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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Irmãzinha foi brava, aguentou a dor e não chorou ao perder o selinho – 22

Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4848 palavras
Data: 13/08/2026 08:51:40
Última revisão: 14/08/2026 22:55:11

Aquela quinta-feira já amanheceu de forma triunfal com minha irmã Monica em meus braços em minha cama. Sempre era difícil dormir em dois em minha cama estreita, mas a cada vez que eu acordava, a sentia nos braços e sorria sozinho antes de voltar a dormir, sempre deixando o máximo de espaço para que ela ficasse confortável, mas ela sempre vinha me abraçar.

Voltou em minha mente tudo o que ela me disse na noite anterior, desde usar minhas camisetas usadas para dormir com meu cheiro até se masturbar com minha cueca em seu nariz. Fora isso, foi muito mais longe dizendo que depois de namorado, seria seu marido e daria os filhos que ela queria e o engraçado foi que em nenhum momento me senti pressionado ou preocupado, só imensamente feliz.

Só não fizemos amor porque logo mais estaria com minha prima Victoria e com minha irmã Morgana com o propósito de lhes dar uma ótima primeira vez e depois das preliminares maravilhosas que tive com cada uma delas na tarde anterior, não via a hora de ir para a casa de minha priminha onde estariam. O desejo de fazer amor com Monica que ainda dormia era imenso, mas no sábado em um chalé na montanha, daria a ela a noite de núpcias na mesma noite que teria tido com seu noivo, mas a roubei dela.

A enchi de beijinhos a acordando porque já eram 8 horas e marquei pontualmente as 10 horas com as duas e não poderia atrasar, porque pedi que estivessem se pegando.

– Bom dia meu amor.

Seus lindos olhos verdes se abriram lentamente.

– Gosto de dormir com você, gosto de acordar com você e gosto de estar com você. Não se esqueça.

– Jamais. Por isso precisamos comprar uma cama maior como sugeriu. Não sei até que horas ficarei com a Morgana e a Victoria. Você pode ver isso com a mamãe? Amanhã podemos ir a uma loja experimentar.

– Oba. Vou adorar. Agora vai começar nos pegar em duas, perguntou me provocado.

– Facilita satisfaze-las. Até tentei encaixar a Moana com você, mas não aceitou dizendo que ficaria com muito ciúme de me ver com outra e também não quer me dividir quando estiver comigo.

– Fiquei sabendo que ela é apaixonada por você desde novinha e ela guardou tão bem isso de nós, porque nunca desconfiei. Por isso ela brigava tanto. Para que ninguém percebesse.

– É, mas a mamãe percebeu e me disse antes da Moana confessar.

– É um alivio não a ter mais briguenta. Parece outra pessoa mesmo quando discorda. Essa é a verdadeira ela. A outra era só para esconder o que sentia pelo próprio irmão, algo muito errado, sorriu. Cuida bem dela.

– Estou cuidando e por ela me amar desde novinha e ter tido que guardar esse sentimento, junto com você também terá prioridade e como vocês duas são prioridade não conseguirei evitar que a Morgana também seja, se ela quiser continuar depois de hoje.

– Acabei de dizer que com irmãs é muito errado, brincou.

– E você disse ontem à noite que quer que seu irmão tenha filhos com a irmã mais velha. Precisa se decidir.

– Acho que todos nós já passamos desse ponto que é errado. Não dou mais a mínima para isso. Só vou tomar os cuidados necessários quando decidir engravidar. Agora vou para que você se apronte para elas. Tenho muita inveja daquelas duas.

Estranhei porque não tinha nada que faria com minha irmãzinha e priminha que não tinha feito ou faria brevemente com Monica.

– Inveja?

– Sim. Queria ter perdido a virgindade com você. Desde cedo minha bucetinha se acostumaria com seu pau.

– Ela já está se acostumando com ele. E ele com ela.

Monica se desvencilhou de meus braços e se levantou com o cabelo todo desgrenhado e mesmo assim maravilhosa.

