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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 7

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 3595 palavras
Data: 14/08/2026 10:19:15

Kelly ficou sozinha no meio da sala. A bolsa escorregou do ombro e caiu no chão com um som abafado. As pernas finalmente cederam. Ela se sentou no chão, puxou os joelhos contra o peito e chocou-se com a própria respiração irregular. E o silêncio da casa desabou sobre ela.

Mas ela não chorou. Mas sofreu o que nunca imaginou que suportaria em sua vida.

Lá fora, o mundo continuava. Mas dentro dela, e deles, tudo tinha se quebrado de uma forma irreversível.

[CONTINUANDO]

Jerry dirigiu sem destino por quase uma hora.

O celular vibrava de vez em quando no banco do carona. Ele não olhava. Não precisava olhar para saber que era Kelly. Sabia também que, se atendesse naquele momento, qualquer palavra que saísse de sua boca seria definitiva demais, algo que ele não se sentia pronto. Não ainda. Então apenas dirigiu, com as duas mãos firmes no volante, os ombros rígidos e o maxilar tão travado que a dor já subia pelo pescoço e se alojava atrás das orelhas.

A cidade passava pela janela do veículo como um cenário desconectado. Semáforos, placas, pessoas vivendo suas vidas. “Vidas para elas.”, pensou Jerry, porque, para ele, nada parecia real. Seu drama era surreal demais.

Dentro do carro, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo som baixo do motor, pela respiração controlada demais de Jerry e pelo celular que agora começava a tocar. Ele tentava organizar os pensamentos, mas eles voltavam sempre ao mesmo ponto: a imagem de Kelly na sala, o cabelo ligeiramente desalinhado, a blusa amassada de um jeito que ela não usaria, a boca ainda levemente inchada, mas foi o olhar e depois aquele aceno de cabeça que confirmaram o óbvio. Um único movimento de confirmação. Um sim. Ela tinha transado com Chuck.

Jerry engoliu em seco e começou a tremer. Parou imediatamente junto ao meio fio e respirou profundamente para se controlar. Ele não podia se acidentar. Ele tinha uma filha, alguém para cuidar. Alguém que certamente ele amava e por quem sabia que era amado. A raiva estava lá, sim, mas vinha misturada com uma humilhação fria e uma clareza quase cirúrgica. Ele havia tentado. Havia tentado ser o marido compreensivo. Havia tentado absorver o retorno de um homem que pensou ter a esposa superado.

Seu celular não parava e ele atendeu de imediato, cansado de fugir:

- Para de me ligar, Kelly! Eu... Eu não vou voltar para casa, porra!

Após um breve silêncio, uma voz calma e cautelosamente baixa insistiu:

- Dr. Jerry... é a Samantha. Eu... O Jonathan, contador, está aqui aguardando os documentos fiscais.

Samantha, a jovem e loira secretária de sua clínica, serviu como um chamado à realidade. Uma dura realidade, mas ainda assim realidade. Jerry suspirou profundamente:

- Samantha, eu... Desculpa! Eu esqueci completamente. Eu... – Ele suspirou novamente, balançando a cabeça negativamente para ninguém antes de continuar: - Diga ao Jonathan que eu levarei os documentos para ele até amanhã de manhã. Hoje, estou sem condições. Aliás, desmarque todos os meus compromissos. E os que forem urgentes, peça para o Phil atender por mim se ele tiver espaço em sua agenda.

- Sim senhor, doutor. Farei todo o necessário.

Desligaram. Mas a realidade agora criava formato a sua frente. A vida continuaria, com ou sem Kelly, ele precisaria continuar:

- Mas não agora... – Resmungou para si mesmo, enquanto voltava a dirigir.

Parou num hotel discreto a poucos quilômetros do consultório. Pediu um quarto simples, pagou com o cartão e subiu sem sustentar o olhar da recepcionista. O elevador cheirava a carpete recém higienizado e ar condicionado gelada um pouco demais para seu gosto. Quando a porta do quarto se fechou atrás dele, Jerry ficou parado no meio do ambiente pequeno e impessoal.

Tirou o paletó com movimentos lentos. Desabotoou os primeiros botões da camisa. Sentou-se na beirada da cama de um colchão firme demais e deu dois tapas nele, rindo de uma provável dor no nervo ciático que teria no dia seguinte. Não riu da dor em si, mas de saber que essa dor seria nada perto da que afligia seu coração. Por um longo tempo apenas ficou ali, com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos cruzadas, olhando para o chão. A dor latejava, mas a cada minutos se tornava menos explosiva. Mas ficava seca, constante, como um machucado que não cicatriza de imediato.

Tirou o celular do bolso. Havia treze ligações perdidas, quatro de seu consultório e nove da Kelly, além de quatro mensagens não lidas. Não abriu nenhuma. Em vez disso, digitou uma frase curta, releu, e enviou:

“Preciso de um tempo. Cuida da Katie.”

Olhou uma última vez para o celular e viu as horas: 12:43PM. Depois desligou o aparelho por completo.

Deitou-se e embora não quisesse dormir, a tensão dos últimos dias cobrou seu preço, fazendo-o apagar. Quando acordou já passava das 5:30PM.

Novamente se levantou, olhou em volta para se localizar, para ter certeza que tudo não passava de um devaneio, de um pesadelo e ligou seu celular. Uma curiosidade mórbida tomou conta de si enquanto o aparelho inicializava. Quando ligou enfim, abriu o aplicativo de mensagens e procurou pelas da Kelly:

“Jerry, por favor atende. A gente precisa conversar. Eu sei que errei, mas não vai embora assim.”

“Errou!? Errou... Errou muito, Kelly. Mas agora é tarde.”, pensou:

“Eu estou desesperada. Por favor, volta. Ou pelo menos me liga. Não me deixa no escuro desse jeito.”

Ele apenas balançou a cabeça negativamente:

“Jerry, eu sei que você deve estar com muita raiva. Você tem todo o direito. Só… não me deixa sozinha com isso. Me responde quando puder.”

E a última:

“Foi um erro horrível. Eu já me arrependi. Mas sumir não vai resolver nada. A Katie vai perguntar por você. Por favor, me atende.”

- Katie. – Foi a única palavra que repetiu de todas que leu.

Ele sabia que não podia desaparecer da vida da filha. Levantou-se, vestiu-se e saiu para casa. Sua filha precisava de uma explicação, não da verdade. Mas de palavras de conforto e segurança. Foi pensando assim que ele entrou em seu carro e tomou o rumo de sua casa.

Em casa, Kelly ainda estava sentada no chão da sala quando a mensagem de Jerry chegou.

Leu as palavras várias vezes. Cada uma delas parecia um golpe diferente, batendo na alma, mas doendo no corpo:

“Preciso de um tempo.”

Não era uma ameaça. Não era um grito. Não era o fim. Era só uma retirada limpa e deliberada de um homem que tentou demais. Ela ficou olhando a tela até a luz apagar sozinha.

Levantou-se com dificuldade. As pernas ainda tremiam. Sentou-se à mesa da cozinha, mas não tinha fome. O estômago estava embrulhado, e só. Ali ficou pensando em tudo o que viveu até ali e tentando entender como ela pode fazer tamanha canalhice com seu marido. Quando se deu conta, já passava das 5:00PM e ela precisava sair para buscar Katie na escola.

Kelly foi até o banheiro e não reconheceu a mulher que estava ali no espelho. Ainda assim, fez o seu melhor e saiu apressada. Chegou com as primeiras crianças saindo da escola. Logo viu a filha e foi recebê-la:

- Ué!? Por que o papai não veio me buscar?

A pergunta era justa e certeira. Mas a verdade, essa nunca poderia ser revelada sob pena de punir a menina pelos erros dos adultos:

- Ele teve uma emergência, querida. Pediu para eu vir te buscar. É tão ruim assim?

- Não, mamãe. É que a gente ia passar na Tiana Desserts. Ele me prometeu um doce de chocolate do Brasil. Étal de... bridagueiro.

- Brigadeiro, querida.

- Isso! Eu só queria o meu doce...

- Tudo bem. A gente passa lá e compra um pra cada. Que tal?

A menina vibrou. Sua alegria, antes contagiante, agora doía. Kelly forçou um sorriso e rumou até a doceria. Lá compraram os doces prometidos e outros, que ela pensou ser uma forma de atenuar a ausência do pai à filha. E rumaram para casa.

