✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Joyce, Blogueira endividada

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1855 palavras
Data: 14/08/2026 08:29:53
Assuntos: Heterossexual

A pracinha do condomínio estava quase vazia naquela noite quente. Só o barulho das cigarras e o som baixo do meu violão quebravam o silêncio. Eu estava sentado no banco de madeira, debaixo da árvore, dedilhando uma música lenta.

Foi quando ela apareceu.

Joyce vinha caminhando devagar pela calçada, de mini saia preta bem curta que mal cobria a metade daquela bunda absurda de 123 cm. A cada passo o tecido subia um pouco, mostrando a parte de baixo das nádegas duras e projetadas pra trás. Em cima, uma blusinha justa, sem sutiã, deixando os peitos pesados e os mamilos levemente marcados. O cabelo castanho avermelhado solto, ondulado, caindo nos ombros. Os lábios carnudos e brilhantes, maquiagem pesada nos olhos, aquela cara de blogueira safada que chupa rola com gosto e engole tudo sem pestanejar. As tatuagens do braço apareciam sob a luz amarela dos postes.

Ela parou na minha frente, cruzou os braços embaixo dos peitos e olhou pra baixo, me encarando.

— Oi… — a voz dela saiu rouca, baixa. — Tá tocando sozinho?

Eu continuei o dedilhado, sem parar, e respondi olhando direto pra ela:

— Tô. Senta aí se quiser. O banco é grande.

Joyce hesitou um segundo, depois se sentou ao meu lado. A mini saia subiu ainda mais quando ela cruzou as pernas, mostrando a parte de dentro das coxas grossas e a curva pesada da bunda espalhada no banco. O cheiro dela chegou forte: perfume doce misturado com cheiro de corpo quente.

Eu continuei tocando, olhando de canto de olho enquanto ela mexia nos dedos, nervosa.

— Tá tudo bem? — perguntei, sem parar a música. — Parece preocupada.

Ela soltou um suspiro pesado, olhando pro chão.

— Tá uma merda… — admitiu baixinho. — Tô com umas dívidas fodidas. Cartão estourado, aluguel atrasado, e o blog não tá rendendo como antes. Precisava resolver umas coisas rápido. Dinheiro fácil seria uma salvação agora.

Ela virou o rosto pra mim, os olhos grandes e úmidos, a boca entreaberta daquele jeito safado que ela tem. De repente soltou uma risadinha baixa, quase sem graça, e me olhou direto:

— Você não quer me emprestar uns 15 mil, não? Só pra eu me virar…

Eu parei de tocar por um segundo, encarei ela e respondi calmo:

— E o que você pode me oferecer em troca? Dinheiro não nasce em árvore.

Joyce deu uma risada curta, meio nervosa, e passou a mão devagar pela minha coxa, alisando a bermuda com os dedos.

— Relaxa… tava brincando.

Eu segurei o olhar dela e falei sem sorrir:

— Eu falei bem sério.

Os dedos dela continuaram subindo pela coxa, devagar, até encostarem de leve na cabeça do meu pau por cima da bermuda. Ela sentiu o volume duro, parou por um segundo e soltou outra risadinha baixa, safada, como se tivesse feito de propósito.

— Poxa… infelizmente não tenho nada pra te oferecer — murmurou, ainda com a mão ali. — Tô fudida mesmo.

Eu olhei pra ela, pra mini saia quase engolida pela bunda, pros peitos pesados sob a blusa, praquela cara de quem engole porra sem pensar duas vezes, e respondi baixo:

— Você tem muito pra oferecer.

Ela ergueu uma sobrancelha, ainda com os dedos encostados no meu pau, e perguntou com um sorrisinho no canto da boca:

— Como assim eu tenho muito pra oferecer?

Eu segurei o olhar dela e falei direto:

— O que você tá disposta a fazer pra conseguir esse empréstimo?

Joyce ficou em silêncio por uns segundos. Depois passou a mão inteira pelo volume da minha bermuda, alisando devagar de cima a baixo, sentindo o formato.

