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O Demônio e a Megera – Episódio 35 (o xixi da Ay e outras delícias)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3604 palavras
Data: 13/08/2026 17:32:37
Última revisão: 13/08/2026 19:57:09

Fomos eu e Ay para o banheiro tomar banho com a porra do Gabriel e do Demônio escorrendo pelas nossas pernas. Minha buceta já estava sensível de tanto levar pau. Já tinha perdido as contas dos meus orgasmos e meu cu estava com uma ardência gostosa de ter levado até o fundinho o pau do Gabriel, ainda sentadinha no colo do meu amor.

- Caralho, Megerinha, o clima está pegando fogo nessa casa. Que porra de tesão que não passa – comentou Ay, fazendo carinha de tarada ninfomaníaca.

- Você comeu minha bucetinha pela primeira vez – respondi, enquanto Ay temperava a água do chuveiro.

- Gostou, sua puta? – provocou.

- Ainda mais com o pau do Gabriel enterrado no meu cu depois de o Demônio ter me feito gozar socando na minha buceta. É o paraíso – brinquei, com a xoxota latejando, que não parava de jeito nenhum.

- Pode entrar no chuveiro, que eu vou fazer xixi.

- Não! Faz em mim.

- Tá falando sério, meu amor?

- Claro, porra. Tu faz xixi em todo mundo, menos em mim. Já fez até no Demônio e ainda deixou a gente sem cama para dormir.

- Kkkkkkkkkkkkkkk!

- Eu também sou filha de Deus – protestei.

- Tá, deita no chão que eu vou mijar nessa sua carinha de puta safada.

Fiz o que mandou e deitei no chão do box. Tive que encolher as pernas, porque não cabia esticada naquele espaço, mas nada que prejudicasse o prazer de saber que ia ser o piniquinho do meu amor.

Ay se abaixou, pernas abertas e aquela buceta linda se aproximando do meu rosto. A água do chuveiro caindo nas minhas pernas e a Ay prestes a fazer xixi em mim. Eu já estava prestes a gozar de expectativa.

Quando o líquido dourado começou a sair de sua buceta amada, veio direto nos meus lábios fechados. Eu abri na hora, deixando aquele líquido sagrado entrar na minha boca. Cheguei a engolir um pouco, o que me deixou enlouquecida de tesão. Ay também respirava pesado de excitação. Seu mijo banhou meu rostinho agradecido, enquanto meu corpo se debatia de prazer.

A filha da puta tinha bebido bastante cerveja e aquela sessão de mijo foi demorada, com um cheiro bem forte, que me enlouquecia. Foi quando entendi por que as pessoas amavam tanto o xixi da Ay. Era tão bom quanto o da Cinthia, minha rainha.

- Esfrega a buceta na minha cara – pedi, quando terminou de me fazer de pinico.

Tão excitada quanto eu, Ay sentou em meu rosto, me sufocando com o nariz enfiado em seu reguinho delicioso e começou a esfregar a buceta mijada na minha boca. Eu não perdi tempo, e enfiei a língua, sentindo aquela mistura de sabores afrodisíaca de mijo com tesão e restinho de porra do Demônio. Caralho, eu gozei esfregando meu grelo com as mãos, querendo ficar o resto da vida ali, embora a bunda da Ay estivesse me asfixiando, enquanto rebolava deliciosamente na minha cara.

Ay gemeu alto e gozou na minha boca, me fazendo sentir no paraíso e, imagino, ela também. Só então, após se recuperar de mais um orgasmo, se levantou e deitou em cima de mim, invadindo minha boca com sua língua, desfrutando comigo dos sabores dela própria. Foi um beijo sedento, indecente, com nossos corpos colados e se esfregando, que dava vontade de nunca mais parar.

A gente se beijava, se esfregava e as duas gemiam descontroladas, num ritual de paixão demoníaco, rolando no chão.

- Eu te amo – choramingou.

- Eu também te amo – sussurrei em seu ouvido, enquanto lambia sua orelha, levando Ay a se debater de prazer e atacar vorazmente o meu pescoço com a língua, acabando por me dominar, deixando meu corpo todo entregue.

Não resisti e pedi:

- Me bate! Bate na minha cara – supliquei, totalmente descontrolada.