Quando se aproximava, Kelly viu o carro de Jerry parado à frente da garagem de sua casa, em frente de onde ele sempre o guardava. Sorriu por um instante, mas logo se lembrou que não havia motivos para tal:

- Papai já chegou! ÊÊÊÊÊÊ... – Gritou Katie assim que o carro de Kelly parou ao lado do de Jerry.

- É. Parece que sim... – Concordou Kelly, sentindo um calafrio percorrer sua coluna.

Ela entraram. Katie correndo e fazendo sua algazarra de costume. Kelly, pé ante pé, olhando para todas as direções, sem saber como se portar. Não encontraram ninguém. O sofá estava do mesmo jeito, com as folhas espalhadas. Na mesinha de centro, o mesmo copo. Na copa e cozinha, também ninguém. Katie já havia sumido para a parte reservada da casa e de lá Kelly ouviu vozes, sem entender o que diziam.

Logo, voltaram os dois, Katie, fazendo sua algazarra, agora menos barulhenta. Jerry voltava com uma mala de roupas e uma maleta de couro, onde ele costumava guardar seus documentos:

- Eu vou voltar logo, querida. Não precisa ficar preocupada. – Disse Jerry.

- Mas por quê?

- Porque eu tenho que ir.

Katie olhou claramente chateada para Kelly e resmungou:

- O papai vai viajar e não quer me levar! – Finalizou com um bico de inconformismo.

- Viajar? – Repetiu Kelly, olhando para Jerry: - Mas... Mas... Assim!? Tão de repente?

- Pois é...

Ele colocou a mala no chão e se sentou no sofá sem encarar Kelly. Passou a recolher seus documentos e a colocá-los em sua maleta, sem organizar, ordenar, nada. Apenas, pegar e guardar. Kelly tomou a frente:

- Querida, por que não vai tomar seu banho. O papai espera você sair.

- Mas agora? – Perguntou Katie, estranhando a mudança em sua rotina.

- Sim, querida. Mamãe e papai precisam conversar e...

- Não! – Jerry a interrompeu, com um tom desnecessariamente alto, tanto que se controlou para continuar: - Não vamos conversar hoje. Eu estou com pressa.

Katie estranhou o clima. Qualquer um estranharia. Aproximou-se dos pais e os olhou detidamente por alguns segundos:

- Eu, hein... – Resmungou, enfim: - Nós compramos os bridagueiros, papai. Vem comer.

- Obrigado, querida. Mas o papai precisa mesmo ir.

- Mas a gente comprou um para cada, papai. É cheiroso!

- Coma o meu também, querida. Mas amanhã, ok? Nada de exagerar hoje.

- Posso mesmo? – Perguntou a menina com os olhos brilhando.

Jerry não se aguentou e a puxou para um abraço, segurando uma lágrima que parecia prestes a cair e se caísse, tornaria o clima que já estava estranho para um criança, mais estranho ainda:

- Pode sim. – Disse ele, enfim, dando um beijo na testa da menina: - Agora, eu preciso ir.

- Jerry... – Kelly tentou falar, mas as palavras sumiram.

- Não! Eu preciso mesmo resolver um problema. – Ele disse, agora olhando diretamente nos olhos da Kelly: - Ou você pode viajar e resolvê-lo no meu lugar, Kelly. Sem cobranças, sem interferências, mas de uma forma definitiva. Prefere assim?

Kelly entendeu o discurso subliminar, oculto naquelas poucas palavras. E não teve coragem de responder. Seus olhos marejaram, mas como o marido, ela se esforçou para não chorar na frente da filha. Jerry apenas sorriu, sem alegria, sem carinho, apenas resoluto. Deu outro beijo no rosto da filha e prometeu ligar para conversarem. Pegou sua mala, sua maleta e saiu, sem se despedir de Kelly. O som do carro foi o último que elas ouviriam, se não fosse Katie:

- Por que o papai saiu sem dar um beijo em você, mamãe?

Kelly se surpreendeu com a pergunta e uma lágrima fugiu ao seu controle. Ela virou o rosto no último segundo antes que a filha notasse e a limpou rapidamente com a mão. Respirou fundo e se virou para a filha:

- Quem quer comer brigadeiro?

A noite foi longa e fragmentada para Jerry. Ele deitou-se de terno ainda, depois se levantou, tirou a roupa, tomou um banho quente que não relaxou nada, e voltou para a cama. Ficou deitado de olhos abertos, ouvindo o barulho abafado de passos no corredor, o zumbido do ar condicionado e o próprio coração que parecia uma fanfarra:

- Calma, Jerry! Calma... – Falou para si mais de uma vez.

De vez em quando fechava os olhos e a cena da sala voltava com uma nitidez cruel. De vez em quando sentia um aperto no peito tão forte que precisava sentar na beirada da cama e respirar fundo, contando os segundos. Não chorou. A dor estava empedrada demais para lágrimas.

No dia seguinte, ele trabalhou como se nada tivesse acontecido.

Atendeu os pacientes com a mesma precisão de sempre. Explicou procedimentos, assinou receitas, cumprimentou a secretária com educação e novamente lhe pediu desculpas. Ninguém no consultório percebeu qualquer coisa além de um leve cansaço nos olhos. Por fora, ele continuava sendo o Dr. Lovett. Por dentro, sua alma estava em frangalhos.

No final da tarde, depois do último paciente, ele ficou sozinho na sala. Olhou ao redor: as fotos de Katie na mesa, o diploma na parede, a agenda aberta. Depois pegou o celular, ligou o aparelho e viu novas mensagens da Kelly. Leu todas. Nenhuma muito diferente das quatro que ele havia lido no dia anterior. Eram até confusas, desesperadas, cheias de pedidos para conversarem. Ele não respondeu. Em vez disso, mandou apenas mais uma frase:

“Vou passar em casa às 21:00PM para buscar algumas coisas. Prefiro que a Katie esteja dormindo.”

A resposta de Kelly veio em menos de um minuto:

“Ok. Você está bem?”

Jerry não respondeu. Apenas guardou o celular e se recostou em sua cadeira de couro. Preferiu ficar ali até o horário da conversa.

Às 20:50, Jerry estacionou na frente da garagem de sua casa.

A casa estava silenciosa. A luz da sala acesa. Ele entrou com a chave que ainda tinha, sem bater. Kelly estava junto à bancada da cozinha conjugada, os cotovelos apoiados sobre, as mãos na nuca. Usava uma saia longa preta, uma blusa de cetim vermelha, sem sutiã, e o cabelo solto. Jerry adorava aquela roupa, pois achava que valorizava o corpo da esposa. Kelly sabia disso.

Quando levantou o olhar, os dois se encaram em silêncio por longos segundos. Os olhos dela estavam vermelhos, mas ela não estava chorando. Pelo menos, não naquele momento:

- Oi. Como você está? – Perguntou ela, tentando quebrar o iceberg que existia entre eles.

- Vivendo.

- A... Katie já foi dormir há algum tempo. Estava bem cansada. Hoje foi dia de atividades físicas na escola. - Disse ela com uma voz baixa, quase inaudível.

Jerry apenas acenou com a cabeça. Passou por ela sem tocar e foi em direção a pia da cozinha, onde se serviu de um copo de água:

- Onde você está dormindo, Jerry? Eu... fico preocupada.

- Não fique. Estou bem acomodado num hotel.

- Qual?

- Isso não importa.

- Ah! E...você vai ficar por quanto tempo lá? - Perguntou Kelly, olhando-o por trás.

Jerry não se virou. Apenas apoiou as mãos sobre a pia e esticou o pescoço, como se tivesse um torcicolo. Então, suspirou:

- Ainda não sei.

- Jerry, a gente... a gente precisa conversar.

- Não sei se é uma boa ideia.

- Jerry…

Ele se virou para ela e, pela primeira vez desde que entrara, olhou de forma clara em seus olhos. O olhar era frio, mas não vazio. Havia uma certeza dolorosa ali:

- Você me traiu, transou com ele. Enquanto eu trabalhava, tentando manter alguma vida real para nossa família, você foi lá e transou com ele. - A voz saiu baixa, controlada, assustadoramente calma: - Eu não sei o que você quer tanto conversar, Kelly. Eu, pelo menos, não tenho nada para falar e... Sinceramente? Nem sei porque vim aqui.

