Eu vi ela pela primeira vez numa segunda-feira de sol forte.
Meu nome é Diego. Trinta e um anos. Trabalho na manutenção da escola há três meses. Consertando ventiladores, trocando lâmpadas, carregando coisas pesadas. Nada de especial. Até o dia em que ela apareceu no corredor.
Larissa.
Professora de português do ensino médio. Trinta e sete anos. Casada. Aliança grossa no dedo. E o corpo mais gostoso que eu já vi na vida.
Loira de cabelo preso num coque alto, pele clara, rosto bonito sem ser exagerado. Mas o corpo… o corpo era outra história. Um metro e setenta, mais ou menos. Cintura fina e quadril largo. A bunda era grande, alta, redonda, pesada. Das que balançam sozinhas quando a mulher anda. As coxas eram grossas, firmes, daquelas que se esfregam uma na outra a cada passo. Naquele dia ela usava uma calça social preta justa e uma blusa branca. A calça marcava tudo. O formato da calcinha, o volume da bunda, o jeito que as coxas se encontravam.
Eu fiquei parado no meio do corredor segurando uma caixa de ferramentas, olhando.
Ela passou por mim e nem me notou. Só deu um “com licença” educado e continuou andando. O rabão balançou três vezes antes de ela virar a esquina. Eu senti o pau endurecer dentro da calça de trabalho. Rápido e pesado.
Naquela noite, em casa, eu bati uma pensando nela.
Deitei na cama, abri o short e segurei o pau. Ele já estava duro só de lembrar. Grosso, comprido, a cabeça larga e escura. Sempre fui bem dotado. Algumas mulheres já reclamaram que doía. Outras gozavam só de olhar. Eu comecei a masturbar devagar, imaginando a professora Larissa de quatro em cima da minha cama, aquela bunda enorme empinada, a calça descida até as coxas grossas. Eu enfiando tudo de uma vez só para ouvir o gemido dela.
Gozei forte. O esperma subiu até o peito. Mesmo depois de esvaziar, o pau continuou latejando.
No dia seguinte eu já estava diferente.
Comecei a reparar nos horários dela. Que horas chegava. Que horas saía. Qual corredor ela mais usava. Quando ela ia até a sala dos professores. Toda vez que eu a via, meu pau reagia. Não era só tesão comum. Era uma obsessão quieta, constante.
Uma quarta-feira ela estava na sala de aula sozinha depois do horário, organizando provas. A porta estava aberta. Eu entrei fingindo que ia verificar uma tomada.
— Com licença, professora. Vim ver essa tomada que estava com problema.
Ela ergueu o rosto e sorriu educada.
— Pode sim. Fique à vontade.
Eu me agachei perto da parede, mas na verdade só queria ficar ali. Ela estava de pé, de costas para mim, inclinada sobre a mesa. A saia bege até o joelho subia um pouco quando ela se curvava. De onde eu estava, dava para ver o começo das coxas grossas e o volume da bunda marcada pelo tecido.
Meu pau ficou tão duro que doía. Eu apertei ele por cima da calça, disfarçando.
Quando ela se virou, me pegou olhando.
Ficamos nos encarando por dois segundos a mais do que o normal. O rosto dela corou levemente. Eu não desviei.
— A tomada está boa — eu disse, levantando. A voz saiu mais grave do que eu pretendia.
Ela engoliu em seco.
— Obrigada, Diego.
Eu saí da sala com o pau latejando e um sorriso no canto da boca.
Ela tinha reparado em mim.
Naquela noite eu bati outra punheta, mais longa. Dessa vez imaginei ela me olhando enquanto eu mostrava o pau. Imaginei a expressão dela ao ver o tamanho. Imaginei a aliança brilhando no dedo enquanto ela segurava meu pau com as duas mãos.
Gozei gemendo o nome dela.
“Larissa…”
Eu sabia que era casada. Sabia que tinha marido. Sabia que era errado.
Mas toda vez que ela passava por mim no corredor, com aquele rabão balançando e aquelas coxas grossas se esfregando, eu só conseguia pensar numa coisa:
Um dia eu ia enfiar esse pau inteiro dentro dela.
Devagar.
Fundo.
Parte 2
Depois daquele dia na sala de aula, eu não conseguia mais fingir que era só tesão passageiro.