Ay sentiu o que eu queria e não me negou. Ela nunca negaria. Desferiu um tabefe nada delicado no meu rosto, que me fez rosnar de prazer.

- Gosta de apanhar sua piranha?

- Ai, gosto. Maaaaiiiissss, bate mais!

Ganhei uma sequência de três tapas, que fizeram meu rosto arder e minha buceta piscar.

- Maaaaaaiiiisssss!

- Foram vários tabefes, deitada no chão do banheiro, sentindo aquele cheiro de sexo, mijo da Ay e tesão.

- Abre a boquinha para a Ay, abre piranha.

Abri e recebi seu cuspe, que escorreu lentamente da sua boca, formando um fio, me deixando completamente em transe.

- Maaaaiiiiissss – supliquei.

Ay lambeu meu rosto do queixo até a testa e passou a me lamber feito uma cadela, enquanto seus dedos atacaram meu grelinho sensível. Enfiou a língua em minha orelha, me deixando completamente atordoada, me deu um tapão no rosto e enfiou a língua na minha boca, me deixando prestes a enlouquecer sendo dominada daquele jeito.

- Aaaaaiiiiiieeeeeee, Ay, vai me enlouquecer assim – gritei, tendo tremedeiras como poucas vezes experimentei, num estado de êxtase absoluto.

Gozei nos seus dedos esguichando e chorando de soluçar, as lágrimas banhando meu rosto.

- É assim que você gosta, piranha? É assim que a Cínthia faz com você, putinha submissa, que gosta de apanhar?

- Ai, Ay, porra – choraminguei. A menção ao nome da Cínthia me remetendo a doces lembranças.

Ay voltou a subir no meu rosto e voltou a esfregar aquela buceta divina na minha cara, me deixando completamente rendida, a buceta latejando sem parar. Nem a língua eu usava mais. Não tinha forças para nada, só me entreguei completamente até Ay gozar no meu rosto novamente, emitindo gemidos altos.

Nem sei quanto tempo durou aquilo. Só sei que entrei quase em estado catatônico. Quando terminou, Ay não conseguia me fazer levantar do chão, o rosto ardido, a buceta latejando e a mistura daquele gosto e daquele cheiro do xixi da Ay, do seu hálito e dos fluidos da sua buceta me deixando tonta e sem forças.

Ay teve que direcionar o chuveiro na direção do meu rosto para me despertar do transe, conseguindo me fazer me levantar e me ajudando a tomar banho.

- Você acabou comigo – murmurei.

- Foi bom?

- Uma das melhores coisas que eu já experimentei na minha vida. Promete que vai me dominar assim sempre.

- Tudo que te der prazer, meu amor – respondeu, enquanto me ensaboava, suas mãos acariciando minha pele deliciosamente, de um jeito tão carinhoso que me deixava mais mole do que eu já estava.

- Caralho, Ay! Caralho! Puta que o pariu, Ay! Meu corpo está dando choques até agora.

- Isso é bom ou ruim, minha princesinha?

- Bom pra caralho. Promete que vai fazer xixi em mim todo dia? Quero ser seu penico particular.

- Prometo. A Ay vai fazer xixi nessa sua carinha safada todos os dias.

- Não fala assim que você me deixa com tesão – choraminguei enquanto Ay me enxugava.

- Mais sua puta?

- Não passa nunca, amor.

- Vamos para a caminha, que eu vou fazer uma coisa bem gostosa com você.

Ay me deitou na cama, vestiu a cinta, me colocou de bruços e deitou em cima de mim, beijando e lambendo minha nuca e metendo o pau na minha buceta.

- Tá gostoso assim?

- Uma delícia. Me come. Come sua puta – choraminguei, já sem forças para gemer mais alto.

Acabei adormecendo depois que gozei – eu já não aguentava mais gozar - com o pau da Ay socando minha bucetinha e beijando minha nuca. Estava tão gostoso, que eu não queria mais que parasse. Ainda ouvi as vozes dos nossos donos no quarto, mas não conseguia discernir o que falavam.

Quando voltei a despertar, sem ter ideia da hora, estava sozinha na cama. Meu corpo estava todo relaxado, mas, ao mesmo tempo, eu sentia fome e sede. Com muito custo, consegui me levantar. Estava completamente nua. Saí do quarto, a luz da sala estava acesa e ouvi a voz do Demônio na varanda. O cheiro da carne chegou junto. Os três estavam lá, bebendo cervejas, beliscando o churrasco e jogando conversa fora.