Kelly abaixou o olhar, mas logo o encarou novamente. Então, com uma voz tímida, mas clara:

- Foi um erro. Um descontrole. Eu não planejei…

- Não!? Tem certeza? - Jerry se encostou na pia e cruzou os braços, encarando-a nos olhos: - Como pode saber? Você foi encontrá-lo, escondida de mim, de novo. Isso não é planejar? Mas, para mim, não importa se foi consciente ou por impulso, no calor do momento. Fato é que você foi e fez. Só que você esqueceu que enquanto gozava lá com ele, enterrava um punhal nas minhas costas. E agora eu preciso decidir o que fazer com isso.

Kelly permaneceu sentada e abaixou a sua cabeça, levando uma mão à frente da própria boca. Um silêncio dominou a casa, nem uma mosca era ouvida. Simplesmente nada! Ninguém! Eles se encaravam como se tentassem ler a mente um do outro. Kelly logo não aguentou:

- Você não está pensando em pedir o divórcio, está?

Jerry sorriu da preocupação dela. Não por maldade, mas pela ironia da pergunta após ela ter feito o que fez. E balançou a cabeça, negativamente. Então, a encarou por segundos que mais pareceram séculos. Só então respondeu:

- Eu ainda não sei. Talvez sim; talvez não. O que eu sei é que não consigo ficar aqui com você, nem hoje, nem amanhã. Eu... Eu preciso mesmo de um tempo, de espaço para pensar, sem olhar para a cama onde a gente dormia e imaginar você com ele.

Kelly fechou os olhos. As lágrimas voltaram, mas ela as continha com um esforço visível:

- Mas a gente não ficou aqui e eu... eu me arrependi.

- Não importa onde foi. Importa que foi. - Disse Jerry, pela primeira vez com um fio de emoção alterando seu tom de voz: - E quer saber? Também me arrependo. Me arrependo de ter bancado o cara legal e compreensivo. Me arrependo de ter acreditado que a gente ia conseguir resolver isso só com conversa e honestidade. E me arrependo de ter sido ingênuo o bastante para achar que o passado ia ficar no passado.

- O que eu preciso fazer para você me perdoar? Eu faço! Qualquer coisa!

- Hoje!? Nada! – Jerry suspirou profundamente, com os olhos fechados, mas logo voltou a encará-la: - Eu preciso pegar umas coisas no closet da suíte, posso?

- Jerry, por favor, a casa é sua. Mas eu preferia que você ficasse para a gente tentar resolver isso e...

- Desculpa, não vou ficar.

Ele se levantou e começou a andar na direção do quarto. Kelly o acompanhava em silêncio. Quando passavam pela porta do quarto de Katie, ele a encarou:

- Será que eu posso dar uma olhada na Katie?

- Mas... é claro que pode. Ela é sua filha.

Ele abriu a porta com um cuidado quase ritual. A menina dormia profundamente, de lado, abraçada ao urso de pelúcia que ele havia ganhado para ela numa gincana da escola. Kelly ficou parada no umbral, observando ele olhar com carinho e saudade o sono da filha. E a culpa veio para ela em ondas sucessivas, cada uma mais forte que a anterior. Ela sabia que ele tinha suas razões. Afinal, ela o havia magoado.

Ela não aguentou assistir o sofrimento calado do marido e voltou para a sala. No sofá ainda estava o cobertor jogado de qualquer jeito e o travesseiro amassado. Ela se sentou ali, puxou o tecido contra o rosto e inspirou o cheiro dele que ainda restava. E, pela primeira vez, desde que voltara daquele maldito hotel, chorou de verdade. Um choro baixo, engasgado, controlado o suficiente para não acordar a filha, mas profundo o bastante para deixar o peito dolorido.

O tempo passou o suficiente para Jerry retornar com uma mala na mão. E ele a viu chorando, agarrada ao cobertor. Mas ele tinha suas próprias dores, a maior delas causada por ela. E ela sabia disso. Ele foi até a porta da casa, mas antes de sair, olhou a esposa uma última vez:

- Eu vou ligar todos os dias para falar com a Katie. Vou continuar pagando as contas. Vou continuar sendo o pai dela para o que ela precisar. Mas entre eu e você… agora existe uma coisa que não existia ontem. E eu preciso entender o que fazer com ela antes de termos qualquer outra conversa.

Kelly se levantou e deu um passo na direção dele:

- Não vai embora assim. Por favor. Eu... Eu vou consertar isso. Eu posso. Só me dá uma chance.

Jerry olhou para ela por um longo segundo em silêncio. Havia exaustão no olhar, dele e dela. Ele quase cedeu a uma saudade que maltratava seu coração. Mas não seria justo com ele próprio. Havia, por baixo de tudo, uma tristeza profunda:

- Eu já fui embora ontem, Kelly. Hoje eu só vim buscar algumas coisas e visitar a minha filha.

Por fim, ele abriu a porta e saiu. O som da porta se fechando foi suavemente torturante. Segundos depois, surgiu o som do motor do carro dele que foi ficando cada vez mais baixo até sumir na escuridão da noite.

Kelly ficou parada no meio da sala, ouvindo o silêncio voltar a preencher a casa. Ela caminhou até o sofá e se sentou, o corpo inteiro pesado demais para continuar de pé.

A madrugada inteira foi um vai e vem entre o sofá e a cama do casal. Kelly não conseguia ficar mais de quinze minutos no mesmo lugar. De vez em quando ia até a janela da sala e olhava a rua deserta, como se o carro de Jerry pudesse aparecer a qualquer momento.

Não apareceu.

Lá fora, a noite já tinha caído por completo.

Dentro da casa, a única certeza era que a ausência de Jerry deixara de ser temporária. E esse era o maior dos medos de Kelly naquele momento.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 413Seguidores: 791Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Parabéns Dr. Mark, muito realista!!💯💯💯⭐⭐⭐

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Vamos ver o que Mark preparou pra nós?💯💯💯⭐⭐⭐⭐

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Saudade seus lindos .

Estou meio sumido mas vou dando as caras de vez em quando .

So pra nao passar batido o FUCDC so tem fofoqueiro kkkkk.

Ah e outra coisa , ate a id@ elogiando esses caras. ? Vix o mundo esta de cabeça pra baixo mesmo.

FUCDC nunca

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Valeu FOFOQUERINHO RAIZ. KKKKKKKKKKKKK

"NEVER SAY NEVER BECAUSE WE'RE FOREVER."

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Mano sensa VV , eu nao sei nem ler português direito kkkkk

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Nunca diga nunca meu querido fofoqueirinho porque nós somos eternos

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Para ser FOFOQUERINHO não precisa ler português direto não Clododa, é só ter a lingua afiada!!

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Gente, gostaria de agradecer novamente, não só ao Mark, como a todos os diletos amigos que dispensaram um pouco do seu tempo para me ajudar na plataforma Dreame.

Como consequência desta ajuda, vocês fizeram dobrar a minha quantidade de seguidores. Tudo bem, ainda preciso de “mais barulho” para conseguir visibilidade por lá, mas já é um grande começo.

Grata, de coração.

Outra coisa: eu iria adorar experimentar o café com cogumelo que o pessoal do FUCDC anda tomando enquanto postam seus comentários !!!! Rsrsrs.

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Receita do Café Fofocaliptico:

500 ml de Agua a 93ºC (Não deixar a agua ferver)

5 Colheres de Sopa cheias de café do Sul de Minas

5 colheres de sobremesa de educação

10 colheres de sobremesa de respeito

Fofocas e Teorias Malucas a gosto

1 Pitada generosa de amor por nossa Musa Nanda

Para um efeito mais duradouro é recomendado beber tudo numa golada só e de preferencia babando.

Garanto que é bom demais!!!!

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Adorei a receita. Vou experimentar

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Tenho certeza que vc vai gostar querida Mestra Id@.

Mas só 1 dose por dia tá, mais que isso resulta em empolgação e euforia excessiva.

P.S.: Ontem eu e Sensatez tomamos 3 doses!!!

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Agora eu entendi porque não consegui acompanhar vocês de jeito algum, se bem que acompanhar vocês nesses seus pensamentos normalmente me deixa mais doido do que já sou. Mas ontem foi impossivel rsrsrsrs.

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ontem foi fora da curva mesmo!!!

Esse assunto era para ser discutido no Obetão mas rolou uma prévia aqui mesmo!

