- Bom dia, você deve ser o Jonas. Eu sou a Fernanda, sua nova chefe - ela disse com o braço direito esticado a frente, convidando para um aperto de mão.
- Bom dia, dona Fernanda - eu disse quebrando o gelo.
- Não precisa me chamar de dona, só “Fernanda” já está de bom tamanho.
Enquanto caminhávamos em direção ao interior do escritório, foi impossível não reparar naquele espetáculo de mulher. Sua pele era negra não muito escura e os cabelos cacheados volumosos. O que seu rosto chamava atenção pela beleza, seu corpo na roupa social pararia uma avenida. A camisa social estufava no busto e completava com um perfeito caimento na cintura fina. A saia de linho, que se estendia até abaixo do joelho, marcava a silhueta que com certeza foi esculpida com muitas horas de academia e procedimentos estéticos.
- Jonas, o RH falou muito bem de você. Nossos critérios de seleção são extremamente rigorosos para manter o alto nível de produtividade da empresa. Então te parabenizo por chegar até aqui.
- Muito obrigado, dona …. digo, obrigado Fernanda. - ela deu um sorriso de aprovação - quando eu vi na faculdade que sua startup foi criada com egressos da Federal do Rio de Janeiro, eu busquei de todo modo vir pra cá.
- Um dos segredos pro nosso sucesso, como já disse, é o rigoroso critério de seleção. Eu peço pro RH só selecionar alunos de universidades federais. Arrisca dizer o porquê?
- As faculdades públicas são referência em qualidade, tem as melhores notas do MEC, essas coisas. É isso?
- Quase! - ela disse com um sorriso de canto de boca que me deixou curioso - Os alunos de universidade pública além de muito inteligentes e esforçados, no geral, ainda tem uma característica única: Ninguém sabe se divertir tanto como nós.
- Como assim? - a minha testa franzida denunciava que eu não entendi nada do rumo que a conversa tomava
- Diversão, Jonas. Diversão. Você fez parte da atlética, não foi? Você sabe como curtir uma festa, sem amarras sociais e moralismos.
- Acho que eu estou entendendo - disse fingindo que começava a fazer sentido.
- Jonas, quando eu fiz um intercâmbio na Califórnia, a empresa tinha uma regra silenciosa: havia uma sala onde os funcionários podiam transar.
Eu arregalei os olhos. Essa conversa toda parecia muito estranha. O que ela estava querendo dizer com isso?
Fernanda reparando meu espanto, estendeu o braço e puxou uma cadeira da sua mesa de reuniões, oferecendo-me o assento, que eu aceitei. Ela sentou no sofá no canto da pequena sala.
- No início, o diretor, que já tinha um caso com a secretária, usava a sala pelo menos uma vez ao dia. Aos poucos os outros funcionários, que também tinham casos escondidos, passaram a perder a vergonha e usar aquela salinha escondidos. Quando perceberam, todos sabiam que se duas pessoas entravam naquela sala, era pra transar. Estava autorizado fazer uma pausa no expediente pra transar com quem quer que fosse. E sabe o que ficou comprovado depois?
- Não sei - disse mais pra romper o silêncio
- A produtividade aumentou em 10% em relação ao ano anterior. Então virou política da empresa.
- Parece lógico que sim. Funcionários satisfeitos produzem melhor.
- Exatamente, Jonas! Sabia que você era um bom rapaz. - ela disse me encarando da cabeça aos pés, quase me devorando - Isso é o que em inglês eles chamam de “Free Use”. Então quando cheguei no Brasil decidi implantar essa cultura organizacional. Resultado? Temos 32% de lucro a mais que a média do mercado nacional.
- Mas isso não dá problema com a polícia?
- Não confunda “autorização pra atividades sexuais” com abuso. Cada um aqui faz somente o que quer e quando quiser.
- E como vocês sabem quem está querendo e quem não quer?