– Vou para meu quarto. Cuide bem das meninas.

Assim que saiu fui tomar um banho. Queria estar cheiroso e limpinho. Foi no banho que me veio a dúvida. Quem delas seria a primeira? Eu escolheria ou as deixariam se decidir? Como as duas já tinham mostrado seus lados passivos, mais Victoria, talvez esperassem que eu decidisse, mas não queria fazer desfeita a nenhuma das duas a deixando por último.

Terminando o banho decidi deixar para o momento. Durante o café, só não estava Monica, talvez dormindo um pouco mais por causa da noite mal dormida na cama pequena. Já que ela não estava e ainda tinha um tempo, decidi adiantar a conversa com mamãe.

– Mãe. Estive com a Monica e decidimos que é melhor eu ter uma cama de casal em meu quarto. Assim eu e quem estiver comigo de vocês quatro, dormirá com conforto. A minha cama podemos por lá no escritório que tem espaço.

Minhas irmãzinhas e mamãe me olharam espantadas.

– Eu vou lá dormir com você? E seu pai?

– Já conversamos sobre parar de fingir que ele não tem amante. Tem noites que ele fica fora com meu tio, então você também pode vir dormir comigo.

As três engoliram em seco preocupadas, pois não é algo que um marido aceite. Mamãe sabia que ele teria que aceitar, mas não podia abrir o jogo com as filhas. Amenizei a situação.

– Começamos com você dormindo comigo quando ele estiver viajando. Não se preocupe. – Está bem. Vocês lá em cima podem fazer o que quiserem que ele nunca vai lá e não dá para escutar nada de nossa suíte. Procure a cama que você quer. Boa ideia pôr a outra no escritório.

Tinha sido ideia de mamãe por Suzi no escritório se ela viesse morar conosco, mas só aconteceria se papai fosse morar em outro lugar, o que não estava sendo cogitado ainda, mas talvez ele se desse conta que para ele e meu tio seria a melhor solução. Sem serem pegos em flagrante ninguém desconfiaria deles e o que pensariam seria que os maridos traidores foram morar juntos para facilitar as escapadas.

Morgana saiu bem antes do que eu para ir à casa de Victoria e usava um vestido bem discreto. Antes de sair se despediu de mamãe e Moana e olhou para mim dando um sorrisinho. Moana não deixou de falar o que pensava quando ela se foi.

– Coitadinha. Vai sentir tanta dor hoje, mas foi a melhor dor de minha vida, falou me encarando.

Mamãe não comentou nada e logo foi titia quem chegou para deixar a casa livre como prometeu. Pelo que havia dito, meu tio tinha viajado e voltaria de sua curta viagem só a noite.

– Oi Laura, Vik e Moana. Irmã, temos que fazer algo juntas porque só volto para casa quando a Victória me avisar que posso voltar. Elas estão te esperando Vik.

– Vou escovar os dentes e já vou titia. Se saírem tenham juízo, pois tenho ciúme. De verdade.

As duas me olharam sorrindo.

– Que delicia. Faz muito tempo que ninguém sente ciúme de mim, se é que alguma vez sentiu, mamãe falou se referindo as preferências sexuais do marido.

– Eu também. Seu tio nunca demonstrou. E da Moana se ela sair, não tem ciúme, perguntou olhando para ela a meu lado na mesa.

– Se eu pudesse a amarraria em casa, mas não sou desse tipo de homem. Ela tem que viver a vida dela. Decidimos viver a vida toda juntos e como ela é linda e deliciosa, não quero que os outros homens fiquem olhando para ela, mas é um ciúme sob controle pois ela merece ser admirada e confio nela.

Moana ficou extremamente feliz enquanto recebia um beijo meu na bochecha.

– Eu te amo Vik. Nossa, você fez meu dia, mesmo que não ficaremos juntos.

– Que irmão mais lindo. Irmão e namorado, titia falou abertamente.

– Só espero não deixar nenhuma triste.

