Saí do banheiro com a toalha enrolada na cintura, o vapor ainda subindo da minha pele. O corninho entrou em seguida e do quarto ouvi o chiado do chuveiro. Ele se refrescava, cantarolando baixinho uma música sertaneja, todo feliz da vida. Balancei a cabeça, sorrindo sozinho, e procurei minha mochila. Continuava sobre a cama. Abri, tirei uma bermuda leve de tactel cinza clara e vesti, sem cueca. Afinal, estava ali para ficar à vontade.
O cheiro de alho e cebola refogados vinha da cozinha, e meu estômago roncou. Caminhei descalço pelo corredor, passando pela sala e cheguei à cozinha. Carla estava de costas para mim, com o avental curto mal cobrindo as nádegas, e a visão daquela bunda redonda e arrebitada quase me fez esquecer o que ia dizer. Ela mexia uma panela no fogão, os cabelos presos num coque frouxo, e balançava os quadris no ritmo da antiga Too Late for Goodbyes, que tocava baixinho no celular.
— O cheiro está maravilhoso — falei, apoiando-me na quina da parede.
Ela se virou devagar, com uma colher de pau na mão, e um sorriso safado cruzou seus lábios. Seus olhos percorreram meu corpo da cabeça aos pés, parando na bermuda que marcava o volume do meu pau em descanso.
— Hummm… ficou bonito nessa bermuda — ela disse, passando a língua nos lábios. — Mas acho que você ficaria ainda melhor sem ela. Senta aí, gostoso. O almoço está quase pronto.
Puxei uma cadeira e sentei-me de frente para a bancada da cozinha. Carla tomou um gole da taça de vinho sobre a bancada e voltou a mexer a panela, mas seus olhos não paravam de me olhar por cima do ombro. O avental subia um pouquinho a cada movimento, revelando o começo das nádegas. Eu senti o sangue esquentar, mas tentei manter a calma.
— Meu corninho... — ela começou, baixando o fogo e virando-se completamente. — Está lá se lavando todo feliz porque provou seu leite. Mas eu sei que ele quer mais. Ele só tem medo.
— Medo de quê? — perguntei, levantando uma sobrancelha e bancando o desentendido.
Ela aproximou-se, colocou a colher de lado e tornou a pegar a taça. Sentou-se no meu colo de frente para mim, os braços envolvendo meu pescoço. O avental abriu um pouco, e pude sentir a pele quente das coxas contra as minhas.
— Medo de ser comido. De sentir um pau de verdade entrando no cu. Mas eu conheço meu marido — ela sussurrou contra meu ouvido. — Eu sei que ele sonha com isso há anos. Ele só nunca teve a coragem de pedir.
Carla rebolou devagar em cima de mim, e minha bermuda começou a ficar apertada. Eu segurei sua cintura, puxando-a contra mim.
— E você... o que acha disso? — perguntei, com a voz rouca.
Ela deu uma risada baixa e gostosa, bebeu um gole do vinho e levou a taça aos meus lábios. Permitiu-me um grande gole e inclinou-se para beijar meu pescoço, sugando a pele com cuidado.
— Acho que seria uma delícia ver você meter no cuzinho virgem dele. Quero ver ele gemer igual uma putinha, enquanto eu chupo suas bolas — ela parou, mordeu meu lóbulo e completou: — pois sei que isso o faria feliz. Mas isso é para mais tarde, se você quiser.
Ela levantou-se e voltou ao fogão, mexendo o arroz. Colocou três postas de peixe grelhado numa travessa, salpicou cheiro-verde e verificou o forno. Fazia tudo com capricho admirável. Enquanto isso, não parava de rebolar e de provocar, mostrando a bunda enquanto pegava os pratos no armário. Ela sabia provocar.
Denis apareceu na entrada da cozinha, enrolado em uma toalha branca, o cabelo ainda molhado. Cheirava a sabonete e tinha um sorriso bobo no rosto.
— Caramba, que cheiro bom, amor — ele disse, pegando Carla pela cintura e beijando seu pescoço.
Ela riu, soltando-se com um carinho e empurrando-o de leve.
— Vai te vestir, peludo. O almoço não vai se comer sozinho.
Denis piscou para mim, deu um tapa de leve na bunda dela e saiu em direção ao quarto, assobiando a mesma música de antes.
— Muito bem, também vou me banhar antes de comer — ela disse, se aproximando e beijando o lóbulo da minha orelha. Depois sussurrou: — quero ficar cheirosa pra você, meu boy delícia.
