**Clara – 34 anos – primeira pessoa**
Eu me chamo Clara. Tenho 34 anos. Sou casada. E eu vivo com sede de leite de pica.
Não é exagero. É necessidade. Vários dias por semana eu preciso engolir. Quanto mais, melhor. Um só já me deixa inquieta. Dois já começa a valer a pena. Três ou mais é quando eu realmente gozo de verdade. O gosto, a quantidade, a sensação de engolir quente, grosso, um atrás do outro… isso me deixa viciada. clica em meu prfil ou em meu nome, para ver e baixar meus viddeos e fottos.
Meu marido sabe de tudo. Ele é corno e gosta. Ele só registra. Câmera na mão, ângulo certo, zoom no meu rosto quando o leite escorre pelo canto da boca. Ele nunca mete. Nunca goza em mim. Só filma. E eu adoro saber que ele está ali, quieto, registrando enquanto outros machos me usam a boca.
Ontem à noite foi um daqueles dias.
Eram quatro. Dois vizinhos que já sabem que eu sou puta e que o meu marido é corno. Um entregador de gás que veio “trocar o botijão” e acabou ficando. E um amigo de um deles, uns 28 anos, que tinha ouvido falar e quis provar. Eu estava de máscara vermelha de carnaval, só pra dar um ar de brincadeira, mas o resto era sério. Nuinha, ajoelhada no chão da sala, rodeada de pau.
— Olha de cabeça — um deles mandou, segurando meu cabelo.
Eu levantei o rosto, abri a boca e levei dois de uma vez. Um na língua, outro batendo no canto dos lábios. O gosto já estava salgado, pré-gozo. Eu chupava com vontade, fazendo barulho, olhando pra cima enquanto o marido filmava de lado.
— Isso, puta… engole tudo depois — o vizinho mais velho falou, o de uns 52 anos. Ele já tinha gozado na minha boca três vezes esse mês. Sempre grosso, sempre bastante.
Eu respondi com a boca cheia:
— Pode gozar. Quero leite. Muito leite.
O de 28 anos riu e enfiou mais fundo. Eu engasguei de propósito, deixei saliva escorrer, e continuei. Um dos paus saiu e outro entrou. Eu alternava. Chupava a cabeça, descia até a base, voltava, dava uma lambida longa na glande e engolia de novo. O cheiro de pau suado misturado com o gosto de porra antiga ainda na língua me deixava molhada pra caralho.
Um deles segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca de verdade. Avançava e recuava rápido. Eu só abria e recebia. O outro esfregava o pau na minha bochecha, no meu pescoço, no meu peito. O marido filmava em close o momento em que a primeira porrada de leite saiu. Quente, espesso, enchendo minha boca. Eu segurei, mostrei a língua cheia pra câmera e engoli devagar, fazendo cara de prazer.
— Mais — eu pedi, já com a voz rouca. — Quero mais. Não para.
O segundo gozou logo em seguida. Eu abri a boca de novo e recebi direto. Uma parte caiu no queixo, escorreu pro peito. Eu limpei com o dedo e chupei. O terceiro esperou menos de um minuto. O quarto demorou um pouco mais, mas quando veio foi em jatos longos. Eu engoli tudo o que consegui. O que sobrou eu passei a mão e lambi.
No final eu estava de joelhos, boca aberta, língua pra fora, o rosto melado, a máscara torta, o peito sujo de porra. O marido continuava filmando. Eu olhei pra câmera e falei baixo:
— Ainda quero mais. Amanhã de novo.
Isso foi ontem. Mas não é só ontem.
Tem o entregador de pizza do prédio. Tem 23 anos. Toda vez que peço pizza depois das dez ele já sabe. Bate na porta, eu abro de roupão aberto, ele entra, tranca, e em menos de dois minutos já está com o pau na minha boca. Eu chupo até ele gozar. Sempre engulo. Às vezes peço pra ele gozar duas vezes. Uma na boca e outra no peito. Ele nunca recusa. Um dia ele trouxe um amigo. Os dois gozaram na minha boca no mesmo intervalo de vinte minutos. Eu fiquei ajoelhada na cozinha, com o cheiro de pizza ainda no ar, engolindo leite de dois novinhos.
Tem o cara da água mineral. Uns 40 anos, casado, barriga pequena. Toda vez que deixa as galões ele pergunta se “precisa de mais alguma coisa”. Eu sempre preciso. Já chupei ele no corredor do apartamento, com a porta entreaberta. Já chupei ele dentro do elevador quando não tinha ninguém. Ele goza rápido e bastante. Eu gosto do gosto dele. Mais doce que a maioria.
