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O Pai do Meu Amigo Me Transformou na Mulherzinha Dele

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Um conto erótico de Lucas
Categoria: Gay
Contém 2357 palavras
Data: 02/08/2026 07:56:15

Eu nunca imaginei que ia acabar assim.

Meu nome é Lucas, tenho 19 anos, faço Engenharia numa universidade particular aqui em Recife. Moro no mesmo condomínio do meu melhor amigo, o Renato. A gente se conhece desde o ensino médio. O pai dele, o Sr. Ricardo, sempre foi aquele homem alto, ainda forte pros 60 anos, cabelo grisalho curto, voz grossa e aquele olhar que eu fingia não notar. Quer ver e baixar tudo meu de verdade? Cçica acima em meu nome e vai para o perfil, onde deixei o caminho para isso.

Desde que eu tinha uns 16 eu sentia o Sr. Ricardo olhando pra minha bunda. Eu usava short curto pra ir na academia do condomínio e ele sempre estava na janela do apartamento dele, no 7º andar, olhando. Eu fingia que não via. Nunca dei pinta pra ninguém. Nunca namorei abertamente, nunca postei foto de mulher, nada. Mas também nunca pensei que gostava de homem.

Até o dia em que ele me chamou pra conversar.

Foi numa quarta-feira à tarde. Renato tinha viajado com a mãe pro interior. Eu estava sozinho em casa quando o interfone tocou.

— Lucas, desce um pouco. Preciso falar contigo.

Subi. O apartamento dele era grande, cheirava a perfume masculino caro e a madeira. Ele estava de camisa social aberta no peito, calça social. Me ofereceu uma cerveja. Sentei no sofá.

Ele foi direto:

— Você tem a bunda mais gostosa que eu já vi nesse condomínio.

Eu engasguei.

— Sr. Ricardo…

— Não me chama de senhor agora. Me chama de pai. Você já me chama de pai há anos, não é?

Meu coração batia forte. Ele se aproximou, colocou a mão na minha coxa e subiu até a bunda, apertando por cima do short de academia que eu estava usando.

— Essa bundinha… toda vez que você passa de short eu fico duro. Eu sei que você nunca deu. Eu sei que você nunca nem beijou um homem. Mas hoje você vai dar pra mim.

Eu tentei recuar, mas a mão dele já estava dentro do short, apertando minha bunda nua. O dedo dele passou no meio, tocando o cuzinho. Eu estremeci.

— Tá apertadinho… rosado… nunca foi aberto, né?

Ele me beijou. Beijo de homem, grosso, com barba rala raspando. Eu nunca tinha beijado homem. O gosto da cerveja misturado com o cheiro dele me deixou tonto. Em segundos ele já tinha tirado meu short e minha camisa. Eu estava nu na sala dele, de quatro no sofá, com o pai do meu melhor amigo cheirando minha bunda.

Ele abriu as nádegas e cheirou fundo.

— Cheiro de homem novo… de academia… de suor limpo. Delícia.

A língua dele passou no meu cu. Eu soltei um gemido baixo, envergonhado. Ele lambia devagar, molhando, abrindo com a ponta da língua. Depois enfiou um dedo. Doeu. Eu contraí.

— Relaxa, filhinho. O pai vai cuidar de você.

Ele me levou pro quarto. O quarto dele e da esposa. A cama de casal enorme, cheirando a perfume dela. Ele me deitou de barriga pra baixo e continuou lambendo e dedando até eu estar molhado e aberto o suficiente. Quando tirou a calça, o pau dele apareceu: grosso, veiado, escuro na cabeça, bem maior do que eu imaginava pra um homem de 60 anos.

— Vai doer — eu falei, a voz tremendo.

— Vai. Mas você vai gostar.

Ele colocou bastante lubrificante e encaixou a cabeça. Empurrou. A dor foi forte. Eu gritei no travesseiro. Ele parou só com a cabeça dentro, esperando eu acostumar.

— Aperta… isso… aperta no pau do pai.

Foi entrando aos poucos. Cada centímetro doía e queimava. Quando chegou no fundo eu estava chorando de dor e de tesão misturado. Ele começou a meter devagar. O pau grosso abrindo meu cuzinho rosado, entrando e saindo com dificuldade.

— Que cuzinho apertado, porra… você vai ser a mulherzinha do pai agora.

Ele me virou de frente, me fez sentar em cima. Eu desci aos poucos, gemendo alto. Quando sentei até o fim, ele segurou minha cintura e começou a me levantar e baixar.

— Rebola. Aprende a rebolar no pau do pai.

Depois me colocou de quatro de novo. Depois na posição de frango assado: pernas dobradas contra o peito, joelhos quase nos ombros. Nessa posição o pau dele foi ainda mais fundo. Eu gritava.

— Mais fundo, pai… ai caralho… tá arrebentando…

Ele metia forte, a barriga batendo na minha bunda. O barulho molhado do pau entrando no meu cu enchia o quarto.

Naquele mesmo dia ele abriu o guarda-roupa da filha, a Camila, de 20 anos, que estudava em outra cidade.

— Veste isso.

