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Comemos dona Nice bêbada! (Mãe do nosso amigo) Parte 2

Um conto erótico de Jean Amaral
Categoria: Heterossexual
Contém 1511 palavras
Data: 14/08/2026 15:53:38

Vou continuar a história do que rolou comigo, Artur e dona Nice quando dormimos na casa do Gabriel, filho dela. Quem não leu o ultimo conto vai lá ver pra se atualizar da história. Dona Nice era uma mulher de 40 anos, devia ter 1,70m, corpo de mulher que treina, nem tão magra, nem tão gorda e nem tão malhada. Mas linda, elegante, cheirosa, cabelo curtinho loiro, seios medianos e uma bunda sensacional! Grande, empinada e durinha. Uma delicia de bunda.

Como dona Nice tinha bebido além da conta, eu e o Artur aproveitamos para tirar uma casquinha dela enquanto dormia em sua cama. Tudo ideia do Artur, que ainda estava gravando tudo com o celular dele. Ela estava com um pijaminha de cetim bem curto. Ja estava quase toda pelada enquanto brincávamos com ela. Eu estava beijando as coxas e buceta dela e o Artur ja tinha colocado os peitos dela pra fora tirou o pinto do short e abriu a boca dela pra ela engolir, mas a brincadeira mudou de rumo quando ela começou a falar. (Todo o antes está na primeira parte)

- Amor? Que isso? - Disse ela em uma voz embargada.

Na minha cabeça eu ja tava morto. O que de pior podia acontecer numa situação dessa? Estávamos fritos. Eu olhei pasmo pro Artur. Puto com ele por ter empolgado demais. De onde ele tirou de colocar o pinto na boca dela e fazer um boquete? Filho da puta! Fodeu a gente. Mas ele sempre foi o mais esperto do grupo e mais uma vez provou isso.

- Relaxa meu bem! - Artur falou fazendo uma voz de homem mais velho, imitando o sr Paulo. - Eu não resisto a ver você gostosa assim, agora da uma chupada na rola do seu homem!

- Ahn? - Ela respondeu ainda com a voz bem embargada, mas ele abriu a boca dela e enfiou a rola pra dentro. Ela obedeceu. Engoliu o pinto dele todo, enquanto ele fazia o movimento indo e voltando.

- Isso, gostosinho assim. - Ele continuou falando com aquela voz.

Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Ela devia estar sonhando, não é possível! Ela estava batendo um boquete gostoso pro Artur, fazendo até aquele barulho de engolindo. O Artur piscou pra mim e fez um gesto meio que dizendo pra eu pegar a bunda dela, ele pegou o controle da tv e desligou, também guardou seu celular, já que não ia dar pra filmar nada no escuro com os celulares da época. O quarto ficou bem escuro, já que a única luz que iluminava o andar de baixo era a televisão.

- Agora se prepara que eu vou te foder duplamente. - Disse ele já percebendo que ela devia achar que era um sonho e tudo é possível num sonho.

- Ai amor, eu quero! - Ela falou ainda com a voz embargada, mas com um fundinho de tesão.

Na hora ela estava deitada de barriga pra baixo, eu peguei ela pela bunda e levantei um pouco, meio que ajeitando ela pra ficar de quatro, abaixei o shortinho dela até os joelhos. Impressionantemente ela percebeu e se ajeitou pra ele descer e ficou de quatro, mas um pouco esparramada. Eu ja tinha gozado, batendo uma punheta um pouco antes, mas conseguiria comer ela umas 20 vezes se pudesse. Eu fui e posicionei o meu pinto naquela sua buceta rosa que ja estava molhadinha. Na hora que coloquei ela deu uma gemida bem safada, mas baixinho. Eu apertei aquela bundona gostosa dela e comecei a fazer movimentos leves, devagar mas indo o mais fundo que conseguia e tirando ate quase todo pra fora. Fui fazendo isso e aumentando a velocidade com o tempo. Ela ainda batia o boquete pro Artur e ia gemendo durante minhas estocadas em sua buceta. Uma hora vi o Artur tirando o pinto da boca dela e correndo pra gozar em outro lugar. Depois ele me disse que fez isso pensando no que ela ia pensar quando acordasse no dia seguinte com a boca e lençóis todos sujos de porra. Infelizmente eu não fui tão esperto quanto ele e acabei gozando dentro da buceta de dona Nice. Acho que aquele foi o maior e melhor jato da minha vida. Na hora ela deu uma gemida de extasiada, bem gostosa. Será que eu iria ser pai do irmão do meu amigo? Saí e me encontrei com o Artur no pé da cama.

- Puta que pariu mano! O que foi isso que aconteceu? Eu perdi minha virgindade com a dona Nice!!! - Cochichei mas com tanta empolgação porque tudo parecia surreal.

