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Mulher moralista Vs. Puta indecente

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 4064 palavras
Data: 13/08/2026 07:58:13
Última revisão: 10/09/2026 13:54:47

— Você não faz ideia de como está a vida lá — ele dizia, com aquele sorriso convencido. — A cidade grande é outra coisa.

Naquela noite, eu estava em uma balada da minha cidade com Kenji, meu amigo de infância e filho da Dona Aiko. Fazia algum tempo que não nos víamos. Depois de terminar o ensino médio, ele tinha ido para a capital estudar e, desde então, nossas conversas tinham ficado cada vez mais espaçadas. Agora estava de volta por alguns dias com uma quantidade absurda de histórias sobre a faculdade, as festas e, principalmente, as mulheres que tinha conhecido desde que se mudou.

— Quer ver uma coisa? — em algum momento ele tirou o celular do bolso.

— Dependendo do que for, não.

— É um aplicativo — ele rapidamente desbloqueou o celular. — É para encontros.

— Encontros?

— Você sabe, a quantidade de novinha que tem nisso aqui é absurdo, fora as casadas frustradas.

Me aproximei para olhar a tela. Kenji começou a passar pelos perfis e, sinceramente, a variedade era impressionante. Havia mulheres de todos os tipos, idades e estilos. Algumas pareciam ter saído diretamente de uma revista. Outras eram simplesmente mulheres normais em busca de aventura. Algumas tinham a coragem de mostrar o rosto, outras não.

— E você conversa com todas essas?

— Com algumas, não dá para conversar com todas. Tem que saber diferenciar também, tem muita GP por aqui.

Ele continuou passando os perfis, claramente orgulhoso da própria vida na capital. De repente parou, mexeu nas configurações do aplicativo e alterou a localização.

— Vou colocar aqui.

— Na nossa cidade?

A lista carregou novamente. Eu e Kenji ficamos olhando para a tela. Havia pouco mais de algumas dezenas de perfis.

— Só isso? — franzi a testa.

— Porra, cidade de merda.

Começamos a passar pelos usuários. A maioria não tinha foto. Os poucos que tinham pareciam pertencer a um universo completamente diferente daquele que Kenji acabou de me mostrar. Homens muito mais velhos. Sujeitos acima do peso. Perfis que pareciam claramente falsos. E alguns usuários que simplesmente não correspondiam ao que nenhum de nós estava procurando.

— Olha esse aqui — Kenji abriu um perfil de uma pessoa com lingerie, mas nada atraente.

— Travesti, com certeza — dei uma risada.

— Essa cidade é um fim de mundo — ela guardou o celular, balançando a cabeça. — Por isso sai desse bueiro, eu falei que a vida lá é outra coisa.

Depois dessa demonstração, estava começando a acreditar. Continuamos bebendo e conversando. A noite avançou e em algum momento acabamos conhecendo duas garotas que estavam juntas. Chegamos nela e foram poucos minutos que passamos da balada para a casa delas.

Fomos os quatro juntos. Quando chegamos, cada casal acabou seguindo para um quarto. Kenji desapareceu com a loira, enquanto eu fiquei com a moreninha. Só que minha noite não saiu exatamente como eu esperava. A garota tinha bebido demais e, pouco depois, simplesmente apagou. E obviamente eu não iria fazer nada com uma mulher desacordada. No fim, não havia muito o que fazer. Fui embora puto da vida e frustrado enquanto o filho da puta se divertia com a outra, cada gemido da loirinha era um tapa na cara da minha frustração.

Na manhã seguinte, acordei com uma dor de cabeça infernal. Eu tinha bebido muito mais do que deveria. Fiquei deitado, encarando o teto, tentando me lembrar de quando exatamente havia deixado de conseguir beber como antigamente. Alguns anos antes, eu podia passar a noite inteira bebendo e acordava no dia seguinte praticamente novo.

Agora, uma única noite foi suficiente para transformar minha cabeça em uma britadeira. Talvez eu estivesse ficando velho.

Meu celular apitou sobre a mesa de cabeceira. Peguei o aparelho e vi uma mensagem de Kenji. Aquela tinha sido sua última noite na cidade, precisava voltar para a capital, eu nem sabia que ele iria embora tão rápido. No fim, nos despedimos por mensagem. Joguei o celular novamente sobre a cama e fechei os olhos.

