Depois da tentativa frustrada com Danilo e desilusão amorosa com Beto, voltei a me afastar dos meninos do bairro
E toda essa cronologia do meu triângulo amoroso percorreu um espaço de tempo que encerrou o ano e no seguinte era tempo de novos começos e os desafios pareciam cada vez maiores, principalmente por eu estar cada vez mais afeminado
Na área escolar o meu principal desafio era estar em uma sala de aula repleta de repetentes que por uma coisa óbvia faziam deles mais velhos que eu
No primeiro dia de aula quando minha mãe viu aquelas garotas e garotos mais velhos que eu, tentou pedir uma transferência de sala, talvez tenha sido um dos poucos momentos em que ela se preocupou com meu bem estar
No fundo ela sabia que meu jeito afeminado cada vez mais evidente me traria problemas em uma classe com tantas pessoas mais velhas que eu
A desculpa da direção escolar era que eu havia ido para aquela turma devido a minha estatura alta, apesar da altura era magrinha, enquanto as meninas e os meninos já eram mais encorpados
E como era de se esperar minha vida não era fácil na sala de aulas, naquele tempo ainda não era moda ter um amigo gay, então ser amigo das meninas não parecia uma opção, os meninos viviam o auge do bullying, normalizado em programas de tv inclusive
Rodeada de alunos burros, eu me destacava fácil, mas isso não era vantagem alguma já que continuava a ser zoada como o viadinho, CDF, magrelo
As exceções da zoeira era quando os inúmeros burros precisavam de uma cola na prova, entre todos existia um que se destacava mais em meio a burrice
Franklin era o único que já havia repetido mais de uma vez, um garoto criado em um lar complexo, onde a violência doméstica fez parte da sua vida por um longo período
Sempre calado era evidente que ele era mentalmente perturbado, ninguém tinha coragem de fazer bullying diretamente com ele, sempre era pelas costas que rolava os comentários e apelidos, para todos Franklin era o Frankstein
E como aquelas coisas que parece que só acontece com você, aconteceu comigo, um trabalho em grupo e inevitavelmente eu e Frankstein fomos os últimos a ter um grupo, com uma garota que também não era muito popular por falarem que ela tinha piolhos e um outro menino
Agora com um grupo formado, restava saber em qual casa fazer o trabalho, a menina logo disse que na casa dela não daria por estar em reforma, mesma desculpa esfarrapada dada pelo outro garoto, sobrava a minha casa e a de Franklin que com certeza ninguém em sã consciência teria coragem de ir, depois das histórias de violência que contavam sobre o lar dele
Não vi problema de fazer na minha casa, não tínhamos luxo, mas tudo era bem ajeitadinho lá e agora com minha mãe trabalhando meio período devido a uma crise financeira que meu pai enfrentava, poderíamos fazer o trabalho sem ninguém perturbando
No dia e horário marcado Franklin chegou a minha casa, sentamos no sofá e não trocamos uma palavra durante uma meia hora até ele falar
"Não vai vir mais ninguém"
"Somos os piores alunos da classe"
Senti na sua última frase que ali existia uma pessoa cheia de amargura mas com sentimentos
"Não é bem assim" Respondi a ele
"Claro que é" Frankstein respondeu rispidamente
A forma que ele falou me fez chamar a atenção para a falta de educação dele, por sempre ser ríspido em falar com as pessoas
Após uma pequena queda de braço para ver quem tinha mais razão em uma conversa que não iria nos levar a lugar nenhum, fomos para mesa da cozinha fazer o trabalho
Novamente ficamos em silêncio enquanto escrevíamos, cortava, colava até eu derrubar uma tesoura no chão e me agachar para pegar empinando meu bumbum e quando me virar notar ele desviar o olhar e levantar a mão que provavelmente estava no pau
Naquele primeiro momento me incomodou um pouco, mas depois comecei a reparar que ele olhava muito para minhas coxas e aquele olhar foi me dando um calor, meio sem pensar comecei a provocar cruzando e descruzando as pernas
Notei uma certa inquietação dele, com certeza o fato de estar excitado com um viadinho o incomodava e depois de um longo tempo sem falarmos nada um para o outro, Franklin quebrou o silêncio
"Por que você é assim?" Perguntou
"Assim como?" Respondi ele
"Assim, sei lá, é menino, mas quer ser menina?" Questionou Franklin
Pela primeira vez alguém me perguntava isso e no fim não tinha uma resposta, além de sentir naturalmente atração por meninos e nada por meninas
Franklin então continuou a me contestar como se quisesse me entender e eu por muitas vezes não tinha respostas para as perguntas simples, naquele momento estava sendo mais burra que o cara mais burro da sala de aula
Quando ele quis saber quem era os garotos mais bonitos da sala na minha opinião, tentei desconversar mas ele insistiu tanto que numerei de um a dez os que achava mais bonitos e obviamente Frankstein não estava nessa lista
E para minha surpresa Franklin numerou não as mais bonitas, mas as garotas mais gostosas e me deu um frio na barriga, quando ele disse que eu mesmo não sendo menina estava entre as três mais gostosas
Ri e disse que ele estava apenas sendo educado
"Educado nada, tem um monte de garotos da classe que acham isso" Respondeu ele com seu tom ríspido, como se estivéssemos discutindo algo
