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O Reprodutor Público (parte 2)

Um conto erótico de Rick Melo
Categoria: Heterossexual
Contém 1014 palavras
Data: 14/08/2026 14:40:46

Um corredor mal iluminado com diversas portas de ambos os lados se estendia diante deles. Jane tirou uma chave do bolso e abriu a terceira porta à esquerda. Todos entraram e ela trancou a porta por dentro.

— Ok. A sessão de cópula autorizada será aqui.

Diego e Sara olharam ao redor. A câmara de reprodução tinha uma antessala com duas cadeiras e um pequeno birô, separada de um quarto principal onde havia uma cama coberta com lençóis encardidos e um cabideiro de madeira. Da antessala era possível ver tudo que acontecia no quarto por uma grande divisória de vidro. Mas o contrário não acontecia. Quem estava no quarto não conseguia ver quem estava na antessala. Além disso, o quarto tinha tratamento acústico para não vazar som algum.

Jane ligou o ar-condicionado, tirou um papel de uma pasta azul e pediu que Sara e Diego assinassem.

— O que é isso? — Diego perguntou desconfiado.

— É o termo de autorização de cópula. Esse documento confirma que vocês estão utilizando o reprodutor por livre vontade.

— Nossa! Quanta burocracia! — Disse Sara posicionando a caneta para assinar.

Jane não respondeu. Apenas indicou o local da assinatura. Quando os dois assinaram o termo, e se viraram, deram de cara com César, o reprodutor público, totalmente nu, pronto para começar a sessão de cópula. Diego quase pulou para trás com o susto:

— Que porra é essa!? — Ele disse e virou o rosto, fitando Jane.

— O senhor não acha que ele vai fazer um filho na sua esposa usando terno e gravata, acha?? — Jane disse guardando o documento, e Diego emudeceu cerrando os dentes.

Enquanto isso, Sara não dizia uma palavra. Ela estava chocada e não conseguia tirar os olhos do corpo de César. Com a boca semiaberta, ela mapeou lentamente os músculos do reprodutor. Braços, peitoral, abdômen, coxas... E então seu olhar se deteve fixamente nos órgãos íntimos dele. Um pau grande, grosso e pesado, pendendo e balançando a cada pequeno movimento de César, e um saco que guardava duas bolas volumosas.

Jane percebeu a contemplação de Sara, deu um passo chegando bem perto dela e disse ao ouvido:

— Eu não falei que você ia mudar de ideia quando visse o reprodutor?

Sem dizer nada e sem tirar os olhos do grande falo, Sara apenas movimentou a cabeça em sinal positivo.

— Bom... nós não temos o dia todo. — Jane quebrou o clima inicial. — Tire a roupa, Sara. Pode colocá-las no cabideiro do quarto.

Nervoso e enciumado, Diego quis atrapalhar de alguma forma:

— Mas quem disse que ele tem todas as características aprovadas pelo governo?

Jane sorriu com ironia, retirou outro papel da pasta azul, entregou a Diego e disse:

— Senhor Diego, todos os reprodutores públicos passaram por uma seleção rigorosa, que incluiu exames médicos, avaliações físicas e medições. E... se é isso que lhe interessa... o senhor César possui 16cm de pênis flácido e 23cm de pênis ereto. — E tomando o papel de volta das mãos de Diego, ela completou — Bem diferente do senhor.

Com o rosto vermelho de raiva e vergonha, Diego não tinha mais nada a dizer nem fazer, a não ser assistir sua esposa entrar no quarto, trancar a porta e tirar cada peça de roupa na frente daquele homem estranho e bem-dotado.

Pelas normas do governo, a sessão de cópula tinha que ser acompanhada da antessala pelo cônjuge e por um funcionário ou funcionária governamental. Por isso, Jane se sentou em sua cadeira e mandou que Diego se sentasse ao lado dela, o que ele fez mesmo a contragosto.

Tentando ser o mais profissional possível, César começou a estimular o próprio pau para provocar uma ereção.

— Por que tá fazendo isso? — Sara questionou falando baixo, ainda com medo que alguém ouvisse algo.

— Como assim? Eu preciso deixar ele ereto pra copular.

— Deixa isso comigo — Sara disse se ajoelhando na frente de César. Ela então segurou o pau com a mão direita e começou a punhetá-lo.

Enquanto Sara fazia movimentos lentos e firmes na rola de César, olhando fixamente para o mastro que endurecia aos poucos, Diego ficou nervoso e tentou se levantar da cadeira. Mas Jane o segurou pelo ombro pedindo que ele ficasse calmo, ao que ele atendeu bufando de raiva.

— Vai passar logo, senhor Diego — disse Jane sem tirar os olhos do casal lá dentro.

— Assim eu espero — respondeu o marido coçando a cabeça.

Sara estava ainda mais admirada com o tamanho da rola de César, que agora estava dura, e, aproveitando que já estava ali de cara pra ela, abriu bem a boca e começou a chupá-la. César não esperava por essa. Não era comum as esposas fazerem isso durante a sessão de cópula, ainda mais sabendo que o marido estava assistindo tudo.

— O que você tá fazendo? Seu marido vai te matar — alertou César.

— Foda-se! Eu não vou perder essa oportunidade. — respondeu Sara mal tirando o pau da boca, tamanho o apetite. E voltou a chupar ora de olhos fechados, ora olhando para cima, nos olhos de César. A saliva escorria abundante e Sara por vezes engasgava tentando colocar o pau inteiro na boca sem sucesso.

Sara simplesmente não tinha ideia de que poderia haver no mundo um pênis tão grande, grosso e bonito em um homem tão forte e atraente. Ela havia casado virgem, e o único pau que ela conhecia era o do marido.

Na antessala, Jane não conseguiu segurar Diego, que se levantou rapidamente e se aproximou do vidro gritando:

— Para com isso, Sara!!

A funcionária pública até tentou acalmá-lo, mas foi em vão. Quando ele ameaçou se dirigir até a porta do quarto, ela precisou ser mais enérgica. Puxou-lhe pelo pescoço, dando-lhe uma rasteira e, quando ele já estava de costas no chão, deu-lhe um chute certeiro no saco fazendo-o virar os olhos e gritar.

Diego arfava segurando as bolas deitado no chão. Quando conseguiu levantar o olhar, viu Jane assistindo atentamente a performance de Sara e César com a mão direita dentro da calça. Ele achou que estava vendo errado, mas não estava. Jane estava estimulando a própria buceta com a boca levemente aberta e a respiração acelerada.

Continua...

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