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PH e a Sedução do Domingo a Tarde!

Um conto erótico de Apolo98
Categoria: Gay
Contém 3484 palavras
Data: 14/08/2026 17:07:29
Última revisão: 14/08/2026 17:27:12

Para quem não é meu leitor ainda, vou me apresentar: Sou o Paulo Henrique (PH) 24 anos, sou ruivo, sardento, olhos cinza, baixinho e magrelo, meio malhadinho, (pareço um grilo, hehehehe), tenho 1.62cm, 55kg, e um brinquedo de 19cm.

Jota, vamos comigo no shopping, quero comprar um boné e uma camiseta!

Desculpa (PH), não vai dar, estou ocupado com uns assuntos do escritorio, tenho que terminar isso!

Ok, vou sozinho, estou sem carro, mas vou fazer o seguinte, vou de taxi e de lá vou embora, não vou querer tirar sua concentração!

Para com isso moleque, sabes que amo sua cia, mas realmente não vai dar pra eu ir contigo, mas pode ir com meu carro, depois eu vou tomar um banho e deitar um pouco, pois essa semana foi intensa e estou so o bagaço, foi umas semanas turbulentas com insônia, falta de sexo e estresses, pois estou usando toda as minhas energias e concentração, tenho dia e hora designada para a apresentação desse projeto que preciso apresentar para uns clientes.

Peguei a chave de seu carro e segui até o shopping, fui em uma loja de artigo esportivo e consegui escolher o boné e a camiseta, em seguida revolvi ir ao cinema, quando o filme acabou vi que tinha 3 ligações perdidas.

Alô Jota, aconteceu alguma coisa? Você me ligou, eu estava no cinema.

Paulo Henrique, terminei o trabalho e estou indo encontrar contido, pensei em pegarmos um cineminha, mas pelo visto me atrasei né mesmo?

Ok, sem problemas, ta vindo de taxi?

Sim estou! Então vou me encontrar contigo no estacionamento, ficamos um instante trocando ideias encostados no carro e em seguida entramos no shopping o qual estava com pouquíssimas pessoas. Como recompensa, caminhei até o restaurante que você gosta de comer, o Outback, e pedi um belo copo de Chopp e alguns tira-gostos, você precisava e merecia isso meu japa! Esse ta sendo meu momento de felicidade único com meu Japa.

Enquanto tu comias, eu bebi alguns chopps num misto de felicidade e alívio por estar contigo, te amo meu Japa!

Acabado o almoço, vi que ainda era, 18:30 da tarde, dava pra andarmos pelo shopping e ainda comer uma sobremesa. Mas antes, eu precisava ir ao banheiro, depois de vários chopps era quase impossível não ir ao banheiro, assim, procurei o banheiro mais próximo e fui... cheguei lá, com aquele silêncio espetacular, e me dirigi ao mictório para dar aquela bela mijada. Ao começar a mijar senti meu pau inchando na minha mão e logo pensei comigo mesmo "é cara, agora você vai ter que resolver isso em casa quando chegar". Estava subindo pelas paredes meu pau estava feito rocha. Desta forma aguardei um pouco até meu pau dar uma abaixada para sair do banheiro; poderia ter batido uma punheta ali mesmo com o silêncio e a tranquilidade que estava naquele shopping, mas eu gosto de bater punheta sentado ou deitado me esfregando na cama.

Quando meu pau estava amolecendo, quem entra? Meu Japa, e não deu outra: meu pau logo voltou a subir e eu tive que disfarçar, tu passaste por mim e se dirigistes até o outro mictório, que ficava de costas pra mim, e eu aproveitei a deixa guardei o pau duro mesmo e fui até a pia so pra te provocar.

Quando cheguei a pia e comecei a lavar as mãos, não demorou muito para que tu também fosse, e aí eu pude te ver melhor através do reflexo do espelho e puta que pariu, que jogo de sedução, {parecia que éramos desconhecidos}.

Peguei o boné preto que comprei e pus na cabeça com a aba virada pra traz, o qual dava um belo contraste com meus olhos cinzas e isso parecia que estava te deixando louco, eu tava com muito tesão, pois estava uma semana sem foder e sem bater punheta "Relaxa, é só o tesão, em casa você pensa nesse puto enquanto bate uma e ainda vai poder fode-lo gostoso.", pensava eu. Ao terminar de lavar as mãos fui procurar papel toalha, mas não tinha, tu fostes fazer a mesma coisa e também se decepcionou.

—Putz, não tem um papel nesse shopping?