– Você não vai. O importante é que deixou claro a todas que são elas quem decidem até quando. Agora vai lá cuidar de sua priminha e irmãzinha.

Levantei-me da mesa e fui escovar os dentes. Quando saí me despedi e fui para a casa de titia, entrei pela porta deixada destrancada e a tranquei. Faltava 1 minuto para as 10, mas subindo as escadas, já ouvi ruídos e quando cheguei a porta aberta do quarto de Victoria tive uma visão surreal de minha irmãzinha e minha priminha só de lingeries se pegando.

Uma de frente para a outra deitadas de lado se abraçando e se beijando e o mais excitante foi ver as mãos das duas entre seus corpos, uma tocando a bucetinha da outra por cima da calcinha. Ambas usavam lingeries discretas, mas pequenas de acordo com a idade delas. Victoria novamente de rosa, dessa vez sendo conjunto com o sutiã. Morgana de branco. Minhas duas cores preferidas.

Meu pau que já estava semiduro com a expectativa virou aço na hora dentro de minha calça jeans preso de lado doloridamente dentro da cueca. Percebendo minha presença, se empenharam mais para realizar meu desejo e valeu a pena ter pedido pois era maravilhoso e excitante ver duas bonequinhas tão lindas e gostosas se pegando.

Diferiam de suas mães que tiveram momentos muito mais íntimos e eróticos com seus corpos de mulheres formados e divinos nus, mas o tesão não era menor. Entrei no quarto e me sentei na borda da cama de casal de Victoria assistindo aquele show para mim, me sentindo no topo do mundo.

Assisti um tempo em silencio porque era lindo. Sério, não era só sexual para mim e para elas, pois demonstravam o amor que sentiam pela outra. Eram primas, mas desde que nasceram viviam juntas como irmãs.

Mesmo muito parecidas haviam muitos contrastes a se admirar e cobiçar. Os cabelos loiros de Victoria mais claros e intensos. Seus seios grandes espremidos nos médios de Morgana e o bumbum de minha irmãzinha bem maiorzinho que o já redondo e cheio de Victoria.

Seria difícil o resistir com o passar do tempo, mas tinha a certeza que aquelas duas bucetinhas loiras, seriam tão apertadinhas, gostosas, quentes e úmidas como a de Moana e aquele bumbum não faria falta.

Depois de uns 5 minutos as admirando e as desejando saí do silencio.

– Estas bucetinhas estão bem meladas?

Interrompendo o beijo foi minha irmãzinha quem respondeu.

– Muito, muito mais do que quando fazemos sem você estar assistindo.

– Que vontade delas em minha boca, mas quero resolver logo o que todos nós queremos para não ficarmos ansiosos. Só não sei por quem começar, pois não quero deixar nenhuma chateada por ficar por último.

Não precisei decidir, pois a dócil Victoria fez isso.

– Eu fico por último Vik. Não muda nada e vou ficar ainda mais excitada de ver vocês dois.

Pensei em algo para recompensa-la.

– Então deite-se a abra as pernas porque antes vou te dar o que não fiz ontem com você, mas fiz com a Morgana, para que espere sua vez menos ansiosa.

Minha priminha passiva como sua mamãe adorou meu modo de agir e logo estava deitada ao lado de Morgana ainda de lado para poder assistir tudo. Levantei-me e enquanto me despia expliquei a Morgana, mas elas já deviam ter contado tudo uma a outra o que aconteceu na tarde anterior.

– Não a fiz gozar ontem lambendo a bucetinha dela e como nossa priminha abriu mão para você ser a primeira, vou aproveitar minha vontade e recompensa-la antes.

– Não precisa se justificar Vik. Vimos como você tem tratado todas da mesma forma e como já disse, ou dissemos, vamos fazer tudo o que você decidir e quiser.

– Obrigado irmãzinha.