Era um fio dental preto da filha, uma saia plissada curta e um top apertado. Eu vesti, envergonhado pra caralho. O fio dental sumia no meio da bunda. A saia quase não cobria nada. Ele me mandou rebolar na frente do espelho.

— A partir de agora, quando a gente estiver sozinho, você vira a putinha do pai. Usa as roupas da Camila. Rebola. Chupa. Dá.

Eu ajoelhei e chupei o pau dele pela primeira vez. Era grosso, cheirava a sexo e a lubrificante. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca até gozar. Gozou bastante, quente, escorrendo pelo queixo.

— Engole.

Engoli.

Depois disso virou rotina.

Toda vez que o Renato e a mãe saíam, o Sr. Ricardo me chamava. Eu subia já sabendo o que ia acontecer. Às vezes ele me mandava mensagem:

“Vem de saia.”

“Vem de shortinho de academia da Camila.”

“Hoje quero você de vestidinho.”

Eu ia. Vestia as roupas da filha dele. Rebolava no fio dental na frente dele. Ele me fazia de quatro na cama do casal, me fodia no frango assado até eu gritar, me fazia sentar de costas e de frente, me mandava chupar o pau ainda sujo do meu próprio cu.

Eu virava uma verdadeira mulherzinha. Gemia fino, pedia mais, falava “pai, fode seu cuzinho”, “pai, goza dentro”. E ele gozava. Sempre dentro. Eu sentia o pau latejar e o porra quente enchendo meu cu.

Uma vez ele me fez usar um vestidinho florido da Camila e me fodeu na varanda, de madrugada, com o risco de alguém ver. Outra vez me fez chupar ele debaixo da mesa enquanto ele falava com o Renato no telefone.

Eu, que nunca tinha dado pinta, me transformei na putinha secreta do pai do meu melhor amigo.

Hoje, quando o Renato pergunta por que eu sumo tanto, eu minto. Quando a Camila deixa roupa suja no cesto, eu já sei que algumas peças vão sumir por algumas horas.

E toda vez que o Sr. Ricardo me olha no elevador, com aquele sorrisinho discreto, meu cu aperta sozinho, lembrando de como ele fica quando está fundo dentro de mim.

Eu virei a mulherzinha do pai do meu amigo.

E não consigo mais parar.

O Pai do Meu Amigo Me Entregou Pros Amigos Dele

Eu ainda estava no elevador quando a mensagem chegou.

“Desce agora. Estou sozinho. Vem de saia.”

Era o Sr. Ricardo. O coração já acelerou do jeito que só ele conseguia fazer. Eu estava de short e camiseta, mas subi rápido no meu apartamento, abri a gaveta escondida e peguei o que ele gostava: o fio dental preto da Camila, a saia plissada cinza bem curta e um top apertado que marcava os peitos inexistentes. Passei um pouco de hidratante na bunda, como ele tinha ensinado, e desci.

Quando a porta do 7º andar abriu, o cheiro de cerveja e de churrasco já vinha do apartamento. Achei estranho. Normalmente ele me recebia sozinho, em silêncio. Dessa vez a porta estava entreaberta. Empurrei devagar.

A sala estava com três homens.

O Sr. Ricardo estava sentado na poltrona, de camisa social aberta, pernas abertas. Ao lado dele, dois caras que eu nunca tinha visto. Um mais baixo, gordo, careca, uns 55 anos. O outro alto, magro, cabelo grisalho, cara de quem manda. Os três me olharam ao mesmo tempo.

Eu travei na porta.

— Fecha a porta, filhinho — disse o Sr. Ricardo, com aquele sorriso calmo que eu já conhecia. — Esses são o Paulo e o Jorge. Colegas de trabalho. Falei tanto da minha putinha que eles quiseram conhecer de perto.

Meu rosto pegou fogo. Eu estava de saia e fio dental na frente de dois desconhecidos.

O Paulo, o gordo, deu uma risada baixa.

— Porra, Ricardo… você não mentiu. A bundinha é realmente linda.

O Jorge se levantou, andou até mim e deu a volta. Sem pedir licença, ergueu a saia e apertou minha bunda com as duas mãos, abrindo.

— Cuzinho rosado ainda. Você falou que era virgem até mês passado?

— Foi — respondeu o Sr. Ricardo. — Eu abri. Agora é de uso coletivo quando eu quiser.

Eu queria sumir. Mas a mão do Jorge já estava dentro do fio dental, o dedo grosso esfregando meu cu.

— Relaxa, novinho. A gente não vai te machucar… muito.

O Sr. Ricardo bateu palma na coxa.

— Vem cá. Ajoelha no meio da sala.

Eu obedi. A saia subiu sozinha quando me ajoelhei. Os três se aproximaram. O Paulo já estava abrindo a calça. O pau dele era grosso, mais curto, veias saltadas. O Jorge tinha um pau longo e escuro. O do Sr. Ricardo eu já conhecia de cor.

— Chupa os três — mandou o Ricardo. — Começa pelo Paulo.