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Espontaneidade e a "Mãe da Sinceridade" então sempre é bem vinda.

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kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Somos SINCERÕES então!!!!!!

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Receita mais que especial eexclusiva

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Essa receita merecia um belo "Oi" hein!!!!

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Talvez não tenhamos tanta moral quanto gostaríamos

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Será??? 😥😥

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Ela agora deve estar com o chicote na mão e rindo. Na cabeça dela deve estar pensando assim. Ajoelhem e beijem meu pé, aqui quem manda sou seus insignificantes ha ha ha ha ha

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Se ela for como a Megerinha eu topo totalmente!!

É isso para muitooo mais lá e é delicioso!!

Nanda que não leia Theodor e Aline pq senão o Mark tá LASCADO de verde e amarelo!!

kkkkkkkkkkkkkk

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Meus queridos, Mark não é um homem que se submeter, a menos que ele queira dar prazer para a mulher. Mas ainda assim ele exige respeito. Meu mozão é macho com "M" maiusculo.

Ah, e OI para todos.

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O Demonio e a Megera é um conto delicioso que o FUCDC segue e admira.

Lá seguimos a Ana Clara e o André em uma história deliciosa e o tema BDSM e Poliamor é tratado de uma forma extremamente divertida!

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Por que só uma pitada de amor por mim!?

Eu hein...

😮‍💨

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Poxa Musa Nanda!!

Mais de uma pitada de amor por vc iriamos faltar com o devido respeito a nosso Mestre Mark!!

Ele tbm mora no nosso coração!!

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Aí meu Rei ela respondeu, ganhou o final de semana

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Aí hein Ramsés!! A nossa Musa reclamou até da pouca quantidade de amor, explica aí que é todo Amor do Mundo, e nem precisa pedir licença, pois o Mark sabe com certeza que é Amor Fraterno de Eterna e Profunda Admiração que os membros do FUCDC tem por ela, afinal esse é o papel de uma Musa, de Fofoqueiros mas não deixa de ser Musa.

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Tá Bom!!!

Receita do Café Fofocaliptico Modo TurboNanda!!

500 ml de Agua a 93ºC (Não deixar a agua ferver)

5 Colheres de Sopa cheias de café do Sul de Minas

5 colheres de sobremesa de educação

10 colheres de sobremesa de respeito

Fofocas e Teorias Malucas a gosto

1 PÁ DE ESCAVADEIRA de amor por nossa Musa Nanda

Para um efeito mais duradouro é recomendado beber tudo numa golada só e de preferencia babando e virando os zoinhos!!!

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Esse é o Embaixador que todos sonham.

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Eu errei antes na receita!!

Nossa Musa Nanda tem todo o nosso amor!!!

Ps. Vc me perdoa minha Musa Rainha do Olimpo das Musas do CDC?

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Nossa responsabilidade aumentou e muito colega kiquinho pois sabemos agora que nossa Musa Nanda acompanha cada postagem que fazemos!!

Mas tem um fator ruim tbm...Nossa ansiedade está nas alturas para acompanharmos mais do Jornada!!!

PRECISAMOS DO JORNADA!!!

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E agora falando serio,

Sobre o Jornada voltando, tenho certeza absoluta que aquele tipo de interação no chat desrespeitosa do passado não irá acontecer mais.

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Se acontecer o FUCDC estará se fazendo presente, não para coibir, não para rechaçar, não para ofender, mas para dar entendimento de maneira assertiva que a diversidade não é ofensiva e que todos podem conviver em harmonia em qualquer espaço, desde que haja respeito, evitando assim um desgaste maior aos Autores, caso haja deslizes ou desrespeito pontual ou até mesmo ostensivo, o FUCDC já tem ferramentas e mecanismos para que tudo volte a tranquilidade carinhosamente caótica que desejamos.

Em último caso, SEMPRE existe o modo "XAPULETADA"

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Exatamente!!!

Correrá tudo bem!!

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Mister Presidente!!

Quantas doses de Café Fofocaliptico TurboNanda por episódio será tolerado?

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As doses são controladas de acordo com o clima do Fórum, tem dia que tá tão de boa que QUALQUER quantidade é a quantidade certa kkkkkkkkkkkkkkkkk

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Meu presidente veja se pega leve no café kkkkkkkkkkk

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Kiquinho!

Jornada+FUCDC+Café TurboNanda junto com nosso Fofoquerinho!!

Será que nosso coração aguenta?

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Kkkkkkkkkk toda vez que leio FOFOQUERINHO, automaticamente dou uma risada, toda vez, sem exceção,pelo menos até agora kkkkkkkkk

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Ele é nosso pensamento Pokémon!!

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Pequeno

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Nosso fofo fofoqueirinho é nosso mascote da sorte. E mesmo ele nos negando, nós amamos ele

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kkkkkkkkkk

Mascotinho da sorte!!

Ele inveterou no Sadomasoquismo e sente prazer em tomar xapuletadas. Não é maldade não, ele precisa disso e nós como fiés companheiros damos isso a ele com muito carinho.

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Já aprendi a controlar a ansiedade vinda em relação ao Jornada, senão já teria surtado de vez, agora eu tenho o entendimento que o Jornada tem seu tempo próprio e depende de muitos fatores para a elaboração e determinancia desse tempo.

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Eu tive muitaaa sorte com o Jornada, quando o conheci ele estava completo.

Fui de cabo a rabo, voltei e acelerei de novo!!

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Porque deve ser igual as essências dos melhores perfumes, basta uma pitada, são muito poderosas e concentradas🌹😂. Com todo o respeito Dr Mark.

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Esqueceu do pão de queijo com receita da Nanda para acompanhar… segundo ela e o Mark qualquer pão de queijo produzido fora de MG é ruim…

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No FUCDC é só café mesmo!

Pão de queijo nos deixaria com a boca cheia. Falar de boca cheia é falta de educação e rouba um tempo preciso de fofoca!

Somos muito focados no nosso trabalho amigo Normal!

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E eu!? Vai falar obrigada pra mim também não?

Ingrata!

😝

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Nandinha do meu coração. Sem você, nada teria acontecido.

Não tenho mais como agradecer tudo o que você me fez.

Um grande beijo no seu coração.

PS: mas eu não esqueço a sua resposta ao meu ultimo email, tá??? Rsrsrs

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Blz. Nanda, se me permitir meter o meu bedelho, aquece e-mail do gmail que vocês informavam ainda é válido? Queria mandar um texto para você e para o Mark analisarem.

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Para mim também está bem claro que a Kelly não ama verdadeiramente o Jerry, existe ali uma grande gratidão disfarçada de amor, amor esse que durou até o momento que o Chuck apareceu, daí pra frente ela se entregou, embora comedida, até o ato da famigerada traição. Esse entrega dela ficou bastante evidente quando o Chuck disse a ela que se ela pedisse ele iria embora, e ela não pediu, muito pelo contrário chamou ele para o hotel. Ele também foi um grande fdp, porque conversou com o Jerry, de homem pra homem, onde combinou que não haveria nada entre ele e a Kelly, antes de resolverem a situação dos três, situação essa que irá refletir diretamente na filha do casal.

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Para mim agora que esta claro que ela ama o Jerry, e não é pouco!

Mas concordo contigo que BA foi um FDP!

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Para o BA, quando a Kelly concordou em ir para o Hotel, o fatura fechou, passou a não dever nada ao Jerry, afinal ele deveria recusar o amor da vida dele, após mais de quatro anos de secura, quem errou feio foi a Kelly, na cabeça do Chuck ele deve ao Jerry só até o Prefácio, pois para o Chuck, o Jerry que tá comendo a mulher dele e não ao contrário.

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Aí voltamos então que BA sempre teve segundas intenções!!

Honesto ele não foi com Jerry e foi sim dissimulado!

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Ele sempre deixou claro que iria respeitar a vontade da Kelly, nunca falou que não a queria mais, pelo contrário.

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Mas ele sabia que Kelly tem uma família, tem uma filha de 4 anos, uma criança envolvida!

Esse episódio do relógio e do diabinho não pegou bem para o BA.

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Ele não tá mentindo, pode até ter feito uma manipulação assertiva, pois não mentiu em nenhum instante, por que ele deveria esconder as atitudes da Kelly que provavam que ela continuava interessada nele, se o Jerry que era o rival dele, no jogo da reconquista amorosa, eu tenho que poupar meu rival de saber minhas conquistas???????