Quando me viu, o Demônio veio em minha direção e me abraçou, aquele abraço gostoso da minha vida.

- Recebeu tratamento carinhoso da Ay, minha rainha? – provocou.

As lembranças vieram lentamente à minha mente.

- Ela quase me enlouqueceu, amor.

- Bem-vinda ao clube, princesa. Você está linda nua e toda lânguida assim. Melhor colocar uma roupa ou eu não resisto.

- Come a Ay, amor. Eu só quero comer comida. Estou louca de fome e sede. Quero cerveja – choraminguei.

O Demônio foi comigo até o quarto e esperou enquanto eu vestia uma camisola e uma calcinha. Quando cheguei na varanda de novo, Gabriel veio me dar um abraço. Eu já estava mais desperta.

- Cerveja, amor!

Ele me deu um beijo carinhoso nos lábios.

- Péra, que eu vou fazer um prato para você.

A minha cara devia ser de acabada mesmo, porque eles me tratavam como se eu tivesse sido atropelada por um trem bala.

- Que horas são? – perguntei.

- Nove e meia – respondeu Ay, que me puxou pelo braço, me fazendo sentar em seu colo, me arrepiando toda só de sentir seu contato.

Bebi meio copo de cerveja de uma vez.

- Você dormiu com meu pau dentro da sua bucetinha – provocou Ay.

- Estava tão gostoso – respondi, ainda com a voz lânguida.

- Está me devendo tratamento igual.

- Quer conhecer a Lavignia, sua puta?

- Olha lá o que você promete.

- Cuidado com o que você deseja, Ay – provocou o Demônio.

Nisso, Gabriel volta com um prato com arroz e salada. Vai até a churrasqueira e tira a carne para mim.

- Come, minha gatinha linda, que depois de ser dominada pela Ay, com xixi e tudo, tem que recuperar as forças.

Comi igual uma esfomeada e logo estava recuperada, participando da conversa animada, trocando beijos e carícias apaixonadas com a Ay. Na verdade, ainda mais apaixonada depois que aquela puta quase me enlouqueceu.

- Por falar nisso, Megerinha, já convidou a Cínthia para vir no carnaval? – perguntou Ay no meio da conversa.

- Estava esperando você me cobrar. Vou mandar mensagem agora mesmo.

“Boa noite, Rainha. A Ay convidou você para vir ao Rio no Carnaval. Você vem, não vem?”

- Pronto, mandei.

“Sério?”, respondeu Cínthia.

“Muito sério. E o Demônio mandou você vir. Falou que não aceita insubordinação”, menti, embora sabendo que André concordaria com isso.

Gabriel estava com os olhos arregalados de expectativa.

“Será que a Ay vai querer me bater?”

“Com certeza”, respondi.

“Que delícia”, respondeu a puta.

“Ela me bateu hoje e fez xixi em mim. Eu quase desmaiei de tanto tesão”

“Essa mulher deve ser uma delícia pessoalmente. Já estou apaixonada por ela”, respondeu Cínthia, toda assanhadinha.

“Você nem imagina o quanto”

“Mas você não respondeu. Você vem, né? Juro que ajudo a Ay a te bater e a gente ainda vai te fazer de empregadinha da casa”, provoquei.

“Tá querendo me fazer gozar à distância, sua puta? Vou ter que recorrer ao consolo assim”

Mostrei a conversa e Gabriel fez cara de espantado, enquanto o Demônio balançava a cabeça negativamente e Ay se esbaldava de rir.

- Fala que eu mandei um beijo de língua para ela – propôs Ay.

Mandei o recado, como solicitado pela minha gatinha brutamontes.

“Manda outro para ela”

Transmiti o recado a Ay.

“Você vem?”

“Deixa só eu ver como estão minhas economias e ver como vai ficar no meu trabalho. De repente, eu consigo passar uma semana aí”

“Uau! Quando vem a resposta definitiva?"