Pouco depois, meu celular vibrou novamente. Era uma notificação de um aplicativo que eu nem lembrava de ter instalado, o mesmo que Kenji havia me mostrado na noite anterior. Provavelmente, tinha feito aquilo bêbado.

Abri por curiosidade e encontrei praticamente os mesmos perfis que ele havia mostrado. Sinceramente, não conseguia imaginar nenhuma mulher em sã consciência procurando alguma coisa naquele aplicativo. Fechei e deixei o celular de lado.

Não consegui ficar longe dele por muito tempo.

Alguns minutos depois, peguei o aparelho novamente. Talvez existisse alguma mulher usando aquilo. Se existisse, provavelmente procuraria alguém jovem e saudável. Eu não era nenhum deus grego, nem o tipo de homem que faria qualquer mulher perder a cabeça, mas não custava tentar, não é?

Afinal, eu já tinha instalado mesmo e não iria perder nada. Fora que a concorrência estava me favorecendo. Preenchi meu perfil, coloquei minha idade, uma descrição curta e algumas fotos, tomando o cuidado de não mostrar o rosto. As primeiras mensagens começaram a aparecer quase imediatamente.

Viados e travestis.

Algumas abordagens eram extremamente diretas. Ignorei quase todas e, depois de algum tempo, comecei a pensar que talvez fosse melhor simplesmente apagar aquele aplicativo. Estava me sentindo como um pedaço de carne numa vitrine.

Eu já estava prestes a fechar o aplicativo depois de ignorar mais algumas mensagens quando uma nova notificação apareceu. Dessa vez, era uma mulher. Mais velha, pelo menos aparentemente. O perfil tinha poucas informações e praticamente nada que me permitisse descobrir quem ela era.

Abri a mensagem esperando mais uma abordagem genérica, mas encontrei algo completamente diferente. Praticamente um desabafo.

Contou que era casada e passou alguns parágrafos reclamando do marido. Segundo ela, os dois estavam praticamente vivendo como estranhos dentro da própria casa. O sexo havia desaparecido da relação e ela já estava cansada daquela abstinência sexual.

Disse que sentia falta dos tempos em que era mais jovem, de quando se sentia desejada e tinha a liberdade de fazer o que queria. Queria encontrar alguém capaz de fazê-la esquecer, nem que fosse por algumas horas, da vida que levava dentro de casa.

Fiquei alguns segundos olhando para a tela. Achei estranho. Eu não conhecia aquela mulher. Nunca tinha falado com ela antes e, ainda assim, ela havia simplesmente chegado contando detalhes da própria vida para um completo desconhecido.

O anonimato nos deixa confortável, não?

Continuei lendo. Depois de reclamar bastante do marido, o tom da conversa mudou. Ela deixou claro que estava interessada em encontrar alguém, mas não pretendia sair com qualquer pessoa. Não queria perder tempo, nem descobrir pessoalmente que o homem por trás daquele perfil não correspondia ao que esperava.

“Se eu for sair com você e assumir a posição de adúltera, é para valer a pena. Me manda uma foto do seu pau.”

Pelo menos ela não era enrolada e sabia o que queria. Peguei o celular, tirei uma foto improvisada e enviei. Fiquei aguardando ansiosamente uma mensagem. Estava ansioso por uma mensagem de uma desconhecida.

Mas, ela demorou. Comecei a pensar que talvez tivesse perdido o interesse. Talvez eu simplesmente não fosse o que ela estava procurando ou talvez a consciência pesou na possibilidade de trair o marido. Deixei o celular de lado e tentei esquecer aquilo.

Pouco depois, o aparelho vibrou novamente. Peguei o aparelho tão rápido quanto a moreninha apagando na cama na noite anterior. Estava esperando alguma resposta sobre a foto, mas no lugar, tinha uma data, um horário e um endereço.

Logo veio outra mensagem, deixando claro que eu deveria estar lá no horário combinado, sem atrasos, desculpas e sem mais perguntas.

Realmente, ela não gostava de perder tempo. E agora tinha um encontro com a coroa misteriosa.

Três dias se passaram até o encontro, durante esse meio tempo, trocamos mensagens todos os dias. Mensagens safadas, ela perguntava o que eu iria fazer com ela. E eu respondia que iria fodê-la até as pernas bambearem. Ela dizia que amava chupar rola, mas a do marido nunca permanecia dura por mais de dois minutos.

Eu a tranquilizava, dizia que na minha ela poderia mamar o quanto quiser. Fora os nudes. Porra, bater punheta para a foto de uma coroa naquele contexto era excitante pra carlaho.

