sem forças para reagir.
Sentiu um grande alívio e até esqueceu que estava nua. Seria tolice querer esconder sua nudez, depois
de ser vista por horas por àqueles homens. Ainda sem estar com a musculação recuperada, foi retirada da cama por mil braços e transportada sem pisar no chão, para outro local. Este, pôde perceber é circular e está à meia-luz, mas estranhamente, não conseguia mover músculos. Tinha certeza de que lhe deram alguma droga para praticamente seu sistema muscular ficasse bastante enfraquecido.
Foi colocada deitada em um piso sobre um carpete macio. Pode então, observar melhor e viu, que em torno do círculo, estavam dezenas de poltronas, posicionadas, equidistantes entre si, com pequenas mesas à frente onde estavam taças e garrafas, que pareciam ser de uísque. Entretanto, o que mais a chocou e alarmou, foi ver que todos os homens estavam despidos e mascarados.
Então seria assim? Ela no picadeiro, como uma palhaça, para divertindo deles!
Foi o que intui Helena. Mas, não seria assim, na realidade, seria muito pior.
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Um deles, o que parecia ser o chefe de toda canalhada, se ergueu e utilizando um microfone, anunciou:
— Aí está a Ruiva, tal com os senhores solicitaram, ou melhor falando, se cotizaram para a ter a suas disposições.
Foi então que percebeu que estes homens eram outro grupo de canalhadas
— Entretanto, como vocês são muitos, nesse primeiro momento, será apenas de sexo, quase como papai e mamãe.
— Cada um terá apenas vinte minutos com ela. Mas os alerto, não podem dar chupões e mordidas, deverão apenas penetrar a boceta da Ruiva, nada de portas dos fundos e deixar ferimentos nela.
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Depois, ele fala para Helena:
— Ruiva, tu percebeu que és nossa escrava e, que tens de obedecer às nossas ordens, caso contrário, serás punida. Você recebeu um preparado químico, que deixa seus músculos sem forças para reagir as nossas investidas.
Ele tinha total razão, ela podia sentir cada penetração em sua boceta, algumas vezes podia sentir orgasmos, mas nada podia fazer, a não ser sentir.
Cada homem que enterrava membro em sua boceta depilada e deixar seu gozo dentro dela, e o pior é que eles não paravam nunca, tão logo um, saia, outro, vinha e tudo se repetia.
Não sabe quantos foram e quantas horas, aqueles homens a encheram de seu sêmen.
Só o que sabe é que acordou com sua sofrida bocetinha, pegando fogo. Embriagada e deitada novamente na cama, com homens entrando e saindo dela, algumas vezes utilizando ambas as portas, a frontal e a detrás. Não havia misericórdia, apenas sofrimento.
Foi sexualmente abusada por dezenas e dezenas de desconhecidos, penetrada pela vagina, ânus e boca, lambida e mordida em todo meu corpo. E durante todo o sórdido ato, tem lembrança que foi filmada em closes das partes íntimas, por alguns deles.
Depois, gemeu e implorou por misericórdia enquanto dezenas de agulhas eram enterradas em seu pescoço e ombros e um líquido azulado ia sendo injetado em seu sistema nervoso central. Eles estavam injetando em seu corpo carvão em chamas.
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Quatro meses depois, a Ruiva, do time de vôlei, acordou na cama de uma clínica, não tendo lembrança de nada que aconteceu com ela, durante o tempo que ficou sequestrada.
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A Ruiva só voltou a treinar com bola, na temporada seguinte da Liga e a entrar em quadra quando seus fisioterapeutas a consideraram apta.
Mas coisa estranha, muito estranha mesmo. Seus saques e suas cortadas, não raro, nocauteava jogadoras do time adversário, tamanho era a potência que aplicava, e ela ficou sendo conhecida como: “Ruiva, a Demolidora”.
FIM
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