A noite caiu sobre a casa e Laura sentiu o pavor subir pela espinha quando ouviu os passos de Marcos no corredor. Ele entrou no quarto sem pressa, os olhos fixos nela, o raspador de língua de metal ainda no bolso da calça. Laura estava sentada na beirada da cama, as coxas ainda brilhando dos fluidos da cozinha, o corpo já tremendo antes mesmo de qualquer toque. Marcos a agarrou pelo braço e a jogou de costas no colchão com um movimento seco. O corpo magro quicou no lençol e antes que ela pudesse reagir ele já estava sobre ela, prendendo os pulsos nas pontas da cama com as tiras de couro. O couro rangeu contra a pele dos pulsos, apertando o suficiente para marcar, e Laura soltou um gemido baixo. Marcos passou para os tornozelos, separando as pernas dela até que as coxas se abrissem completamente, expondo a vulva ainda úmida e brilhante no ar frio do quarto. As solas dos pés de Laura ficaram voltadas para cima, a pele vermelha e sensível da sessão anterior ainda latejando. Marcos puxou a última tira de couro e prendeu o tornozelo direito na ponta da cama. Laura estava completamente aberta, imóvel, os braços e pernas esticados em X. Ele se inclinou sobre ela e lambeu uma lágrima que já escorria pelo canto do olho dela. — Agora você é minha escrava de cócegas, murmurou ele, a voz baixa e controlada, os lábios roçando a orelha de Laura. Ela tentou puxar os pulsos, mas o couro não cedeu. Marcos abriu a gaveta ao lado da cama e tirou um frasco de óleo. Despejou o líquido nas solas dos pés de Laura, o óleo frio escorrendo pelo arco e pingando no lençol. Ele espalhou com os polegares, cobrindo cada centímetro da pele sensível, massageando a almofadinha sob os dedos, o calcanhar, o arco. Laura já ria baixinho, um riso nervoso e involuntário, os dedos dos pés se curvando. — Por favor, Marcos, não.. — ela implorou, a voz rouca e quebrada. Ele ignorou. Tirou o raspador de língua de metal do bolso e segurou o cabo frio entre os dedos. A ponta fina de metal tocou o arco do pé direito de Laura e ela soltou um guincho. Marcos deslizou o raspador devagar, a ponta riscando a pele encharcada de óleo, e Laura explodiu numa gargalhada descontrolada. O metal raspou entre os dedos do pé, na pele fina e sensível, e ela riu até perder o fôlego. — Isso, escravinha, ria para mim, disse Marcos, a voz calma enquanto o raspador descia pelo arco do pé e subia de novo, traçando linhas lentas e torturantes. Laura se debateu contra as cordas, os pulsos puxando o couro, os tornozelos se retorcendo, mas o corpo estava preso e aberto. O raspador atacou a almofadinha sob os dedos e ela gritou, uma gargalhada estrangulada que virou chiado, a baba começando a escorrer pelo canto da boca. Marcos largou o raspador e pegou a escova de dentes velha na gaveta. As cerdas duras brilhavam na luz do abajur. Ele segurou o tornozelo esquerdo de Laura com força e esfregou a escova em círculos na base dos dedos do pé. As cerdas castigaram a carne sensível e Laura perdeu o controle completamente. O riso virou um som animalesco, as gargalhadas se transformando em chiados agudos, a baba escorrendo pelo queixo e molhando o travesseiro. Os dedos dos pés se curvaram involuntariamente, as pernas tremendo contra as cordas, os músculos das coxas contraindo em espasmos. A escova desceu para o calcanhar, esfregando com força, e Laura chorava de rir, as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos e se misturando com a baba no travesseiro. A vagina de Laura contraiu no ar, um espasmo involuntário, e o líquido vaginal gotejou no lençol entre as coxas abertas. O corpo respondia à tortura com excitação, a vulva pulsando e brilhando, os fluidos escorrendo pela pele interna das coxas. Marcos viu o brilho entre as pernas dela e sorriu. — Até sua boceta está chorando, escravinha, disse ele, a voz cheia de deboche. Ele esfregou a escova com mais força na almofadinha do pé direito e Laura soltou um grito quebrado, o corpo arqueado, os pulsos puxando o couro até a pele ficar vermelha. Ela riu até perder a voz, as gargalhadas virando apenas chiados roucos, a baba encharcando o travesseiro, as lágrimas quentes escorrendo sem parar. Marcos finalmente parou. Guardou a escova na gaveta, depois o raspador de metal, os movimentos calmos e controlados. Laura ofegava no colchão, o rosto molhado de lágrimas e baba, o peito magro subindo e descendo em arrancos, as solas dos pés ardendo e latejando. Ele se inclinou sobre ela e beijou a testa suada. — Boa noite, escravinha, murmurou ele, a voz baixa e satisfeita, antes de apagar o abajur e deixá-la amarrada na escuridão, o corpo ainda tremendo.
Os Pés Sensíveis da Irmã A rotina da escuridão Parte 4
Da série Os Pés Sensíveis da Irmã
Um conto erótico de Lerolero
Categoria: Heterossexual
Contém 807 palavras
Data: 14/08/2026 01:12:41
Assuntos: aventura doméstica, brincadeira em casa, brincadeira familiar, brincadeira inocente, celular, cena divertida, cócegas, comédia familiar, competição divertida, confusão, desafio engraçado, desafio entre irmãos, desafio inesperado, disputa familiar, disputa pelo celular, Gargalhadas, Heterossexual, história de família, humor familiar, irmão e irmã, irmãos, momento engraçado, Pegadinha, provocação, revanche, risadas, rivalidade entre irmãos, segredo, situação inesperada, TRAVESSURA, vingança divertida
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial
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