Porém, quanto mais o momento se aproximava, mais eu me perguntava o que se passava na cabeça daquela mulher para marcar uma coisa dessas em plena quarta-feira. E ainda havia outro detalhe, o endereço ficava em outra cidade. Eu não sabia praticamente nada sobre ela.

Haha.

Tráfico de órgãos, com certeza. E eu ainda ia acabar caindo nessa. Mesmo com todas essas dúvidas, fui. Cheguei ao endereço indicado e descobri que era um hotel. Entrei, confirmei o número do quarto na recepção e subi.

Parei diante da porta. Conferi o número mais uma vez. Respirei fundo e com as mãos tremendo, bati a porta. Alguns segundos depois, a porta de madeira rangeu e se abriu. Uma mulher estava diante de mim, usando apenas um roupão. Antes que eu conseguisse ver seu rosto, ela se virou rapidamente, ficando de costas para mim. Então deixou o roupão cair.

Foi apenas um vislumbre rápido da silhueta do corpo, quase uma provocação. E tenho que admitir, se aquela coroa dizia ter os cinquenta e poucos anos, ela estava de parabéns. O corpo era de violão, bunda e peitos fartos. Mal acreditava que iria abusar daquele corpo.

Entrei instintivamente e fechei a porta atrás de mim, ela continuou de costas por alguns segundos até ouvir a chave virar. Meu coração estava acelerado, então, finalmente, ela se virou.

Olhei para o rosto daquela mulher e simplesmente paralisei.

— Professora?

Era Tânia. A mesma professora que tinha dado aula para mim durante o ensino médio. A mesma mulher que havia conseguido me atormentar durante praticamente aqueles três anos inteiros. Tânia nunca tinha sido exatamente cruel, mas comigo parecia existir uma implicância especial.

Tudo bem, eu também não colaborava. Eu era um dos alunos mais bagunceiros da turma e certamente não facilitava o trabalho dela. Mas, durante todo o ensino médio, tive a sensação de que ela fazia questão de dificultar minha vida. Tudo parecia se transformar em algum novo motivo para ela me chamar a atenção. Eu tinha acumulado anos de ressentimento contra aquela mulher. E agora ela estava ali, na minha frente, num quarto de um hotel.

Tânia também me reconheceu. A expressão dela mudou imediatamente. O choque foi tão evidente quanto o meu.

— Vo-você? — ela pegou o roupão às pressas e tentou se cobrir. — Que merda você tá fazendo aqui?

— Eu... você... foi você marcou o encontro — respondi, tão confuso quanto ela.

Peguei o celular, abri o aplicativo e mostrei nossa conversa. Tânia olhou para a tela, a expressão horrorizada não saiu de seu rosto nem por um minuto. Ela se virou, as mãos foram para o cabelo e provavelmente ela pensava na merda em que se meteu com um ex-aluno.

Enquanto observava Tânia, percebi uma coisa que me incomodava admitir, por mais que nutrisse ódio contra aquela mulher, ela estava tão gostosa quanto no tempo de escola. Perdi as contas de quantas vezes me acabei na punheta pensando em Tânia de quatro para mim, fodendo ela de todos os jeitos, fazendo-a sofrer no meu pau por tudo que ela me fez passar.

Ela já era gostosa naquela época, e agora, envelheceu como vinho. Um vinho que estava disposto até a me banhar.

— Que loucura — Tânia andava de um lado para o outro dentro do quarto. — Meu Deus, sabia que isso ia dar merda, eu sabia. Eu sabia!

— Bom, já que estamos aqui — disse enquanto abaixava minha calça, expondo meu pau duro na frente dela.

Tânia paralisou o olhar na minha rola pulsando no ar. Ela levou um dedo à boca e mordeu, mas logo balançou a cabeça, apertando os olhos.

— Não, isso é errado, você foi meu aluno.

— Professora, você veio justamente aqui para fazer algo de errado, trair seu marido. Vai arregar agora? — me aproximei alguns passos dela.

Ela tentava encontrar palavras, mas no fim, cedeu ao mesmo desejo que trouxe ela ali.

— Só não me chama de professora, isso faz eu me sentir suja — ela olhou nos meus olhos e relaxou um pouco os braços.

— Mas é isso que você é, uma putinha suja em busca de atenção.

