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DEPRAVEI A VENDEDORA DO BOTICÁRIO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 1476 palavras
Data: 14/08/2026 08:43:00
Última revisão: 14/08/2026 08:56:40

“Um perfume que você deseja sentir no seu homem.”

Não foi frase feita, entabulada, pensada. Saiu assim, sem premeditação. Mas abalou a vendedora do Boticário, em seus aparentes trinta e poucos, quase quarenta anos. As ruguinhas de expressão que se formaram em torno da boca, ao sorrir sem jeito, fizeram-na, de repente, linda, atraente – ela que era apenas medianamente bonita.

Não julguei que a frase provocasse tal impacto. O riso nervoso, a voz meio trêmula mas segura, a imediata recuperação do equilíbrio profissional convidaram-me a segui-la até a seção masculina: “Meu nome é Nara”, falou enquanto caminhava. Discretamente, meu olhar acariciou sua bunda redonda, trêmula na calça justa. Segui-a. Agachava-se para recolher as mostras que me ofereceria, e eu flagrava seus rígidos seios atrvés do generoso decote. Mostrou-me o primeiro perfume. Apresentou-me o segundo. Depois o terceiro. Cada um com os devidos comentários. Gostei do segundo: forte, encorpado, insinuante. Ela concordou – dos três, era o seu preferido.

“Era o que você gostaria de cheirar no seu homem!” – insisti, agora desejando provoca-la.

“Ah, quem dera! Não tenho homem...” – não foi tom de lamúria nem de vitimização; mas também não foi uma frase asséptica. Algo na sua entonação fez disparar meus hormônios.

Quando perguntou se eu queria sentir o perfume na minha pele, sugerindo a mão para que fosse fácil lavar depois, ousei, segundas e terceiras intenções vadiando no cérebro: “Não, por favor, no pescoço...” Senti o delicioso cheiro molhado dos respingos e ouvi seu comentário: “Assim você não consegue cheirar...” “Você consegue...” Agora ela se fez corada e nitidamente embaraçada. Tentou dizer algo, mas as palavras foram abortadas na boca. Ela se aproximou, fez-se na pontinha dos pés e cheirou, arrepiando-me todos os pelos. “Muito gostoso!” “Eu?” “O perfume...” “Ah, que pena...” “Não... quer dizer...” Ela estava explicitamente fora de si. Toquei de leve na sua mão: “Relaxe... Estou bulindo com você...” Ela riu inteira.

Produto aceito, fomos ao balcão, para efetuar o pagamento, a embalagem... Notei sua ligeira ansiedade e os mamilos eretos sob a blusa da farda. Trocamos palavras tolas de deixar o outro à vontade. Ao receber a sacolinha com o perfume, segurei na sua mão e olhei, sério, no seu rosto: “Vou usar o perfume hoje à noite, viu?” Seu rosto fez-se uma interrogação: “Quer sentir o cheiro de sua venda?” Ela estava trêmula, mas não fez menção de livrar sua mão da minha. “Como assim?” “Estou te convidando para jantar...” Ela, incrédula: “Oxe! Brinque não!” Eu, incisivo: “Te pego que hora?” Ela, tímida: “Você é maluco, é?” Eu, definitivo: “Oito horas?” Ela, para se ver livre da pressão, e poder respirar, pensar sobre tudo aquilo, retirou a mão da minha, baixou os olhos e quase sussurrou: “Está bem...”

Fui embora, contente. Depois da separação, fechei o departamento de paquera (ou o nome que possa ter agora), anos sem cantar uma mulher. Não perdi a forma.

Eu teria o restante do dia para deixar o apartamento brilhante, aconchegante, e jantar preparado. Acionei meus profissionais auxiliares de limpeza e cozinha, disse-lhes o que queria, entreguei a chave e fui cuidar da minha vida. Às 7 e 45 estava parado, em frente ao Boticário. Cinco minutos depois, ela surgiu na porta. Trocara a roupa de trabalho por um vestido de noite, justo e decotado (falou depois que aproveitara a hora do almoço para comprar – “Eu já estava de olho nele, chegou o momento certo!”).

Fui busca-la à porta da loja: fresca de banho e cheirosa. Abraçamo-nos e as borboletas se alvoroçaram. “Onde vamos?” – ela parecia agora bem mais segura de si. Era uma bela mulher, madura, sensual naturalmente, atraente. “Coloque seu destino nas minhas mãos...” - falei, enigmático. E o sorriso era de fêmea, não mais de vendedora: “Olha, que assim você me assusta.” Acariciei levemente seu rosto, acompanhando o desenho de seu cabelo: “Sou inofensivo...” E lhe abri a porta do carro. Antes de entrar, jogou charmosamente a cabeça: “Certo, mas não muito, tá?”

A conversa amena rolou despretensiosamente. Ela viu passar restaurantes e motéis, sem que eu fizesse menção de parar, mas nada questionou. Diante do portão do meu condomínio, ela me olhou, graciosamente interrogativa, mas nada disse – apenas sorriu. Devolvi o sorriso também em silêncio. Do estacionamento ao elevador, segurei sua mão e ela não recusou – entrelaçamos os dedos: definitivamente, vivíamos um encontro.

