Aviso: Este é o vigésimo segundo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 21: Bertha e Gertrude!
O céu de Xotaville começava a clarear com tons rosados e alaranjados, mas o sereno da madrugada ainda pesava no ar úmido da fazenda.
Pôia estava de pé junto à cerca de madeira há horas, com os olhos fixos no horizonte, abraçada à irmã Püia que não a largava por nada. A empregadinha tremia levemente de frio e ansiedade, mas não arredava o pé. Sua gêmea, com os cabelos rosa bagunçados pelo vento, mantinha o braço firme ao redor dos seus ombros, murmurando baixinho palavras de conforto.
A poucos metros dali, Margot se distraía da melhor forma que sabia. Estava com o rosto inteiro enfiado entre as nádegas largas e suadas da vaca mais velha da fazenda, chupando com avidez o cu dilatado do animal. A vaca mugia baixinho, relaxada, enquanto Margot enfiava a língua fundo, sugando a bosta marrom-clara e pastosa que saía em golfadas quentes e fedorentas. O cheiro forte de esterco fresco misturado com o suor animal enchia o ar ao redor dela.
— Mmmph... que delícia... tão quentinha e grossa... — Margot murmurava entre lambidas, com sua voz abafada contra a carne.
— Sai mais, vai... enche a minha boca toda, vai... shlurp...
Ela puxava com os lábios, sugando a diarreia que escorria pela boca e pingava nos seios, deixando rastros escuros na blusinha bege. A vaca balançava o rabo preguiçosamente, facilitando o acesso, e Margot gemia de prazer, mastigando a merda líquida antes de engolir ruidosamente.
Püia, incomodada com os sons molhados e os gemidos abafados, revirou os olhos e reclamou em voz alta:
— Mas será que você não pode desgrudar essa cara daí e fingir que se preocupa também? A gente tá aqui morrendo de ansiedade pela Putty e você aí chupando cu de vaca como se fosse café da manhã!
Margot ergueu a cabeça por um segundo, a boca toda lambuzada de marrom pastoso, e respondeu com um sorriso melado:
— Eu tô preocupada sim... só que do meu jeito. Relaxa, Püia, se ela não voltar logo eu mesma vou atrás.
Pôia interrompeu as duas de repente:
— Olha! É a Putty!
Uma figura nua surgiu voando baixo, propelida por um jato potente e barulhento de diarreia que saía do cu, como um propulsor improvisado.
Putty desacelerou o jato e pousou com leveza no gramado molhado. Pôia correu imediatamente, jogando-se contra ela em um abraço apertado, já chorando.
— Que bom que você está bem! Eu estava muito preocupada! Não dormi nada... fiquei aqui a noite toda te esperando...
Putty a envolveu com força, sentindo as lágrimas quentes no ombro.
Margot, que tinha largado a vaca ao ouvir Püia reclamar, aproximou-se limpando a boca com as costas da mão, ainda com traços escuros nos cantos dos lábios.
— Você saiu ontem pra ir bisbilhotar a festinha da Alexa e não voltou mais. A gente pensou que tivesse acontecido alguma coisa... Mary e Joan já estavam se preparando pra ir te procurar com a caminhonete.
Putty, ainda abraçada por Pôia, que se recusava a soltar, explicou com voz cansada:
— Tava rolando a maior surubona lá na festa da careca, mas aí aquela filha da puta me viu e gritou praquele mundaréu de ricaços que eu sou uma ameaça... Todo mundo ficou com medo e começou a berrar e correr. Achei melhor sair de lá antes que a coisa piorasse... Fiquei rodando pela cidade, pensando no que tinha acontecido, e não vi o tempo passar... Foi mal ter deixado vocês preocupadas.
Ela fez um cafuné carinhoso no cabelo azul curtinho de Pôia.
— Tá tudo bem agora, pode parar de chorar... Não aconteceu nada demais, só umas malucas gritando besteira.
Putty levou Pôia até um banquinho perto da cerca e sentou a garota ali para acalmá-la, mas Pôia se agarrou ainda mais forte.
— Não vou soltar mais você... Aí você não tem mais como sumir assim.
Püia perguntou, irônica, cruzando os braços:
— Se você não soltar, como é que ela vai tomar banho ou cagar no banheiro?
Pôia fez biquinho, as bochechas cheias de raiva fofa, e respondeu:
— Eu posso dar banho nela...
E começou a lamber o rosto de Putty, descendo devagar pelo pescoço até chegar nos seios grandes e firmes. Putty riu baixinho, deixando.
— Viu só? É só eu limpar ela assim...
Margot se aproximou animada, querendo participar, mas Püia estendeu o braço e a impediu.
— Não atrapalha a minha irmã... Deixa ela dar o banho na amiga em paz.
Margot cruzou os braços, emburrada, e se encostou na cerca, resmungando:
— Tá bom, tá bom... vou ficar aqui de plateia então.
Püia sentou no chão com as pernas cruzadas, sabendo que aquilo ia demorar.
Pôia continuava lambendo Putty com dedicação, descendo pelo ventre em direção à buceta já melada. O gozo escorria pelas coxas de Putty, e Pôia reclamou fofamente:
— Hunf... Eu te limpando e você se sujando mais... Deixa eu limpar aqui embaixo também...
Ela enfiou a língua na buceta melada, lambendo com cuidado e carinho. Putty segurou a cabeça dela, pressionando levemente contra si, gemendo baixinho.