Peguei a mão dela e levei até a minha pica, dei um passo para frente o suficiente para a cabeça do meu pau beijar seu clitóris, melando de pré-gozo. Os olhos dela foram direto para baixo, vendo meu pau encostar em sua buceta. Mal via a hora de foder a buceta da mulher que me fez raiva por tantos anos. Ela apertou por um momento e começou a punhetar devagar, esfregando minha rola na fenda, gemendo baixo e mordendo o lábio. O melhor é que ela nem tentou tirar a mão, dava pra ver em seus olhos que estava faminta de rola e há muito tempo não era fodida de verdade.

Mas, o movimento continuava devagar, como se seu cérebro estivesse gritando para parar enquanto seu corpo obedecia a um impulso muito mais forte

— Isso é tão errado... — ela murmurava, apertando a mão na minha pica, sentindo a grossura.

Eu inclinei o corpo e meus lábios encontraram o pescoço dela. O sabor de sua pele, salgado com o suor da tensão, era divino. Eu beijei, mordi de leve, sentindo o pulso acelerado em sua artéria.

— Hoje eu vou te fazer de mulher, professora — eu sussurrei em seu ouvido, sentindo um arrepio percorrer seu corpo. — Vou te fazer gozar nesse pau até você esquecer do seu nome.

A mão dela apertou meu pau com mais força, um reflexo involuntário que me fez sorrir contra a pele dela. Com um movimento firme, eu a empurrei para baixo pelos ombros. Ela cedeu sem resistência alguma, os joelhos se dobraram até tocar o chão. Ela ficou ali, ajoelhada, o rosto na altura do meu pau duro e latejando na sua mão, na mira fixa dos seus olhos, quase hipnotizados. Havia uma luta interna visível em seu rosto, a professora austera e moralista versus a mulher devassa, provocante, puta e indecente.

— Abre a boca, professora putinha — ordenei, a voz cheia de uma autoridade que ela nunca me ouviu usar.

Ela hesitou por apenas um segundo antes de seus lábios se entreabrirem. Ela se inclinou um pouco para frente, a cabeça entrou na sua boca e senti o quente da língua molhada me envolvendo. Aquele calor úmido foi quase o suficiente para me fazer perder o controle. Ela começou a chupar, e a hesitação inicial desapareceu, substituída por uma maestria que me deixou sem fôlego. Era claro que aquela não era a primeira vez que ela fazia aquilo. A língua dela dançava ao redor da cabeça do meu pau, os lábios chegaram a envolver a base enquanto a ponta do meu pau roçava em sua garganta.

Caralho, a professora era boa mesmo. Com uma garganta profunda dessa, ela poderia facilmente fazer eu gozar ali mesmo e me forçar a encher seu estômago de porra. Mas tinha que ser forte, tinha que durar. Fiz uma promessa interna que a faria gozar no meu pau.

Ela delicadamente tirou todo meu pau de sua boca, deixando alguns fios de saliva conectando sua língua até o meu membro. E o pior era que ela nem se engasgou e logo abocanhou de novo. Ela sequer me encarava, tinha olhos apenas para o pedaço de carne duro e latejante em sua frente.

A professora Tânia, me surpreendia a cada instante. Logo, os sons de sucção, úmidos e obscenos, eram a única coisa que se podia ouvir no quarto. Depois de alguns minutos daquele tortuoso prazer, eu a puxei para cima pelos braços. Ela ficou de pé, ofegante, desconcertada com o transe quebrado. Ela lambeu os lábios inchados e molhados de saliva. A joguei de costas na cama de casal, Tânia soltou um gemido baixo, assim como o colchão recebendo seu corpo com um ranger das molas. Então, pude ver seu corpo com mais clareza. Aqueles peitos naturais e ainda firmes mesmo com a idade que tinha, balançavam na minha frente. A buceta raspada denunciava a sua preparação para a grande noite, e eu tinha que fazer jus ao preparo dela. Iria dar a maior e melhor foda de sua vida.

Antes, tire qualquer peça de roupa que poderia me atrapalhar e fui para cima dela. Senti o calor de seu corpo contra o meu, ela abriu as pernas involuntariamente para mim e eu fui guiando meu pau com a mão, o esfreguei na entrada de sua buceta, já molhada. Ela gemeu baixinho, um som de pura rendição. Então, empurrei.

