Sempre fui a tagarela da família, mas confesso que quando o assunto é o meu primo Lucas, a minha voz some e o que sobra é só esse calor maldito subindo pela espinha. Tenho vinte e quatro anos, sou daquelas morenas de pernas grossas, cintura fina e uns peitos médios que teimam em marcar em qualquer blusa justinha. Naquele domingo abafado, eu estava na casa da minha tia em Praia Grande, com um short jeans tão curto que parecia comer a minha bunda a cada passo e uma blusinha regata branca de malha fina, sem sutiã nenhum — meus mamilos já estavam duros só de saber que ele ia estar lá. Por baixo, só um fio dental de renda preta que já estava encharcado antes mesmo de começar qualquer coisa.
A oportunidade apareceu quando todo mundo foi embora ou caiu no sono no ar-condicionado. O Lucas subiu pra laje pra recolher umas roupas do varal, e eu fui atrás fingindo que ia ajudar. Ele tem vinte e seis, alto, ombros largos de quem pega pesado na academia e aquele olhar de canto de olho que parece que te descasca inteira.
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— Veio secar o que aí, Larissa? — ele perguntou, com a voz grossa rindo da minha cara, encostado no tanque.
Não aguentei. Cheguei perto, empurrei o peito dele com os dedos e joguei a real:
— Vim secar outra coisa, seu otário. Sabe que você não me sai da cabeça, porra?
Ele me pegou pela cintura com aquela força bruta, me prensou contra a parede da casa e enfiou a mão no meio das minhas pernas por baixo do short. Quando os dedos dele acharam a renda do meu fio dental e empurraram o tecido pro lado, eu soltei um gemido abafado na boca dele. Eu já estava pingando, escorrendo de tesão, com a buceta pulsando e pedindo cacete.
O Lucas arrancou minha regata num puxão só, deixando meus peitos balançando livres na frente dele. Ele abriu a briga da bermuda dele rapidinho, e quando aquela pica grossa e roxa escapou, saltando na minha cara, eu já caí de joelhos no chão quente da laje. Abri a boca e enfiei o pau dele inteirinho de uma vez só, sentindo o gosto salgado e quente, chupando com força, fazendo barulho de saliva enquanto ele segurava meu cabelo e socava minha garganta sem dó.
— Sobe aqui, sua safada, senta na minha pica — ele sibilou, puxando meu cabelo pra cima. Eu já tinha tomado umas, então tirei a parte de baixo da roupa enquanto ele me devorava com os olhos.
Ele me levantou no colo, as mãos me segurando pela minha bunda enquanto eu me agarrava ao pescoço dele. Enrosquei minhas pernas na cintura dele e ele me levou de costas até a mureta da laje. Quando ele soltou o meu peso, enfiou uma das mãos entre nós e guiou a cabeça do pau para minha entrada úmida.
Ele forçou o quadril para a frente e aquela tora entrou rasgando na minha buceta apertada, eu arqueei as costas, mordendo o lábio até quase sangrar. Tava tão lubrificada que escorregava gostoso, mas ele empurrou fundo, rasgando mesmo, movimentando o quadril com tanta força que fazia minhas coxas tremerem.
— Isso... fode tua prima gostosa, arromba minha xota! — eu gritava baixinho, com o sol batendo nas nossas costas suadas.
Ele segurava meus peitos com força, apertando os mamilos enquanto acelerava o ritmo, batendo as coxas dele contra a minha virilha com um tapa rítmico que ecoava na laje vazia. A minha visão começou a escurecer de tanto tesão, a buceta apertando o pau dele até que eu gozei travando as pernas na cintura dele, tremendo inteira e sentindo as paredes da minha buceta contraírem sugando tudo.
O Lucas soltou um gemido grosso, fundo, segurou minha bunda com as duas mãos e gozou dentro da minha buceta. Desabamos encostados na parede, eu com as pernas bambas, pingando suor e com o gosto dele na boca, torcendo pra ninguém inventar de subir ali na laje.
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