“Amanhã ou terça acho que eu já tenho”

“Vamos esperar ansiosos. Beijo e uma lambida na sola dos pés, minha rainha”

“Te amo. Estou muito feliz por terem lembrado de mim”

“Foi a Ay que convidou. Ela deve estar querendo uma pessoa diferente para bater e fazer xixi”

“Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”

“E o Gabriel também está ansioso pra te conhecer. Falou que você é uma perdição de tão linda e gostosa”

“Já vi que isso não vai prestar”

“Bj, te amo”

Cínthia respondeu com um coraçãozinho.

- Ela vai ver as economias dela, vai tentar conseguir umas folgas no trabalho e responde até terça.

- Já viu, não é, namorado? Não bastasse duas, teremos que lidar com três malucas durante uma semana – brincou o Demônio.

- Porra, Demônio, eu não perco isso por nada. Do jeito que vocês falam, eu tô doido para conhecer essa mulher.

- Eu imagino o “conhecer” a que você se refere. Tem que saber primeiro se eu vou deixar você se engraçar com aquela gostosa – reagiu Ay.

- Não se esqueça de que você também depende da minha permissão. Se eu não der, nada de lamber a bucetinha da Cínthia.

- E ainda tem que pedir permissão ao Demônio, que é o dono dela – polemizei.

- Vocês querem parar de falar da minha propriedade como se ela fosse um objeto sexual? Nem sabem ainda se ela vem, já estão nesse assanhamento todo – protestou André.

- Ela é sua propriedade e nós é que estamos tratando ela como objeto? Gostei da sua lógica – reagiu Ay.

- Tá reclamando de que, putinha mijadeira? Você também é minha propriedade – provocou o Demônio, levando todos as gargalhadas.

- Porra, falando assim, tu me deixa excitada, caralho – reagiu Ay, pulando no colo do Demônio e lhe tascando um beijo suculento, que fez minha buceta reagir de novo.

- Vai começar a putaria de novo? Eu não aguento mais. Tô toda assada de tanto levar pica e com o corpo sensível de ser dominada pela Ay.

- Você aguenta, Megerinha. Sempre cabe mais uma bombada nessa bucetinha ninfomaníaca – provocou Gabriel, me olhando com uma cara de safado, que fez até meus mamilos endurecerem.

- Só se for bem com carinho.

- Crianças, vossa rainha Ay vai para a caminha, que amanhã eu tenho que trabalhar. O Demônio vai dormir comigo que eu quero me lambuzar nesse pauzão baiano antes de dormir abraçadinha com meu namorado lindo.

- Você falando assim, eu fico com ciúmes, Ay – protestou o Gabriel.

- Deixa ela aproveitar, amorzinho, que eu também quero dormir com meu surfista lindo. Com o Demônio eu já durmo o ano inteiro. A gente tem que aproveitar para variar, não é gatinha? – intervim.

- Ainda mais com essa fartura de gostosuras. Que mulher que resiste a uma degustação? – provocou Ay, estalando um beijo nos lábios de Gabriel e outro no meu, e já puxando o Demônio para o quarto.

Nos dias que se sucederam, a dinâmica era essa. Ay dormia com meu maridinho e eu com o dela, como se houvéssemos trocado de namorados, embora os dois fossem namorados das duas. Nossos banhos juntas se tornaram nosso momento e o banheiro nosso parque de diversões lésbico. Quando nos trancávamos no banheiro, Gabriel e André já sabiam que o banho não demoraria menos de uma hora.

Gabriel tinha tirado férias para ficar conosco. Enquanto Ay trabalhava, íamos diariamente à praia e fazíamos passeios deliciosos, eu ele e o Demônio. À noite, para variar, cervejas e conversas deliciosas.

Na terça à tarde, Cínthia confirmou. Chegaria na sexta de carnaval à noite e ficaria até o domingo seguinte. O mais curioso é que a mais eufórica com a notícia era a Ay, o que me deixou feliz, pois queria muito que minhas amadas se dessem bem e pudessem lamber uma a bucetinha da outra bem gostoso. Ay sabia disso e o jeito como demonstrava seu amor por mim me deixava a cada dia mais louca por ela, que dava vontade de apertar até espremer aquela delícia de mulher.