- Sabia que você era um virjão. Vai ter que me agradecer o resto da vida. - Cochichou Artur com um tom bem convencido. Mas ele merecia minha gratidão pra sempre mesmo.

- Com certeza mano…

- Ai amor, eu quero mais! - Me interrompeu dona Nice, com a mesma voz embargada, mas virando agora de barriga pra cima na cama.

- Agora é minha vez mano! - Disse Artur pra mim baixinho e foi subindo na cama e levantando as pernas de dona Nice. - Você é uma puta cheia de tesão. - Imitando a voz do sr Paulo.

Ela deu uma risadinha safada, mas ainda sonolenta. Mesmo escuro a nossa visão se acostumou e ja conseguia enxergar alguma coisa. Em momento nenhum vi dona Nice abrindo os olhos. Realmente acho que ela estava sonhando. Até hoje eu acho que eu que estava por causa de toda a situação.

Enquanto o Artur comia dona Nice por cima ela gemia baixinho mas bem gostoso. Eu querendo aproveitar cada segundo daquela situação fui para o lado dela e comecei a pegar e mamar os seus peitos, médios, mas em pé, com aureolas grandes e rosinhas. Uma delicia! Mamava e apertava os seus peitos, revezando entre eles. Ela estava gemendo quase que no meu ouvido e seu corpo ia mexendo com as estocadas do Artur na sua buceta. Eu acabei gozando uma terceira vez dentro dos meus shorts, mesmo sem bater punheta de tão bom que tava aquela situação. Vi que o Artur saiu depois de ter gozado também. Pelo visto ela ia ter gêmeos.

Depois dessa última gozada, parece que dona Nice pegou no sono de novo, porque ela ficou do mesmo jeito e começou a roncar igual bêbados fazem. Eu e Artur nos certificamos que não estávamos esquecendo nada e saímos do quarto ajeitando nossas roupas. Ajeitamos dona Nice do jeito que dava mas a posição dela não ajudava muito.

Já no corredor, com a porta semi encostada. Olhamos um pro outro sem acreditar em tudo que aconteceu. Parece que liamos os pensamentos um do outro, não falamos nada e só voltamos pra nossas camas rindo baixinho de toda aquela situação. Tomamos cuidado para não acordar o Gabriel e fomos dormir. Eu apaguei! Acho que estava tão extasiado do tanto que gozei que nem a adrenalina me manteve acordado.

No dia seguinte quando acordei, Gabriel ainda estava deitado, mas mexendo no celular e Artur estava apagado. Gabriel viu que eu acordei e perguntou se eu estava com fome. Disse que sim e ele falou pra eu acordar o Artur pra gente fazer uns mistos com nescau. Acordei Artur e pisquei pra ele para ele seguir a deixa.

- Bora acordar mano, to com muita fome. Bora descer e fazer misto!

Ele pegou a deixa e descemos como se nada tivesse acontecido. Estávamos tomando café tranquilamente, até que ouvi o barulho da porta do quarto de dona Nice se abrindo e ela saindo, com o mesmo conjunto da noite anterior, com o robe todo amarradinho e os braços cruzados enquanto bocejava.

- Bom dia meninos! Dormiram bem? - Ela falou enquanto bocejava.

Demos bom dia e dissemos que dormimos bem.

- E a senhora? Dormiu bem? - Perguntou Artur com toda a sua sagacidade.

- Minha cabeça ta explodindo, mas parece que eu dormi por dias. Apesar da cabeça, meu corpo ta bem relaxado. - Ela sorriu enquanto passava a mão na cabeça. Ela era linda mesmo quando acordava. Eu estava apaixonado com aquela mulher.

Ela pôs um café pra fazer em sua maquina importada. Ofereceu pra gente, mas ninguém tomava café na época. E se sentou conosco. Conversamos todos na mesa como mais uma manhã de sábado na casa do nosso amigo.

- Meninos, vou ligar pra mãe de vocês e pedir pra vocês ficarem até amanhã. Já que o pai do Gabriel volta só segunda. Bom que vocês jogam mais hoje. - Ela falou despretenciosamente.

Eu olhei pro Artur e ele ja estava me olhando com um sorriso satânico. Todos confirmamos que seria uma boa ideia e ficamos felizes com o pedido.

- É uma boa mesmo dona Nice! Mas só se hoje a gente tomar um pouco mais daquele vinho gostoso na janta. - Disse Artur rindo enquanto falava.

- Pelo amor de Deus! Vocês não contam pra mãe de vocês que eu deixo beberem uma tacinha comigo não né? - Ela falou preocupada.

- Claro que não! - Respondemos juntos.

- Então tá bom. Abrimos uma garrafa hoje sim.

Meus caros leitores. Espero que tenham gostado da segunda parte dessa história e em breve conto como foi a segunda noite desse final de semana fantástico!

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Comentários

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Que delícia de conto. Ansioso para mais, pela continuação

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