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Mas Jerry nesse capitulo diz que se arrepende de ter sido empatico com o BA.

Pode até ter feito uma manipulação assertiva? Poxa...

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Bonzinho sose fode

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Vamos ver agora, na minha concepção, se houverem máscaras, elas cairão a partir de agora, por isso eu falei que seria um Campo Fértil para as teorias do FUCDC, eu continuo com a teoria da Dna Kelly kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Eu acho que BA, por sua experiencia na Ilha, desenvolveu uma obsessão compulsiva por Kelly. E o novo Wilson deve ser um "incentivador" imaginario desse disturbio de BA.

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Olha o cafezin fazendo efeito aí gente.

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kkkkkkkkk

Mas convenhamos, vc teria o minimo de confiança em um sujeito que tem uma bola de volei para não se sentir tão sozinho?

E para ajudar, com aquela cara de diabinho, vermalhinha e com aqueles cabelos parecendo cospe fogo?

Eu é que não!!

kkkkkkkkkk

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Voleibol na veia, ela levantou e ele cortou sem pena dando uma medalha no peito do jerry e nem pediu desculpas. O cara sabe jogar.

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Cansei de medalhar no Colégio e quase sempre não pedia desculpas, só quando, por acaso era um joquinho misto, pedia desculpas a alguma menina por algum excesso, jogo entre Cuecas, medalhava com gosto e Vice Versa, é que nem ovinho no Futebol e toco no Basquete, "É do Jogo Irmão", kkkkkkkkkkk fazia Milênios que não soltava essa frase para esse sentido, kkkkkkkkkkk época sem mimimi kkkkkkkkkkkk

Voltei para época de colégio agora. Kkkkkkkk

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É!!

Sou do seu time!!

Amigo de armas Kiquinho, estou extremamente sismado de que BA não é flor que se cheire.

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O Chuck foi atrás da mulher que ele ama.

Nao foi o Chuck que marcou p primeiro encontro para pedir o relógio de volta, foi a Kelly.

Nao foi o Chuck que marcou o segundo encontro, foi a Kelly

Chuck e Kelly se amam man.

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Assim como Kelly e Jerry também se amam e não é ao mesmo tempo, é com uma diferença de quatro anos, só que a tragédia, que também pode ser chamada de Destino, juntou a "desgraça amorosa" toda numa época só kkkkkkkkk

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Então tá!

Outro ponto...70% do conto temos Kelly e Jerry, sendo BA até o momento um coadjuvante!

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O maior problema foi o passado ter voltado p destruir o que estava sólido ou pensasse que estava,algo que está dividido e algo quebrado,mas o pior foi a traição, esconde foi o erro,foi sacana com o Jerry

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Será que a Kelly está mesmo arrependida da trepada que deu com o Chuck? Tenho minhas dúvidas mas acho que ela se arrependeu porque depois de transar não teve carinho entre os dois, é por isso que não 🙈 entendo porque ela chamou ele para o motel.

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Quando o Jerry decide dormir no sofá e a Kelly nao impede isso, ela ja havia feito a escolha dela.

Kelly agiu consciente de tudo, ela devolveu o relógio para manter o vínculo do passado com o Chuck ligado. Ela marcou o segundo encontro para reafirmar um vínculo do presente, e esse vínculo foi o sexo.

Ela nao escondeu que havia feito sexo com o Chuck, pois como ela disse ao Chuck quando ele perguntou a ela se ela contaria, ela disse que o Jerry ja sabia.

Consciente ou inconsciente todos ja haviam feito a suas escolhas.

Jerry saiu de casa quando optou dormir no sofá.

Kelly escolheu o Chuck quando aceitou isso e no dia seguinte foi atrás dele para ter uma relacao.

E Chucky nunca escondeu o que queria, ele simplesmente foi buscar a sua mulher de volta.

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Bem q eu falei , o segundo capitulo tinha a resposta pra hoje .

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Doda o sabichão ataca novamente...

Kkkkkk

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Ele é a nossa IA, sabe tuuuuuudo rsrsrsrs

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Uma dor é uma dor e outra dor é outra dor.

Eu ainda nao sei dizer com certeza onde o coracao da Kelly esta.

Ela sofre pq sabe que machucou o Jerry devido a traicao e que ele agirá vai ter de se separar da filha devido um divorcio, ou ela sofre pq ama ele de verdade com todas as forças?

Eu senti mais o apelo familiar do que a questão amor e coracao.

Nao vi a Kelly se arrependendo do sexo com o Chucky, nao vi a Kelly se arrependendo de ter gozado bem gostoso com ele ou algo parecido.

Uma coisa é ela sofrer pq sabe que magoou um cara legal, outra é sofrer por amor.

A Kelly pra mim ainda esta muito cinza.

Como eu disse antes, ate agora nao vi nada que impeça ela de ser feliz com o Chuck.

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Sobre a Kelly, eu a vi como não conseguindo assimilar a gravidade de sua traição!

Não sei se isso se dá pelos seus sentimentos estarem totalmente tumultuados com ela mesma, e não com o BA!

E se a teoria de uma gravidez se cumprir, não consigo mensurar a carga emocional que Mark vai colocar nisso.

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Nao concordo que ela nao esta conseguindo assimilar a gravidade da situação. Vice trata a Kelly como uma inocente.

A Kellyque marcou o encontro com.o Chuck, em um lugar bem simbólico para os dois, a Kelly que chamou ele para um motel. A Kelly sabe que feriu o Jerry, a Kelly sabe que isso vai pesar para a filha e tudo.isso foi demonstrado nesse capitulo.

Em nenhum momento ela encarou o Jerry e disse "eu errei, eu tive que fazer o pior para saber que é você que eu amo e que se voce for embora da minha vida, vai ser pior do que o dia em que soube do desaparecimento do Chucky".

A Kelly em nenhum lugar desse capitulo demonstrou amor, ela demonstrou tristeza pela quebra do padrão familiar e preocupação com o Jerry.

Precisamos saber mais sobre os verdadeiros sentimentos da Kelly

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Eu não a trato como inocente. Nunca faria isso comigo mesmo pois odeio traição.

Mas entendo que Kelly não esta bem. Kelly parece que tem estresse pós traumatico depois da volta de BA.

Foi isso que quis dizer que me parece que ela não entende ainda a gravidade da situação.

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Mais uma vez acompanho integralmente o relator.

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Devido a tudo isso que não consegui ainda ver o amor dela pelo jerry, o que vejo foi apenas que ele estava disponível para amparar ela em um momento crítico e ela se sustentou nisso esse tempo todo. Mas também tem um detalhe importante, ele inteligente como demonstra ser sabe que no fundo o coração dela nunca foi realmente dele e que ele também se aproveitou do momento para estar e ficar com ela todo esse tempo

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Concordo com vc nobre Faraó...

Ela não assumiu a gravidade do ato...

Ela não só traiu a transar com Chuck...

Ela traiu tudo que o marido fez por ela..

Ela traiu não sem do honesta e omitindo...

Ela traiu a cumplicidade de quase 4 anos de vida a dois

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No meu primeiro comentário eu disse que tinha sentimentos contraditórios sobre Kelly e continuo tendo.

Por um lado sua traição foi cruel, ela só pensou nela. Nem no BA ela pensou, só nela!

Por outro lado, tirando as devidas proporções, adivinha quem vem em minha mente???

Ela mesmo...Ynara!!

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Ela e a Ynara sao bem diferentes.

1- A Ynara amava o namorado, ela traiu ele mas se arrependeu de verdade, de forma torta escolheu mal e acabou com tudo. A Ynara traiu por emoção momentânea.

2- A Kelly tinha no Chuck o amor da vida dela, os sonhos e objetivos, eles noivaram antes do acidente e nao pot escolha dela, os dois se afastaram.

O Jerry surgiu como um tapa buraco, um amigo que deve ter se interessado e aproveitado a chance, que fez o papel direito e aproveitou a oportunidade.

Se o acidente nao tivesse conhecido, o Jerry tambem não aconteceria.

Pensa em uma casa, o proprietário alega essa casa e da ao inquilino a posse, o inquilino mora na casa, paga as contas, cuida da casa, mas nao é o dono. O proprietário pode pedir a casa de volto.

A situação ao meu ver é essa.

A situação Ynara e situação Kelly sao completamente diferentes.