Com o Gabriel, dormir com ele praticamente a semana inteira fez com que ficássemos ainda mais próximos. Desde aquela trepada na cozinha no dia que chegamos ao Rio, nosso sexo se tornou mais selvagem, mais faminto, fora os fetiches, que eram deliciosos. Ele me deixava amarrá-lo na cama e bater nele enquanto cavalgava sua pica. Esfregava a buceta naquela carinha linda e ainda me deixou comer o cuzinho dele duas vezes.

Como recompensa, ele me torturava com aqueles vibradores no cu e na buceta, me fazia andar de quatro, me puxando pela coleira e com o plug de rabinho atolado no cu, me mandava latir, balançar o rabinho, dar a patinha e lamber as pernas dele feito uma cachorrinha, o que me deixava quase surtando de tesão.

Então, a dinâmica era essa. Durante o dia, eu era a mulher do Demônio. Às vezes a gente se trancava no quarto para dar uma trepada e matar a saudade, já que à noite a Ay monopolizava meu homem. Na hora do banho, eu era a mulher da Ay. E na hora de dormir eu era a mulher do Gabriel. Em outras palavras, era como viver no paraíso, com muito sexo gostoso, muitas horas de praia e conversas deliciosas com meus três namorados na parte da noite, entre o meu banho erótico com a Ay e a hora de dormir.

Foi em uma dessas conversas, em que o assunto era literatura, que surgiu a ideia da “Casa da Megera”, que só poderia ter surgido da mente genial da Ay.

- Você e a Cínthia são lindas. Só isso, já garante uma audiência grande. Vocês amam literatura, vivem lendo, são inteligentes e bem articuladas. É receita de sucesso garantido. O nome “Casa da Megera” dá uma grife perfeita. Vocês podem fazer lives maravilhosas. Começa uma vez por semana, depois vai ampliando. Podem fazer resenhas, debates sobre livros, falar sobre a vida dos autores, oferecer serviços às editoras para impulsionar lançamentos, entrevistar editores e autores... Além do canal, podem ter um site para escrever artigos, resenhas e até reportagens. Depois, expande para uma livraria online. Podem começar com dropshipping, depois expandir. Vocês vão viver na Disneylândia de vocês. E a gente ainda pode ajudar, produzindo conteúdo. Todo mundo ama literatura. Eu posso revisar os textos, ajudar vocês a lapidarem o estilo. Vai ser um sucesso, gatinha, vai por mim.

Quando Ay terminou de vender sua ideia, eu já estava me colocando dentro do projeto, completamente empolgada. Ainda tinha minha mãe, que é professora de letras e literatura, que poderia ajudar muito, inclusive escrevendo resenhas. Até o Demônio e o Gabriel estavam empolgados.

- Depois ainda perguntam por que eu sou apaixonado por essa mulher. Eu posso escrever sobre literatura política – exultou Gabriel.

- Eu também vou querer escrever sobre literatura – emendo o Demônio.

- Amor, você vai escrever o primeiro artigo sobre o “Poema em linha reta”, em homenagem ao dia em que eu descobri que você não era um playboy marrento e um desperdício de testosterona numa mente vazia – intervim.

- E nós ficamos amigos. Lembro como se fosse hoje da sua cara de espanto, o sorriso surgindo nos lábios e ficando toda simpática para o meu lado.

- Nossa, gente, que história linda! Uma amor que começou com um poema de Fernando Pessoa não é para qualquer um, né? – comentou Ay, toda embevecida.

No dia seguinte, falei sobre o projeto com Cínthia e com a minha mãe. As duas adoraram. Iniciava-se ali a minha nova versão da garota do Youtube.

Naquela noite, ficamos eu e Gabriel ainda uma hora namorando na varanda agarradinhos, trocando beijos demorados e carícias deliciosas, sem a pressa da Ay, até porque eu acreditava que minha buceta e meu cu não aguentariam mais pica. Mesmo assim, minha calcinha estava toda molhadinha de tesão.

Depois, fomos para o quarto e eu me deliciei mamando a rola do meu gatinho de ladinho, igual um bebezinho, até ele gozar na minha boquinha. Gabriel gozou com tanto gosto, que eu bebi tudinho e, não satisfeita, continuei chupando, não deixando seu pau nem amolecer. Não me aguentando de tesão, pedi para ele me comer de ladinho, bem carinhoso. Minha buceta estava tão sensível, que eu gozei duas vezes. A segunda foi quando ele se agitou e começou a se movimentar com mais urgência. Gozei gemendo toda manhosa e ele encheu minha bucetinha com seu leite sagrado. Depois, dormimos abraçadinhos, de conchinha, com ele dizendo que me amava, que eu era linda e que minha bunda estava muito gostosa.