Molhada pra caralho! Tão molhada que não teve nenhuma resistência, enfiei tudo de uma vez na buceta da professora suja e puta. Mas, mesmo assim, ela era apertada, tinha que tomar cuidado se não seria eu a vítima da noite

E o gemido daquela vadia? Alto demais, quase estridente. Mas eu mal me atentei a isso, só comecei a foder, o ritmo inicialmente controlado, mas logo se tornando mais forte, mais profundo. O som da minha pele batendo contra a dela, o cheiro do nosso sexo preenchendo o ar, era tudo o que importava.

— Espera, vai devagar — ela colocou as duas mãos no meu peito, tentando me empurrar.

— Porque, professora? Não era isso que queria? — aumentei de propósito a velocidade e a força das metidas. — Não queria trair o seu marido com um pau maior?

— Não... — ela virou o rosto.

— Olha pra mim quando eu estiver falando com você — falei com autoridade enquanto agarrava seu cabelo com uma mão e sua nuca com a outra, aproveitando para trazer seu corpo contra o meu e chegar mais fundo em sua buceta. — Admite logo que era isso que você queria, marcando um encontro com alguém com metade da sua idade. Admite logo que você é uma vagabunda.

Ela me encarou, os olhos semicerrados encontrando os meus, ela hesitou por um momento mordendo o lábio inferior.

— Eu sou... uma... — ela fez uma pausa para gemer e continuou, sussurrando. — Uma vagabunda...

Foram só aquelas palavras saírem de sua boca que ela começou a gozar. Seu corpo inteiro tremeu, principalmente as pernas. As paredes de sua buceta me apertaram tanto que eu achei que iria sugar meu cacete inteiro para dentro dela. Mas fui forte, continuei metendo enquanto ela gemia alto e descontroladamente. Os olhos quase revirando como se estivesse sendo exorcizada.

E parando para pensar. Realmente, pratiquei um exorcismo. Tirei o espírito da pureza e coloquei nela o espírito da vadiagem. Haha.

...

Voltando.

Quando seu orgasmo acabou, diminui as metidas. Ela estava ofegante, a pele se tornou rubra e eu fiquei em dúvida se ela estava desmaiada ou ainda consciente.

— Professora? — dei um tapa leve em seu rosto.

Nada. Sai de cima dela e me sentei ao seu lado. Me assustei quando o telefone do quarto tocou. Tânia também, o susto parece que a fez ressurgir.

— Alô? — falei, pegando o telefone que estava ao lado.

— Olá — a voz do rapaz do outro da linha começou a falar. — Alguns hóspedes reclamaram do barulho, seria possível amenizar?

— Ah, sim, desculpa. Vou tomar cuidado na próxima vez.

Desliguei o telefone na mesma velocidade em que Tânia se levantou e me empurrou para a cama. Não aprecia mais aquela mulher hesitante, parecia decidida do que queria. Minha costas mal bateram no colchão e agora ela que vinha por cima, encaixando meu pau em sua buceta e sentando de uma vez.

— Cavalga, professora — falei rindo dando dois tapas na sua bunda. — Mostra o quão cadela você é.

Ela olhou para mim, e por um instante, a professora Tânia tímida retornou. Mas foi por um breve momento até ela começar a se mover, primeiro devagar, experimentando o ângulo, depois com uma força e um tesão que me surpreenderam.

— Eu sou uma cadela, uma vagabunda, uma puta que só quer foder — ela falava quase rosnando enquanto cavalgava com fúria.

Os peitos balançando com o movimento, os cabelos caindo sobre o rosto enquanto ela gemia meu nome, não como uma professora, mas como uma mulher desesperada por prazer. Uma mulher que acabou de descobrir quem era e falava isso em voz alta.

— Uma professora vagabunda — ela gemia alto. — É isso o que eu sou.

O ritmo era frenético, o quarto inteiro ficou abafado de prazer e suor e...

E foi então que um som agudo e penetrante cortou toda a nossa atmosfera. O celular dela, na mesa de cabeceira, começou a tocar, vibrando ruidosamente contra a madeira. Ela parou abruptamente, o corpo tenso, os olhos arregalados de pânico, fixos na tela iluminada.

Joguei a cabeça para trás junto com o braço e peguei o celular. Era o marido dela, o corno. Deslizei o dedo para atender, coloquei no viva-voz e dei para ela. Tânia pareceu congelar por um momento. Mas eu mal me importava, agarrei seu quadril e puxei seu corpo para mais perto, beijando aqueles peitos apetitosos e massivos.

— Alô? Tânia? — a voz do corno quebrou o transe dela.