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Tanto Kelly quanto Ynara ficaram "doentes mental e emocionalmente"

É nitido que Kelly não esta nada bem. Ela vive os sentimentos de dois mundos ao mesmo tempo!

Chuck "morreu". Ele simplesmente morreu em um acidente!

E ele "reviveu"!! Depois de 4 anos!

Vamos ser sinceros. Isso não é pouca coisa!!

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Eu acho que Kelly e Jerry vão ficar juntos? Não!

Eu acho que Kelly e Jerry tem condições de continuarem junto? Não!

Eu acho que Kelly e BA ficam juntos? Não

Eu vejo condições para Kelly e BA ficarem juntos? Não!

Mas desejo que de uma forma ou outra todos fiquem bem!

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Já Falei Os moldes de Dna Kelly e seus dois maridos, todos felizes, até nos dias sem esposa, afinal tão solteirões de meia idade, sonho de qualquer homem, nesse modelo a Kelly é que sai prejudicada tadinha kkkkkkk

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Para com isso!!!

Não da certo!!

O Wilson é ciumento!!

kkkkkkkkk

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Ae o conto nao tem graça.

Eu nao gosto de finais felizes

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Você não era assim amigo OsorioHorse kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Os melhores contos sao aqueles que se aproximam da vida real.

E a vida real nao costuma terminar de forma feliz quando se envolve problemas complexos.

Eu gosto sim que os personagens tomem lição dos seus atos, amadureçam com isso e passem a ter postura e visão diferente da que tiveram no início do conto.

Mas finais felizes em contos nao me agradam. Eu gosto do drama, da dor, do caos, da perda e do sofrimento.

Porém nesse conto eu repito, ainda nao vi nada que impecável o Chuck e a Kelly de serem felizes juntos.

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Pelo andar da carruagem ainda mais se ela engravidar dele quem realmente vai sobrar nisso tudo é o Jerry que vai ter de se reinventar totalmente

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Concordo totalmente, os melhores contos são os que se aproximam da vida real!

E esses estão em falta!

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Exatamente, o drama para mim é de extrema importância, por isso só discordo de que os contos devem ter obrigatoriamente o mesmo final trágico, que geralmente vemos na vida real, gosto de finais felizes e já que o autor é o Senhor do Destino dos personagens, SEMPRE torço que ele encontre uma saída verossímil para que pessoas do bem fiquem bem, pelo menos na ficção torço e gosto desse lenitivo para a dor diária no mundo que vivemos, quanto a contos bons terem de ser espelho da realidade é questionável, o autor pode usar a imaginação para criar seu Universo Paralelo, tem que ser extremamente coerente dentro da proposta, mas sendo bem escrito, eu particularmente gosto bastante.

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Estamos vendo isso acontecer com os contos de nosso amigo Mhcmm.

Estou encantado de ele ter conseguido introduzir seus personagens na Dindinha!

Giz devagar esta seguindo o mesmo caminho.

Carlão tbm vai seguir essa linha, ja confirmou.

Obetão tbm disse que vai sair da inércia e desenvolver spin offs de seus personagens.

Menage Literário e Lukinha fazendo muita falta.

E no quesito inovação total...ganhamos nossos queridos Theodor e Aline!!

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Obvio que Mark e Nanda estão nessa lista!!

Se esqueci de alguem me desculpe e completem a lista.

Manfi!! Cadê o Manfi!!

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Nem me fale, Manfi faz falta duplamente, ou melhor triplamente, na publicação dos contos, no seu posicionamento nos foruns e principalmente para mim, afinal a gente debate com respeito e veementemente há alguns anos já, faz falta em mim irritar ele kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Eu não aguento debater com ele não. Cara, ele é muito complexo!!!

Malemá consigo debater contigo!!

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Imagina debater com a Nanda!!

Jesus, não dá não, tenho medo dela!!

Ela come o brioco do povo com mais vontade que a Lavignia, Ay e Cinthia juntas!

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Que nada, Nanda se faz de Onça Braba, ela só se irrita realmente em raríssimas ocasiões, mas com certeza ela deve ter sua força de argumentação na passional idade, mas a braveza é efêmera.

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Para de se enganar meu amigo Sensatez!

Ela com extrema facilidade faria a gente de piniquinho dela!!

Ela não!! Ela eu tenho medo! Mas ela é minha Musa sempre!!

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Isso eu não tenho dúvida, inclusive da capacidade de ser brava, o que eu quero dizer é que ela me parece ter outras Armas para conseguir seus objetivos, sendo assim ela sabe e prefere usar dessas outras armas.

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Entendi e falando sério! Me impressiona como ela é articulada na sua escrita e ideias!

Ela consegue passar em palavras perfeitamente todos os "maneirismos" dela. Acho um barato isso!!

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A complexidade dele que me fascina, tento entender o raciocínio lógico reverso que ele aplica em seus comentários, mas fica difícil sem reflexão, então é até engraçado, nossos embates duram dias, com intervalos colossais entre uma réplica e outra, eu simplesmente fico quase em transe kkkkkkkk

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Eu fico aqui humildemente só olhando pois me falta capacidade.

Mas sigo aqui aprendendo sempre com vocês

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Mas o meu problema é que eu só sou educado, simpatico, carismatico, agregador, bem humorado, embaixador do FUCDC, nossa, me faltam adjetivos...mas sou meio curtinho das ideias para debates complexos!!

kkkkkkkkk

Mas não sei en

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Mas na minha concepção, se o fantasma Chuck não tivesse voltado dos mortos, o Casal Kelly e Jerry estariam em pleno Amor e Felicidade e fazendo juras de amor eterno, não dá para diminuir o que eles viveram, talvez tenham convivido na mesma casa como casal, mais tempo do que Kelly e Chuck, com Jerry sendo o Marido perfeito, já o Chuck era o Namorido Escorregadio, negando compromisso formal e que colocava o trabalho em primeiro lugar, na minha opinião não tem motivos para se menosprezar o que Jerry e Kelly construíram durante quatro anos de relacionamento produtivo. Alias, vimos isso claramente neste capítulo, só que a Kelly sabia disso e deixou uma fantasia do passado se apoderar de suas ações e poderá pagar o preço, tendo que ficar com um homem que ela nem conhece mais por inteiro.

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Eu acho que se o Fantasma BA não tivesse voltado dos mortos esse casal estaria vivendo uma boa vida, mas uma vidinha morna, pois BA continuaria sendo um fantasma.

Pleno amor eles não tinham na minha visão.

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Faltava o que para ser pleno?

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O que esta acontecendo agora se for o "Destino" deles!!

As provações que esse amor tem que ter para ficar pleno...ou não!!

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Então chego a conclusão que se o destino com o nome BA não tivesse ressuscitado, eles permaneceriam plenos, não acho que essa provação os tornaria plenos, o Destino atuou para a continuidade ou não dá plenitude desses amores, minha opinião seria de uma confirmação de plenitude e não uma afirmação de plenitude, para mim essa seria a intenção do Destino, veremos então, quem o Destino confirmará ser pleno.

Se bem a Kelly cagou a porra toda que o Destino pretendia fazer, né não????????

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É que para mim Jerry e Kelly não viviam um amor pleno. Lembra da Drª Laura? No começo Kelly "engasgava" com relação ao marido.

Supondeo que esse seja um "Triangulo" amoroso, a sombra de BA sempre esteve presente na vida "da Kelly". Jerry era o parceiro, o amigo, o apoio, o Nice Guy!

Mas agora eu vejo a Kelly, com essa "cagada" que ela fez, enxergando que seu amor total e pleno pertencem a Jerry!

Se fosse o contrário, o BA ela ja tem né!

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Sendo dessa maneira que vejo, tenho que acreditar que BA possa ser um instrumento para a melhora de Jerry e Kelly como casal ou sua derrocada completa.

O que será que o Destino reserva a eles hein?!

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Com a Dra. Laura a Kelly admitiu que começou o relacionamento com o Jerry de uma maneira, mas ela também chegou a conclusão em terapia que se o relacionamento se transformou em amor, um amor diferente que ela nunca tinha sentido antes e com uma força imensa, foi mais ou menos assim que ela disse para a Dra. Laura..

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Simm!!!

Depois da terapia e depois de BA voltar ela viu que tem amor por Jerry!!

Antes não!