Ao abrir a porta do apartamento, até eu me surpreendi com a preciosa arrumação feita, a mesa impecavelmente posta. Enquanto eu organizava alguns detalhes do jantar, ela descobriu a varanda sobre a parte de mata e se encantou com a paisagem. Debruçada sobre a murada de ferro, a proeminência de sua bunda sob o vestido justo me acendeu o desejo. Encaminhei-me até ela, abraçando-a suavemente por trás, sentindo a maciez de seu corpo. Ela aprumou-se, virou-se para mim e nossos rostos ficaram a centímetros; os lábios se encontraram, as línguas se conheceram e o nosso primeiro beijo rolou, agitando nossos corpos.

“O jantar está servido, querida!” – consegui falar, voz rouca, quando nossas bocas se afastaram. Levei-a à mesa, no centro da qual o prato principal fumegava, cheiroso. Ela elogiou tudo, a organização e o cuidado. Fui honesto: eu só coordenei, não tenho o menor talento doméstico. E caímos na risada.

O jantar foi bastante agradável. Conversamos sobre nossas vidas, inclusive as sentimentais e os anos de ausência de relacionamentos fixos. Como eu, ela também fora casada, não tivera filhos, era estéril – quando o marido soube, falou gentilmente que desejava prole, saiu de casa e foi procurar alguma “fábrica de menino disponível” – a expressão foi dela, zombando. Não quisera mais vínculos afetivos; aproveitou a impossibilidade de gravidez para, literalmente, gozar a vida sem preocupação com atrasos de menstruação. Depois cansou, diminuiu o ritmo sexual e agora só quando o corpo pedia ela abria as pernas (o vinho começava a fazer efeito...).

Depois da sobremesa, voltamos à varanda, esfregando-nos, e não mais segurando o tesão. Atracamo-nos feito dois animais no cio e em pouco nossas roupas estavam jogadas. Confirmei o esplendor glúteo, suas coxas firmes, a buceta depilada e brilhando em seu caldinho já descendo. Convidativo ao máximo: agachei-me e tomei conta daquela xoxota cheirosa e escorregadia. A sobremesa da sobremesa estava uma delícia indescritível… Minha língua explorou os lábios e foi se metendo por dentro, saindo de vez em quando para atiçar o clitóris rígido. Ela gemia aos meus insistentes e rítmicos toques.

Com a boca repleta de seu gosto, beijamo-nos mais. Em seguida ela visitou minha rola e sua competência em chupar um homem fez-me voar às nuvens. Que boquete maravilhoso! Assim eu não aguentaria muito tempo sem explodir; levei-a para a cama e ela abriu as pernas sobre as quais encaixei meu corpo ávido e minha rola escorregou para dentro dela, ela fungando e requebrando, num surto de tesão.

Que mulher extraordinária na cama! Que loucura sexual! Minha rola explorava cada ranhura daquela buceta alagada, enquanto eu esmagava seus seios e ela dizia obscenidades escrotas no meu ouvido, principalmente quando gozou, as pernas prendendo minha cintura e os gritos loucos: “Goza, porra! Goza dentro de mim, goza! Pode gozar!” Não gozei. Fiz das tripas coração mas segurei a explosão: mesmo ela me assegurando a esterilidade, achei que não deveria ir com tanta sede ao pote; além do mais, eu tinha outros planos...

Após o escândalo gozoso, Nara relaxou, ficou dengozinha, e ao constatar meu pinto ereto: “Gozou não, safado?!” Sem nada dizer, virei-a delicadamente e aquela bunda extraordinária abriu-se diante de mim. Abri as nádegas e passei a sugar o botãozinho do seu cu. “Ah, filho da puta, quer comer meu cu, né?” Eu não podia responder, ocupado que estava. Quando julguei lubrificado o bastante, subi naquelas ancas maravilhosas, direcionei meu pau e fui entrando devagar no seu furico. Ela, inicialmente, fez doce, como se estivesse doendo, mas logo percebi ser frescura, e que aquele cu já recebera muita tora bem maior que a minha. Entrei avidamente, sentindo o quente e o apertado das paredes enrugadas, e seu rebolado atiçando meu pau a explodir.

Parando e retomando, para demorar o mais possível dentro daquela potranca, até quando não consegui mais segurar. Raios de prazer se reuniam em torno da minha genitália e os violentos jatos foram sendo expulsos e inundando seu cu, vazando pelas beiras, eu gritando de gozo – ela também, que a insaciável se masturbava gostosamente enquanto eu fodia seu rabo...

Desretesamo-nos aos poucos, trocamos selinhos e carícias, abraçamo-nos, sentindo o quentinho da pele um do outro, hidratamo-nos com água de coco... E sorríamos feito dois bobos, estendidos e nus, sobre o leito que, decerto, seria palco de muita foda e muito prazer ainda, ao longo daquela noite.

“Depravei a vendedora do Boticário…” - quis provocá-la. Sua resposta foi certeira, fatal:

“Por que você acha que foi tão fácil ver meus seios, quando lhe mostrei os perfumes?” - e caiu na risada, derramando-se de beijos e tesão sobre minha boca…

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Comentários

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Pois é, às vezes o caçador é caçado. Belo conto. Finalização de primeira. Parabéns

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Poxa! Muito obrigado!

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