De repente, Mary apareceu na porta da casa, gritando:
— Putty, você voltou! Que bom! Corre aqui! Tem uma coisa importante que você precisa ver!
Putty respondeu, ofegante:
— Peraí, eu vou daqui a pouco... Deixa a Pôia acabar o que está fazendo aqui!
Joan berrou da janela:
— Vem aqui agora, porra! É importante!
Püia se levantou e afastou a irmã com delicadeza da buceta de Putty.
— Depois você termina isso, maninha... Deixa a Putty ver o que elas tão querendo mostrar lá na casa, parece que é importante.
Pôia largou contrariada, o gozo ainda escorrendo da boca melada.
— Tá bom... Mas depois eu vou continuar de onde parei... Ela precisa ficar limpinha...
Todas entraram na casa. Joan apontou para a velha televisão, que transmitia o jornal matinal.
O apresentador falava em tom grave:
— Pedimos que os pais retirem as crianças da sala, pois iremos mostrar imagens fortes a seguir.
Na tela surgiu Putty nua, pendurada na janela de vidro do prédio da Alexa Corp, gozando descontroladamente, uma mão enterrada no cu, vazando uma cachoeira de diarreia que escorria pelo vidro.
O apresentador continuou:
— Essas são, segundo fontes confiáveis, imagens de uma perigosa alienígena vista esta noite no prédio da Alexa Corp, em Gozópolis. Pedimos que as pessoas evitem sair de casa e avisem às autoridades sobre qualquer informação que possa ajudar a encontrar esta criatura terrível.
Putty colocou as mãos na cabeça, preocupada:
— Ah não! Tá tudo acontecendo de novo, igual ao planeta Karola! Virei uma criminosa procurada aqui também!
Margot colocou a mão no ombro dela:
— Relaxa, não é tão grave assim... esse é o Jornal da Manhã... ninguém assiste jornal a essa hora! Eu vou na cidade daqui a pouco e mexo meus pauzinhos lá no Gozo Diário pra desmentir isso tudo...
Püia, que tinha ido até a porta da frente, chamou:
— Não sei se vai ser tão simples assim não... Venham aqui dar uma olhada lá na frente.
Putty e as outras foram até a porta. Ao longe, uma multidão marchava em direção à fazenda, erguendo vassouras, pedaços de madeira, cartazes improvisados e tochas acesas.
Mary comentou, quase animada:
— Olha só... Parece até aqueles filmes de Caça às Bruxas que eu assisto.
Joan a interrompeu:
— Isso não é hora de ficar empolgada com filmes! O que a gente vai fazer? Eles não parecem estar afim de bater papo...
Putty cerrou os punhos, furiosa:
— Eles não vão machucar vocês... O problema deles é comigo! E já que eles vieram até aqui, eu vou considerar isso uma declaração de guerra!
Ela saltou para o telhado da casa e ficou de pé, esperando. A multidão se aproximou mais e avistou Putty.
Uma mulher gritou:
— Vejam! É a alienígena naquele telhado! Vamos lá! Vamos acabar com aquela ameaça! Ela não vai dominar nosso planeta e nem nos transformar em escravos!
Todos correram em direção à casa, berrando palavrões e balançando as armas improvisadas. Putty respirou fundo, encheu a barriga e explodiu um jato fortíssimo de vômito na direção deles.
O jorro saiu como um gêiser escatológico, quente, ácido e interminável, arremessando pessoas para longe como pinos de boliche.
Putty virava a cabeça de um lado para o outro, varrendo a frente da casa inteira. Quem era atingido voava para trás, coberto de vômito viscoso, escorregando na poça gigantesca que se formava no gramado.
O cheiro fortíssimo se espalhava, e muitos invasores começaram a vomitar também, piorando o caos. Putty aumentou a força do jato, gritando:
— Tão fugindo agora? Acham que vai ser fácil assim? Que é só chegar aqui, ameaçar minhas amigas e depois sair correndo? NÃO! Agora vocês tão todas completamente FODIDAS! Vocês queriam uma ameaça? Então agora vocês TÊM uma ameaça!!!
Ela desceu do telhado e correu atrás da multidão em debandada, jorrando mais vômito, arremessando corpos para o alto, fazendo-os se chocarem uns nos outros enquanto berravam, vomitavam e afundavam na poça nojenta.
Pôia gritou, chorando:
— Chega, Putty... por favor... já tá bom... eles aprenderam a lição...
Putty parou e virou-se para ela com os olhos ainda flamejantes:
— Me desculpe, Pôia... Mas não, eles não aprenderam a lição... Naquela vez em que a careca invadiu aqui com aquele monte de capangas, eu me contive e deixei pra lá... Depois eles me capturaram e eu deixei pra lá... Ontem ela mentiu sobre mim e eu deixei pra lá... Dessa vez eu não vou deixar pra lá! Dessa vez eu vou até o fim! Dessa vez eles vão entender que não podem fazer o que querem!
Pôia soluçou mais forte, e Püia a abraçou apertado, olhando furiosa para a alienígena.
Putty completou, mais calma:
— Mas pode ficar tranquila, Pôia... Não vou matar ninguém! Só vou dar um susto pra que eles nunca mais se esqueçam que não devem mexer com a gente!
Então Putty virou-se e correu atrás da multidão que já desaparecia no horizonte, deixando Pôia soluçando nos braços da irmã, consolada por Mary, Joan e Margot.
O dia tinha acabado de começar e já prometia ser inesquecível para todos os envolvidos...
Continua...