—Pois é, eu já até me acostumei, toda vez que venho aqui nunca tem.

—Ah, sim. Isso é o problema! hahaha. (Falávamos como se fossemos desconhecidos)

—É foda. Vai no banheiro do próximo andar, lá costuma ter.

—Brigadão, e ristes sarcasticamente.

Depois que secastes as mãos na blusa mesmo, deste dois tapinhas no meu ombro e saístes do banheiro. E eu corri para dentro da cabine, peguei um papel higiênico e tive que limpar meu pau, que a essa altura do campeonato já estava todo melado (tenho o pau bem babão, e baba fácil).

Pensei, o puto do Jota quer foder aqui no banheiro e pela minha intuição tu irias ao outro banheiro e eu que não sou bobo fui conferir; chegando no banheiro quem estava lá mijando também? Meu Japa gostoso, assim que me vistes, destes um sorriso sem mostrar os dentes e já fostes logo falando.

—Segui sua dica, rapaz. Dei preferência a subir um lance de escada. Maldita cerveja e falta de papel toalha.

—É, cara, até eu resolvi seguir minha própria dica. É mais perto lá do bar também.

E diferentemente do banheiro do andar debaixo, neste banheiro todos os mictórios são quase virados praticamente para entrada, então quando fui passar para o mictório mais afastado tive que passar por trás de ti. A visão que tive foi uma das coisas mais gostosas da última semana, uma bundinha branca com marca de sunga e um pouco peludinha, que fez meu pau quase estourar nas calças de tanto tesão. Fui ao mictório depois mais ao lado e coloquei meu pau duro pra fora, mas não conseguia mijar, meu pau estava muito duro pra isso e eu precisava ficar quase dentro do mictório para esconder isso, tu também não ajudavas, podia ter levantado aquela bermuda, mas não o fizestes.

—Cara, foi mal, mas sua bermuda tá caindo.

—Ah, sim. Desfivelei o cinto, deu nisso. Isso que dá correr apertado para o banheiro.

—Te entendo, vim correndo aqui para não precisar correr com o carro pra casa também.

—Pelo menos hoje o shopping tá vazio.

—Pois é, se não ia ter um monte de macho tendo que passar por trás de você assim. É perigoso.

—Por que? Os caras fazem sacanagem aqui?

—Não sei. Mas bunda bonita sempre atiça algum macho, né. (Realmente não sabia, não sou de fazer banheirão. Ainda mais em shopping)

—Obrigado pelo elogio.

—Qual?

—Ué, tu acabaste de dizer que minha bunda é bonita, não foi?

—Ah, foi mal, cara. Com todo respeito. (estávamos agindo como desconhecidos, o que me dava mais tesão ainda)

—Relaxa, rapaz. Fiquei puto com isso não. Puto eu ia ficar se você falasse que é feia.

—Sobre isso você pode ficar despreocupado, é muito bonita rs.

—Tu gostas?

—De que?

—De bunda, rapaz. Não se faz de sonso. (nisso lembrei que te xingo de puto sonso)

—Ah, gosto. Com certeza. Quem não gosta, né?

—Eu não gosto muito não. Pelo menos, não é minha preferência.

—Faz parte. Pela aliança no dedo aí, você deve ter sua esposa em casa. Não tem o porquê procurar bunda de macho na rua.

—Não, rapaz. Não gosto porque eu prefiro rola mesmo! Tá de pau duro ainda? Percebi lá no banheiro de baixo.

Quando tu disseste isso de forma direta, confesso que me deu um friozinho no estômago, mas eu nem escondi mais, acabei virando pra ti, mostrando meu pau doendo de tão duro, tu também não se físseises de rogado, pulou para o mictório ao meu lado e segurastes meu pau.

—Caralho, que pau gostoso. Todo melado já. Estava batendo uma lá no outro banheiro antes de eu chegar, safado?

—Não, tenho o pau babão assim mesmo. Fiquei melado quando você entrou no banheiro.

—Safado.

E para minha surpresa abaixastes ali mesmo na minha frente e caístes de boca no meu pau. E eu, só fazia gemer, falar baixo e segurar a sua cabeça contra o meu pau pelo tesão que eu estava sentindo.

—Ahhhhhhhhh, porra!

Em um momento de lucidez, eu me afastei de ti, lembrando que estava em um shopping.

—Que foi, não curtiu?

—Sim, curti muito! Mas aqui é foda, né

—Que nada, pô. Vamos ali no reservado, além do mais tá bem vazio por aqui hoje.

