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O gosto da curiosidade 9

Um conto erótico de Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 976 palavras
Data: 13/08/2026 15:35:41

O pau do Fabinho pesava na minha mão. A cabeça era mesmo grande, arredondada, brilhante com a saliva e com o que restava de mim nele. Eu bati de leve no meu rosto mais uma vez, sentindo o calor e a firmeza, e depois o levei até a boca. Abri os lábios devagar, tímida mesmo no meio da safadeza, e desci, engolindo a ponta. Ele era mais grosso do que o Lucas. A cabeça quase não entrava direito. Eu precisei abrir mais a boca, forçar um pouco, e ainda assim senti a pressão nas comissuras dos lábios.

Fabinho soltou um gemido baixo, quase um rosnado.

— Porra… a santa chupando pau…

Eu ignorei a provocação. Continuei descendo, subindo, lambendo a lateral, voltando a engolir. Meus seios balançavam pesados a cada movimento. Lucas estava sentado bem ao lado, punhetando devagar, observando tudo com os olhos escuros de desejo. Ele não falava. Só assistia. E isso me excitava ainda mais.

Eu tirei o pau da boca, uma linha de saliva escorrendo do canto dos lábios até o queixo, e olhei para cima, direto nos olhos do Fabinho.

— Eu não sou as suas putas — repeti, voz rouca. — Então não me trate como uma. Mas pode gozar se quiser. Só hoje.

Ele sorriu de canto, aquele sorriso cafajeste que eu sempre odiara. Mas agora, de joelhos na minha própria sala, com o marido roncando no quarto ao lado, o ódio se misturava com uma curiosidade suja e urgente.

Lucas se levantou, veio atrás de mim e se ajoelhou também. Suas mãos seguraram meus seios de trás, apertando forte, beliscando os mamilos enquanto eu voltava a chupar o Fabinho. Eu gemi ao redor do pau, o som abafado. Fabinho segurou meu cabelo com mais firmeza e começou a empurrar a cabeça dele para dentro, devagar no começo, depois mais fundo. Eu engasguei uma vez, lágrimas escorrendo, mas não pedi para parar. Queria sentir. Queria matar de vez aquela curiosidade que me perseguia há anos.

Depois de alguns minutos, Lucas puxou meu cabelo para trás, me fazendo soltar o pau do Fabinho com um pop molhado.

— Vira de quatro de novo — mandou, voz baixa e firme. — Quero ver ele te comendo enquanto você me olha.

Eu obedeei. Me posicionei novamente, joelhos no chão, seios pendurados, bundinha empinada. Fabinho se ajoelhou atrás de mim, posicionou a cabeça grossa na minha entrada e empurrou de uma vez só. Eu soltei um gemido alto, sem conseguir conter. Ele era mais grosso, mais pesado. Me abria de um jeito diferente. Começou a meter com força, as mãos segurando minha cintura, a cada estocada meus seios balançavam violentamente.

Lucas se ajoelhou na minha frente, segurou meu queixo e enfiou o pau de volta na minha boca. Agora eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo. Um metendo forte por trás, o outro me fodendo a boca. Eu gemia abafada, lágrimas nos cantos dos olhos, o corpo inteiro tremendo. A vergonha queimava, mas o prazer era maior. Eu me sentia suja, usada, exatamente como fantasiava desde aquela tarde com o primo.

Fabinho acelerou.

— Porra, Clara… você é mais gostosa do que eu imaginava… apertadinha… gemendo assim…

Eu tirei o pau do Lucas da boca só o suficiente para falar, voz quebrada:

— Cala a boca… e come.

Ele riu e meteu ainda mais fundo. Lucas aproveitou e segurou minha cabeça com as duas mãos, fudendo minha boca com mais ritmo. Eu engasgava, babava, mas continuava. Meus mamilos estavam duros, sensíveis, roçando no ar a cada estocada.

De repente, Fabinho puxou meu cabelo para trás, me fazendo arquear a coluna, e começou a bater mais forte. O som molhado da minha buceta sendo comida ecoava na sala junto com os gemidos abafados. Eu olhei de lado, ainda com o pau do Lucas na boca, e vi a porta do quarto do Roberto entreaberta. O ronco continuava. Ele não acordara.

Aquilo me deixou ainda mais molhada. O risco. A proibição. A Clara de família sendo fodida por dois homens enquanto o marido dormia a poucos metros.

Lucas tirou o pau da minha boca e se abaixou, beijando minha boca molhada, suja de saliva.

— Você é minha vadiazinha agora — sussurrou contra meus lábios. — Só nossa. Só hoje.

Eu gemi, concordando com a cabeça. Fabinho metia sem parar, cada vez mais rápido. Eu sentia que ia gozar. O prazer subia rápido demais. Meus dedos se apertaram no chão. Eu comecei a rebolar de volta, encontrando as estocadas, pedindo mais sem palavras.

Fabinho gemeu alto.

— Vou gozar…

— Não dentro — eu consegui dizer, quase gritando. — Tira…

Ele obedeceu no último segundo, puxou para fora e gozou nas minhas costas, jatos quentes escorrendo pela coluna, pingando nas minhas nádegas. Eu tremi inteira, no limite. Lucas se levantou, me puxou pelo cabelo e me fez ficar de joelhos de novo. Empurrou o pau na minha boca e gozou fundo, sem avisar. Eu engoli, tossindo um pouco, os olhos marejados.

Os três ficamos ali por alguns segundos, respirando pesado. O silêncio da casa voltou. Só o ronco distante do Roberto.

Eu me sentei no chão, seios ainda expostos, gozo escorrendo nas costas, a boca inchada. Olhei para Fabinho, que estava se ajeitando, e depois para Lucas.

— Agora acabou — murmurei, voz baixa, ainda trêmula. — Só hoje. Ninguém fala nada. Nunca.

Fabinho sorriu de canto, ainda ofegante.

— Se você disser, santa…

Lucas me olhou de um jeito diferente. Possessivo. Como se o acordo tivesse mudado alguma coisa entre nós.

Eu me levantei, as pernas bambas, e fui até o banheiro sem olhar para trás. Fechei a porta, me encostei nela e olhei no espelho. A mulher que me encarava não era mais a mesma Clara de sempre. Os lábios estavam vermelhos, o cabelo bagunçado, os seios marcados pelos dedos deles.

Eu tinha realizado as duas fantasias em uma só noite.

E, no fundo, já sabia que “só hoje” era mentira.

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Comentários

Foto de perfil de Velhaco

Roberto tinha q descobrir o q vem acontecendo,. quebrar os dois caras na pancada e deixar de cadeira de rodas e fazer sua esposinnha santinha virar notícia no cidade alerta

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Foto de perfil genérica

Isso é o que ela tem mais receio, e da mais tesao também

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