Quando chegou a sexta-feira, de branca, eu estava preta, de tanto ir à praia. A pedido do Demônio, reservamos uma mesa para o ensaio da Portela, um lugar que é uma delícia. Eu amava os bloquinhos de carnaval. Ainda não havíamos ido a nenhum, mas seriam nossa rotina no sábado e no domingo. Mas eu ficava elétrica mesmo era quando íamos para os ensaios. O som da bateria e as músicas me deixavam alucinada, ainda mais depois que eu aprendi a sambar igual uma pretinha com a Ay. Que combinou de encontrarmos com o Zuzu e o namorado dele.

Só de falar em Zuzu e suas frases de efeito, o Demônio já dava gargalhadas. Sem contar que o amigo fraterno da Ay, um dos poucos que ela mantinha, que também era do ramo da moda, levava no pé, ao contrário do Demônio e do Gabriel, que no máximo dançavam balançando os braços, duros e sem jeito que só eles, e deixava a noite mais animada. E bota animada nisso. Na sexta, Ay trabalhou só de manhã e à tarde foi conosco para a praia, onde ficamos até quase anoitecer. Fomos assistir ao pôr do sol na Pedra do Arpoador e eu quase surtei com aquela visão tão linda.

Chegamos em casa por volta das 20 horas, jantamos e naquela noite eu e Ay, poupando energia para o final de semana, que prometia ser uma maratona interminável de blocos, não tomamos banho juntas, para evitar de uma querer fazer xixi, lamber a bucetinha e bater na outra.

Quando deu 22 horas, estávamos prontos para o início de nossa jornada foliã. Então, partimos rumo à Portela. Alô Madureira, olha a Megera, a pretinha passista da Bahia, chegando!

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Essa série é 100% autoral e exclusiva para a Casa dos Contos.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 52Seguidores: 44Seguindo: 40Mensagem Esse conto é 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos. Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01 Agradecemos pela companhia e pelos comentários. Saber o que pensam nossos leitores é tão importante quanto escrever.

Comentários

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As protagonistas neste capítulo foram as Ninfas em forma de Desejo Ardente, os Homens foram coadjuvantes de luxo, eu pensei que NUNCA iria me animar com uma cena com Golden Shower, estava totalmente enganado, os autores conseguem descrever um Sexo Hard transformado em Gude Gude, é uma descrição impecável de uma dinâmica Hard, mas com uma leveza e timings diferenciados, quando se percebe estão se cuspindo dentro da boca, mas com uma leveza devassa que parecem que estão trocando bitoquinhas na sala escondidas dos pais, é surreal essa capacidade. Sigam... Sigam... Sigam... Sigam... Por favor e obrigado.

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Mister Presidente!!

Onde eu consigo arrumar uma putinha mijadeira para mim??

Quero ter uma de todo jeito!!!

kkkkkkkkkkkkkkk

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Quando eles todos interagem em uma conversa eu piro sabia. E o mais incrivel!! Cinthia entrou na conversa por mensagens!!

Foi perfeito!

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Temos que dar parabéns para T&A

Eles conseguem escrever cenas com tanta leveza que mesmo aquelas que não simpativavamos gostamos pela descrição..

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Estava tão ansioso por esse capítulo que vcs não fazem idéia!

O que posso dizer é...Ufaaaa!!!

Megerinha de uma forma explendorosa nos explicou tudinho sobre essa dinâmica dessa turma maravilhosa!!

Amei cada linha!!!

Frase mais que honrosa!!

"- Deixa ela aproveitar, amorzinho, que eu também quero dormir com meu surfista lindo. Com o Demônio eu já durmo o ano inteiro. A gente tem que aproveitar para variar, não é gatinha? – "

E Zuzu vai aparecer!!! E Cinthia chegando!!!

Aaaaiiiieeeee!!!!!!!!

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Vcs ficam rindo de mim por maldade!!!

Vcs sabiam que eu estava aflito!!

kkkkkkkkkkkk

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