—Aqui é foda, cara. Gosto de putaria, mas estou em um momento legal que não quero estragar com um flagra.

—E tem alguma ideia?

—Bora para o motel!?

—Bora.

E dali fomos até o estacionamento pegarmos o carro para irmos até o motel. No caminho tu fostes me mamando do shopping até o motel, e porra, eu não sabia se a sua boca era realmente muito gostosa ou se minha seca estava em um nível absurdo, mas meus ovos já estavam doendo de tanto tesão. Ao entrarmos no motel, eu já fui dando um beijo gostoso naquela sua boca.

—Caralho, PH! moleque, como você é gostoso! Fiquei doido por você no momento em que te vi entrando no banheiro e fui atrás.

—Ah é, seu puto!? Estava me vigiando, é?

—Você não, estava vigiando o banheiro, estava doido para mamar sua rola hoje.

—Puto, então vem cá, mama seu macho.

—Glub...Glub...Glub... aí que pauzão babão gostoso, bate com ele na minha cara, PH, bate! Mela minha cara inteira.

—Isso, engole tudo. Sssshi. Passa a cabeça melada na cara passa, seu safado. Delícia. Agora põe na boca de novo.

Nisso, eu já não estava mais sendo mamado... eu estava socando a pica na garganta do meu Japa, puto safado. Era extremamente excitante ver aquele rosto branquinho ficando vermelho com minha rola na boca.

—Abre mais a boca! Anda caralho. Soca a pica do seu macho na goela. Não era isso que você queria? Isso, filho da puta! ISSSS. Ahhhhh.

E tirava da sua boca e batia com o pau todo melado e babado naquela sua carinha linda. Enquanto tu ias chupando meu pau, eu aproveitava para nos despirmos. Eu fiquei apenas com a minhas meias e tu apenas de cueca, tendo em vista que diferente de mim, tu estavas de bermuda pelo calor. No momento em que eu relaxei, tu tiraste meu pau da boca e descestes me dando um banho de língua até meus pés e fostes tirando minhas meias uma de cada vez, até que enfiastes os dedos dos meus pés na boca e eu quase não me aguentei.

—Ahhhh, caralho. Que delícia, seu puto do caralho. Isso, chupa meus dedos vai. Põe na boca. Ahhhhh. Isso! Que puto gostoso e astuto você é.

—Gosta, meu macho? Gosta do paizão te chupando?

—Adoro! Paizão puto e safado assim são meus preferidos. Agora sobe e volta para o meu pau, vem. Mama ele gostoso. Limpa esse melado só com a língua.

—Assim puto. Mama toda a extensão da minha vara vai. Ahhhh. Deita aqui com a cabeça pra fora da cama que eu quero fazer uma coisa com você.

Assim que deitastes como eu mandei, de barriga pra cima e com a cabeça pra fora da cama. Te mandei abrir bem a boca! Fui por cima, coloquei meu pau na sua boca e comecei a meter. Essa posição para receber uma mamada é deliciosa, pois você tem o total controle. Metia meu pau naquela sua boca até sentir a saliva escorrer e você engasgar diversas vezes, até bater na minha perna para que eu diminuísse o ritmo para que tu pudesses respirar. Foi assim até eu poder te observar melhor de barriga pra cima e ainda de cueca; foi aí que pude observar ainda mais o quanto tu es uma delícia, eu segurei por cima da cueca sua pica e comecei a bater uma por cima da cueca mesmo, e então, comecei a ouvir gemidos abafados com rola na boca. Soava como algo do tipo “Delícia. Tesão. Meu homem...” tirei meu pau da sua boca, sentei e te fiz me mamar mais lentamente dessa vez. Estava uma delícia assim também, tão delicioso que fui obrigado a pegar uma cerveja no frigobar ao lado e tomar enquanto era mamado. Revezava entre tomar um gole e gemer com meu japinha puto me mamando gostoso. Até que não aguente e despejei uma quantidade de leite na sua boca sem nem avisar, o tesão era demais pra mim.

—Ahhhhhhhh, delícia. Que mamada gostosa, seu filho de uma puta. Safado do caralho.

E como não era surpresa alguma, tomastes todo meu leite. Não deixastes cair uma gota!

—Isso mesmo meu puto, toma o leite do seu macho vai. Meu bezerro safado. Gosta de leitinho de macho direto da fonte, é? Gosta?

—Uhum... Gos...to.

E continuastes mamando como se fosse a última mamada da sua vida. E como estava gostosa aquela cena um macho casado mamando minha rola e tomando meu leite, essa é a cena mais linda e maravilhosa pra mim. Estava tão gostosa que meu pau se recusava a abaixar!

