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Os Pés Sensíveis da Irmã A rotina da escuridão Parte 4

Um conto erótico de Lerolero
Categoria: Heterossexual
Contém 807 palavras
Data: 14/08/2026 01:12:41
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

A noite caiu sobre a casa e Laura sentiu o pavor subir pela espinha quando ouviu os passos de Marcos no corredor. Ele entrou no quarto sem pressa, os olhos fixos nela, o raspador de língua de metal ainda no bolso da calça. Laura estava sentada na beirada da cama, as coxas ainda brilhando dos fluidos da cozinha, o corpo já tremendo antes mesmo de qualquer toque. Marcos a agarrou pelo braço e a jogou de costas no colchão com um movimento seco. O corpo magro quicou no lençol e antes que ela pudesse reagir ele já estava sobre ela, prendendo os pulsos nas pontas da cama com as tiras de couro. O couro rangeu contra a pele dos pulsos, apertando o suficiente para marcar, e Laura soltou um gemido baixo. Marcos passou para os tornozelos, separando as pernas dela até que as coxas se abrissem completamente, expondo a vulva ainda úmida e brilhante no ar frio do quarto. As solas dos pés de Laura ficaram voltadas para cima, a pele vermelha e sensível da sessão anterior ainda latejando. Marcos puxou a última tira de couro e prendeu o tornozelo direito na ponta da cama. Laura estava completamente aberta, imóvel, os braços e pernas esticados em X. Ele se inclinou sobre ela e lambeu uma lágrima que já escorria pelo canto do olho dela. — Agora você é minha escrava de cócegas, murmurou ele, a voz baixa e controlada, os lábios roçando a orelha de Laura. Ela tentou puxar os pulsos, mas o couro não cedeu. Marcos abriu a gaveta ao lado da cama e tirou um frasco de óleo. Despejou o líquido nas solas dos pés de Laura, o óleo frio escorrendo pelo arco e pingando no lençol. Ele espalhou com os polegares, cobrindo cada centímetro da pele sensível, massageando a almofadinha sob os dedos, o calcanhar, o arco. Laura já ria baixinho, um riso nervoso e involuntário, os dedos dos pés se curvando. — Por favor, Marcos, não.. — ela implorou, a voz rouca e quebrada. Ele ignorou. Tirou o raspador de língua de metal do bolso e segurou o cabo frio entre os dedos. A ponta fina de metal tocou o arco do pé direito de Laura e ela soltou um guincho. Marcos deslizou o raspador devagar, a ponta riscando a pele encharcada de óleo, e Laura explodiu numa gargalhada descontrolada. O metal raspou entre os dedos do pé, na pele fina e sensível, e ela riu até perder o fôlego. — Isso, escravinha, ria para mim, disse Marcos, a voz calma enquanto o raspador descia pelo arco do pé e subia de novo, traçando linhas lentas e torturantes. Laura se debateu contra as cordas, os pulsos puxando o couro, os tornozelos se retorcendo, mas o corpo estava preso e aberto. O raspador atacou a almofadinha sob os dedos e ela gritou, uma gargalhada estrangulada que virou chiado, a baba começando a escorrer pelo canto da boca. Marcos largou o raspador e pegou a escova de dentes velha na gaveta. As cerdas duras brilhavam na luz do abajur. Ele segurou o tornozelo esquerdo de Laura com força e esfregou a escova em círculos na base dos dedos do pé. As cerdas castigaram a carne sensível e Laura perdeu o controle completamente. O riso virou um som animalesco, as gargalhadas se transformando em chiados agudos, a baba escorrendo pelo queixo e molhando o travesseiro. Os dedos dos pés se curvaram involuntariamente, as pernas tremendo contra as cordas, os músculos das coxas contraindo em espasmos. A escova desceu para o calcanhar, esfregando com força, e Laura chorava de rir, as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos e se misturando com a baba no travesseiro. A vagina de Laura contraiu no ar, um espasmo involuntário, e o líquido vaginal gotejou no lençol entre as coxas abertas. O corpo respondia à tortura com excitação, a vulva pulsando e brilhando, os fluidos escorrendo pela pele interna das coxas. Marcos viu o brilho entre as pernas dela e sorriu. — Até sua boceta está chorando, escravinha, disse ele, a voz cheia de deboche. Ele esfregou a escova com mais força na almofadinha do pé direito e Laura soltou um grito quebrado, o corpo arqueado, os pulsos puxando o couro até a pele ficar vermelha. Ela riu até perder a voz, as gargalhadas virando apenas chiados roucos, a baba encharcando o travesseiro, as lágrimas quentes escorrendo sem parar. Marcos finalmente parou. Guardou a escova na gaveta, depois o raspador de metal, os movimentos calmos e controlados. Laura ofegava no colchão, o rosto molhado de lágrimas e baba, o peito magro subindo e descendo em arrancos, as solas dos pés ardendo e latejando. Ele se inclinou sobre ela e beijou a testa suada. — Boa noite, escravinha, murmurou ele, a voz baixa e satisfeita, antes de apagar o abajur e deixá-la amarrada na escuridão, o corpo ainda tremendo.

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