Levei as mãos a calcinha de Victoria e comecei a puxar por suas coxas. Com as pernas abertas para mim, precisaria levantar as duas e junta-las para poder tirar pelos pés e por conta própria ela fez isso. Após se livrar dela, voltou a ficar com as pernas lindas bem abertas no papai e mamãe, mostrando sua fenda rosa levemente aberta.

Nossas brincadeiras da tarde anterior a desinibiram totalmente.

– Já estava com saudade dessa bucetinha loirinha e fofinha como nenhuma outra, mas não nos conhecemos devidamente.

Além daquela bucetinha única, seus seios grandes naquele sutiã rosa estavam me chamando, mas tinha brincado muito com eles na tarde anterior e os deixaria para depois.

– Como você foi uma boa priminha, merece uma recompensa, falei quando me deitava de bruços entre suas pernas sob os olhares excitados dela e de Morgana ao nosso lado.

– Sempre serei uma boa priminha Vik. Você vai ver.

– Sei que será

A primeira coisa que fiz quando encontrei aquela outra frutinha deliciosa foi dar mordidinhas no fofinho do triangulo, mesmo com os pelinhos rebeldes.

– Aooohhhuuuu Vik, falou com seu corpo pequeno e escultural se torcendo.

Depois das mordidas levei minha língua espalmada colocando bastante pressão desde o rabinho até pouco antes do clitóris ou ela já gozaria.

– Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhmmmmmm.

Seu corpo se arcou e o esperei voltar saboreando seu caldinho.

– Você tem um sabor delicioso priminha. Sabor e perfume. Desse jeito vou querer sempre.

Assim que se distensionou e voltou o bumbum ao colchão, me respondeu.

– Sempre que você quiser Vik. Ouuhhhh.

– Mas nem fomos até o fim ainda para você se decidir, como combinamos.

Eu olhava entre suas coxas por cima de seu ventre para seus lindos olhos azuis me fitando.

– Não precisamos ir até o fim Vik. Eu já sou sua. Sua.

Se era aquele o desejo de minha priminha porque a contrariar.

– O poder de vocês fazerem o que eu quero é meu, mas o poder de até quando eu posso fazer isso é de vocês. Jamais vou contrariar seus desejos.

Era hora de fazer minha priminha gozar e tomar aquelas duas virgindades que selariam suas entregas a mim, ou não, se não conseguissem aguentar meu pau.

Enquanto beijava suas coxas roliças, levei os dedos e com os polegares afastei suas bordinhas fofas dando visão e acesso total. Lá em seu buraquinho, seu hímen também intacto como o de Morgana em seus últimos momentos.

Mais do que me sentir bem por dar prazer a mulher com quem estava fazendo oral, eu realmente adorava ter aquela profunda intimidade com cada uma. Se lambia suas bucetas e seus cuzinhos, não havia mais nenhuma barreira de pudor entre eu e elas que também chupavam meu pau e engoliam meu esperma.

Não nos importando com tabus e sem pudores, nossas ligações ficavam mais intensas, mais sólidas, bem além do sexo. Quanto mais eu lambia, sugava e chupava, sempre em um oral melhor que o anterior com a experiência, mais seu corpinho se contorcia e se arcava. Depois de minutos me segurando para não tocar em seu clitóris, quando o toquei para começar o lamber, Victoria não foi a garota contida e discreta que era e deu um grito enorme de prazer.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiihhhhhhhhhhhhhhmmmmmmmmmmmm.

Lambi e lambi com sua bucetinha indo para um lado e para outro, mas minha língua esperta a seguia até o momento que achei que estaria sensível demais. Recolhi o máximo que consegui de seu caldinho o degustando e fui subindo por seu corpo enquanto Victoria gozava.

Deis beijos em seus mamilos marcando o tecido do sutiã e subi até ficar frente a frente com seu rosto lindo ainda em êxtase. Meu pau cutucava sua bucetinha, mas ela já o tinha sentido lá nas preliminares do dia anterior.