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Qual foi a passagem do texto que possa confirmar esse não sentimento da Kelly pelo Jerry antes da terapia, até porque foram palavras vindas da própria Kelly, não foram palavras ou sentimentos sugeridos pela terapeuta, já vieram com a Kelly?

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Boa pergunta! Tenho uma curiosidade enorme de saber a cronologia do relacionamento de Jerry e Kelly.

Não é não sentimento! Eu senti que Kelly através da terapia não tinha se dado conta da real importancia que Jerry tem em sua vida.

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Mas o sentimento estava lá desde antes da terapia, aliás como eu já falei que suspeito, desde antes do acidente já havia uma relação, olha que tem umas centenas de pessoas 👤👥👤 que pensam igual a mim.

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Aí sim Mister Presidente!

Claro que o sentimento estava lá, mas estava em modo soneca. Afinal de contas, estava tudo tão tranquilo, Jerry um tremendo Nice Guy, um super paizão. Dia a Dia tudo bem, sem problemas, só a lembrança de BA ainda insistia em permanecer, talvez aquele "e se".

Qual o estímulo que esse amor tinha? Não tinha, mas com BA voltando e a bagunça que virou a cabeça de Kelly esse amor foi desafiado e saiu da inércia.

Tbm acho que deva ter existido algo antes. O filme não deixa claro esse ponto.

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Agora você sintetizou todo o meu entendimento desse embrolio.

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Eu sou meio lento na capacidade de escrever de forma clara o que eu penso de certos assuntos mais profundos.

Preciso de um tempinho para poder concatenar tudo!

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Ahh! E isso vale para Jerry tbm!

Agora veremos se o amor dele por ela tbm é forte o suficiente para eles poderem se redescobrir.

Passei a torcer pelo casal...com força!

E sim acho que sou bem volátil! Tenho várias marcas de café na despensa de casa!!

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Kkkk mas nesse caso eu ainda não tenho lado, só tenho certeza que a Kelly perdeu a prerrogativa de escolha, ela devolveu a bola ⚽ para o Destino.

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Olha, no caso dela acho que é isso mesmo!

O Destino já se encarregou de mostrar a Kelly seu amor por Jerry através de BA.

O Destino fará Jerry ver o amor que ele sente por ela de qual maneira hein!

Mas não esueçamos que temos uma possibilidade de garvidez aí!

às vezes o Destino é cruel sim! Mas nunca errado no seu propósito!

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Até me conforta pensar que não exista um destino com propósito errado, mas se for eu for sincero comigo mesmo, não sei se consigo crer de verdade nisso, existem coisas terríveis acontecendo no Mundo, sendo assim os propósitos se entrelaçam de uma maneira tão intriseca, que não consigo separar os propósitos vindos do Livre Arbítrio e do Destino, este conto é uma amostra de minha incapacidade de compreensão sobre a relação entre o Livre Arbítrio e o Destino.

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Todas essas coisas terriveis que acontecem em nosso mundo sempre aconteceram. É ciclico e é um loop! E te falo, hoje estamos muito melhores do que na Roma Antiga, estamos muito melhores que na década de 50 e 60!

E sobre o Livre Arbitrio e Destino, pensa neles como o 1º sendo um carro e o segundo uma estrada, onde existem varios desvios, varias saidas mas que acabam nos levando ao destino programado.

Nós somos aquela peçinha atrás do volante do carro (livre arbitrio). Usar ele de forma suave ou brusca depende da capacidade de cada um.

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Esqueci!!

A quantidade de bagagem e o peso que levamos no carro é o Carma e se seu carro quebrar na estrada, a Providencia Divina te manda um guincho e te leva em uma oficina mecanica! Só tem que pagar a conta né! rs

De coração!! BOA VIAGEM meu amigo Sensatez!!!

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Essa questão que me pega, essa analogia da estrada é muito usada, que prega que TODOS os caminhos terminam o no mesmo Destino pré determinado, tenho muita dificuldade em crer nisso, pois no final de tudo, tenho a possibilidade de dar meia volta e seguir para o lugar de onde eu parti, mudando meu Destino final, ou seja, meu pensamento lógico refuta a convivência pacífica entre o Destino e o Livre Arbítrio, por isso que neste momento eu penso que o Destino pré kestabelecido é um preceito de fé, já o Livre Arbítrio é uma realidade incontestável por razões óbvias e racionais, então eu tendo a me prender nas infinitas possibilidades geradas pelo Livre Arbítrio, mas SEMPRE com a mente aberta para a possibilidade de ter a consciência da existência de um Destino pré estabelecido, por isso nunca me canso de ter contado com argumentação pró Destino, essa é minha viagem, é louca mas é bastante agradável para minha mente.

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De maneira nenhuma é louca meu amigo, mas acho que vc esta preso demais nesse trem de livre arbitrio. Vou tentar dar outro exemplo:

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Fico preso ao livre arbítrio por motivos racionais, a existência do livre arbítrio é evidente, mas que o destino é uma moeda marcada que SEMPRE vai dar cara e que não existe a possibilidade de dar coroa quando jogada ao ar que minha lógica contesta.

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Para chegarmos nesse assunto tudo começou assim:

Um dia Mark estava a toa com sua amada Nanda e resolveram assistir um filme. O escolhido foi O Naufrago!! Terminado o filme, uma "ideia" surge em sua mente: Vou escrever a continuação desse filme!!

Ele fala para Nanda de sua ideia e ela se assusta e fala para ele - Mozão, vc andou tomando o cafezin do Ramses mas...gostei!! Pimba na gord..ops..taca-le pau!!

Em outro canto da Galaxia, o Faraó encontra um conto onde ele relembra muitos conceitos que estavam a dormecidos em seu coração e ele se empolga muito, querendo que todos compartilhem sua empolgação.

Em outro cantinho, temos um sujeito com um monte de perguntas encubadas em sua cabeça que funciona como um relógio suiço.

Bem...Nosso Mark publica seu conto, nós leitores nos assustamos pois é diferente de tudo o que ja lemos dele mas nos empolgamos demais.

Em certo capitulo, um sujeito que veio lá do Egito faz um comentário sobre Destino. Nosso amigo muito Sensato se empertiga todo e pensa..OPA...quero saber mais sobre destino.

E chegamos até aqui nesse exato momento.

Resumo da Ópera Sensatez, TUDO É PERFEITO do jeito que precisa ser!!!

O Livre arbitrio é exercido em todas as coisas e em todos os tamanhos. Vou omer maçã ou banana. Vou sair de tenis ou sapato. Vou namorar ou só ficar. Vou me matar ou vou matar alguem, enfim...

O Destino é um pré plano onde tem espaço para mudanças e até cancelamentos. Vai lá e se joga do prédio que vc muda seu destino que era ser Presidente do Brasil.

E tudo, mas tudo mesmo é a Providencia, que levou o Mark a assistir o Naufrago e escrever esse conto onde Ramses que estava encantado com algumas coisas viu uma situção bem espiritual e comentou com Sensatez que precisava ter essa conversa que pode ou não mudar alguns de seus conceitos que irão mudar algumas de suas condutas que irá mudar a sua vida!!

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Sim, nestes termos eu consigo entender o conceito de destino, tudo está ligado e existe uma tendência ilógica criada pela "Providência", seja lá o que for, mas que pode ser moldada e até mudada por uma infinidade de razões, não só pelo Livre Arbítrio, o que me incomoda é o conceito do Determinismo que prega que tudo é pré estabelecido e imutável desde a Criação, ou seja, que o Destino é pré estabelecido desde sempre e também é Imutável.

Ps. A História exemplificadora foi porreta, tá inspirado hoje. rsrs. Tomou a quantidade de cafezin exata, nem uma gota 💧 a mais nem uma gota 💧 a menos, dose perfeita.

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Eu não dou a minima para o Determinismo meu amigo.

Sou adepto total do Leap of Faith!

Procure conhecer melhor os chakras. Vc vai se surpreender!

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O problema meu Prezado Amigo, é que pessoas como eu, precisam além de conhecer, precisam ENTENDER profundamente um conceito, mas sempre acabo esbarrando em algum Dogma que para mim é intransponível,.mas.com certeza estarei SEMPRE de coração e mente abertos para eu conseguir dar um "Salto de Fé"

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"SEMPRE de coração e mente abertos para eu conseguir dar um "Salto de Fé""

É isso!!! Esse é o primeiro passo para vc receber seu insigth!