— Ficou bem dura… impressão minha ou é grandina? — comentou baixo, com um sorriso safado nos lábios.

Ela apertou um pouco mais e continuou:

— Do jeito que tá… eu faria tudo.

Joyce me olhou nos olhos, a cara de puta assumida, e perguntou enquanto apertava ainda mais forte o meu pau por cima da bermuda:

— Você tinha alguma coisa em mente? Alguma ideia?

Eu guardei o violão, levantei e falei sem rodeios:

— Vamos negociar no meu apartamento.

Ela mordeu o lábio, sorriu safada e se levantou junto.

— Vamos.

Subimos no elevador em silêncio tenso. Assim que a porta do apartamento se fechou atrás de nós, eu a ataquei ferozmente. Agarreí a cintura dela com força, empurrei contra a parede e beijei sua boca com fome, lambendo e chupando aqueles lábios carnudos. Joyce retribuía com a mesma fome, gemendo baixo, a língua quente e molhada.

Puxei a mini saia pra cima, agarrei aquela bunda enorme de 123 cm com as duas mãos e a joguei no sofá. Ajoelhei na frente dela, abri as pernas grossas e puxei a calcinha pro lado. A buceta já estava molhada. Encostei a boca e chupei com vontade, lambendo os lábios inchados, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. Joyce jogou a cabeça pra trás, abriu as pernas mais e gemeu gostoso, alto, sem vergonha:

— Ahhh… porra… assim… chupa essa buceta…

Fiquei ali uns minutos, chupando e lambendo até ela estar encharcada e gemendo sem parar. Depois me levantei e fiquei em pé na frente dela. Joyce se ajeitou sentada no sofá, olhou pra minha bermuda estufada e passou as mãos no volume, alisando. Abriu o botão, puxou o zíper e tirou meu pau pra fora de uma vez.

Quando a rola saltou pesada e dura na cara dela, Joyce deu um grito:

— Caralhooooo!

Os olhos arregalaram, a boca abriu e ela ficou olhando pra aquele pau grosso e comprido batendo nela.

— Que porra é essa…? — falou ofegante, segurando com as duas mãos. — Tu é doido? Isso aqui é uma arma… grossa pra caralho… e grande pra porra… como que isso cabe em alguém?

Ela ergueu o olhar pra mim, ainda punhetando devagar, e perguntou:

— Quanto mede isso?

— Vinte e nove por dezesseis — respondi.

Joyce abriu a boca de novo, continuou batendo uma, me olhando nos olhos, e falou:

— Porra… eu não aguento isso dentro de mim, não. É grosso demais. Mas se tu me emprestar os 15 mil… eu chupo essa rola bem gostoso todo dia até quitar o empréstimo. Pode gozar na minha boca, na minha cara, onde quiser… todo dia.

Eu não falei nada. Segurei o pau e comecei a esfregar a cabeça grossa nos lábios carnudos dela, passando de um lado pro outro, sujando a boca dela de pré-gozo. Depois agarrei a nuca dela com força e empurrei a cabeça pra frente:

— Chupa, sua puta.

Joyce abriu a boca e engoliu a cabeça, mas logo tirou, ofegante, com um fio de saliva escorrendo.

— Caralho… é grosso pra porra… — falou, olhando pra cabeça larga e inchada que era bem mais grossa que o resto do pau. — Essa cabeça é absurda… mais larga que o corpo inteiro… não entra fácil não.

Mesmo assim ela voltou a boca, chupando só a cabeça grande, girando a língua em volta, chupando com força enquanto me olhava de baixo com cara de puta.

Joyce começou a trabalhar aquela cabeça enorme com a boca. Os lábios carnudos se esticavam ao máximo pra conseguir envolver a glande larga, e ela fazia força pra sugar, as bochechas fundas. A língua girava sem parar em volta da fenda, lambendo o pré-gozo que já escorria em fio. Ela cuspia em cima, deixava escorrer pela cabeça e voltava a chupar com barulho molhado, engasgando levemente toda vez que tentava descer um pouco mais.

— Porra… que cabeça absurda… — murmurou com a boca cheia, a voz abafada. — É mais larga que o pau inteiro… parece que vai arrancar minha mandíbula.

