Eu sei exatamente o que sou.
Magra, delicada, cintura fina, bunda pequena e alta, cu rosado que já não fecha direito. O cabelo escuro com pontas verdes cai pelas costas e a tatuagem da onça aparece toda vez que eu me curvo. Meu marido grava. Ele grava desde o começo. Câmeras escondidas no banheiro, no quarto, na sala, até no corredor. Ele quer ver tudo. Quer postar tudo. E eu deixo.
Porque eu gosto. Clicaem meu nome ou no perfil, para ver e baixar meus vídeoss e fottos.
Gosto de sentir o cu arrombado. Gosto de cagar com porra ainda dentro. Gosto de saber que a merda nunca sai sozinha. Sempre vem misturada com leite de algum macho que me comeu horas antes. Às vezes de dois. Às vezes de três.
Hoje de manhã foi assim.
Acordei com o cu latejando. Ontem à noite o sogro veio. Meu marido saiu “trabalhar” e o pai dele entrou pela porta dos fundos como sempre. Setenta e poucos anos, pau ainda duro, cheiro de cigarro e colônia barata. Ele me empurrou contra a pia da cozinha, puxou minha calcinha pro lado e enfiou seco. Eu já estava molhada. Sempre estou.
— Esse cu é meu também, né, putinha?
— É seu, sogro… mete fundo.
Ele meteu. O pau não era o maior, mas era grosso e ele sabia usar. Segurou minha nuca e fodeu até eu gemer alto o suficiente pra câmera da cozinha pegar o som. Quando gozou, enterrou até o saco e jorrou dentro. Eu senti o quente subindo. Ele tirou, limpou o pau na minha bunda e foi embora sem falar mais nada. Meu marido já estava assistindo ao vivo no celular.
Duas horas depois eu precisei cagar.
Sentei no vaso, abri as pernas, segurei a bunda com as duas mãos e empurrei. O cu abriu fácil. Saiu primeiro um fio de porra branca, escorrendo junto com a merda escura e grossa. O cheiro subiu forte, ácido, misturado com o cheiro de sexo da noite anterior. Eu olhei pra baixo e vi: a bosta saindo enrolada em fios brancos de porra. Nunca sai limpa. Nunca.
A câmera do banheiro captou tudo. O ângulo de baixo, o cu se abrindo, a merda descendo lenta, o esperma escorrendo junto. Eu fiquei olhando, peidei baixo, e mais um pedaço saiu. Grossa, quente, fedida, e cheia de porra do sogro.
Meu marido depois me mandou mensagem:
“Postei. Já tem gente pedindo mais.”
Eu sorri e limpei.
A cunhada veio à tarde.
Ela é casada com o irmão do meu marido. Magra também, peitos pequenos, boca suja. A gente se come desde o ano passado. Meu marido sabe. Ele que sugeriu. “Fode com ela na nossa cama e me manda o vídeo.”
Ela chegou, tirou a roupa sem falar quase nada e ajoelhou na minha frente. Chupou minha buceta enquanto eu estava de pé. Depois me virou, abriu minha bunda e enfiou a língua no cu. Eu já estava arrombada do sogro, então a língua dela entrou fácil. Ela gemeu quando sentiu o gosto.
— Ainda tem porra aqui dentro…
— Tem. Do teu sogro.
Ela riu e chupou mais fundo. Depois pegou o consolo grosso que a gente usa e me fodeu de quatro na cama. O consolo era maior que o pau do sogro. Entrava com dificuldade, fazia barulho de sucção, e eu peidava cada vez que ela enfiava até o fim. Ela filmava com o celular enquanto metia.
— Peida pra mim. Quero ouvir.
Eu peidei. Alto. O cheiro se espalhou no quarto. Ela meteu mais rápido. Eu gozei com o cu aberto, tremendo, a bunda tremendo. Quando ela tirou o consolo, um fio de porra antiga ainda escorreu. Ela limpou com o dedo e passou na minha boca. Eu chupei.
