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Sou casada com sonho realizado, transei com meu pai

Um conto erótico de GabLee
Categoria: Heterossexual
Contém 1589 palavras
Data: 13/08/2026 20:42:05

Anna é uma jovem de 26 anos, magrinha, cabelo comprido, usa ósculos, rosto fino, tetas bicudas, mamilos grandes, silhueta de atriz porno, porém muito crente, seu pai é pastor, um homem moreno, careca, corpo em dia, saude também, ela mais alto que ela, embora casada, ficam sozinhos na casa do pai, ele vai mamar em suas tetinhas, sem resistir e se entregar, ela vai se despir, com muita saudades vai montar na pirocona do pastor seu pai, mamãe e genro fora, a filha de pernas abertas e mamando vai dar o prazer que faz tempo que seu pai não tem, comer a ovelhinha filha vai ser uma benção

A casa do meu pai estava silenciosa de um jeito que só a ausência da minha mãe conseguia criar, pois ela fala demais dente do céu kkk. Um silêncio total, sem os sermões dela e de todos os desejos dela para mim que me sufocam, mesmo casada, mas meu pai é bem mais tranquilo, ele é pastor em uma igreja pentecostal.

Eu, Anna, de pé na sala de estar, com meu vestido evangélico, modesto até o pescoço, como uma mentira contra a minha pele, usava aquela roupa porque meu marido gosta e minha mãe também. Meus óculos sempre embaçavam na casa dos meus pais.

Ele estava sentado no sofá, meu pai, um homem moreno e careca. A camisa social branca estava aberta no colarinho, ele segurava um copo de água vazio. A aliança dele brilhava e eu só pensava que meu marido e minha mãe estavam fora do meu caminhoo. Uma viagem de fim de semana.

“Está tudo bem, Anna?” A voz dele era grave, aquela voz que comandava um rebanho inteiro aos domingos.

Minha boca estava seca. “Tudo, pai.”

Mas nada estava. Cada batida do meu coração eu queria pecar com meu pai. Eu me aproximei, não como uma filha, mas uma filha pegando fogo. Parei diante dele. Ele olhou para cima, e nos seus olhos escuros eu não vi o pastor. Vi o homem viril e eu o desejei, meu deus do céu.

Sem dizer uma palavra, meus dedos trêmulos foram abrindo botões do meu vestido. Um por um. O tecido cedeu, senti o ar frio da sala. Deixei o vestido cair aos meus pés. Fiquei só de calcinha, meus seios livres, os mamilos grandes e escuros já duros, pontudos como ele sempre os chamava quando era mais nova e ele fingia não notar. A silhueta de atriz pornô em um corpo de ovelha crente.

Ele parou de respirar. Um gemido rouco saiu da garganta dele. “Anna… não pode.”

“Pode,” eu sussurrei, minha voz sumindo. “Eles não voltam até domingo.”

E então ele se moveu. Não como um pai, mas como um animal faminto. Suas mãos, aquelas mãos que batiam na Bíblia, envolveram minha cintura magra e me puxaram para o colo dele no sofá. A força dele me tirou o ar. Senti o corpo dele quente através da roupa, e então, inconfundível, o volume do pau dele já enorme e rígido pressionando contra a minha coxa, senti que ele também queria.

Ele colocou o rosto entre meus seios “Minhas tetinhas,” dizia ele e gemeu, a voz embargada de uma culpa que já não importava. “Minha menina linda.”

Senti seus lábios em volta de um mamilo, e eu arquei as costas, um grito abafado saindo dos meus lábios. A sucção na minha tetinha, eu gananciosa, em uma onda de choque tão intensa que meus dedos se enterraram nos cabelos grisalhos dele. Ele chupou, lambeu, mordiscou a ponta dura até eu gemer, estávamos perdidos um pelo outro naquele calor. A outra mão dele apertava minha coxa, os dedos subindo, subindo, até encontrar a borda da minha calcinha, aiiiii eu estava louca.

“Pai,” falei baixinho.

Ele soltou meu seio com um som molhado e olhou para mim. Seu rosto estava inchado de desejo, os olhos negros como breu. “Você está molhadinha pra mim, Anna? Sua bucetinha tá pingando de tanto querer?”

Eu balancei a cabeça, sim, incapaz de falar. Sua mão desceu por dentro da minha calcinha, e dois dedos largos e ásperos encontraram minha xoxota. Eu estava encharcada.

“Sua putinha safada,” ele murmurou, enquanto os dedos dele esfregavam meu clitóris, uma pressão direta e experiente que me fez estremecer. “Sempre foi. Eu via nos seus olhos na igreja.”

Ele penetrou-me com dois dedos de uma vez, e eu gritei, me contorcendo no colo dele. A sensação de ser preenchida, invadida por aquela mão, era avassaladora. Ele movia os dedos dentro de mim, um vai e vem curto e profundo, a palma da mão esfregando contra meu clitóris a cada entrada.

“Assim, pai, assim…” eu gemia, minha cabeça jogada para trás, minhas mãos agarradas aos ombros largos dele.