No Obetão vc vai conseguir entender muita coisa, afinal o Beto é um Sensatez bonitão e bom de cama!!

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Aí é meu Clone kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Essa situação se concretizando selaria de forma definitiva o relacionamento dela com Jerry levando ele emocionalmente para a ilha onde esteve o BA. Porém para o BA seria o melhor dos mundos que e ter um filho com a mulher amada, seria seu renascimento.

Para kely sim seria extremamente dramático pois teria a felicidade de ser mãe do homem que ela amou(ou ama ainda) mas estaria jogando a pá de cal no casamento com o homem que foi tudo pra ela no momento mais delicado da vida dela.

Complexidade a mil isso

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Muito bom. Como o Mark consegue escrever isso tão bem que pareceu que estava na casa.Meus parabéns.

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Foi uma transa sem sentimentos, somente necessidade física de uma saudade, uma lembrança que se foi!

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Fostes um corno-maníaco qualquer, diria na hora que ela confirmou ter transado com ele, senti uma excitação arrebatadora. excelente conto! Parabéns.

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A Kelly dos outros capítulos desapareceu nesse. As mensagens clichê que enviou,o arrependimento nonsense...e Jerry também devia saber que as coisas chegariam nesse ponto,era questão de tempo. Ainda assim,acho a situação bastante complexa para cravar um erro absoluto de Kelly,sinal que traições não são iguais, não caminham necessariamente pela mesma estrada.

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E aeeeeee Astrogildo.

Cara quando sai o proximo capitulo do seu conto ? O seu esta tao angustiante quanto esse.

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Ele sentia que isso iria ocorrer mas sabia que não tinha como impedir, só restava a ele torcer para que não ocorresse. tanto é que quando ela chegou ele não pergunto, ele afirmou e ela apenas confirmou. Foi uma cena com um peso dramático incrível

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Eu acho sim que ele estava alerta, mas não esperando que ela fosse o trair!

Eu acho que a imagem dela chegando naquele estado nunca vai sair de sua mente, nunca!!

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Com certeza,ele vai levar isso para o túmulo dele

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Mas é uma situação complexa,é uma circunstância muito atípica. Saber lidar com isso,com o psicológico em frangalhos,não é pouca coisa.

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PQP, a maior parte eu li chorando Mano, não é lágrimas nos olhos não, é chorando mesmo, o Mark escrevendo sobre ambiente e interação familiar é covardia, faz ebulir sentimentos básicos e profundos em mim, mas é disso que eu estava falando, se isso que Jerry e Kelly viviam, não é amor, não sei e nem queria o amor se fosse diferente, pois eu vivi esse amor intensamente por anos, família é tudo, completa a gente como ser humano, a Kelly descobriu isso da pior maneira possível, o Jerry é um cara Sensacional, não posso deixar de pontuar isso, com certeza ele é um "ser humano" mais evoluido que eu.

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Me saltou aos olhos o desconforto dele dentro de sua própria casa. Ele simplesmente não consegue mais se inserir onde um dia foi seu lar.

Com Kelly quero me manter de mente aberta.

Chuck para mim acabou, tem que sumir de vez.

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Note que se percebe nos pequenos detalhes, nos nuances, o quanto era uma interação familiar sadia, o lance da Katie reclamar com a Mãe de estar combinado com o Pai de nesse dia ir comprar o Doce Brasileiro foi lascado, mostra que o Jerry, apesar de ser um profissional bem sucedido atarerado consegue ser cúmplice do dia a dia da Filha em todos os níveis, tafera difícil de ser cumprida e que a Kelly percebeu isso tardiamente.

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Exatamente, Kelly percebeu isso tardiamante.

E Mark repete a palavra destino algumas vezes.

Possivelmente ela vai engravidar de Chuck descobrindo que seu grande amor é na verdade Jerry.

Veremos...

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Hipóteses são inúmeras, agora mais que NUNCA está um campo fértil para o FUCDC, dito isso:

Q. D. Dodinha Fechamento, nosso ESTIMADO FOFOQUERINHO. KKKKKKK

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"Claro que eu já havia lido e conhecia o Mito Grego da alma gêmea, que remete ao Mito de Andrógino. Na mitologia grega temos que originalmente haviam três sexos: homem, mulher e a junção deles. Estes últimos seres tinham quatro braços e quatro pernas. Tinham também uma cabeça com dois rostos virados para lados opostos e um formato arredondado. Esses seres eram completos e isso despertou a inveja dos deuses e então Zeus os dividiu ao meio e os separou. Desde então eles ficaram vagando pela Terra procurando a sua outra metade."

Adivinha de onde é esse texto??

Chuck e Kelly devem ter um carma terrivel. Sempre separados mas unidos por um filho!

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Nu, Noós Sinhôra, agorin que fico esse tar de "Cabalístico" di vêz sô, tendi foi Narda não, arre credo!!!! Kkkkkkkkkkkk vou chegar lá nessa leitura kkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

"Incorporou" a Nanda?????

kkkkkkkkkkkkkk

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Ela de e estar se escangalhando de rir, deve até mandar beijinhos kkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Quem rachou de rir agora foi eu!!!

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Dodinha!! Alter Ego de Clododa!!

Fofoquerinho profissional, reconhecido por todos e chancelado por nossa Musa Nanda Erastos e Mark "SINO" Markavélico!!

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Kkkk adoro a sonoridade dessa palavra FOFOQUERINHO KKKK

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Para mim esse foi o melhor capítulo até agora!

Poxa...quantos sentimentos contraditórios estou sentindo pela Kelly!!

Jerry...sem palavras ainda para eu descrever minha solidariedade por ele!!

E Chuck...queria muito que ele tomasse uma sova! Pronto...falei!

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Coitadinho do BA, ele é um homem solitário, desesperado e apaixonado por uma mulher que ele julga ainda ser apaixonada por ele, pois a Kelly deu motivos para ele acreditar nisso, ele era e é um solteirão por afinidade e convicção, não tem idéia do que é Amor Familiar, de sua importância, então não considero ele um Vilão, ele tá lutando por aquilo que a Kelly mostrou e muito bem demonstrado para ele, é ou não é????????

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Eu sei de tudo isso, mas eu precisava externar, mesmo em palavras, um pouco do que senti pelo Jerry.

Entrei de cabeça nesse capitulo. Passionalidade modo turbo!

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Idem para mim, aliás empolgado eu tô desde o início, pois sabia que em algum momento teríamos um capítulo como esse, focado na família, esse capítulo é com certeza a zona de conforto do Mark, falar de Família, acho que é por isso que sou tão identificado com o portfólio dele, que apesar de ser totalmente eclético, se concentra em valores Familiares sempre que possível, isso vem desde o Jornada.

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Mas esse conto está FENOMENAL!!!

Puro drama!!

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A fatura chegou. É o preço a ser pago.

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Chegou, e não duvide se vir com parcelas de 9 meses.

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Querida Id@ pode ser que a segunda parcela dessa conta seja impagável(uma gravidez)

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Jerry agindo como qualquer homem normal e honrado agiria. Pode até em um futuro rever sua decisão mas por enquanto fez o correto.

Quanto a Kely é curtir esse luto pois foi ela.quem plantou isso e orar e agir para que as coisas possam mudar, mas uma verdade é certa a de 1ue esse casamento acabou. Eles podem voltar e recomeçar um outro, mas esse já era.

Quanto ao BA agora vamos ver qual é a dele pois a amada está livre no mercado, ele vai pra cima ou por culpa vai se afastar e inclusive tentar com que o casal se recomponha?

Apostaria na primeira rsrsrsrs

✨️✨️✨️

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Eu acho o seguinte:

Kelly e Jerry não vão conseguir superar essa crise. Jerry atingiu seu limite. Vai saber o que ele já sofreu pela Kelly quando esta estava em luto pelo Chuck.

E Kelly agora sempre vai olhar para BA e pensar...ERRO!

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Ele deve ir para cima com tudo, pois como eu venho dizendo, a Kelly deu abertura, e que abertura para isso, além disso, afinal ele SEMPRE a amou com todas as forças que a Ilha tentou tirar dele.

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Mas ela agora certeza que não o ama da forma que ele a ama!

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Sim queira ou não queira foi um amor interrompido por uma tragédia, não foi nem amor pleno, mas como eu venho dizendo, não foi um amor findado, foi nem amor congelado, então...

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