— Oi... oi! — ela respondeu com a voz trêmula, de medo e talvez porque estava sendo fodida enquanto falava com o marido.

— Onde você tá? Cheguei em casa mais cedo.

— Ah... eu... na... — ela tentou segurar um gemido e tentou se afastar de mim.

Mas eu não deixei, a agarrei com força e continuei fodendo sua buceta com força total, porém, sem fazer tanto barulho.

— O que é esse barulho? Parece que está batendo em alguma coisa — o corno percebeu o barulho das minhas bolas batendo na bunda da mulher dele.

— Não é nada! — ela praticamente gritou. — Eu estou na academia, não sei quando volto, tchau!

— Ah, entend... — o corno começou a falar mas a ligação cortou.

Cortou porque Tânia desligou, logo, começou a gozar novamente. A buceta me apertando com tanta força quanto o seu primeiro orgasmo. Porra, aquela buceta era surreal de boa. Molhada, quente e me apertava tão gostoso quando gozava.

Fora os gemidos, ah, esses gemidos. Lembrei do rapaz da recepção pedindo para ir com calma. Mas como iria com calma com uma deusa dessas na minha frente?

E o melhor, ela não parou de cavalgar desde que a ligação terminou, fazendo seu orgasmo se prolongar o máximo possível. Até que ela atingiu a exaustão e caiu sobre mim, ofegante.

— Goza... goza dentro de mim... — ela falou entre as respirações pesadas.

— Hum? Pede com educação — respondi.

— Por favor, goza dentro de mim — ela levantou o corpo, fazendo meu pau entrar mais fundo nela. — Eu vou fazer aquele corno filho da puta lamber minha buceta esporrada quando chegar em casa.

O rosto dela falando isso estava completamente diferente. A timidez da professora Tânia não existia mais, apenas uma loba sedenta por sexo. E já que ela pediu com jeitinho, não tenho escapatória, vou ter que realizar seu desejo... por mais estranho que ele fosse, mas cada um com suas preferências.

Agarrei sua bunda farta e dei um tapa que ecoou até para os corredores afora. Voltei a meter enquanto ela cavalgava no ritmo. Meu pau quase saia e eu enfiava tudo de novo, com ela jogando todo seu peso para baixo dava uma sensação perfeita. É isso, Tânia era uma puta perfeita.

Não demorou muito, naquele ritmo frenético e violento cheio de gemidos, suor escorrendo pela pele e tanta perversão, eu não iria demorar muito para gozar. Passei a meter mais rápido, meio descompassado até começou a encher sua buceta de porra. Senti o jatos indo fundo em sua buceta, atingindo seu útero.

Fiquei alguns segundos jogado na cama, tentando recuperar o fôlego e processar tudo o que tinha acabado de acontecer. Tinha acabado de gozar dentro da buceta da minha professora a qual nutria um profundo ódio. Quando na minha vida achei que isso iria acontecer?

Tânia levantou sem dizer nada, parecia exausta. Pegou algumas roupas espalhadas pelo quarto e caminhou em direção ao banheiro.

— Vou tomar um banho.

Apenas assenti. Ela atravessou a porta do banheiro e, poucos segundos depois, ouvi o chuveiro sendo ligado. Fiquei olhando para o teto. Era difícil acreditar que aquilo realmente tinha acontecido.

— Que merda... — virei a cabeça em direção ao banheiro quando ouvi a água correndo, rindo e ainda desacreditado.

Por algum motivo, a situação parecia ainda mais absurda agora que tudo tinha terminado. Eu estava no quarto de um hotel, sozinho na cama, enquanto minha antiga professora tomava banho no banheiro. Definitivamente, não era assim que eu imaginava reencontrar Tânia depois de dez anos.

A despedida naquele dia foi às pressas, mas, spoiler!

Ela virou minha puta particular. 

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Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 57Seguidores: 42Seguindo: 16Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade.

Comentários

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A professora é um clássico!

Acho q todos já tiveram um professora q queriam comer, seja por um motivo ou por outro.

Haedrig,a série da bruxa, tem previsão para continuação. Os primeiros capítulos foram ótimos!

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Opa, obrigado, Ryu!

Sobre a série da bruxa, eu tive que recalcular rota, não gostei do rumo que a história estava tomando. Mas o roteiro de todos os capítulos está praticamente pronto, estou finalizando a escrita da próxima parte. Se tudo der certo, semana que vem irei publicar!

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