Meu marido estava na sala, ouvindo tudo pelas câmeras.
À noite o vizinho do 302 subiu.
Ele tem vinte e três anos, pau grande, grosso, e acha que está me comendo escondido. Não sabe que meu marido já postou três vídeos dele me comendo. Eu abri a porta de robe. Ele entrou rápido. Empurrou-me contra a parede do corredor e enfiou a mão entre minhas pernas.
— Tá molhada pra caralho.
— Tô. Mete.
Ele me levou pro quarto, me jogou na cama de quatro e enfiou no cu de uma vez. Eu gritei. O pau dele é grosso demais pro meu cu delicado, mas eu já estava aberta. Ele meteu com força, segurando minha cintura magra, batendo a bunda contra o corpo dele. Cada estocada fazia um barulho molhado e sujo. Eu peidava. Não conseguia segurar. O pau grande fazia sucção, entrava e saía puxando ar e merda residual.
— Porra, que cu fedido…
— Fode mais. Arromba.
Ele arrombou. Gozei com ele dentro, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta contra o lençol. Quando ele gozou, jorrou fundo. Eu senti o volume quente. Ele tirou e eu fiquei de quatro, o cu pulsando, escorrendo porra nova misturada com a antiga.
Meia hora depois eu precisei cagar de novo.
Sentei no vaso, abri a bunda e empurrei. Saiu uma merda longa, escura, grossa, e no meio dela fios brancos de porra fresca do vizinho. O cheiro era mais forte agora. Eu fiquei olhando a bosta descendo, o esperma escorrendo junto, e peidei baixo enquanto o resto saía. A câmera gravou cada segundo.
Meu marido mandou outra mensagem:
“Esse ficou bom pra caralho. Vou postar com o título ‘esposa magrinha cagando porra de três machos’.”
Eu limpei o cu com cuidado. Ainda ardia.
No fim de semana foi pior.
Meu marido chamou dois amigos. Eu já estava nua quando eles chegaram. Um me comeu na boca enquanto o outro me fodia o cu. Depois trocaram. Depois os dois tentaram DP no cu. Não deu. Meu cu é pequeno demais, mesmo arrombado. Mas eles tentaram. Eu gritava, peidava, pedia mais. Um gozou na minha boca, o outro no meu cu. Eu engoli. Depois chupei os dois limpos.
Quando eles foram embora eu estava destruída. O cu latejava, aberto, escorrendo. Meu marido me filmou de quatro na cama, abrindo a bunda com as mãos e mostrando o buraco vermelho e sujo.
— Fala pra câmera.
— Meu cu tá arrombado… cheio de porra… e eu ainda vou cagar tudo isso misturado.
E eu caguei.
Sentei no vaso na frente dele. Ele ajoelhou na minha frente com a câmera. Eu empurrei. A merda saiu lenta, grossa, e vinha cheia de porra branca. Muita porra. Dos dois. Do vizinho. Do sogro. Parecia que a bosta estava grávida de leite. O cheiro encheu o banheiro. Eu peidei várias vezes enquanto empurrava. Meu marido filmava em close, o ângulo perfeito do cu se abrindo e a mistura caindo no vaso.
— Isso… isso mesmo. Empurra tudo.
Eu empurrei até não sair mais nada. Depois fiquei sentada, ofegante, o cu pulsando, ainda pingando.
Ele me beijou a boca suja e falou baixinho:
— Amanhã o entregador de gás vem. Já avisei que pode te comer. Vou gravar do armário.
Eu só acenei.
Porque eu gosto.
Gosto do cu arrombado.
Gosto da merda misturada com porra.
Gosto de saber que todo mundo vai ver.
Gosto de ser a esposa magrinha, delicada, que o marido grava enquanto o bairro inteiro mete e goza dentro.
E amanhã eu vou cagar de novo.
E de novo a bosta não vai estar sozinha.