Ela segurou a base com as duas mãos e começou a masturbar o pau grosso enquanto só a cabeça ficava dentro da boca. Subia e descia a mão com força, apertando, enquanto chupava e fazia barulho de sucção. Saliva escorria pelos cantos da boca, pingava no queixo, nos peitos, na mini saia. Joyce não ligava. Estava entregue, olhando pra cima com os olhos marejados, a cara de puta total.

Eu segurei os cabelos dela com mais força e comecei a meter a cabeça pra dentro da boca dela, curtas e profundas. Ela engasgava, mas não puxava pra trás. Aceitava. A cada embocada a garganta dela fazia um som molhado e ela revirava os olhos, mas continuava chupando, lambendo, babando.

— Isso… chupa essa porra… — falei baixo, metendo mais.

Joyce tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz rouca e cheia de saliva:

— Tá ficando ainda mais grosso… caralho… vou engasgar de verdade…

E voltou a engolir a cabeça, agora com mais vontade. Começou a fazer movimentos circulares com a cabeça, chupando forte, depois descia a língua pela veia grossa até a base e subia de novo, lambendo tudo. A mão direita apertava e torcia o pau enquanto a esquerda massageava as bolas pesadas. O barulho era obsceno: chupadas molhadas, engasgos, gemidos abafados dela misturados com o som da saliva escorrendo.

Eu sentia o gozo subindo devagar, pesado, acumulando. Joyce percebeu. Acelerou. Chupava a cabeça com mais força, fazia vácuo, a língua batendo rápido na fenda. Os olhos dela estavam vidrados, a boca destruída de tanto abrir, o rímel escorrendo um pouco. Ela estava irreconhecível de safada.

— Vai gozar…? — perguntou com a boca cheia, a voz embargada. — Goza na minha boca… me enche…

Eu agarrei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder a boca dela de verdade, metendo a cabeça grossa fundo, sem piedade. Joyce engasgava alto, lágrimas escorriam, mas ela segurava minhas coxas e puxava pra mais. A garganta dela se abria e fechava em volta da glande.

Sentindo o estouro chegando, eu puxei o pau da boca dela só o suficiente pra mirar. O primeiro jato saiu absurdo, grosso e quente, direto na língua dela. Joyce abriu a boca o máximo que pôde e tentou engolir, mas era demais. O segundo jato veio ainda mais forte, cobrindo a língua, o céu da boca, escorrendo pelos cantos. O terceiro acertou o lábio superior e subiu pro nariz. Eu continuei gozando sem parar, jatos pesados e densos, um atrás do outro, como se não tivesse fim.

A porra encheu a boca dela rápido demais. Joyce engolia o que conseguia, mas a quantidade era monstruosa. Começou a vazar pelos cantos da boca, escorrer pelo queixo, pingar nos peitos. Eu mirei na cara. Jatos e mais jatos cobriram a testa, os olhos, o nariz, as bochechas. A porra escorria em fios grossos, grudava no cabelo, pingava da ponta do nariz. Joyce mantinha a boca aberta, a língua de fora, recebendo tudo, engolindo o que entrava e deixando o resto escorrer.

Eu gozei por um tempo que parecia não acabar. Jato atrás de jato, uma quantidade absurda, quase três litros de porra quente e espessa cobrindo o rosto e a boca dela. Quando o último fio escorreu da cabeça do meu pau, Joyce estava irreconhecível. O rosto inteiro branco, a boca cheia, porra escorrendo pelo pescoço, pelos peitos, pingando na mini saia e no sofá. Ela engoliu o que ainda tinha na boca com dificuldade, abriu os olhos cobertos de porra e olhou pra cima, ofegante, com um sorriso safado e destruído.

— Caralho… — sussurrou, a voz rouca, a porra ainda escorrendo dos lábios. — Que porra foi essa… nunca vi tanto… tô toda suja…

CONTINUA...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Analisador de casadas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaAnalisador de casadasContos: 51Seguidores: 39Seguindo: 0Mensagem

Comentários