—Caralho, isso não vai ficar mole não? Meu maxilar tá doendo hahaha.

—Jota, eu estou um bom tempo (semana toda) sem trepar e a forma que você tomou meu leite me deu mais tesão ainda. Só vai abaixar quando eu meter gostoso no seu cu.

—Opa. Demorou! Deixa-me só ali jogar uma água no corpo rapidinho que já volto pra você me comer. Só vai devagar que tem um tempo que eu não dou, pois se estás uma semana sem meter eu também estou uma semana sem dar o cuzinho, pois sabes bem que meu cu é todo seu, gosto de foder a buceta da esposa, assim como tu gostas de comer a bucetinha de sua namorada, porém dar o cu é somente pra você meu ruivinho delicioso.

—Que mané banho agora, nem pensar! Vem cá que eu quero te enrabar.

—Pô, eu estou suado.

—Bobagem, vem cá. Fica de 4 aí na cama.

E assim fizestes, ainda que bem meio a contragosto..., mas tenho certeza que meu japa (puto sonso) estava com tanto tesão quanto eu, o volume na sua cueca não deixava negar. Quando finalmente fizestes o que mandei, eu fui tirando sua cueca devagar, mesmo já sabendo o formato de sua bunda que me esperava, louco por aquele rabo (que é so meu), com um sorriso no rosto. E quando tirei a cueca não deu outra: aquele rabo branco com marca de sunga, com pelos ralos e finos que me deixaram louco quando vi no shopping. E vejo sempre, mas esse clima de excitação, jogo de sedução me deixou mais faminto pra te enrrabar e esse seu rabo que agora trazia uma nova visão, com o rabo arrebitado para cima, eu conseguia ver claramente seu cu rosado que eu tanto almejei no caminho para aquele motel. E desta forma, eu comecei passar a mão pela aquela bunda gostosa, que ainda trazia o calor da cueca, sentindo cada centímetro daquela maravilha nos meus dedos, até que um dos dedos escorreu para aquele buraco tão atrativo e com isso acabou atraindo minha mão inteira para aquela fenda. Olhei pra ti, que me olhava, todo torto por conta da posição, com a cara mais puta e também tímida possível por conta da posição. Depois disso não aguentei e levei a mão até o nariz, e o cheiro que subiu dali foi uma das coisas mais inebriantes que já presenciei... que cheiro gostoso da porra! Cheiro de macho.... melhor, cheiro de cu de macho suado! Não sujo, apenas suado. O melhor cheiro existente que existe pra mim. Cheiro do meu puto que se cuida, mas que como qualquer outro é capaz de suar, e que quando esse cheiro natural se mistura com o cheiro de cuidado masculino fica o cheiro mais másculo possível.

—Tá suado, cara. Deixa eu jo... Ainnn! Que tesão. Moleque safado da porra. Ahhhh.

Nem esperei tu terminar a frase e já cai de língua naquele cu. E como de se imaginar o gosto era tão bom quanto o cheiro, que coisa gostosa... o cheiro, o gosto, a textura, tudo era demais! Eu, particularmente, sou um completo tarado por sua bunda meu Japa; viciado total em chupar seu cu, cu de macho, passaria horas do meu dia só fazendo isso e naquela hora eu não precisava de mais nada.

—Isso. Ai caralho, chupa meu cuzinho vai. Ahhh. Ainnn. Issssss. Que tesão da porra no meu cu, porra!

—Gosta disso, né seu puto! Gosta de um macho socando a língua e o dedo no seu cu!?

—Adorooo, cara. Vai mais, chupa meu cu suadinho, seu ruivo marrento, fdp, seu safado!

—Sou mesmo. Safado e tarado por cu do meu japa macho e casado, comedor de buceta, mais que adora me dar o cuzinho. Pisca ele na minha língua vai. Isssss. Isso. Tesão.

Nessa altura do campeonato, eu já estava com o meu pau todo melado novamente. Tão melado que até pingava. Evitei até bater uma punheta enquanto te chupava, pois estava até com medo de gozar rápido pela intensidade do tesão que estava sentindo naquele meu japa maduro safado.

—Ainn, rapaz... quero você todos os dias, meu ruivo. Isss. Que delícia de língua. Ahhhh.