Toda vez que Larissa aparecia no corredor, meu pau reagia antes mesmo da minha cabeça. Era automático. O corpo dela tinha virado uma provocação constante. Eu reparava em tudo: o jeito que a blusa apertava os seios quando ela erguia o braço para escrever no quadro, o balanço pesado daquela bunda quando caminhava rápido, o volume das coxas grossas marcando a calça ou a saia.
Eu comecei a inventar motivos para passar perto dela.
Trocava lâmpadas em horários que eu sabia que ela estaria saindo da sala. Carregava caixas pelo corredor na hora do intervalo só para vê-la de frente. Uma vez “precisei” verificar o ar-condicionado da sala dela enquanto os alunos ainda estavam saindo. Fiquei agachado perto da parede, de lado, e pude observar ela de perfil. A saia preta justa subia um pouco quando ela se inclinava para pegar uma caneta no chão. Deu para ver a parte de cima das meias e o começo da coxa. Minha boca secou.
Naquela noite eu bati uma punheta demorada.
Deitei nu na cama, pernas abertas, e masturbei o pau com calma. Ele já estava grosso e pesado só de lembrar dela agachada. Eu apertava a cabeça, puxava a pele para trás e imaginava Larissa ajoelhada na minha frente, olhando para o tamanho com aquela cara de quem nunca tinha visto nada parecido. Imaginava ela tentando segurar com as duas mãos e ainda assim não conseguindo fechar os dedos. Imaginava a aliança brilhando enquanto ela chupava.
Gozei forte. O jato subiu até o peito e escorreu pela barriga. Mesmo depois, o pau continuou latejando.
No dia seguinte eu resolvi testar os limites.
Ela estava sozinha na sala dos professores no final da tarde, sentada de pernas cruzadas, corrigindo provas. A porta estava entreaberta. Eu bati leve e entrei.
— Com licença, professora. Vim ver se a pia daqui está vazando de novo.
Larissa ergueu o rosto e sorriu educada, mas eu notei que o sorriso durou meio segundo a menos do que o normal. Ela estava me reparando também.
— Pode verificar.
Eu me agachei debaixo da pia, mas posicionei o corpo de forma que, se ela olhasse, veria o volume marcado na minha calça de trabalho. E ela olhou. Rápido. Depois desviou. O rosto dela corou levemente.
Fiquei ali mais tempo do que o necessário. Quando me levantei, o pau estava visivelmente duro. Não tentei esconder.
Larissa manteve os olhos nas provas, mas a respiração dela tinha mudado. O peito subia e descia um pouco mais rápido.
— Está resolvido — eu disse, parado na frente da mesa dela.
Ela ergueu o olhar. Nossos olhos se encontraram. Eu segurei o olhar dela de propósito, sem sorrir, só observando. Deixei que ela visse o desejo sem filtro.
— Obrigada, Diego — a voz saiu um pouco mais baixa.
Eu me inclinei levemente sobre a mesa, apoiando as mãos na madeira. De cima, dava para ver o começo do decote e o volume dos seios.
— Se precisar de qualquer coisa… é só chamar. Qualquer coisa mesmo.
Ela engoliu em seco. Eu vi o movimento na garganta. Ficamos em silêncio por alguns segundos. O ar ficou pesado.
Eu saí sem dizer mais nada.
No corredor, meu pau doía de tão duro. Eu precisei entrar no banheiro dos funcionários, trancar a porta e aliviar na hora. Bati uma punheta rápida e suja, imaginando que estava enfiando naquela professora casada ali mesmo, em cima da mesa cheia de provas. Gozei gemendo baixo, o esperma caindo no vaso.
Enquanto limpava a mão, sorri sozinho.
Ela tinha sentido.
Eu vi no jeito que ela desviou o olhar. Vi no jeito que a respiração mudou. Vi no rubor do pescoço.
Larissa, a professora casada, a mulher de aliança no dedo e marido em casa… estava começando a perceber que eu a queria.
E eu não tinha a menor intenção de disfarçar.
Naquela noite, deitado na cama, eu já planejava o próximo passo. Não queria só olhar. Queria ouvir ela gemer. Queria ver aquela bunda grande balançando enquanto eu metia fundo. Queria sentir as coxas grossas tremendo ao meu redor.
Eu ia comer aquela mulher.
Devagar.
Com calma.
Até ela não conseguir mais fingir que não queria