Carla retornou do banho cheirando a hidratante. Vestia um confortável shortinho amarelo que deixava as dobras da bunda deliciosamente à mostra e uma blusinha que valorizava os seios gostosos. Nossa, ela estava tão gostosa que senti vontade comê-la ali mesmo, sobre a mesa.
Ela serviu os pratos e nos sentamos os três à mesa de madeira, com vista para o jardim. Comemos e bebemos vinho entre conversas descontraídas sobre a viagem, a cidade dele, minha vida. Parecia um almoço de família, se não fosse pelo olhar de Carla que me devorava a cada garfada, e pelos toques furtivos do pezinho dela na minha perna sob a mesa. Mesmo o corno permitindo tudo, aquelas molecagens escondidas eram uma delícia.
Depois do almoço, Denis se jogou no sofá da sala, com a barriga cheia e o corpo mole. Carla limpou a mesa rapidamente e me puxou pela mão, saindo pela porta dos fundos.
— Vamos conhecer a chácara — ela disse, mas seus olhos diziam outra coisa.
Andamos pelo gramado, passando pela piscina e pelo campinho, até chegar a um mirante de madeira que dava para uma a represa, onde se via outras chácaras na outra margem. O vento balançava as árvores, e o sol a pino era filtrado pelas folhas. Ela me empurrou contra a parede do mirante e ajoelhou-se na grama, com um sorriso perverso.
— Enquanto o corno descansa, quero você de sobremesa — ela sussurrou, e com os dedos ágeis baixou a bermuda, puxando meu pau duro para fora.
Enfiou quase tudo na boca de uma vez, engasgando-se de propósito, para depois soltar com um barulho molhado. Seus olhos estavam fixos nos meus enquanto ela me chupava com fúria, alternando entre movimentos profundos e lambidas na cabeça. Eu segurei seu cabelo úmido, guiando o ritmo, e ela gemia contra o pau.
— Sua putinha gostosa — falei, sentindo o gozo se aproximar. — Vou gozar de novo, quer na boca, no cuzinho ou nessa bucetinha linda?
Ela parou, levantou-se e virou-se de costas, apoiando as mãos na parede de madeira. Empinou a bunda, baixou o shortinho de malha e abriu as pernas, mostrando a buceta lisinha e molhada e o cuzinho lindo.
— Você escolhe — ela disse, a voz trêmula de tesão. — Qual dos dois você quer agora?
Eu passei os dedos pelos dois, molhando-os com o mel dela, e pincelei a entrada da buceta. Com um movimento seco, enfiei tudo de uma só vez, e ela arqueou as costas, soltando um gemido alto que ecoou pela chácara.
— Isso! Bate forte nessa puta! — ela gritou.
Fodi Carla contra o mirante por longos minutos, alternando estocadas profundas com ritmos lentos que a faziam implorar. O vento levava os gemidos, e eu sentia o corpo dela tremer e se contrair. Quando eu estava quase gozando, ela parou, empurrou meu peito e disse:
— Não quero agora. Quero que você guarde isso para meu corno. Ele quer seu gozo.
A contragosto, subi a bermuda e guardei meu pau ainda duro. Carla sorriu ao apontar duas mulheres e um homem no ancoradouro, do outro lado da represa. Pelas atitudes dos jovens, estavam nos observando; Carla percebera antes, mas não se importara. Estava se mostrando uma devassa, e aquilo me causava um fascínio inusitado.
Caminhamos de volta para a casa e ela só parava de sorrir para beijar minha boca. Denis ainda estava na sala, mas tinha mudado de posição — agora ele estava deitado de bruços no tapete, com a cabeça apoiada nos braços. Quando nos viu chegar, abriu um sorriso ladino. Carla sentou-se ao lado dele e passou a mão pelas costas do marido, descendo até as nádegas.
— Amor — ela disse, com voz aveludada —, você gostou da sensação de ter a porra dele escorrendo na sua bundinha, não foi?
Denis corou, mas balançou a cabeça que sim.
— E se a gente fosse um pouco além? Sem entrar, só roçar de novo, mas agora com ele por cima de você?
Denis hesitou, mas o olhar de Carla era firme. Ele finalmente murmurou:
— Tá bom... mas só roçar, amor.