- As cores são os códigos. Rosa é sexo vaginal, azul é peniano, verde é oral, roxo é anal e laranja pra… digamos assim, outras práticas - disse com um leve riso ao final. O escritório está repleto de referências: principalmente as pulseiras, mas também nos objetos nas mesas, cores das roupas e tudo mais.
- Então quer dizer que… - eu gaguejei porque minha boca não conseguia acompanhar o ritmo que minha mente processava a quantidade de símbolos que eu via através das divisórias de vidro daquele amplo escritório.
- Vamos ver se você entendeu. Olha pra sala do TI - disse apontando pra direção de um senhor na casa dos 32 anos, com cabelos crespos, camisa polo verde - o que você vê?
- O Ricardo tá disponível pra sexo oral? - Ainda um pouco confuso, mas agora eu começava a entender
- Menino esperto! - ela disse batendo de leve no meu ombro, como um reforço positivo - Você não está vendo, mas ele também tem uma pulseira cinza, que indica que ele está disponível apenas pra o sexo oposto.
- E a Rita no corredor ao lado, com sua saia roxa e brinco azul, está aberta a sexo anal com homens?
- Parece que o novato está pegando o jeito - falou dando uma risada gostosa e safada. Não esqueça que o escudo verde e rosa da Escola de samba Mangueira está mesa dela.
- Então - dei uma pausa assustado - a tia da faxina…. Ela está com um colar laranja… meu Deus, tem tantas pulseiras no braço dela que eu mal consigo ver…. Ela deve ter o que? 55 anos?
- 67, na verdade. Ela já poderia ter se aposentado há vários anos, mas prefere trabalhar aqui com a gente. Nem todo mundo é o que parece ser, Jonas. Algumas pessoas parecem cordeiros mas são verdadeiras lobas, se é que você me entende - disse com uma piscadela no final.
Minha mente estava extremamente confusa, mas meu corpo tremia de excitação. Por um segundo pensei que minha vida agora se resumiria a ouvir e ver meus colegas de trabalho transando durante o expediente. Ou pior - melhor, na verdade - eu mesmo poderia transar com várias daquelas pessoas. Inclusive com….
- Jonas? Jonas?
- Oi Fê. É que eu tava pensando….
- Eu sei. É muita coisa pra pouco tempo de trabalho, mas logo logo você vai estar acostumado. - disse abrindo a gaveta da sua mesa de escritório e pegando um saco plástico. - Enquanto você vai se habituando, escolha as pulseiras que você gostaria de usar quando estiver pronto.
- Hmmm. Vou pegar a rosa, a verde e….. a roxa - peguei hesitando.
- Ótimas escolhas! Só tem mais um detalhe: o código pra saber que você quer transar com alguém é “Deixe tudo que você está fazendo. Preciso da sua ajuda urgente”. Se a pessoa não quiser ou puder te “ajudar”, simplesmente não fará nada. O poder está nas mãos do convidado.
- Entendi. Parece prático e respeitoso.
- Sim! Agora vamos ver se você entendeu - ela se aproximou de mim, inclinando o corpo sobre a minha cadeira e deixando o decote a mostra através da camisa de botão- Jonas, deixe tudo que você está fazendo. Preciso da sua ajuda urgente.
- Fê, você não precisa fazer isso. Ok? - eu disse engolindo seco. Tentava olhar para os seus olhos mas seus seios pareciam ter um ímã que puxava minha visão.
- Eu sei que não PRECISO, mas eu QUERO desde que seu currículo chegou no e-mail do recrutamento. Deixe tudo que você está fazendo. Preciso da sua ajuda urgente. - disse salivando
Abri o botão da minha calça sarja, o som do zíper abrindo parecia como uma escola de samba rompendo o silêncio. Fernanda se ajoelhou e terminou o trabalho de retirar minha calça. Quando segurou meu pênis semi ereto com a mão direita, o braço denunciava seu bracelete verde e rosa.
- Que pau lindo e gostoso você tem - disse dando dois beijos na cabeça do meu pau, seguido de uma lambida desde o saco até a ponta que me causou arrepios pelo corpo todo.
