Eu me chamo Norma.
Tenho trinta e oito anos.
Moro em Caixa d’Água, região metropolitana do Recife.
Conheci meu marido ainda no segundo grau. Eu era magra, peito pequeno, cintura fina, bunda empinada. Ele me comia quase todo dia. Gostava especialmente de me pegar de quatro e enfiar no cu. Eu também gostava. Sempre gostei. O problema é que o tempo passou, eu engordei, o corpo mudou, e ele foi esfriando. Hoje quase não me toca. Quando toca, é rápido, sem vontade, e nunca mais no cu. Eu pedi várias vezes. Ele faz cara de nojo ou muda de assunto.
Foi a minha amiga quem me abriu os olhos.
Vizinha de muro, amiga dele também. Um dia, tomando café na casa dela, ela olhou pra mim e falou sem rodeio:
— Norma, tu ainda gosta de dar o cu?
Eu ri sem graça.
— Gosto. Mas ele não quer mais.
Ela puxou o celular, mostrou umas fotos e vídeos e disse:
— Eu traio. Já faz dois anos. Posto foto, posto desejo, marco com homem. Ele não sabe. E eu nunca estive tão bem fodida.
Eu fiquei em choque. Depois fiquei com tesão. Depois fiquei com coragem.
Comecei a postar.
Primeiro só o corpo de short e blusa colada. Depois de calcinha. Depois nua, de quatro, abrindo a bunda. Os comentários chegaram rápido. Homens pedindo pra cheirar, pra lamber, pra arrombar. Eu respondia. Marcações aconteceram.
O primeiro foi um motorista de Uber.
Chamei o carro pra “ir no centro”. Entrei no banco de trás, abri as pernas o suficiente pra ele ver o short subindo. No meio do caminho pedi pra parar num lugar mais quieto. Desci, entrei no banco da frente, abaixei o short e sentei no pau dele de costas. O carro balançava. Eu rebolava olhando pelo retrovisor o rosto dele. Ele gozou dentro do preservativo e eu ainda não tinha gozado. Mandei ele me lamber o cu ali mesmo. Ele lambeu. Eu gozei com a cara dele enterrada na minha bunda dentro do Uber.
Depois veio o eletricista.
Precisava trocar uma tomada. Ele chegou, novo, magro, pau aparente na calça. Eu estava de robe. Ofereci café. Quando ele estava debaixo da pia, eu abri o robe e colei a bunda na cara dele.
— Cheira — eu falei.
Ele cheirou. Depois lambeu. Depois me comeu de quatro na cozinha, com a manteiga que eu tinha passado na bunda pra facilitar. O pau entrava fácil, fundo, e eu olhava pra trás pedindo mais. Ele meteu até eu gritar. Gozei com a bunda batendo na barriga dele e a mão na própria boceta.
O encanador foi pior.
Veio arrumar um vazamento. Eu já estava preparada. Shortinho branco sem calcinha. Quando ele se abaixou pra olhar o cano, eu me posicionei na frente e abri a bunda com as duas mãos.
— Tu gosta de cu?
Ele engoliu seco e acenou.
Naquele dia eu sentamos na pica de frente e de costas. Primeiro de frente, olhando no olho, descendo devagar até sentir o pau todo dentro. Depois virei de costas e pedi pra ele abrir bem e meter com força. Ele meteu. Eu peidava de vez em quando por causa da profundidade. Ele gostava. Eu também. Mandei ele cheirar depois de tirar. Ele cheirou e meteu de novo.
Hoje eu não paro mais. Para ver meus víddeos e fottos, clica em meu perfil ou no meu nome nesse conto, lá no final do conto, perto da caixa de comentyarios. deixei o caminho.
Tem pedreiro que vem fazer serviço e sai com o pau dolorido. Tem Uber que já sabe o endereço e nem pergunta o destino. Tem homem que eu chamo só pra passar a tarde me comendo no quarto, na sala, na cozinha. Eu passo manteiga, óleo, saliva. Faço eles lamberem antes, durante e depois. Gosto de sentir a língua no cu enquanto o pau está na boceta. Gosto de sentar e rebolar olhando no rosto. Gosto de ser chamada de gorda, de puta, de casada safada.
Meu marido continua sem saber.
Ou finge que não sabe.
A amiga ri e fala:
— Eu te disse. Uma vez que tu começa a dar o cu de verdade de novo, não tem mais volta.
Ela tem razão.
Eu engordei.
O corpo não é mais o de dezessete anos.
Mas o cu continua apertado, guloso, e agora é usado quase todo dia.
E eu não pretendo parar.