Eu abri a boca. O pau gordo do Paulo entrou pesado, cheirando a suor de final de tarde. Ele segurou minha cabeça e meteu até engasgar. Enquanto isso o Jorge abria minha bunda e enfiava dois dedos de uma vez, sem muito cuidado.

— Apertado pra caralho ainda. Ótimo.

Eles me usaram na sala por quase uma hora só de boca e dedo. Me faziam ir de um pau pro outro, cuspindo, babando, os olhos marejados. O Sr. Ricardo ficava só observando, bebendo cerveja, de vez em quando falando:

— Isso, filhinho. Mostra pros amigos do pai como você chupa direito.

Quando a boca já doía, o Ricardo se levantou.

— Agora vai pra cozinha. Vai fazer uns tira-gosto pra gente. Sem tirar a roupa.

Eu fui. De saia e fio dental, com a bunda à mostra, comecei a fritar linguiça e montar tabua de frios enquanto os três ficavam na sala bebendo e comentando alto sobre minha bunda. De vez em quando um deles vinha atrás, levantava a saia, dava um tapa forte e enfiava dedo de novo.

— Mais cerveja gelada, putinha — gritou o Paulo.

Eu servia de bandeja, a saia curta demais, o fio dental enfiado no meio da bunda. Cada vez que eu me inclinava pra deixar o copo, alguém dava tapa ou apertava.

Depois da segunda rodada de cerveja, o Ricardo me puxou pelo braço.

— Chega de servir. Agora a gente come.

Me levaram pro quarto de casal. A cama enorme. O Jorge me jogou de quatro. O Paulo se deitou na frente e enfiou o pau na minha boca de novo. O Ricardo ficou atrás, abrindo a bunda.

— Hoje vocês vão foder ele os dois juntos. Eu quero ver o cuzinho dele arrombado direito.

Eu senti o sangue gelar.

— Pai… DP? Eu nunca…

— Cala a boca e relaxa.

Eles usaram muito lubrificante. Primeiro o Jorge entrou sozinho, metendo fundo até eu gemer alto. Depois o Paulo se posicionou atrás também. A cabeça do pau grosso dele começou a empurrar do lado do outro.

A dor foi imediata e brutal.

— Aih caralho! Para! Não cabe! Não cabe!

— Cabe sim — rosnou o Jorge, segurando minha cintura. — Empurra, Paulo.

Os dois foram entrando. Eu gritava no pau do Ricardo, que agora estava na minha boca pra abafar o barulho. A sensação de estar completamente aberto, esticado além do limite, era horrível e viciante ao mesmo tempo. Quando os dois pau estavam os dois dentro, eu tremia inteiro.

— Olha o cuzinho dele… tá branco de tão esticado — falou o Paulo, metendo.

Eles começaram a se mover. Um entrava enquanto o outro saía. Eu babava, chorava, gemia fino. O Ricardo segurava meu cabelo e fodia minha boca com força.

— Você é a escrava da gente agora, entendeu? Toda vez que eu chamar e tiver os meninos aqui, você vem. Veste a roupa da minha filha, faz comida, serve cerveja e dá o cu. Entendeu, putinha?

Eu só conseguia gemer com a boca cheia.

Eles me viraram de várias formas. Me colocaram sentado no pau do Jorge enquanto o Paulo metia por cima. Me colocaram de frango assado e os dois se revezavam metendo fundo. Me deram tapa na bunda até ficar vermelha. Enfiaram o fio dental pra dentro do cu e puxavam. Me fizeram pedir mais.

— Fala que você é a putinha dos três.

— Eu sou… a putinha dos três… ai porra… tá arrebentando meu cu…

O Paulo gozou primeiro, dentro. O volume era tanto que escorreu na hora, mesmo com o pau do Jorge ainda lá. Depois o Jorge gozou também, empurrando fundo. O Ricardo tirou da minha boca e gozou no meu rosto e na língua, me obrigando a mostrar.

Quando os dois paus saíram, meu cu ficou aberto, latejando, escorrendo porra dos dois. Eu estava destruído, babando, a saia amarrotada na cintura, o fio dental destroçado.

O Ricardo passou a mão no meu cabelo molhado de suor.

— Bom menino. Agora limpa a porra do chão, lava a louça e depois vem chupar a gente de novo até ficar duro. A noite ainda é longa.

Eu obedi.

Naquela noite eu virei a escrava sexual de três homens casados, todos com filhos da minha idade. Me fizeram de tudo. Me usaram em todas as posições. Me deram tapa, me xingaram, me obrigaram a agradecer.

E quando finalmente me deixaram ir embora, de madrugada, mancando, com o cu latejando e a boca com gosto de porra, o Sr. Ricardo me beijou na testa na porta e falou baixinho:

— Semana que vem o Paulo traz mais um amigo. Se prepara.

Eu desci as escadas do condomínio sentindo a porra dos três escorrendo na parte de dentro da coxa, dentro do fio dental da filha dele.

E a única coisa que eu conseguia pensar era:

Eu realmente virei a mulherzinha do pai do meu amigo.

E agora era de uso coletivo. Clica em meu nome e leia texto em meu perfil aqui.

Lucas

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