Ele me beijou então. A boca dele, que pregava misericórdia, agora invadia a minha com língua e dentes. Senti o gosto do uísque nele, que safado. Era proibido, era nojento, sim, mas era tudo que eu queria. Sua mão livre agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás para ele morder meu pescoço, enquanto os dedos dentro de mim aceleravam.

“Hoje vou te fazer gozar minha filha.” Com um movimento brusco, ele me levantou do colo e me colocou de joelhos no sofá, de costas para ele. Minha calcinha foi arrancada com um puxão seco que rasgou o tecido. O ar frio bateu na minha buceta exposta, latejante e vazia. Eu ouvi o som do seu cinto sendo aberto, do zíper descendo. Meu coração batia como um tambor na minha cabeça e minha buceta doida para engolir a rola dele.

Então eu senti. A cabeça quente e larga do pau dele pressionando contra minha entrada, escorregando pela minha umidade. Ele era enorme, uma espessura que fez meu corpo tremer de antecipação e um medo primitivo.

“Você quer isso?” a voz dele veio rouca atrás de mim. “Você quer o pau do seu pai, Anna?”

“Quero,” eu soluçuei, empinando mais o quadril pra entrar bem gostoso, oferecendo-me para meu papai pastor. “Por favor, pai, me fode.”

Ele não precisou de mais convite. Com um único empurrão brutal, ele enterrou-se dentro de mim até o fim.

O grito saiu da minha boca. Era um uivo de dor e prazer tão fundos que se misturavam. Ele me preencheu completamente, rasgando qualquer resistência, e por um momento ele ficou imóvel, deixando-me sentir cada centímetro daquele pau duro e pulsante dentro de mim.

“Caralho,” ele gemeu, “Você é tão apertada… minha putinha teu marido não te fode não?.”

Eu me adaptava a ele, meu corpo cedendo, a dor inicial se transformando em uma fricção abrasadora que incendiou. Logo, o ritmo aumentou. Ele me fodia com força, cada investida jogando meu corpo para frente, cada puxada fazendo um som úmido e alto que ecoava na sala silenciosa com biblia espalhada pela casa.

Suas mãos seguravam me seguravam, depois deslizaram para minhas nádegas, abrindo-me, e eu senti a ponta do seu dedão pressionar contra meu cuzinho.

“Hummmm esse também vai ser meu um dia,” ele rosnou, e a promessa obscena me fez gemer mais alto.

Eu estava me segurando no braço do sofá, estava suaa. Cada pancada dele acertava um ponto dentro de mim que me deixava louca. O mundo se reduziu ao som da nossa respiração ofegante, aos gemidos, aos meus gritos abafados, ao impacto úmido das nossas carnes se encontrando.

“Vou gozar, pai,” eu avisei, minha voz estridente. “Vou gozar no seu pau que se foda!”

“Goza,” ele ordenou, o ritmo ficando descontrolado, brutal. “Goza no pau do seu pai, sua vagabunda. Ensopa ele todinho.”

Foi o que eu fiz. O orgasmo explodiu em mim como um raio, começando no meu centro e se espalhando por cada fibra do meu corpo. Eu tremi, meu interior se contraindo em espasmos loucos em volta dele, um fluxo quente de líquido jorrando entre minhas pernas. Nunca gemi daquele jeito, êxtase puro.

Meu clímax foi o gatilho dele. Com um rugido abafado, ele enterrou-se até o talo e parou. Senti o jorro quente da porra dele dentro de mim, pulsando, enchendo-me. Ele gemeu, um som longo e rouco, e seus quadris deram pequenas estocadas finais, espremendo cada gota.

Por um longo momento, ficamos assim. Ele curvado sobre minhas costas, ofegante, ainda dentro de mim. Eu, derretida contra o sofá, suada sentindo o calor da semente dele escorrer pelas minhas coxas. O cheiro de sexo e suor era pesado no ar.

Ele saiu de mim devagar, e eu caí de lado no sofá, exausta, latejante. Ele caiu ao meu lado, as calças ainda nos joelhos, o pau dele agora mole e brilhante com nossos fluidos misturados kkk. Pairou um silencio por um momento.

Ele virou a cabeça para olhar para mim. Seus olhos ainda estavam escuros, mas agora com uma satisfação pesada, animal. Ele ergueu a mão e passou o dedo por uma linha de porra que escorria da minha buceta para minha coxa. Levou o dedo à boca e lambeu, sem desviar o olhar de mim.

“Ainda tem dois dias até eles voltarem,” ele disse, a voz ainda rouca. “E você ainda tá de calcinha rasgada no meu sofá.”

Ele se moveu, colocando-se sobre mim novamente, seu corpo pesado e suado aninhando-se entre minhas pernas. O olhar dele não pedia desculpas, não refletia. Só fome de novo, já renascendo. E dentro de mim, algo ainda latejava, respondendo.

Eu sabia que ainda teria mais loucuras entre nós, com certeza meu cuzinho não ia escapar da vara do meu pai, o pastor vai consolar com sua vara a xoxota e buraquinho da ovelhinha aqui.

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