Carla me lançou um olhar triunfante. Eu achei aquilo estranho, mas não havia dúvidas de quem estava no comando. Ela praticamente ordenou e me aproximei, sentindo o pau latejar dentro da bermuda. Ela ajudou Denis a tirar a bermuda jeans branca, deixando-o nu de bruços no tapete, e espalhou óleo de coco nas mãos, passando pelas costas dele, descendo devagar até as nádegas e afastando-as. O cu escuro e apertado piscou como um convite proibido.
Por um momento pensei em sair dali e ir embora. Mas havia Carla, a hipnótica Carla. Tomei coragem e tirei a bermuda, o pau saltou, curvado para a direita. A beldade pegou meu pau, lambendo a cabeça longamente, até que ele brilhasse com saliva. Depois, tornou a passar óleo nos dedos e levou-os ao cu do marido.
— Só roçar, amor — ela repetiu, com a voz firme, mas já rouca de tesão.
Eu me ajoelhei entre as pernas arreganhadas de Denis, segurei a base do meu pau e comecei a roçar a glande no cuzinho dele. Ele estremeceu e gemeu, afundando o rosto no tapete. Carla estava ao meu lado e, não gostou da posição, fez o marido ficar de quatro e entrou de costas por baixo, formando com ele um 69. Sem dúvida é uma mulher criativa: ordenou que Denis chupasse sua buceta melada e começou, ela mesma, a pincelar o cu do marido com meu pau, enquanto chupava minhas bolas com gula, causando uma dorzinha aguda, mas também muito gostosa. Vez ou outra seus olhos percorriam a cena e ela sorria.
Tentando dar o que ela queria, eu mesmo segurei meu pau e pressionei um pouco mais, sentindo a resistência do anel muscular, e vi Denis segurar a borda do tapete com força. Aos poucos, a cabeça do meu pau começou a entrar, apenas a ponta, o bastante para fazer ele soltar um grito abafado de dor e prazer. Carla soltou minhas bolas, fascinada, e puxou minhas nádegas com ambas as mãos, tentando fazer meu pau entrar mais.
Continuei com movimentos curtos e lentos, entrando milímetro por milímetro, e Denis começou a relaxar. A respiração dele mudou de ofegante para gemidos longos e profundos, enquanto Carla rebolava na boca dele, gozando silenciosamente.
Senti que não ia aguentar muito mais. A cabeça tinha entrado e o primeiro jato de porra espirrou no cu apertado, mas tirei rapidamente de dentro, mantive-a encostada na entrada e continuei gozando, com um longo e alto gemido. Jatos de leite esguicharam sobre o cuzinho de Denis, escorrendo pelas bolas e pingando no rosto e na boca da esposinha puta. Carla passou os dedos na porra e levou à boca do marido.
— Engole, corno feliz — ela ordenou, e Denis obedeceu com os olhos vidrados.
Ela o beijou em seguida, com gosto. Eu fiquei ali, ofegante, vendo os dois. E, pela primeira vez, senti uma vontade de enfiar naquele cu super apertado até as bolas: não era tesão por homem, mas tesão pelo proibido, por ver Carla tão entregue e ele tão vulnerável. Era uma necessidade imensa de agradar Carla.
Sentado no tapete, observei Denis colocando a esposa de quatro e metendo vigorosamente no cuzinho dela. Carla gemia e olhava para mim, sorrindo, enquanto lambia os dedos, e seus olhos brilharam com um sorriso sacana.
— Vai, confessa — ela sussurrou, com os solavancos do corpo cortando a voz. — Você está morrendo de vontade de comer ele, não está?
Abri a boca para negar, mas nada saiu. Eu apenas sorri. Ela riu baixinho também, pegou minha mão e apertou. Aquela situação estava mexendo comigo de forma estranha. Percebi que começava a cobiçar tirar aquele cabaço — não porque quisesse Denis, mas porque Carla queria que eu fizesse, e ver o desejo naqueles olhinhos era mais forte do que qualquer coisa. Eu só não podia me apaixonar por ela.
Denis descarregou sua porra no cuzinho dela e desfaleceu no tapete. Ela se deitou ao lado, com a cabeça no peito dele e voltou a segurar e apertar minha mão. Lá fora o sol da tarde continuava quente, mas a temperatura da sala era agradável.
— Temos a tarde, a noite toda e amanhã também — ela disse. — Amanhã será outro dia.
Denis, suado e ainda ofegante, beijou a cabeça de Carla e sorriu. Ficamos os três ali deitados, calados, nus. Quando acordei, o sol começava a se pôr. A noite prometia.
CONTINUA…
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