Tem o do gás. Esse já é conhecido. Toda vez que o botijão acaba eu mando mensagem. Ele vem, troca, e depois me fode a boca no quarto enquanto o marido filma da cadeira. Uma vez ele trouxe o ajudante, um menino de 20 anos. Os dois gozaram na minha boca no mesmo dia. O novinho gozou tanto que escorreu pelo meu queixo e pingou no chão. Eu limpei com o dedo e chupei de novo.
Tem os vizinhos que sabem. O do 302, o do 405, o do 108. Eles sabem que eu sou puta e que o meu marido é corno. Eles passam aqui quase todo dia. Às vezes um de cada vez. Às vezes dois juntos. Às vezes três. Eu abro a porta, eles entram, eu ajoelho, e a boca fica ocupada. Eles conversam entre eles enquanto eu chupo. Falam de futebol, de trabalho, de como minha boca é quente. Eu escuto tudo com pau na garganta. Quando um goza, o outro já está pronto. Eu engulo, limpo, e peço o próximo.
Tem os que não sabem que o marido filma. Acham que eu só estou traindo. O jovem do terceiro andar, 21 anos, universitário. Ele pensa que está me comendo escondido. Toda vez que a mãe dele sai ele desce. Eu abro, puxo ele pra dentro, ajoelho e chupo até ele gozar. Ele geme baixo, segura meu cabelo, e goza fundo. Eu engulo e ainda chupo limpo. Ele acha que está me usando. Na verdade eu estou usando ele.
Tem o senhor de 60 anos do prédio da frente. Viúvo. Toda terça e quinta ele vem. Eu chupo ele devagar, porque ele demora mais. Mas quando goza é bastante. Espesso, amargo, delicioso. Eu deixo escorrer um pouco na língua só pra sentir o gosto antes de engolir. Ele sempre agradece. Eu sempre peço pra ele voltar.
Tem a casa de praia. No último feriado eu chamei três vizinhos da praia. O marido foi junto só pra filmar. Eu fiquei de quatro na varanda, de máscara, enquanto os três se revezavam na minha boca. Um gozava, outro entrava. Eu engolia, pedia mais, abria a boca de novo. O sol batia no meu corpo suado. O cheiro de porra misturado com cheiro de mar. No final eu estava com a boca inchada, o peito sujo, e ainda pedi pra um deles gozar de novo. Ele conseguiu. Eu engoli.
Eu gosto de contar quantos eu engoli no dia. Ontem foram quatro. Semana passada um dia foram seis. O recorde foi oito num sábado inteiro. Eu acordei com sede e fui dormindo com a boca ainda com gosto de leite.
Tem dia que eu acordo já molhada só de pensar. Mando mensagem pra dois ou três. Eles vêm. Eu ajoelho. Eles gozam. Eu engulo. O marido filma. Eu peço mais.
Às vezes eu fico de quatro e deixo eles gozarem na minha boca enquanto outro fode minha buceta. Mas o foco é sempre a boca. Sempre o leite. Sempre engolir.
Eu gosto quando eles falam putaria.
— Abre essa boca de puta.
— Engole tudo, vadia.
— Mais fundo.
— Mostra a língua cheia.
— Engole devagar pra eu ver.
Eu obedeço. Mostro. Engulo. Peço mais.
Tem vezes que eu peço pra eles gozarem juntos. Dois paus na boca ao mesmo tempo. Difícil, mas possível. A porra se mistura. Eu engulo os dois de uma vez. O gosto fica mais forte. Eu gozo só de engolir.
O marido nunca reclama. Só registra. Às vezes ele fala baixo:
— Engole direito, Clara. Mostra pra câmera.
Eu mostro.
Eu sei que sou viciada. Eu sei que a maioria das mulheres não faz isso. Mas eu faço. Vários dias por semana. Com quantos machos der. Jovens de 20, homens de 40, senhores de 60. Entregadores, vizinhos, conhecidos, desconhecidos. Todos servem. Desde que gozem na minha boca e me deixem engolir.
Ontem à noite, depois que os quatro foram embora, eu ainda estava de joelhos. O marido parou a câmera. Eu limpei o resto de porra do peito com o dedo e chupei. Depois olhei pra ele e falei:
— Amanhã eu quero mais. Chama pelo menos três.
Ele só assentiu e foi salvar o vídeo.
Eu fui tomar banho com gosto de leite ainda na boca.
E já estava pensando no próximo.
Porque eu sou assim.
Clara.
34 anos.
Casada.
Corna orgulhosa.
E com sede crônica de leite de pica.
E não pretendo parar.