Quando pareceu ter saído do torpor com minha boca toda melada de seus fluidos eu tinha uma curiosidade antes de fazer o que pretendia.

– Já sentiu seu sabor?

Ela balançou a cabeça para os lados dizendo que não. Nem perguntei se queria, afinal Victoria e minha irmãzinha insistiam em dizer que eu poderia fazer o que quisesse. A beijei enfiando logo minha língua com seu sabor dentro de sua boquinha e meus lábios também melados se esfregavam nos seus.

Ainda entorpecida pelo orgasmo, suas mãos agarraram minha nuca me segurando, mas seus beijos eram sempre mais suaves e delicados. Nos beijamos até que todo seu sabor se desfez e então o interrompi.

– Gostou de seu sabor?

– Você me faz adorar tudo Vik. É excitante por meu sabor estar em sua boca. Agora só falta eu sentir o seu direto lá, falou oferecida de forma irreconhecível.

– E você vai priminha. Agora preciso ir me resolver com minha irmãzinha, porque fiquei ainda mais tarado degustando sua bucetinha deliciosa.

Ela balançou a cabeça aceitando enquanto minha atenção era direcionada a minha irmãzinha que por conta já tinha se posicionado no papai e mamãe como Victoria. Antes, desci da cama e fui buscar a bisnaga de lubrificante em minhas roupas.

Assim que voltei e me posicionei encarei aquela deusa linda em embalagem menor tão ansiosa quanto eu. Coloquei o gel no colchão porque tinha o que fazer antes.

– Tire e esse sutiã e essa calcinha. São lindas, da cor que mais gosto além do rosa, mas para o que vamos fazer, te quero nua, lindamente nua.

Morgana sentou e levando as mãos as costas abriu o sutiã e o tirou liberando a visão daqueles seios cônicos firmes e bicudos deliciosos, me dando água na boca. O jogando de lado, voltou a se deitar e pegando nas laterais da calcinha a tirou levantando os pés juntos e também a jogou de lado voltando a posição papai e mamãe.

Mais uma vez meu queixo caia, diante da extrema beleza e gostosura de minha irmãzinha que conheci no dia anterior. Aquelas embalagens menores que eram os corpos das três mais novas, não ficavam devendo nada aos maiores das outras e tinham seu apelo de os ter mais me minhas mãos e encaixados perfeitamente em meu corpo.

– Vik. Posso te pedir algo, perguntou enquanto eu já abria o gel.

Pensei que pediria para ir com calma e se doesse, para que parasse, mas não foi nada disso.

– Sempre pode.

– Por nada desse mundo deixe de ir até o fim. Vá devagar, mas não pare, mesmo se eu desmaiar ou gritar muito de dor. Me preparei psicologicamente para esse momento lendo muitas coisas. Pode doer muito, pode até machucar um pouco, mas não vai deixar sequelas porque está preparada para um filho passar. Treinei com as dicas que a Moana deu e deve ajudar. Sou do tamanho dela e se ela aguentou, também vou.

– Está bem, mas você sempre pode mudar de ideia e me pedir para parar.

Com o gel já na mão, espalhei em meu pau generosamente e pegando mais levei a sua fenda já encharcada de seus fluidos.

– Aaaahiiiii, é gelado, sorriu.

Empunhando meu pau, me inclinei em gangorra apoiando o corpo sobre um braço e comecei a pincelar sua fenda excitantemente quente.

– Aaaahhmmmmmmmmmmmmmm.

Tendo a excitado mais um pouco o posicionei em sua portinha virgem, mas antes tinha algo para falar.

– Eu te amo muito, muito mesma irmãzinha. Você nem imagina quanto. E se vou tomar sua virgindade, por não ser só sexo, vou me responsabilizar pela vida toda.

– Também te amo Vik. Vai, faz desse o melhor momento de minha vida.

Quando comecei a colocar pressão percebi que era tão apertadinha como a de Moana. Que bênção a minha. Morgana fazia seus movimentos treinados para facilitar como sua irmã a ensinou e minha glande ia milímetro a milímetro abrindo a força a porta do paraíso de minha irmãzinha.