Eu não aguentava mais sentir seu cu morder apenas minha língua; eu tinha também que senti-lo mordendo e engolindo meu pau. Eu precisava daquilo; precisava descarregar todo leite grosso e acumulado. E eu já tinha meu alvo para descarregar esse leite, meu alvo seria aquele cu rosado e peludinho que estava bem na minha frente! Então, levantei, me posicionei atrás e comecei a pincelar a cabeça da minha pica toda melada naquela portinha. Instintivamente meu puto gemia e rebolava para trás, doido pra sentir meu pau entrando centímetro por centímetro dentro si.

—Aí, que cabeça melada e quente. Que delícia! Nem acredito que vou ter esse pau dentro de mim. Aiiin. Shhh.

—Você quer, meu puto? Quer o pau do seu ruivinho, é?!

—Quero! Quero todo den... Aiiiiii. Devagar!!!

—Ahhhh! Calma, só passou a cabecinha, tá tão melada que nem teve dificuldade.

E realmente não teve, nem fiz força, aquele cu gostoso simplesmente sugou meu pau como se fosse um buraco negro de tesão sedento por algo bem duro e quente. À medida que a cabeça passou, o resto foi automático. Meus 19cm foram simplesmente engolidos em menos de um minuto; eu sentia cada pedaço do meu pau sendo sugado como um ralo que suga qualquer coisa que cai na pia. Até que senti meus pentelhos encostando nessa sua bunda deliciosa.

—Agora relaxa, vai! Solta a musculatura desse cu, já está tudo dentro. Sem frescura. Deixa-me meter, eu sei que você quer dar.

—Aiii. Mete vai, meu ruivo marrento e gostoso. Soca essa rola toda no meu cu. Me arromba.

E assim eu fiz: meti! Meti com força mesmo, hoje, até sem saber o motivo, posso dizer que meti com raiva. Estava com tanto tesão que nem pensava mais no meu japa bonitão, só pensava no cu que eu estava metendo que, naquele momento, poderia ser de qualquer um que não faria diferença (mas o do meu japa é muito melhor) eu só queria meter e gozar. E, novamente, assim o fiz. Meti em tudo que era posição: meti de ladinho, falando putarias no seu ouvido e você safado ouvindo e gemendo manhoso como um gatinho carente; meti em pé colocando a cara do meu puto sonso contra um dos espelhos e te mostrando como você é um putinho safado que procurar a minha rola e eu meti contigo cavalgando em mim, e nessa consegui até fazer o que já estava com vontade a algum tempo, que era dar uns tapas na sua cara e te chamar de puto; e por último, mas não menos importante, meti de frango assado segurando e punhetaando a sua pica, te presenteando por estar engolindo a minha rola. E assim tu gozaste. Acho que nunca vi tanta porra saindo de um pau na vida, não sei se foi porque eu mandei bem na foda ou se tu estavas também com muito tesão acumulado. O que sei é que, ao ver aquela cena, eu também não lembro de antes ter dado uma gozada tão necessitada. Eu perdi todas as forças do meu corpo naquela gozada aquele dia, gozei como se minha porra inteira fosse secar, como se fosse a última trepada da minha vida. Enchi aquele seu cu gostoso de leite, tanto leite que assim que tirei meu pau, saiu pingando pela cama como um esguicho.

—Ahhh, que delícia! Te enchi de leite, puta que pariu.

—HP, estou inundado de porra, por baixo e por cima, seu safado, se me engravidar, volto pra você registrar a criança hahaha.

—Volta que eu te engravido de novo haha.

Depois dessa foda deliciosa, voltamos pra casa sem trocar uma palavra, cheguemos em casa, eu tomei um banho de meia hora e cai na cama e apaguei.

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Foto de perfil genéricaApolo98Contos: 37Seguidores: 34Seguindo: 142Mensagem Sou ruivo, baixinho 1.62mt, 55kg, aquele garoto que gosta das coisas simples da vida, porém com um toque de requinte nos detalhes, gosto de cinema, teatro, museus, natação, judô, hipismo, futebol, leitura, viagens, acho que respiro artes e culturas. Sou um aprendiz de escritor de alma leve e não faço nenhum tipo de julgamento, nos meus contos eróticos escrevo de forma simples para que meus leitores leiam, interprete e entendam e fiquem a vontade para quaisquer esclarecimentos, pois sem vocês não faria sentido escrever – apolo98@bol.com.br - Beijos no coração de todos!

Comentários

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Apolo, seu safado, que conto gostoso pra caralho!! Virando a cabeça do japa casado hein...

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Jota! O PH mandou muito bem nessa foda e seu chará deve ficado muito feliz por ter sido fodido por um ruivinho safado, marrento, mas que gostoso.

Obrigado por seu comentário!

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