Em poucos instantes, ela enfiou meu membro por completo na sua boca. Com a boca úmida e quente, eu conseguia sentir sua língua circulando a glande enquanto sua garganta fazia a sucção por completo.
- Seu pau está crescendo na minha boca…. Hmmmmmmmm Mal cabe na minha boca…. Hmmmmm E olha que sou, digamos assim, experiente nisso.
Ela dizia intervalando as chupadas com suas falas. Seu hálito quente próximo ao meu pau me deixava mais excitado.
- Sabe qual a melhor parte dessa cultura, Jô? Posso te chamar de Jô? - e engoliu de novo
- Uhum! - eu murmurei com a cabeça apoiada no encosto da cadeira, quase cego de tesão.
- Jô, aqui não temos briga….. Tivemos uma reunião e nos desentendemos? Resolvemos transando….. Tem uma tarefa pra entregar e não consegue mais raciocinar direito? Que tal uma pausa pra extravasar gozando na boca da estagiária?
Ao terminar sua fala, consegui abrir os olhos e vi a estagiaria deixando uma pilha de papéis na mesa da chefe, praticamente ignorando a atividade libidinosa que fazíamos ali.
- Bom dia Fernanda, deixei o relatório descritivo na sua mesa. Esse é o novo funcionario? - disse no final dando um aceno tímido apenas espalmando a mão para cima e mexendo os dedos num “tchauzinho”
Fernanda respondeu com um engasgo profundo, com a cabeça do meu pau encostando na sua garganta. Deu pra perceber que ela teve um reflexo de vômito, que não existiu, mas ali chegava ao seu limite.
- Acho que esse é o maior caralho da empresa…. Todas vão ficar doidas quando souberem…. - falava desencostando o mínimo da boca possível.
Eu sabia que meu pau estava bem acima da média, uns 20cm talvez. Mas ela me fazia sentir incrível. Ela segurou minha mão e levou até a sua cabeca. Nesse momento eu sabia exatamente o que fazer. Segurei seus cabelos, como se minhas mãos fossem uma presilha, e forcei sua cabeça para foder sua boca.
Achei que estivesse sonhando, mas a saliva escorrendo pelo meu pau, até meu saco e chegando na cadeira de couro me mostrava que eu estava divinamente acordado. Eu estava fodendo a garganta da minha nova chefe, no primeiro dia de trabalho, como uma verdadeira puta enquanto todos ao redor trabalhavam normalmente.
- Você acorda com tesão matinal, Jô?
- Sempre!
- Deus abençoe a testosterona dos jovens! Eu vou querer provar seu primeiro leite do dia… todos os dias, junto do meu café da manhã. - ela disse pausando por 5 segundos para admirar meu pré-gozo imergindo do meu membro.
- Aaaaaaaa - eu gemi, quase gozando. Só não gozei porque aquela experiente mulher apertou meu pau com força sem deixar meu orgasmo completar sua erupção
- Calma, garotão - disse lambendo a cabeça roxa do meu membro, como se fosse um pirulito, para capturar a gota que escorria - você não aprendeu que é “primeiro as damas”? Vem chupar sua chefe.
Suas palavras me atingiram como um dardo enfeitiçado. Me transformei num animal feroz e faminto, olhando para carne fresca da presa fácil.
Levantei, segurei seu pescoço e dei um beijo voluptuoso em seus lábios. Foi um longo beijo, aproveitando a suavidade de sua língua macia e seus lábios carnudos. Nosso beijo encaixou como pouco eu experimentei na vida. Ela gemia abafado entre os meus lábios sem conseguir conter o tesão que transbordava do seu corpo e do meu.