Minha mente entrou em parafusos na hora, então eu era top três das gostosas da sala, minha garganta secou, levantei para pegar um copo de água, de costas e pelo reflexo do vidro do armário pude ver Franklin apertando seu pau novamente
Meu cu piscou, meu pauzinho ficou duro na hora, a meses não chupava um pau e minha vontade era grande, os pensamentos vieram como um furacão, porque não chupar o Frankstein ali na minha cozinha e se chupar ele, porque não tentar dar o cuzinho também
Naqueles poucos segundos de pensamentos intrusivos, sabendo que era considerada uma gostosa, minha alto estima ficou elevadíssima, do nada parecia que era capaz de seduzir quem eu quisesse e por mais que nunca havia pensado em fazer qualquer coisa com Franklin, naquele momento era o que havia para mim
Derramei propositadamente água na minha roupa só para ter a desculpa de ir trocar, corri para o quarto dos meus pais, peguei uma calcinha da minha mãe que por mais que não fosse muito sexy ainda sim era uma calcinha, troquei a bermuda molhada por um shorts de futebol bem curto e uma camiseta colada, quando me olhei no espelho não vi um garoto mas a imagem de uma menina e voltei para cozinha
Eu poderia estar tendo um desvio da minha própria imagem, achar que era uma coisa que não era, mas o olhar de Frankstein me deixou com a mesma impressão
Já sabia que minhas cruzadas de pernas havia chamado sua atenção, mas agora eu precisava de algo mais, algo mais provocante que tirasse ainda mais ele da zona de conforto para que tomasse uma atitude
Por varias vezes passei com meu bumbum próximo a ele e apesar de mais velho Franklin era inexperiente e mesmo que eu não fosse uma expert na arte da sedução eu já havia estado com outros garotos e isso me deixava ainda mais confiante
Naquele momento eu não sabia se Franklin sabia da minha fama ou não, mas pouco me importava, continuei a provocar passando com o bumbum cada vez mais perto dele, a todo momento esperava a sua reação mais ousada, mas isso não aconteceu
Tive de esperar o momento de Frankstein apalpar seu pau para poder falar "Tá com algum problema aí em baixo?"
"Não, não" Respondeu rapidamente negando
"Está sim, não é a primeira vez que você coloca a mão aí" Falei
A pele morena de Frankstein ficou vermelha, acompanhado de um sorriso sem graça e novamente um tom ríspido para responder que "Não tinha nada de errado"
O clima deu uma esfriada e começamos uma pequena troca de acusações eu falando que as pessoas não gostavam dele por sua forma ignorante de falar e ele falava que não gostavam de mim por ser um viadinho
Apesar dos insultos não me senti constrangida, ainda muito pelo fato dele ter falado antes que os garotos da sala de aula me achava gostosa e como estava me sentindo, usei como combustível para voltar a colocar fogo no clima
"Sou um viadinho mais gostoso que muita menina e foi você mesmo quem disse isso" Falei deixando Franklin bravo e sem resposta apenas resmungando
Meu tesão estava incontrolável nesse momento e comecei a olhar sem parar para o pau de Franklin que assim que notou falou. "O que você está aí olhando agora?"
Não tive vergonha de ser direta e responder. "Estou olhando seu pau"
"Por que?" Perguntou Franklin
Porque fiquei curiosa em ver!" Respondi
"Por que?" Insistiu na pergunta Franklin
"Porque sou viadinho e gosto de pau!" Respondi novamente enquanto tentei apalpar ele
Insistivame Franklin segurou minha mão impedindo de tocar ele, automaticamente lembrei das minhas últimas frustrações e com uma voz tímida e sem graça pedi desculpas e voltei meus olhos para mesa onde estava nosso trabalho escolar
Poucos segundos depois senti a mão suada provavelmente de nervoso de Franklin tocar minha coxa bem próximo a minha virilha, minha barriga gelou tanto como a palma da sua mão e a primeira coisa que pensei foi será que o Frankstein gosta da mesma fruta que eu
"Não precisa se desculpar, só me assustei" Disse ele
Ainda um pouco sem a atitude de minutos atrás levei minha mão até seu pau e comecei a apalpar por cima de sua bermuda, enquanto sua mão ficava estática na minha coxa
Duro como pedra tirei o pau de Frankstein para fora e era muito grosso e pentelhudo, comecei a punhetar levemente enquanto ele se esparramava na cadeira, sua mão apertava minha coxa fortemente, a vontade de me punhetar era grande mas me contive com medo de uma reação negativa dele
"Já chuparam seu pau?" Perguntei a ele
Um sorriso sem graça e um silêncio respondia o óbvio de que ninguém tinha feito essa caridade, fiz ele afastar um pouco a cadeira e me ajoelhei no chão, me aproximei daquele pau grosso, com uma cabeça grossa e um cheiro forte, nem os garotos depois de suar no futebol tinha um odor como o dele, por um segundo pensei em recuar, mas a mão de Frankstein empurrando minha cabeça fez eu avançar
No início me deu um certo nojinho, mas dei o meu nome para fazer o melhor, mesmo que engasgando com a grossura e os pêlos dele
Meu tesão em dar o cuzinho aumentava a cada empurrão em minha cabeça forçando me a fazer meu primeiro garganta profunda, quando ele relaxou um pouco mais na cadeira e soltou um pouco minha cabeça levantei do chão e baixei minha bermuda ficando apenas de calcinha
Afinei minha voz o máximo que deu e falei. "Quer comer meu cu?"
