**Eduardo – Pontas de Pedra**
Eu me chamo Eduardo.
Tenho 34 anos.
E até ontem nunca tinha comido um macho. Clica em meu nome ou veja no perfil o endereço para ver e baixar todos meus viddeos e fotos.
Ele se chama Lucas.
18 anos.
Moreno, corpo magro e definido pelo trabalho braçal, bundinha redonda e alta que balançava quando ele andava carregando as ferramentas. Trabalha fazendo serviços nas casas de praia de Pontas de Pedra: jardinagem, pequenos reparos, limpeza de piscina. Sempre de short e camiseta suada, pele brilhando de sol e suor.
Eu noto ele há semanas.
Toda vez que eu estava na piscina com a família, ele aparecia por algum motivo. Arrumava a grama, podava uma planta, checava o filtro. E eu sentia o olhar. Direto no volume da minha sunga. Quando eu saía da água com o tecido colado, ele desviava o rosto rápido, mas eu pegava. Aquele olhar de curiosidade e fome misturada.
Ontem a família só chega no sábado.
Eu fui sozinho na sexta à tarde.
Ele estava no jardim dos fundos, de costas, aparando a grama perto do muro. O short bege marcado na bunda. Eu fiquei na beira da piscina de sunga, o pau já semi-duro só de ver ele. Ele olhou. Olhou de novo. Eu segurei o olhar e falei baixo, só pra ele ouvir:
— Você fica me olhando toda vez que eu estou aqui.
Ele parou a máquina. Ficou vermelho até a orelha.
— Desculpa, senhor… eu não queria…
— Não precisa pedir desculpa. Eu também olho pra você. Pra essa bundinha.
Ele engoliu seco. O short mexeu. Eu vi.
— Você já deu pra alguém? — perguntei direto.
Ele balançou a cabeça, sem jeito.
— Nunca. Sou virgem… de tudo. Só… olho.
Meu pau endureceu de vez dentro da sunga. Eu nunca tinha tocado em homem. Mas naquele momento a vontade foi maior que qualquer dúvida.
— Quer experimentar?
Ele demorou três segundos. Depois assentiu, quase sem voz.
— Quero. Mas… com calma. Eu tenho medo de doer.
Eu levei ele pro quarto de hóspedes dos fundos. Porta trancada, ar-condicionado ligado, cama de casal com lençol branco. Ele estava tremendo quando tirou a camiseta. Peito liso, barriga chapada, pele morena queimada de sol. Quando abaixou o short, o pau dele já estava duro, não muito grande, mas completamente ereto de nervoso e tesão.
Eu tirei a sunga. O pau bateu pesado na minha coxa. Ele olhou e abriu a boca sem querer.
— É grande…
— Vai com calma. Deita de bruços.
Ele deitou. A bundinha ficou levantada, redonda, lisa, o cuzinho rosado e fechado apertado entre as nádegas. Eu passei a mão, apertei, abri. Ele tremeu inteiro. Beijei a nuca dele, o ombro, desci beijando a coluna até a fenda. Passei a língua devagar no cu. Ele soltou um gemido agudo, abafado no travesseiro.
— Caralho… isso é bom pra caralho…
Eu chupei, molhei, enfiei a língua. Depois um dedo. Só a ponta. O cu dele era absurdamente apertado. Parecia que não ia caber nada. Ele arquejou.
— Dói?
— Um pouco… mas continua.
Enfiei o dedo inteiro devagar. Ele estava seco por dentro, quente, pulsando. Fiquei ali, abrindo, abrindo, até caber o segundo dedo. Ele gemia sem parar, a voz falhando, as mãos apertando o lençol.
Quando achei que estava o suficiente, passei lubrificante generoso, passei no meu pau também, e posicionei a cabeça na entrada.
— Respira fundo. Vou entrar devagar.
Empurrei.
A resistência foi brutal. O cu dele não queria abrir. Eu forcei um pouco mais e a cabeça entrou. Ele gritou. Um grito alto, agudo, de dor pura.
— Ai, porra! Para… para um segundo…
Eu parei. Só a cabeça dentro. Sentindo o anel dele se contraindo desesperado em volta da minha glande.
— Quer que eu tire?
— Não… não tira. Só… espera. Tá doendo pra caralho, mas… eu quero.
Esperei. Beijei o ombro dele. Apertei a bunda. Depois empurrei mais um pouco. Mais dois centímetros. Ele choramingou, a voz embargada.
— Ai… ai meu Deus… tá rasgando…
— Não está. Está só abrindo. Respira.
Fui entrando milímetro por milímetro. Cada avanço arrancava um gemido ou um soluço dele. Quando cheguei na metade, ele estava com o rosto molhado de lágrima no travesseiro, mas o pau dele continuava duro, pingando no lençol.
— Continua… por favor… enfia tudo.
Eu enfiei. Até o fundo.
O cu dele me engoliu inteiro, apertando de um jeito que eu nunca tinha sentido em mulher nenhuma. Quente, estreito, quase dolorido de tão fechado. Eu fiquei parado lá dentro, sentindo ele tremer, sentindo as contrações.
— Tá dentro… caralho, tá tudo dentro — ele falou, a voz quebrada. — Não mexe ainda… só um pouco…
Esperei quase um minuto. Depois comecei a sair devagar e entrar de novo. Curtinho. Ele gemia alto a cada estocada, misturando dor e prazer de um jeito sujo.
— Dói… dói pra caralho… mas é gostoso… não para…
Eu comecei a meter de verdade. Segurando a cintura fina dele, olhando a bundinha bater na minha virilha. O som era molhado e apertado. Ele chorava e gozava ao mesmo tempo, o pau esfregando no lençol. Eu bati na bunda. O estalo ecoou. Ele gritou mais alto e apertou o cu em volta do meu pau.
— De novo… bate de novo…
Bati. Várias vezes. A pele morena ficou vermelha. Eu metia fundo, tirava quase tudo e enfiava de uma vez. Ele não aguentava ficar quieto. Gemia, xingava, pedia mais, pedia pra ir mais devagar, pedia pra ir mais fundo.
Eu virei ele de lado, levantei uma perna, e meti mais fundo ainda. Nessa posição eu via o rosto dele. Olhos marejados, boca aberta, expressão de quem estava sentindo demais. Eu beijei a boca dele pela primeira vez enquanto fodia. Ele retribuía desesperado, mordendo meu lábio.
Gozei dentro.
Fundo.
Pulsando enquanto ele ainda se contraía em volta de mim.
Quando tirei, o cu dele ficou semi-aberto, rosado, inchado, com porra escorrendo. Ele estava ofegante, o corpo mole, o pau ainda semi-duro.
— Foi… intenso pra caralho — ele falou, a voz rouca. — Doeu pra porra… mas eu quero de novo.
Eu sorri.
Ainda não tínhamos terminado.
E o sábado ainda estava longe.