Me afastei por um segundo e abri os olhos pra admira-la. Deu tempo de ver seus lábios procurando os meus e seus olhos se abrindo confusos pela ausência do meu corpo. Apertei um pouco mais o meu polegar e indicador na lateral do seu pescoço, demonstrando com quem estava o comando. A pequena força foi suficiente para desmontar suas articulações e seu corpo ficar mole na minha mão. Aproveitei sua fragilidade e, guiando-a pela força em seu pescoço, conduzi seus passos à retaguarda até que encostasse na mesa. Sem ver, ela passou o braço desengonçado pela mesa atrás do seu corpo derrubando ao chão os objetos e até o relatório que sua estagiária havia deixado há pouco.
Com a mesa livre, subiu e se sentou sobre ela me dando a visão da sua boceta. Ela não usava calcinha, o que nesse momento me parecia bem óbvio tendo em vista a cultura do escritório. Levantei sua saia até a cintura e, me ajoelhando de frente a minha chefe, mergulhei no aroma do seu mel.
- Sente como você me deixou encharcada só por te chupar - disse enquanto eu dava beijos na lateral da sua perna chegando a virilha.
Por mais que quisesse, não podia responder nada. Estava ajoelhado, de calças arriadas - literalmente - com o nariz quase encostando no clítoris da CEO da minha nova empresa, que era uma coroa linda e gostosa, e sua buceta pingava de tesão após saborear minha pica no primeiro dia de trabalho. Se Deus se agradasse com orgias e sexos brutais, eu diria que eu só podia estar no céu.
Por mais que a fome pela sua fenda me dominasse, comecei lento. Com a ponta da minha língua, percorri desde a entrada do seu canal, sorvendo o líquido que vazava caudalosamente, subindo devagar até o clítoris. Repeti isso mais 3 vezes, cada vez um pouco mais rápido. Na última, ela segurou minha cabeça pressionando minha cabeça contra o seu sino dourado.
- AAAAAAAAA! Então não é só seu pau que é uma delícia, AAAAAAA sua boca também tem um talento AAAAAAA escondido
Enquanto ela falava - ou melhor, tentava falar - eu circulava minha língua no seu clítoris. Parecia que minha língua digitava a senha de um cofre. A cada translação, seu corpo se agitava e tremia mais. Seus gemidos provavelmente eram ouvidos por todas as salas do escritório. Imagino que talvez uma pequena plateia nos admirasse através dos vidros, mas eu não poderia afirmar porque suas coxas tapavam a minha visão periférica e eu só olhava em uma direção: seu rosto se contorcendo em busca do orgasmo.
- AI MEU DEUS, você vai me fazer gozar….. Isso seu filho da puta, me faz gozar com essa boca gostosa.
Nesse momento, meus lábios sugavam seu clítoris, como uma mamadeira, gerando uma pressão pulsativa e eu já acelerava os movimentos da língua no interior da minha boca.
Eu senti sua vulva se aproximar do gozo, então aproximei meus dedos da entrada do seu canal e enfiei de uma vez só meu anelar e médio da mão direita pressionando-os para cima. A sensação é que meus dedos empurravam de volta para o corpo uma bolsa líquida que tentava escapar da sua vagina. Isso foi fatal.
- EU TO GOZANDO, SEU FILHO DA PUTA. Caralho, que boca gostosaaaaa
Eu tirei minha mão do seu canal e segurei suas pernas, que se fechavam entre minha cabeça. Com as pernas presas abertas e seu clítoris dentro da minha boca, prolonguei a convulsão do seu orgasmo tanto quanto pude, até que suas mãos conseguiram empurrar de vez minha cabeça pra fora.
Sem pensar duas vezes, afastei minha cabeça subindo a posição de pé e vi a cabeça do meu pau se direcionar perfeitamente pra entrada da sua bucetinha que ainda piscava tentando deixar o orgasmo. Na hora não consegui pensar em mais nada, enfiei meu pau de uma vez só até o final da sua buceta. O que ativou mais uma vez seu gozo.
- PORRA! Esse monstro tá arrombando minha buceta. Você vai me rasgar toda - ela disse que olhando nos olhos pela primeira vez desde que tinha deixado de me chupar
- É assim que se trata buceta de PU-TA, atolando minha pica até o fundo - eu disse encostando meu púbis no seu clítoris e fazendo movimentos curtos no colo do seu útero pro seu canal se acostumar com meu comprimento e grossura.