Concentrada no que tinha que fazer para facilitar a penetração, pouco gemia, mas era evidente o sofrimento em seu rosto.

– Está entrando e não está doendo tanto Vik, falou visivelmente para não me preocupar.

– Simmmmm irmãzinha. Está entrando e é deliciosa.

– Ohhhhhuuuu, gemeu escapando um gemido de dor com prazer.

Por uns dois minutos fui enfiando devagar abrindo a força o caminho, mas com o que já estava dentro sendo extremamente apertado. Foi quando quase toda a glande tinha entrado que senti seu hímen.

Morgana não estava intimidada, porque o tempo todo suas mãozinhas em minhas costas largas me puxavam. Bem encaixado tirei a mão e me apoiei sobre os dois braços. Ainda estava inclinado e dei uma olhada para nossa junção vendo meu pau quase todo para fora e seus pelinhos ao redor, mas não mais do que isso. Voltei minha atenção a seu rosto.

– Vai Vik. Lembra que falei que não queria mais te amarrar porque quero que você me tome a virgindade e não eu me tire? Faça isso. Sei que vai doer, mas depois será bom.

Morgana acabava de justificar uma dor que eu causaria a ela. Assim que ia começar a por pressão, me lembrei que ela poderia sangrar na cama de Victoria.

– Talvez seja melhor colocar uma toalha porque pode sangrar, falei olhando para Victoria.

– Nãooooo Vikkkk. Não se importe com o lençol agora, Morgana gritou impaciente e empurrando o quadril para cima se forçando contra meu pau e quase conseguiu, mas a segurei.

– Fiquei quietinha no lugar. Esse é meu dever, não é, perguntei já colocando muita pressão.

Ela balançou a cabeça concordando, mas já mordia seu lábio inferior e fechava seus olhos sentindo dores. Demorou muitos segundos além do de Moana para se romper, mas enfim não resistiu abrindo passagem.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIHHHHHHHHH, Morgana gritou, mas suas mãos não deixaram de por pressão me minhas costas, só que junto vieram suas unhas finas.

– Ohhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuu, também gritei de dor e de prazer.

Meu deus. Ou eu largava de penetrar aquelas bucetinhas super apertadas das mais jovens, ou elas afinariam meu pau tamanha a compressão que colocavam ao redor dele. Mesmo Morgana sentindo dores fortes, senti seu corpinho começar a tremer e ela arregalar os olhos me olhando espantada, talvez não acreditando que estava tendo um orgasmo por estar sentindo dores.

– Goza maninha, goza quantas vezes quiser, mas só vou gozar lá no fundo quando estiver inteiro dentro de você.

Olhei para Victoria ao nosso lado e ela parecia chocada, mas excitada. Aproveitando o orgasmo de Morgana continuei pressionado e me afundando, mas questionei a priminha.

– Chocada priminha? Vai desistir?

Ela balançou efusivamente a cabeça para os lados negando.

– Não mesmo. Olha o rosto dela. Tem dor, mas muito mais prazer.

Sorri feliz para ela e voltei a minha irmãzinha com meu pau tendo chego a um terço dentro dela que me olhou e falou com dificuldade com seu gozo terminando.

– Vik, posso te responder agora?

Uma felicidade enorme me tomou sabendo o que diria, mas também senti uma responsabilidade gigantesca porque teria que atender suas expectativas. Só dei uma leve provocadinha.

– Não está todo dentro ainda. Você pode mudar de ideia até o final, mas se quiser responder pode responder.

Parei um pouco para que tomasse folego.

– Não preciso dele inteiro para decidir..... Já é a sensação mais maravilhosa de minha vida. Aiiihhhh. Dói e ainda assim nada foi melhor. Não é só por esse pau grande e delicioso, mas por ser seu. Poderia encontrar outro do mesmo tamanho, mas não seria seu e quem enfiaria em mim não me amaria como você me ama e nem o amaria como te amo.