Sem falar uma palavra Franklin me puxou para seu colo e comecei a rebolar nele o Frankstein tentava colocar a calcinha de lado achando que seria fácil me penetrar
Enquanto ele se esforçava eu passava a mão no bico dos meus peitos retos e curtia o prazer de me roçar no pau grosso
"Vai me dá logo" Falou impaciente
Levantei e baixei a calcinha e mal chegou aos meus joelhos e Franklin me puxou novamente para seu colo, claro que seu pau não me penetrou apesar das tentativas
"Calma" Disse a ele enquanto me levantava novamente
Franklin levantou novamente e como um cachorro no ciu tentou me penetrar em pé
Empinando meu bumbum para tentar ter meu cu comido pela primeira vez, esbarravamos na inexperiência de ambos, me apoie com o corpo todo na mesa amassando todo nosso trabalho escolar
Franklin tentava a todo custo enfiar seu pau grosso no meu cuzinho que se trancava a cada vez que a grande cabeça tentava invadir ele
"Cospe, cospe, cospe" Falei repetidas vezes
Não sabia de onde havia surgido essa ideia, mas deu certo
Franklin cuspiu e seu pau começou a entrar no meu cu, a dor era grande, eu gritava pedindo calma, mas ele continuou a colocar mandando parar de gritar
Quando senti seus pentelhos encostar no meu bumbum, sabia que havia entrado tudo, tentei relaxar e não gritar, afinal ele tinha razão em que algum vizinho pudesse ouvir
Mas não tive tempo, foi só eu respirar um pouco mais fundo que ele voltou para trás e em seguida foi novamente para frente, rápido e forte
Gritei e ele repetiu novamente o movimento e dessa vez mais rápido e forte, gritei novamente, Franklin mandou eu ficar quieto outra vez enquanto continuava a ir e voltar forte e rápido com seu pau no meu cu
Ensaiei um gemido, quando ele fez o movimento de tirar, mas quando empurrou gritei novamente
Foram os trinta segundos mais longos da minha vida, onde a dor era prazer e logo que gozou ele se afastou, olhei para trás e vi ele guardar seu pau melado de porra e coco
Levantei a calcinha e olhamos brevemente um para o outro em silêncio, não sabíamos o que falar, fui até o banheiro me limpar meu cuzinho, voltei e Franklin arrumava nosso trabalho escolar todo rasurado e que tive de fazer sozinha depois
Após minutos de silêncio Franklin disse. " Você sempre usa calcinha?"
"Sim" Respondi ele
E com essa pequena mentirinha tive que começar um novo hábito, ir na casa da minha madrinha roubar calcinhas dela para poder ir a escola
Minha primeira vez não foi a única com Franklin, virou habitual após a escola ele ir na minha casa me comer depois de eu passar a aula toda provocando, algumas vezes baixava um pouco a lateral da calça ou a parte de trás para mostrar a calcinha que eu estava usando, sempre tentando disfarçar, mas nem sempre era possível e outros meninos começaram a notar essa minha exibição para ele
Virei a noiva do Frankstein, mas é claro que ninguém ousava falar isso na frente dele, mas eu ouvia essas piadinhas circulando enquanto garotos revezavam entre o bullying e a curiosidade de ver o que eu vestia por debaixo da calça da escola
Os trinta segundos, passaram a ser quarenta e cinco segundos e algumas vezes ultrapassava um minuto, fui diminuindo os gritos a medida que o pau grosso dele ía me arrombando e eu aprendia a gemer com mais naturalidade e com a voz fina
Praticamente éramos um casal de namorados mesmo, mas que não beijavavamos na boca, pois nunca pedi ou tentei