- Que caralho gostoso! Pressiona meu grelinho que eu vou…… - ela não conseguiu completar, mas eu senti como se meu pau estivesse sendo mergulhado num líquido quente e, de uma hora pra outra, seu líquido molhava meu saco e minhas pernas.
- Esguicha, sua vagabunda. Deixa meu pau todo molhado pra te foder mais - essa hora eu já metia descontroladamente, rápido e profundo.
- Tira minha roupa! Tira minha roupa agora. Deixa todo mundo ver a mulher gostosa AAAAAAA que você tá fodendo
Eu segurei sua camisa pelo colarinho e puxei tudo de uma vez arrebentando todos os botões. Ela não usava sutiã por baixo da roupa. Aquela roupa que agora se resumia a trapos e farrapos, com certeza era de uma grife caríssima e o tecido de alta qualidade porque não mostrava qualquer transparência. Reparei também que seus seios não cederam nem um milímetro à gravidade.
- Isso seu moleque pervertido, chupa meu peito….. Mama bem gostoso enquanto eu estou gozandooooo sem parar. Não para! NÃO PARA! ISSO, NÃO PARAAAA!
- CARALHO QUE TESÃO SUA BUCETA ME APERTANDO, ASSIM EU NÃO AGUENTO MUITO TEMPO
- VAI, NÃO PARA! GOZA COMIGO, GOZA - ela disse enquanto dava uma chave de perna ao redor da minha cintura, prendendo meu corpo sem opção. Eu estava gozando dentro dela.
- EU ESTOU GOZANDO! TÔ JOGANDO TODO LEITE NO SEU ÚTERO, SUA PUTA - eu literalmente sentia a cabeça do meu pau invasora abrindo o anel do colo do útero dela, enquanto urrava de tesão.
Meu pau literalmente pulsava junto com a buceta dela. O orgasmo dela parecia que ordenhava meu gozo pra dentro dela sem querer deixar qualquer gota do meu leite dentro de mim. Ela ainda rebolava lentamente extraindo tudo que podia do seu e do meu orgasmo.
Quando minimamente nos recuperamos, ela passou a mão sobre a testa, desgrudando os cabelos que se prenderam ao suor. Abrimos os olhos quase que simultaneamente. Um suspiro forte marcou que voltávamos a realidade e após alguns segundos retomando o fôlego, ela olhou no relógio do pulso e me soltou de suas pernas.
- Deus, já são quase 09h30. Temos uma reunião externa às 10h em Copacabana…. - fez uma pausa na fala enquanto se levantava arrumando normalmente a bagunça que fizemos.
- Temos? - perguntei confuso com a primeira pessoa do plural
- Sim, temos! Ainda somos uma empresa, certo? A chefe gostosa é só um benefício corporativo - saiu rindo contente.
- Eu preciso de uma calça nova, a minha está toda encharcada. Preciso de um banho também.
- No vestiário tem roupas extras pra todo mundo. Pode pegar uma que te sirva lá. Eu também vou pegar uma camisa nova - ela olhou pro meu pau ainda semi ereto e parou de falar distraída
- Ah! - ela continuou - Não tome banho, só bote a roupa e passe no máximo um lenço pra tirar o excesso. Os hormônios que exalamos após o sexo são ótimos para convencer e conquistar os clientes.
Depois de uma piscadinha, ela se aproximou e me deu um leve tapa safado no rosto.
- Sim, senhora. Em 10 minutos estarei no carro esperando. - disse demonstrando que entendia “sexo, sexo, negócios a parte”
FIM
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Olá leitor! Se você chegou até aqui,
Queria te agradecer e pedir um favor. Eu não sou escritor, mas tive inspiração pra escrever essa história e decidi postar. Se você achou bom e quer mais como esse (de repente a continuação dessa história ou outro enredo), comenta aí e joga 3 estrelinhas.
