Eu entrei na academia depois do horário de pico. Quase vazia. Só o cheiro de ferro, borracha e suor antigo no ar. Foi quando eu vi ela.
Loira, cabelo preso, corpo de quem vive dentro daquele lugar. Costas largas, trapézio desenhado, cintura estreita e uma bunda que parecia esculpida em pedra. Ela estava de costas na máquina de puxada alta, braços erguidos, completamente nua da cintura pra baixo. O brilho de óleo e suor cobria cada curva. O cu aparecia entre as nádegas duras, rosado, contraído. As coxas tremiam leve a cada repetição. Clica no perfil ou em meu nome aqui no conto, pois deixei caminho para todas as fottos e viddeos.
Eu parei. Não consegui disfarçar.
Ela olhou por cima do ombro, sem parar o movimento.
— Vai ficar só olhando ou vai chegar perto?
A voz era rouca, segura. Eu me aproximei. O cheiro bateu forte: suor de treino pesado, axila aberta, bunda quente. Cheiro de mulher que passou duas horas levantando peso sem parar. Azedo, vivo, viciante.
Ela desceu da máquina, virou de frente e empurrou meu ombro com dois dedos. Eu quase caí. A força dela era absurda.
— Tira a roupa. Quero ver se aguenta.
Eu tirei. Ela me empurrou para o banco da máquina e subiu em cima de mim de costas. A bunda suada encostou no meu rosto. O cheiro ficou ainda mais forte, concentrado. Eu senti o calor, a umidade, o gosto do suor quando a língua tocou a pele.
— Lame — ela mandou. — Lame essa bunda de puta suada.
Eu lambi. Devagar no começo, depois com fome. A pele era dura de músculo e ao mesmo tempo macia de suor. Eu abri as nádegas com as mãos e enfiei a cara. O cu estava ali, quente, com cheiro mais fechado, mais sujo. Eu passei a língua em volta, depois empurrei a ponta para dentro. Ela gemeu baixo e empurrou a bunda contra a minha boca.
— Mais fundo, porra. Enfia a língua.
Eu enfiei. O gosto era salgado e amargo. O cheiro subia pelo nariz e ia direto pra cabeça. Ela rebolava, me sufocando entre aquelas nádegas musculares. Em determinado momento soltou um peido curto e quente na minha cara. Riu.
— Aguenta, nojento.
Aguentei. Continuei lambendo.
Depois ela desceu, me virou e montou de frente. O pau entrou na boceta primeiro, fácil, escorregadio de tanto tesão. Ela descia até o fundo e subia devagar, olhando no meu olho.
— Agora o cu.
Tirou, posicionou e começou a sentar. A entrada foi apertada, dolorida. Ela não parou. Foi descendo centímetro por centímetro, gemendo, xingando, até eu sumir por completo dentro dela. O cu dela era quente, seco no começo, depois foi lubrificando com o próprio suor e saliva. Ela sentava com força, a bunda batendo na minha barriga, os músculos das coxas contralados.
— Dói? — perguntou, sorrindo.
— Dói.
— Ainda bem.
Ela me fodeu assim por longos minutos. Quando cansou da posição, virou de quatro no chão de borracha da academia. Eu entrei de novo. Dessa vez meti com vontade. O barulho era molhado, sujo. Ela pedia mais fundo, pedia tapa na bunda, pedia pra eu cuspir no cu e meter de novo. Eu fiz tudo.
Foi quando a porta do fundo abriu.
Dois caras do horário da noite entraram. Pararam. Olharam. Ela não pediu pra parar. Só olhou pra eles e falou:
— Quer entrar também?
Eles entraram.
Um foi pra frente. Ela abriu a boca e engoliu o pau enquanto eu continuava no cu. O outro esperou. Quando eu saí, ele entrou. Depois os dois ao mesmo tempo: um no cu, outro na boceta. DP completa. Ela gritava, a voz rouca ecoando na academia vazia. O corpo musculoso tremia, suor escorrendo pelas costas definidas, pelas axilas, pelo pescoço. Eu sentia o cheiro de tudo misturado: bunda, axila, sexo, porra.
Eles trocaram. Um meteu no cu enquanto o outro fazia ela lamber o pau sujo. Eu fiquei embaixo, chupando o peito, lambendo a axila suada, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte. Em determinado momento ela mandou eu chupar os pés. Os pés estavam suados dentro do tênis o treino inteiro. Eu chupei. Ela riu e gozou com a língua no meu peito e o pau de um deles fundo no cu.
A noite virou bagunça.
DP anal.
DP vaginal.
Ela sentando nos dois ao mesmo tempo.
Eu lambendo o cu enquanto outro metia.
Ela mandando, xingando, pedindo mais dor, mais fundo, mais porra.
Quando terminou, ela estava deitada no banco, pernas abertas, cu e boceta avermelhados, gozo escorrendo. O cheiro da academia tinha mudado completamente. Agora era cheiro de puta suada, de sexo pesado, de corpo de mulher que treina e fode com a mesma intensidade.
Ela me olhou, ainda ofegante, e falou:
— Amanhã eu treino perna.
Aparece de novo.
Quero ver se você aguenta dois dias seguidos.
Eu aguentei o primeiro.
E já sabia que ia voltar.
Porque aquela bunda musculosa, suada, fedida de treino, tinha virado vício.
E eu ainda não tinha lambido o suficiente.
