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Gisa, Camisinha, Anatomia e a Primeira Buceta

Um conto erótico de empresario paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1093 palavras
Data: 14/08/2026 15:38:25
Assuntos: Heterossexual

Mais uma das minhas histórias...

Hoje tenho quase 50 anos. Sou bem-sucedido, mantenho o corpo com academia e esportes, e ainda me reconheço no rapaz de 18, 19 anos que fui. Não sou moreno, mas sou bem pardo. Tenho 1,80 m, por volta de 96 kg, corpo definido pelo treino. Meu pau nunca foi de revista: uns 15, talvez 16 centímetros, grosso, cabeçudo, sem veias aparentes e negro, um pau gordo, como eu mesmo brinco. Nada exagerado, mas suficiente para as histórias que vivi.

Naquela época eu era pobre. De manhã estudava o técnico em contabilidade. À tarde estagiava na prefeitura. À noite dava aulas particulares de matemática e inglês. Sempre fui nerd: computadores, planilhas, Visual Basic, COBOL… quem é das antigas lembra.

Minha vida sexual tinha começado atrás de uma escola rural, com a Samanta me dando o primeiro boquete em cima de uma mesa suja de giz. Meses depois veio a Pérola, no banco da D20 do secretário, me dando a segunda chupada com mão de profissional e me deixando tocar uma buceta pela primeira vez.

Duas histórias. Dois presentes. E eu ainda estava só começando.

Quando fiz 19, terminei o segundo grau e precisei me mudar para um polo regional um pouco maior. Passei na universidade pública e fui estudar Letras-Inglês. O tino para ser professor me atraía. Com a grana que tinha acumulado, aluguei um quarto numa república de estudantes.

Fiz alguns anúncios em jornais oferecendo aulas de inglês e reforço. Isso me dava um sustento extra, porque a carga da universidade era pesada.

Passados alguns meses, conheci Gisa. Acadêmica de Ciências Biológicas, já quase formando. Esbarrei com ela no campus num daqueles encontros de cinema: o cara desengonçado tromba com a moça, os papéis voam para o chão. Na confusão, fiquei com alguns dela e ela com os meus.

Nos encontramos de novo. Troquei os papéis, trocamos contatos e passamos a nos ver quase todo dia no RU.

Um daqueles dias em que só quem sai de guarda-chuva tem sorte. Na saída da universidade estava chovendo forte. E quem aparece do meu lado? Gisa.

— Quer carona, gatinha?

Ela riu e aceitou.

Acompanhei-a até o apartamento onde morava com a irmã. Também era do interior. A chuva apertou de vez. Ela pediu que eu ficasse um pouco mais por causa do temporal. Papo vai, papo vem, acabei ajudando no jantar. A irmã ligou (anos 90, telefone fixo) dizendo que ia dormir na casa do namorado por causa da chuva. No telejornal já anunciavam pontos de alagamento. Eu torcia para a chuva passar… e puf: acabou a luz.

Sorte que na bolsa eu carregava uma lanterna de emergência (alguém aqui gosta de EDC?).

Sentamos no sofá depois do jantar. A luz amarela da lanterna desenhava sombras. Papo vai, papo vem, roubei um beijo. Depois outro. Começamos a nos despir. Tirei a blusa dela, o sutiã, e comecei a mamar aqueles peitos. Gisa tinha 25 anos, corpo de violão, baixinha, bunda média, sorriso fácil, olhos castanhos, cabelos longos. Os seios eram generosos, macios, o mamilo endurecendo na minha boca. (Só depois de velho descobri que existe gente que sente prazer real em mamar seios. Eu já sentia naquela noite.)

Enquanto eu mamava, ela passava a mão no meu pau por cima da calça, abriu o cinto, o botão, o zíper, tirou ele para fora e começou a bater uma para mim. Tudo no escuro, só o feixe da lanterna.

Ela me chamou para o quarto. Fomos engatados, eu colado nela. Como era baixinha, meu pau gordo batia nas costas dela a cada passo.

No quarto ela se ajoelhou e me chupou de verdade, da cabeça às bolas. Eu estava nu pela primeira vez. As outras vezes tinham sido sempre vestido. A boca quente, a língua lenta, o barulho molhado no silêncio da chuva lá fora.

Ela parou, olhou para cima e disse que queria ver o que eu faria com ela.

Abri o jogo (quase):

— Nunca meti… até hoje só recebi três boquetes, contando o seu.

(Omiti o cu da prima do Holanda. Na hora pareceu mais bonito assim. aquilo for foda, analizando um contexto de hoje em dia)

Ela riu, jogou um travesseiro em mim e perguntou:

— Trouxe camisinha?

Depois daquela noite na D20 do italiano eu andava com umas na carteira. Procurei no escuro, achei, voltei para a cama.

Gisa estava sentada. Pediu que eu deitasse. Pegou meu pau, abriu a camisinha e, com a precisão de quem fazia aula de anatomia, segurou a pontinha e desenrolou até a base.

— Agora vem.

Não estava acreditando. Era a minha primeira buceta. Quando me aproximei demais do lugar errado ela correu:

— Opa, aí não… mais pra cima.

Eu tinha mirado o cu por hábito. Ela pegou meu pau gordo e direcionou para a entrada molhada. Fui entrando devagar. Quente, apertado, escorregadio. Uma delícia diferente de tudo que eu tinha sentido.

Ela foi me ensinando com a voz baixa e ofegante:

— Bomba… não para… agora mais rápido…

Enquanto metia eu mamava os seios dela. Sentia o corpo reagir a cada estocada, o gemido subindo, a buceta apertando. De repente um gemido mais forte, quase um grito contido:

— Tô gozando…

Gozei logo em seguida, fundo, sentindo o calor dela me sugar.

Ficamos conversando um pouco, ainda ofegantes. Ela começou a acariciar meu pau de novo. Em dois segundos ele estava duro outra vez. Voltou a me chupar com calma, colocou outra camisinha (gente, usem, previne doenças, principalmente quando vce nao conhece o outro lado...) depois se virou e disse:

— Agora quero de quatro.

A bunda dela, vista daquela posição, parecia um coração. Eu já conhecia o ângulo, mas achei que ela ia me oferecer o cuzinho. Quando lembrei das lições do Holanda, meu dedo encostou nele e ela corrigiu de novo:

— Aí não… Safadinho...

Encaixei na buceta. Enquanto eu metia a luz voltou de súbito. Vi a cena inteira: as costas suadas, a bunda em formato de coração se abrindo e fechando em torno do meu pau gordo, os cabelos longos espalhados no travesseiro. A visão me fez gozar de novo, fundo, gemendo no pescoço dela.

Dormimos de conchinha. Já era madrugada. Meu pau ficou a meio mastro a noite inteira, encaixado no meio daquela bundinha macia.

Quando o relógio despertou, fomos tomar banho juntos. Ela lavou meu pau com as duas mãos, demorada, e me deu mais um boquete de bom dia, de joelhos no box, a água quente caindo nos dois.

Tomamos café e fomos para a universidade lado a lado.

Tem parte 2 e 3 da Gisa. Acompanha aqui…

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