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UM ESQUILO NO CIO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1108 palavras
Data: 13/08/2026 11:04:12

Estava eu almoçando, sozinho, num pequeno restaurante self-service, mesa para dois, num recanto de parede, quando um ônibus de estudantes parou na frente, derramando os passageiros, que ligeiramente ocuparam todas as mesas. Olhei-os indiferentemente e à agitação com que se organizavam e continuei meu repasto. Eis que surge, então, prato na mão, olhar ansioso em busca de um lugar, um rapaz branquelo, cerca de 25 anos, cabelos ainda molhados, camiseta regata e bermuda de tecido. Ao ver o lugar vago na minha mesa, aproximou-se e perguntou, ar aflito, se poderia sentar. “Claro... Fique à vontade!”. Acomodou-se ao meu lado e pôs-se a comer; eu continuei a minha refeição.

Não parecia ser alguém normal, já que se movimentava demais, agitado por natureza. Achou que deveria agradecer a minha gentileza conversando algo; eu preferiria o silêncio, claro, mas aceitei de bom grado contribuir com o diálogo sobre nada. Ele falou que almoçava ali todos os dias, morava num flat vizinho ao restaurante, e que nunca vira lotado assim. Falei sobre o ônibus que chegara, configurando-se uma esporadicidade.

Chamava-se Randolfo (“Prazer, Cláudio!”). Falava apressadamente, com movimentos involuntários, inquieto. Eu estava curtindo aquela figura esdrúxula, mas cheirosa. Em momentos contou metade da sua vida. Fazia Engenharia, era de uma cidade do interior, alugara um flat onde morava sozinho... e por aí foi. Entre uma garfada e outra, debulhava sua vida. O balançar rápido das pernas denunciava certa ansiedade e fazia a bermuda subir e expor generosos nacos da alva coxa.

Dissertava agora, aos trancos, sobre a grande vantagem de morar perto da universidade e principalmente de morar sozinho. Fora muita sorte encontrar aqueles flats mobiliados. Mostrei-me interessado em conhecer um lugar assim... Imediatamente se colocou à disposição, e logo que terminássemos de almoçar, subiríamos e ele me mostraria. E, de repente, tossiu, engasgado, que ele não concatenava bem a respiração com a deglutição e a fala. Enquanto se restabelecia, pedi-lhe calma, aproveitando para tocar sua coxa úmida do recente banho. Ao retirar a mão, fiz que, sem querer, os dedos tocassem de leve sua rola – reconheci-a dura. Acendeu-me o desejo.

Concluída a refeição, nos dirigimos ao prédio vizinho, onde estavam os flats. Ele agitado sempre, falava pelos cotovelos, agora passando zilhões de informações sobre aluguel, regras, condomínio, conforto, o diabo a quatro... Subiu as escadas quase aos pulos, me instigando a ir mais rápido. Eu o seguia e já imaginava como seria aquela britadeira humana me comendo (porque eu já estava tipo super querendo isso), minha rola também se armando.

Finalmente no apartamento, ele gastou cinco segundos me mostrando tudo, porque, de fato, além de ser minúsculo, ele era elétrico. Enquanto ele fazia sei lá o quê, na cozinha, debrucei-me sobre a varanda, apreciando a vista de um pequeno bosque; sem chamar a atenção, desabotoei a bermuda, baixando-a um pouco, para que, ao me inclinar sobre a grade, aparecesse o fio dental vermelho que eu usava.

Como pensei, funcionou bem a isca. Num átimo, senti-o encostado na minha traseira, a rola dura se esfregando nas minhas nádegas. Como um cachorrinho no cio, ele emitia sons rápidos e inaudíveis, enquanto roçava em mim, suas mãos enfiando-se por dentro de minha blusa e alcançando meus mamilos, enquanto seus lábios lambiam minha nuca arrepiada.

Minha bermuda desceu aos pés, explicitando toda a escrotice de minha tanga encarnada, armada pelo meu pau em riste. Em sua agitação, ele passava a mão sobre minha rola e circulava minhas nádegas, enfiando os dedos no meu cu. Virei-me para ele e catei seus lábios, num beijo alvoroçado, enquanto ele retirava a camiseta e eu arriava sua leve bermuda, expondo a brancura incandescente de seu corpo e a dureza pulsante de sua rola fina e voltada para o alto.

Abaixei-me e catei seu pau, chupando-o quengamente. Ele se remexia e gemia putarias, forçando minha cabeça até a cabeça do seu pau atingir minha garganta. Chupei e chupei, até sentir o salgado da babinha; então parei e lhe ofereci meu rabo, dentro do qual aprumou sua rola e a enfiou toda de uma vez. Senti aquela tripa me violando as entranhas, enquanto meu corpo se retesava de prazer.

Pus as mãos para trás e segurei sua bunda, para que não saísse de mim, e fui me afastando em direção da cama, ele engatado em mim, sem parar de meter. Caindo sobre o leito, ele teve mais posição de prosseguir, fodendo-me com frenesi, gemendo desafinadamente. Claro que aquela velocidade e ansiedade terminaria gozando em pouquíssimo tempo: ele apertou-me fortemente o corpo, como se fosse me estourar e eu senti sua rola fina pulsando no meu cu e explodindo liquidamente em mim.

Ofegante, coração a ponto de saltar do peito, ainda mais turbulento que de costume, Randolfo não largava meu corpo, e eu adorava a quentura fresca daquele corpo colado em minhas costas, junto com sua rola atolada no meu cu, misturada aos litros de gala que ali depositara. Repentinamente, ele me soltou, e no mesmo íntimo de sempre, falou rouco de tesão: “Agora você me come, vem...”

E se deitou de bruços na cama, abrindo as pernas e expondo um cu levemente corado e totalmente depilado, sobre o qual cai de língua, enfiando-me todo, enquanto ele se requebrava e gania. Quando julguei devidamente lubrificado, subi-lhe nas costas e meu pau duro localizou o buraquinho e foi se enfiando, sentindo cada ranhura da caverna de carne, enquanto ele gemia alto e pedia mais e mais fundo.

Passei a estocar, enfiando e quase retirando minha pica, fazendo a pele de seu boga esgarçar-se em torno do meu pau. Seu rabo era quente e macio, seus requebros inquietos aceleravam meu prazer, e logo os raios do gozo começaram a se formar em torno de minha pica e explodi meu prazer naquele rabo branquelo, meu sêmen transbordando pelas beiras e encharcando a colcha sobre a qual nos fodíamos...

Depois de alguns instantes para voltar ao normal, levantamos, pingando nossos prazeres e vazando nossos rabos, fomos para o banheiro, a uma ducha em conjunto. Mais nos acariciamos, mais endureceram nossas picas, mais enfiamos nossos paus no cu do outro, mais nos chupamos, mais nos gozamos… Um azougue, a voz esganiçada, os olhos vivos como de um esquilo, Randolfo sentou-se no chão do banheiro, a ducha caindo sobre seu corpo, chamou meu corpo, abocanhando minha pica e tocou uma punheta acelerada, explodindo as poucas gotas que ainda restava de gala em seu pau.

Depois do último orgasmo, ele me olhou como se nunca tivesse me visto antes, como se estivesse diante de um completo desconhecido, como se não tivesse me penetrado vezes seguida, e falou bem sério: “Conta pra ninguém não, viu Cláudio?!”

Esse Randolfo é uma figura!

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Comentários

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Muito excitante... e muito arriscado... só pode ser fantasia...

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Todos os meus contos são literários, não são relatos. Embora este eu só enfeitei um pouco, mas aconteceu, viu?!

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