– Bem-vinda a minha vida louca irmãzinha. Você a conhece e se me aceita assim, até quando quiser vou dar tudo o que precisa.

– Depois conversamos Vik. Agora o que eu preciso é desse pau inteiro dentro de mim. Toma minha bucetinha. Agora ela é sua. Ahhhuuuuuu.

Com a ajuda de seus exercícios facilitadores fui a penetrando atendendo seu pedido. Por uns 4 minutos, gemíamos de dor e prazer com Victoria nos assistindo. Se tinha sangrado rompendo seu hímen, deveria ter sido pouco, pois não senti nada diferente.

No ultimo terço Morgana começou movimentos de levantar e abaixar o quadril facilitando e então mais 2 minutos e me senti inteiro envolvido por seu canal fervendo e poderoso.

– Pronto irmãzinha. Tudo dentro e que delicia de bucetinha.

– Gostou mesmo Vik? Agora ela é sua, mas você tem tantas.

Sorri e me inclinei sobre ela chegando com a boca próximo a seu ouvido, como se contasse um segredo, mas deixando Victoria ouvir sabendo que estaria na mesma lista.

– Adoro todas porque são apertadas e quentes, mas só a sua e da Moana são tão maravilhosamente apertadinhas. Até agora, falei olhando safado para Victoria.

– Ahhhhhhh. Que bom. Estou me sentindo como se fosse explodir, mas estou adorando-o me enchendo desse jeito. Tem o tamanho perfeito, disse surpreendentemente safadinha.

– Ahhhh é, sua gulosinha. Você vai me dizer amanhã quando estiver toda dolorida. Adoro você assim safadinha, se soltando. Comigo você não precisa ser tímida, pois ninguém chegou tão fundo em você, a provoquei.

– Estou me sentindo tão unida a você Vik. É uma sensação maravilhosa. Prometo que não vou ser tímida com você, mas não esquece que vou sempre esperar que você me diga o que fazer ou o que quer. Não se preocupe que as vezes vou ser eu a dizer o que eu quero. Agora só falta você gozar dentro mim. Me enche com seu esperma Vik.

Comecei um vai e vem lento, mas com seus quadris Morgana fazia os mesmos movimentos que o meus no sentido contrário e nos encontrávamos no meio do caminho fazendo com que meu pau entrasse fundo e empurrasse seu colo do útero. Paramos de conversar para curtir as maravilhosas sensações que sentíamos.

Ia cada vez mais forte, mas na primeira vez não passaria da metade de minha potência. Eu ainda não tinha chego lá quando seu corpinho começou a tremer e ela olhou para mim falando baixinho.

– Vou gozar muito forte. Que delicia irmãozinho.

– Delicia você minha irmãzinha, minha namorada e mulher.

Seus olhos se arregalaram e se seu orgasmo vinha vindo com calma, depois do que ouviu ele explodiu diante meus olhos satisfeitos sentindo meu pau ainda mais apertado aumentando a dificuldade daquele tira e põe.

Seu corpinho ganhou força e quase levantou o meu.

– Ohhhh deus. Estou no céu.

Quase gozei, mas me segurei para tentar dar a ela um gozo longo como as outras tiveram, quase sempre na primeira vez. Ia e vinha já no limite que me propus, mas nem precisava mais pois seus olhos giravam em um gozo poderoso. Para o alimentar e o levar longe até dar o esperma que ela queria, precisava a excitar também a provocando.

– Quando saírmos como namorados, vou te comer no carro e em lugares arriscados e mesmo tímida você vai adorar.

– Aaaahhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritou nada tímida se contorcendo toda.

Dei um tempo e voltei a carga.

– Estou fazendo um esforço enorme para não gozar nessa bucetinha apertada e deliciosa porque quero que você goze bem longo para seu irmãozinho namorado. Se a Vic também gostar de meu pau, as vezes sairemos a três, com minhas duas namoradinhas e aí como as duas tímidas no carro, em situações perigosas, na casa de praia ou onde me der vontade.

– Para Vik, para, ou vou desmaiarrrrrr. Não posso porque quero sentir seu esperma. Mais forte, mais forte. Eu aguento.

– Sempre vou atender seus pedidos amorzinho.

Acelerei um pouco mais, mas tinha receio de a deixar impossibilitada depois e pelo menos mais uma ou duas vezes iria querer repetir depois de estar com Victoria. Com as estocadas mais fortes, começou a gemer em sincronia com cada enterrada.

– Aaauuufff. Aaauuufff. Aaauuufff. Aaauuufff. Aaauuufff. Aaauuufff.

– Ooouuhhh. Ooouuhhh. Ooouuhhh. Ooouuhhh. Ooouuhhh, eu gemia junto

Minha resistência estava no fim e Morgana já tinha tido um gozo longuíssimo, mas ela decretou o fim quando envolveu as pernas em minhas costas e me puxava junto a cada estocada, também agarrando-se a meu pescoço.

– Ooouuhhh. Vai Vik. Marca o que é seu. Goza para mim, goza, falou toda excitada e tremendo ainda gozando.

Um mar de esperma começou a esguichar em seu útero virgem e sentindo o calor dele se espalhando dentro de si minha irmãzinha teve um pico em seu orgasmo acompanhando o meu.

Nem consegui dizer que gozava de tão forte, mas ela não precisava ouvir porque sentia. Aquele gozo em seu útero selava nosso compromisso, do qual nunca abriria mão, a não ser que fosse desejo seu.

Por ter sido muito longo, seu orgasmo acabou rápido, junto com o meu. Meu pau não diminuiria pela situação e por ser tão gostosa aquela grutinha quente de minha irmã, mas quando gozasse em Victoria, queria ter ainda bastante esperma para ela.

Devagar fui me levantando, até que fiquei ajoelhado, mas com metade do pau ainda cravado e entorno dele o esperma pouco rosado vazando, mostrando que um pouco a machuquei, mas teria sido impossível não acontecer. O que poderia ser mais excitante para mantê-lo duro?

Só saber que tinha outra bucetinha igual àquela para me apropriar lá ao lado me esperando ansiosamente. Fiquei lá em um vai e vem leve entre muitos fluidos levemente rosados olhando e não entendendo como poderia amar tantas mulheres ao mesmo tempo.

Do nada veio um estalo em minha mente com a explicação. Se um pai amoroso tem oito filhas, vai amar a todas igualmente. Eu era irmão e amava minhas irmãs igualmente. Também minhas primas que eram como irmãs, por termos sempre convivido juntos. Amar a mãe não se discute e titia foi sempre minha segunda mãe. Suzi era diferente por não termos uma relação familiar, mas a amava de verdade. Sim, era possível amar 8 mulheres ao mesmo tempo e eu as amava todas.

*****

Gostaria muito de terminar a série com mais de 300 estrelas em cada capitulo. É almejar demais, mas quem sabe, com sua ajudinha eu consigo

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Comentários

Foto de perfil genérica

O cara é realmente dono do Harem

Kkkkk

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Maravilha, me Felício todo nos Deus contos, parabéns, espero que venham a s horas nada a terceira e todas as séries eguintes aosoriorj1950@gmail.com me informe por favor

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Cara pena esse site não permiti imagem pois qualquer foto de mulheres parecidas faria qualquer um goza em lê e visualiza o rosto

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Muito bom mesmo tá seus contos tá

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Só falta vc colocar os pais para fora, montar o harem e colocar a mãe, tia, Morgana e Victoria juntas... ai seria demais.......

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Cada detalhe, muito bom!!!! Só quero ver depois que as 8 já forem suas...o que vai acontecer!

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Delícia, que venha a Priminha na sequência e depois outras deliciosas interações.

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Ótimo conto!

Muito excitante.

Aguardando continuação...

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